Octavio mendes cajado editora pensamento



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Características do Campo de Energia Universal


Como ficou dito no Capítulo 5, o CEU (Campo de Energia Universal), conhecido e observado através dos séculos, tem sido estudado desde os tempos históricos mais remotos. Cada cultura tinha um nome diferente para o fenômeno do campo de energia e o encarava do seu ponto de vista particular. Quando descrevia o que via, cada cultura encontrava propriedades básicas semelhantes no CEU. À proporção que o tempo foi passando e se desenvolveu o método científico, a cultura ocidental pôs-se a investigar o CEU de maneira mais rigorosa.

À medida que o estado da arte do nosso equipamento científico se torna mais sofisticado, habilitamo-nos para medir qualidades mais finas do CEU. Dessas investigações podemos conjeturar que o CEU se compõe, provavelmente, de uma energia ainda não definida pela ciência ocidental, ou possivelmente de uma matéria de substância mais fina do que a que geralmente julgamos participar da constituição da matéria. Se definirmos a matéria como energia condensada, o CEU poderá existir entre o que presentemente se considera o reino da matéria e o reino da energia. Como já vimos, alguns cientistas chamam ao fenômeno do CEU de bioplasma.

O Dr. John White e o Dr. Stanley Krippner enumeram muitas propriedades do Campo da Energia Universal: o CEU impregna todo o espaço, os objetos animados e inanimados, e liga todos eles uns aos outros; flui de um objeto para outro; e sua densidade varia na razão inversa da distância da sua origem. Também obedece às leis da indutância harmônica e da ressonância simpática — o fenômeno que ocorre quando você bate num diapasão e outro, perto dele, entra a vibrar na mesma freqüência, emitindo o mesmo som.


Figura 6-2: Verificação do efeito da folha fantasma
As observações visuais revelam que o campo está organizado numa série de pontos geométricos, pontos de luz pulsantes isolados, espirais, teias de linhas, faíscas e nuvens. Pulsa e pode ser sentido pelo toque, pelo gosto, pelo cheiro e com um som e uma luminosidade perceptíveis aos sentidos mais elevados.

Afirmam os pesquisadores desse campo que o CEU é basicamente sinérgico, o que supõe a ação simultânea de agências separadas que, juntas, têm um efeito total maior do que a soma dos efeitos individuais. Esse campo é o oposto da entropia — termo usado para descrever o fenômeno da lenta decadência que tão comumente observamos na realidade física, a destruição da forma e da ordem. O CEU tem um efeito organizador sobre a matéria e constrói formas. Parece existir em mais de três dimensões. Quaisquer mudanças que ocorrem no mundo material são precedidas de mudança nesse campo. O CEU está sempre associado a alguma forma de consciência, que vai desde a mais altamente desenvolvida até a mais primitiva. A consciência altamente desenvolvida se associa às “vibrações mais altas” e aos níveis de energia.

Nessas circunstâncias, vemos que, de alguma forma, o CEU não é tão diferente de tudo o mais que conhecemos na natureza. Entretanto, ele nos faz ampliar a mente para compreender todas as propriedades que possui. Em alguns níveis, é uma coisa “normal”, como o sal ou a pedra, tem propriedades que podemos definir com métodos científicos normais. Por outro lado, se continuarmos a sondar-lhe cada vez mais profundamente a natureza, ele escapará às explicações científicas normais. Tornar-se-á esquivo. Pensamos, então, que o “colocamos em seu lugar”, a par com a eletricidade e outros fenômenos menos insólitos, mas ele torna a fugir-nos por entre os dedos e leva-nos a pensar: “O que é ele, afinal de contas? Mas, nesse caso, o que é também a eletricidade?”

O CEU existe em mais de três dimensões. Que significa isso? Significa que ele é sinérgico e constrói formas. Isso contraria a segunda lei da termodinâmica, segundo a qual a entropia está sempre aumentando, o que quer dizer que no universo a desordem está sempre aumentando, e que não podemos tirar de alguma coisa mais energia do que a que nela colocamos. Sempre obtemos de alguma coisa um pouco menos de energia do que a que colocamos nela. (O moto perpétuo nunca foi construído.) Não é esse o caso do CEU. Dir-se-ia que ele continua sempre a criar mais energia. À semelhança da cornucópia, mantém-se constantemente cheio, por mais que tiremos dele. Esses conceitos, emocionantes, nos dão uma visão muito esperançosa do futuro quando nos arriscamos a mergulhar mais profundamente no pessimismo da idade nuclear. Algum dia, talvez, sejamos capazes de construir uma máquina que possa captar a energia do CEU e ter toda a energia que precisamos sem a ameaça de nos ferirmos.


Revisão do Capítulo 6


  1. O que é aura?

  2. Um pêni tem aura?

  3. O que é que não tem aura?

  4. Descreva o CEU.


Capítulo 7
O CAMPO DA ENERGIA HUMANA OU A AURA HUMANA

O Campo da Energia Humana é a manifestação da energia universal intima-mente envolvida na vida humana. Pode ser descrito como um corpo luminoso que cerca o corpo físico e o penetra, emite sua radiação característica própria e é habitualmente denominado “aura”. A aura é a parte do CEU associada a objetos. A aura humana, ou Campo da Energia Humana (CEH), é a parte do CEU associada ao corpo humano. Estribados nas suas observações, os pesquisadores criaram modelos teóricos que dividem a aura em diversas camadas. Essas camadas, às vezes, chamadas corpos, se interpenetram e cercam umas às outras em camadas sucessivas. Cada corpo se compõe de substâncias mais finas e de “vibrações” mais altas à medida que se afasta do corpo físico.


