Oficina de incentivo a leitura e a escrita de conto infantil



Baixar 62.21 Kb.
Encontro27.07.2016
Tamanho62.21 Kb.
ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER – IVINHEMA/MS



OFICINA DE INCENTIVO

A LEITURA E A ESCRITA DE CONTO INFANTIL


ELABORAÇÃO
Professora Coordenadora Cinthya Maria Staut
ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO

Professores das Series Iniciais do Ensino Fundamental



OFICINA DE INCENTIVO A LEITURA E A ESCRITA DE CONTOS INFANTIL

1 APRESENTAÇÃO
A presente proposta de trabalho tem como ponto de partida a necessidade de despertar a curiosidade e aguçar o interesse dos professores das séries inicias do Ensino Fundamental em relação a desenvolver metodologias diferencias em relação à leitura e a escrita para seus alunos.

Pretende-se com essa proposta desenvolver ações que sensibilizem os professores bem como desencadear uma nova postura frente à questão da Leitura levando-os a adquirir este hábito a fim de se tornarem leitores plenos e buscarem esse mesmo objetivo com seus educandos, pois a atuação da escola para a formação de leitores é extremamente importante. Sendo vista socialmente como espaço reservado para a sistematização do conhecimento, deverá oportunizar situações para que o aluno desenvolva o gosto pela leitura.


2 PÚBLICO – ALVO

Alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental


3 PERÍODO DE EXECUÇÃO

Outubro a dezembro de 2009


4 JUSTIFICATIVA
O trabalho com contos clássicos torna a aula mais atrativa, dinâmica e mais próxima da realidade dos alunos. Valoriza a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos, abrangendo o desenvolvimento da linguagem, da leitura e da escrita.

A escola é a principal responsável para fazer despertar o interesse pela leitura em seus alunos, é onde começam praticamente a ter seus primeiros contatos com os livros, poder folheá-los, tocá-los.

Incentivando crianças desde cedo pela paixão, hábito ou apenas convívio pela leitura, existe varias conseqüências como à formação de bons leitores. É fundamental que as crianças apreciem e valorizem a escuta e a leitura desde pequenos além de que a criança aprende e cria o habito de escutar historia, valorizando o livro desde cedo como fonte de conhecimento e entretenimento. Essas formas de comunicação sempre estiveram presentes na vida de qualquer pessoa. E, nas crianças, é mais perceptível, porque elas sentem a necessidade de contar suas descobertas, conforme nos apresenta Abramovich (1997, p. 16): "Ah, como é importante para a formação de qualquer criança ouvir muitas histórias... escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor, e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinitivo de descoberta e de compreensão do mundo..."

A contação de história oportuna momentos prazerosos, tanto para quem lê como para quem escuta. Enriquece o imaginário, amplia o vocabulário, uma prática valorizada pela sociedade atual.

Deste modo, acreditamos que, com o contato com textos variados proporcionado pelo projeto e, conseqüentemente, com a leitura, oferecida de forma prazerosa e dinâmica, torna-se mais fácil a compreensão dos vários textos que compõem o nosso cotidiano, pois a familiaridade com uma palavra dependerá da freqüência e intimidade de nossa convivência com ela.
5 OBJETIVOS
5.1 Objetivo Geral

A proposta tem por objetivo geral resgatar ou despertar o interesse pela leitura, desvinculando-a da obrigatoriedade e associando-a ao prazer.


5.2 Objetivos Específicos

  • Incentivar ao educando no que tange ao seu interesse pela leitura;

  • Estimular de forma adequada o processo da leitura e da escrita, caminhos essenciais para despertá-lo da cidadania, e para o ser humano, em sua busca de identidade e realização pessoal;

  • Recuperar as histórias da primeira infância;

  • Preparar a criança para a aprendizagem da leitura e da escrita, de maneira lúdica e criativa;

  • Trabalhar com a narração, com o corpo e a gesticulação, entonação e preparação do espaço a ser utilizado pelas crianças, ampliando os vários sentidos da narrativa;

  • Propiciar ao aluno um momento diferente de leitura;

  • Explorar a linguagem oral e escrita;

  • Produzir e reproduzir textos diversos coletivamente e/ou individualmente;

  • Formar um grupo de leitores dentro da escola.



6 METODOLOGIA

O trabalho diferenciado de interação entre o leitor e o texto, realizado nas oficinas, é desenvolvido pela leitura livre, hora da história, dramatizações e produções literárias e artísticas. As ações são pensadas e se materializam no plano de trabalho vivenciado a cada oficina, dando margem para a flexibilidade e as adaptações necessárias



7 RECURSOS


  • CD de histórias infantil;

  • Cd´s de música

  • Computadores (Word, internet);

  • Livro da história infantil;

  • Impressora;

  • Câmera digital;

  • Papel manilha;

  • Tesoura cola, lápis de cor;

  • Laboratório de Informática;

  • Xerox;

  • Sufite;

  • Fantoches.



8. AÇÕES

As ações ocorrerão de acordo com a faixa etária e aprendizagem dos alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

Como sugestão apresenta-se algumas tais como:


  • Apresentação do livro: capa, material, título, editora, ilustrações.

  • Ler a história toda e mostrar as figuras;

  • Ouvir o CD;

  • Interpretação oral: os alunos contam a história, identifica os personagens, o tempo, o espaço que acontece a história (Onde? Quando?);

  • Contar diferentes obras de diversos autores fazendo a comparação.

