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ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE





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Angola: «A OMS fará tudo para apoiar Angola», garante o seu Director Regional para África
7 Junho de 2002

Luanda – A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai fazer tudo o quie estiver aos eu alcance para apoiar o Governo de Angola, segundo anunciou quinta-feira em Luanda o seu Director Regional para Africa, Dr. Ebrahim Malick Samba, no inicio duma visita de três dias, à convite do Ministério da Saúde.


O Dr. Ebrahim Malick Samba disse que “A OMS está satisfeita com a actual evolução da situação de paz em Angola e quer saber como pode reforçar a sua cooperação técnica e financeira com o país nesta fse de reconstrução, incluindo nos dominios da reabilitação de estruturas sanitárias, formação de recursos humanos e prestação de cuidados esenciais de saúde”. O Director Regional da OMS adiantou vai precisar de congregar esforços que “tanto a nível nacional como internacional”.
Estas declarações do Director Regional da OMS foram pronunciadas num encontro com a Direcção do Ministério da Saúde, e reafirmadas num “tête a tête” com o Ministro angolano da Reinserção Social, João Baptista Kussumwa, ao qual assistiram também a Ministra da Saúde, Drª Albertina Hamukwaia, o Director de programas da Sede Regional africana da OMS, Dr, Luís Gomes Sambo, e o Representante da OMS em Angola, Dr. Paolo Balladelli.
O Director Regional da OMS para Africa reuniu-se durante hora e meia com a direcção do Ministério da Saúde, de quem recebeu informações muito detalhadas sobre o quadro sanitário de Angola e suas necessidades na área da Saúde. O encontro deu ênfase à actual situação de emergência, Malária, HIV/SIDA, Pólio, Tuberculose, Lepra, Doença do Sono e vigilância epidemiológica das doenças mais correntes. A este encontro participaram os vice- Ministros para a saúde pública e para a área hospitalar, Dr. José Van-Dúnem e Natália do Espirito Santo, respectivamente, Directores dos Programas do MINSA e a equipa técnica da OMS/Angola. O Dr. Samba mostrou-se satisfeito com a informação recebida, sublinhando que se deslocara a Angola para identificar áreas de apoio face aos desafios enfrentados pelo Governo para assistir as populações mais necessitadas.
O Ministro angolano da Reinserção Social remarcou que “o apoio da OMS será benvindo”, e recordou que o Governo tinha lançado um apelo para a ajuda humanitária as populaçoes em 30 municipios, 150 comunas agora acessiveis e em 37 áreas de aquartelamento. “O governo vai desenvolver todos os esforços para o regresso das populaçoes às suas zonas de origem, sem fazer descriminaçoes”, garantiu o ministro. Os principais desafios que o Ministério da Saúde enfrenta para acudir as populaçoes das áreas de aquartelamento são a malnutrição severa; desenvolvimento de programas de vacinação contra a pólio, tétano e o sarampo; vigilância epidemiológica das doenças correntes; abastecimento em medicamentos esenciais; assistência à saude materna, e controlo da malária, Tuberculose, HIV/SIDA e outras endemias.
O governo angolano tem estado a trabalhar num programa de avaliação da situação, tendo sido criada uma task Force que inclui as Forças Armadas, a OMS, UNICEF, FNUAP, a OCHA e ONGs, com o objectivo de elaborar um pacote mínimo para a Saúde.
O Director Regional da OMS chegou quinta-feira a Luanda apara uma visita até ao próximo Domingo, dia 9 de Junho, e terá encontros a alto nível com o Governo angolano além de visitas a unidades hospitalares e campos de deslocados.


Para mais informações os interessados queiram por favor contactar a Representação da OMS em Luanda, Angola, telef: (2442) 332398, Fax: (2442) 332314 e (1 407) 9563882 - E-Mail: whoang@ebonet.net


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