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ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE





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Forças Armadas Angolanas querem prevenir meningite nas áreas de aquartelamento, diz o chefe adjunto das FAA
7 Junho de 2002

Luanda – As Forças Armadas Angolanas (FAA) solicitaram sexta-feira a ajuda da Organização Mundial da Saúde para prevenir a meningite meningocócica nas áreas onde já estão aquartelados até hoje 79,776 mil ex-militares da UNITA e 230,432 familias, com um plano imediato de vacinação.


O pedido foi feito pelo General Sachipengo Nunda, Chefe do Estado Maior General Adjunto das FAA, num encontro realizado no Ministério da Defesa em Luanda entre delegaçoes da OMS, MINSA e das Forças Armadas. Estiveram presentes o Director Regional da OMS para Africa, Dr. Ebrahim Malick Samba, o Vice-Ministro da Saúde, Dr. José Van-Dúnnem, o Chefe de estado maior Adjunto das FAA, General Nunda. A delegação integrou ainda o Director de programas da OMS/AFRO, Dr Luís Sambo e o Representante da OMS em Angola, Dr. Paolo Balladelli.
“Queremos desencadear um plano de vacinação”, disse o General Nunda, ladeado por outros altos responsáveis dos serviços médicos militares. O apelo das FAA inclui cloro para tratar três milhoes de litros de água por um periodo de seis meses; toneladas de alimentos para a recuperação nutrricional de mais de 138 mil crianças; e assistência para prevenir e controlar a as meningites, malária, doenças da pele e parasitoses, conjuntivites assim como kits de medicamentos essenciais, precisou o General Nunda.
Em resposta o Director Regional da OMS disse: “sentimos a paz em Angola e queremos investir na paz. Vamos sentar com o Representante da OMS e ver o que podemos fazer de imediato.” O Dr. Ebrahim Samba sugeriu que fossem feitos estudos de vigilância epidemiológica, para possibilitar a recolha de dados no terreno, sobre a prevalência dessas doenças e assim melhor definir as prioridades. “Vamos agir de imediato”, assegurou ele, mostrando-se satisfeito com os esforços para garantir a paz e a integração social dos antigos militres da UNITA e das suas familias, em Angola.
O Dr. Samba recomendou igualmente a adopção de um Pacote Mínimo de Cuidados de Saúde para se evitar êxodo massivo das populações para a capital. Devemos prever, explicou ele, a distribuição de mosquiteiros impregnados para o controlo da malária, o fornecimento de água potável e o saneamento do meio, a prevenção e controlo do HIV/SIDA e campanhas de vacinação contra a pólio e o sarampo.
O Vice-Ministro da Saúde, Dr. José Van-Dúnem, recordou a propósito que tinha sido criada uma task force entre as FAA, MINSA, OMS, UNICEF e a OCHA para atender as questões de Saúde de mais de 300 mil pessoas estacionadas nas 38 áreas de aquartelamento. “A ajuda da OMS pode ser encaminhada nesta direcção”, manifestou o Vice-Ministro.
O Director Regional da OMS está em Luanda desde quinta-feira para uma visita até ao próximo Domingo, dia 9 de Junho, e terá encontros a alto nível com o Governo angolano além de visitas a unidades hospitalares e campos de deslocados.
Sexta-feira de manhã o Director Regional da OMS para África visitou o Hospital Pediatrico de Luanda, na companhia do Vice-Ministro da Saúde, Dr. José Van-Dúnem.

Para mais informações os interessados queiram por favor contactar a Representação da OMS em Luanda, Angola, telef: (2442) 332398, Fax: (2442) 332314 e (1 407) 9563882 - E-Mail: whoang@ebonet.net


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