Exercício para Ver a Aura Humana


Para você começar a sentir o CEH recomendo-lhe alguns exercícios. Se você, por exemplo, se achar num grupo de pessoas, faça-as formarem um círculo dando-se as mãos. Deixe que a energia do campo áurico dessas pessoas flua em torno do círculo. Sinta-o pulsar por algum tempo. Para que lado vai ele? Verifique para que lado ele vai no entender do seu vizinho imediato. As opiniões de vocês são correlatas?

Agora, sem mudar coisa alguma, ou sem mover as mãos, interrompa o fluxo de energia. Mantenha-o assim por algum tempo (todos ao mesmo tempo) e, em seguida, deixe-o fluir novamente. Tente de novo. Sente a diferença? Que é o que mais lhe agrada? Agora faça o mesmo com um parceiro. Sente-se defronte dele e toquem as palmas das mãos um do outro. Deixe fluir a energia naturalmente. Para que lado ela vai? Mande energia da palma da mão esquerda; a seguir, permita que ela volte e entre na palma da mão direita. Inverta o processo. Agora detenha o fluxo. Em seguida tente empurrá-lo para fora das duas mãos ao mesmo tempo. Empurrar, puxar e parar são três modos básicos de manipular a energia na cura. Pratique bastante.

Feito isso, deixe caírem as mãos; mantenha as palmas a uma distância de cerca de 50 a 126 mm uma da outra; lentamente, movimente as mãos para trás e para a frente, diminuindo e aumentando o espaço entre elas. Construa qualquer coisa entre as mãos. Pode senti-lo? O que lhe parece que é? Agora, separe ainda mais as mãos uma da outra, coisa de oito a dez polegadas (203,12 a 253,9 mm). A seguir, devagarzinho, junte-as de novo até sentir uma pressão que lhe empurra as mãos para fora, de tal sorte que você se vê obrigado a usar um pouquinho mais de força para juntar as mãos outra vez. Você agora tocou as bordas de um dos seus corpos de energia. Se suas mãos estiverem separadas por uma distância de uma a uma e um quarto de polegada (25,39 a 29,73 mm), você terá juntado as bordas do seu corpo etérico (primeira camada da aura). Se suas mãos estiverem separadas por uma distância de três a quatro polegadas (76,17 a 101,56 mm), você terá juntado as bordas do seu corpo emocional (segunda camada da aura). Agora, movimente com muito cuidado as mãos, aproximando-as uma da outra até sentir realmente a borda externa do corpo emocional ou até sentir o campo de energia da mão direita tocar a pele da mão esquerda. Mova a palma direita cerca de uma polegada (25,39 mm) mais perto da palma esquerda. Sinta o formigar do dorso da mão esquerda no momento em que toca a borda do seu campo de energia. O campo de energia da mão direita atravessou, pura e simplesmente, a mão esquerda!

Agora, afaste as mãos uma da outra e mantenha-as separadas por uma distância aproximada de sete polegadas (177,73 mm). Aponte o dedo indicador direito para a palma da mão esquerda, certificando-se de que a ponta do dedo está cerca de meia a uma polegada (12,69 a 25,39 mm) de distância da palma. Agora, desenhe círculos na palma da mão. O que sente? Cócegas? O que é isso?


Com a luz indistinta na sala, faça as pontas dos dedos de suas mãos apontarem umas para as outras. Coloque as mãos defronte do rosto a uma distância aproximada de dois pés (60,94 cm). Certifique-se de que há no fundo uma parede branca e lisa. Relaxe os olhos e fite-os suavemente no espaço entre as pontas dos dedos, que deverão estar separadas umas das outras por uma polegada e meia (38,08 mm) de distância. Não olhe para a luz brilhante. Deixe os olhos se relaxarem. O que vê? Aproxime as pontas dos dedos umas das outras e depois afaste-as ainda mais. O que está acontecendo no espaço entre os dedos? O que é que você vê ao redor da mão? devagarzinho, mova uma das mãos para cima e a outra para baixo, de sorte que dedos diferentes apontem uns para os outros, O que está acontecendo agora? Perto de 95% das pessoas que experimentam fazer este exercício vêem alguma coisa. Todas sentem alguma coisa. Se você quiser conhecer as respostas para as perguntas acima, espere chegar ao fim deste capitulo.

Depois que tiver praticado esses exercícios e os do Capítulo 9, que trata da observação das auras de outras pessoas, você começará a ver as primeiras camadas da aura como elas aparecem na Figura 7-IA. Mais tarde, quando estiver acostumado a distinguir as camadas inferiores, poderá praticar os exercícios de percepção sensorial mais elevada, como os descritos nos Capítulos 17, 18 e 19. Com o aumento da abertura do seu terceiro olho (o sexto chakra), você começará a ver os níveis mais elevados da aura. (Figura 7-1B.)

Agora, a maioria dos leitores terá sentido, visto e experimentado os níveis inferiores da aura; passemos, portanto, à sua descrição.

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