  • Assistir o filme;

  • Dramatização e teatro com dedoches;

  • Atividades orais e/ou escritas tais como:

  • Escrita de palavras com letras móvel

  • Caça-personagens

  • Cruzadinha

  • Receita

  • Seqüência com tarjas (música)

  • Reescrita coletiva do texto

  • Varal de Histórias Ilustradas, Contos, Fábulas, Etc...

  • Confecção de livros e fantoches - Serão produzidos pelas crianças juntamente com os professores.

  • Outras Ações - serão realizadas pelos professores, conforme a faixa etária das crianças.



9 RESULTADOS ESPERADOS
A leitura livre vem sendo mais realizada pelos participantes que com freqüência se apropriam dos livros literários nas oficinas e também através dos empréstimos semanais. Além do estímulo à leitura, temos trabalhado com a auto-estima e o comportamento dos alunos nos trabalhos coletivos, despertando a cultura da paz e a aceitação do outro.

Cooperar, competir, brincar e sorrir são atitudes que aos poucos vão sendo manifestadas pelos participantes. O domínio da leitura e da escrita pelos jovens é bastante precário, conforme indicam outros dados oficiais. Buscamos, no entanto, não reduzir a oferta de atividades de leitura, propiciando atividades coletivas e individuais de acesso ao texto escrito.


10 REFERENCIAS
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: Gostosuras e bobices. Scipione. Pensamento e ação no Magistério. 1997. Disponível em < http://www.reitoria.uri.br/~vivencias/Numero%20002/artigos/vencedores/area_educacao/area_educacao_01.htm> Acessado em 20/09/09.
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. 2 v. Brasília: MEC / SEF, 1998.
KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura: teoria e prática. 2a ed., Campinas, São Paulo: Pontes, 2001.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1997. Disponível em < http://www.alb.com.br/anais16/sem02pdf/sm02ss02_09.pdf> Acessado em 20/09/09.
PRIOLLI, Julia. Fraldas e livros: conheça seis projetos voltados à primeira infância. Nova Escola; edição especial de Leitura. São Paulo. N.18, abril 2008.
REVISTA NOVA ESCOLA. Ano XVI - nº 142. Editora Abril, Maio de 2001.

A leitura deve ser antes de tudo uma grande diversão.

PROFESSORA COORDENADORA



cinthyamariastaut@hotmail.com

ANEXOS

ANEXO 01
Foto nº 01

Foto Real de algumas atividades realizadas pelos educandos do 2º Ano C – Matutino

Nessa foto ficam registrado algumas atividades realizadas pelos educando do 2º Ano C Matutino sob a mediação da professora regente Maria Aparecida de Camargo Lima.



ANEXO 02
Foto nº 02
Foto Real de algumas atividades realizadas pelos educandos do 2º e 3ºAno C – Matutino

Atividades desenvolvidas nas áreas de conhecimento: produções interativas e artes, pela Profa Ivani nas salas do 2º e 3º Ano do Ensino Fundamental no período Matutino.



ANEXO 03
Foto nº 03
Foto Real de algumas atividades realizadas pelos educandos do 5º Ano C – Vespertino


Os contos de fadas mantêm uma estrutura fixa. Partem de um problema vinculado à realidade (como estado de penúria, carência afetiva, conflito entre mãe e filhos), que desequilibra a tranqüilidade inicial. O desenvolvimento uma busca de soluções, no plano da fantasia, com a introdução de elementos mágicos. A restauração da ordem acontece no desfecho da narrativa, quando há uma volta ao real. Valendo-se desta estrutura, os autores, de um lado, demonstram que aceitam o potencial imaginativo infantil e, de outro, transmitir à criança a idéia de que ela não pode viver indefinidamente no mundo da fantasia, sendo necessário assumir o real, no momento certo.


AGUIAR, Vera Teixeira de. Era uma vez (contos de Grimm). Porto Alegre, Kuarup. 1990.
ANEXO 04
Foto nº 04
Foto Real: Momento da hora do conto com os educandos do 2º Ano C – Matutino.

Sabe-se como é importante para a formação de qualquer criança ouvir histórias. Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um bom leitor, tendo um caminho absolutamente infinito de descobertas e de compreensão do mundo. É poder sorrir, gargalhar com situações vividas pelos personagens e com a idéia dos contos, então, a criança pode ser um pouco participante desse momento de humor, de brincadeira e aprendizado.



ANEXO 05
Foto nº 05
Foto Real: Momento Sessão cinema com os alunos do período vespertino

Sessão Cinema... Desenho Animado: Deu a Louca na Chapeuzinho Vermelho.....



ANEXO 06
Foto nº 06
Foto Real registro atividades realizadas pelos alunos 5º Ano C - Vespertino

“QUEM AMA EDUCA”, “COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”. (Içami Tiba)




ANEXO 07
Foto nº 07
Foto Real registro atividades realizadas pelos alunos 2º Ano D - Vespertino

“Os educadores precisam compreender que ajudar as pessoas a se tornarem pessoas é muito mais importante do que ajudá-las a tornarem-se matemáticas, poliglotas ou coisa que o valha” (Carl Rogers).



ANEXO 08
Foto nº 08
Foto Real registro momento da integração entre atividades professor regente e professor Educação Física


Segundo Delors (1996), a educação é veículo transportador de cultura e valores que têm por objetivo estabelecer vínculos sociais assumindo-se como um verdadeiro espaço de sociabilização que faz da diversidade fator positivo.


Compartilhe com seus amigos:


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal