Orientações para elaboração do projeto de tese Capa



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Orientações para elaboração do projeto de tese

1. Capa
As informações devem ser apresentadas na seguinte ordem: nome da instituição, nome do autor do projeto, identificação do tipo de pesquisa (Projeto de Tese), título, subtítulo (se houver), local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado e ano.

M

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

AUTOR
PROJETO DE TESE
TÍTULO

Rio de Janeiro

ANO
odelo:


2. Sumário

É a indicação do plano do projeto com a enumeração das suas seções e subseções (quando houver) e respectivas páginas. A palavra sumário deverá ser apresentada de forma centralizada, com a mesma fonte utilizadas nas seções primárias.


Modelo:


  1. Identificação do projeto

  2. Tema

  3. Delimitação do tema

  4. Problema

  5. Hipóteses

  6. Tese

  7. Variáveis

  8. Objetivos

    1. Objetivo geral

    2. Objetivo específico

9 Justificativa

10 Revisão bibliográfica

11 Metodologia

12 Estrutura do trabalho

13 Cronograma

14 Referências preliminares

15 Apêndices (se houver)

16 Anexos (se houver)




3. Identificação

Devem ser apresentadas as seguintes informações: título do projeto, identificação do autor, área de concentração, linha de pesquisa na qual se insere o projeto e duração (início e término).


Modelo:

1 IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO


  • Título:

  • Autor:

  • Área de Concentração: Direito Público e Evolução Social

  • Linha de Pesquisa: “Acesso à Justiça e Efetividade do Processo” OU “Direitos Fundamentais e Novos Direitos”

  • Duração: Mínimo de 36 meses/Máximo de 48 meses




4. Tema:
Trata-se do assunto a ser abordado. No momento da sua escolha, deve-se verificar se: (a) o tema está inscrito na área de concentração do Curso, DIREITO PÚBLICO E EVOLUÇÃO SOCIAL, e se apresenta adequação a uma das duas linhas de pesquisa que corporificam esta área: Acesso à Justiça e Efetividade do Processo; Direitos Fundamentais e Novos Direitos, tendo em vista que o candidato terá de fazer a opção por uma delas; (b) a trajetória profissional-acadêmica do candidato lhe qualifica para pesquisar o tema escolhido; (c) há suficiente motivação para o estudo do tema, tendo em vista que todo processo de doutoramento é árduo, exigindo grande esforço de pesquisa, organização e apresentação dos dados, na forma de um relatório substantivo; (d) o tema atende aos objetivos profissionais do candidato; e (e) o tema apresenta viabilidade de desenvolvimento no prazo de integralização do curso.

Para facilitar a escolha do tema, é recomendável que o candidato busque visualizar nas leituras já realizadas aqueles que se revelaram mais interessantes e passíveis de serem problematizados, pois a pesquisa, além de ser prazerosa, no caso específico de um doutoramento, deve constituir-se em contribuição relevante e inédita ao campo do Direito.



5. Delimitação do Tema

É importante que o tema seja delimitado, isto é, que o pesquisador apresente o seu recorte, tornando-o mais específico. É fundamental, também, que sejam indicadas as áreas do conhecimento nas quais o autor vai buscar seus subsídios.



6. Problema

É a motivação central da pesquisa. A partir da escolha do tema, é gerado o problema, ou seja, é formulada uma indagação científica que o autor do projeto se propõe a responder. A resposta a tal indagação pode seguir duas direções distintas: (a) caso o candidato assuma uma postura investigativa na linha positivista (ou pós-positivista) deverá apresentar as possíveis hipóteses que previamente levanta como possibilidades de resolução do problema apresentado. Neste caso, o autor se propõe a pesquisar com vistas à confirmação de suas hipóteses iniciais; ou (b) optando por uma postura construtivista, na qual o objeto de estudo vai sendo construído ao longo da pesquisa, dispensará as hipóteses prévias, levantando apenas suposições sobre o encaminhamento de suas descobertas, as quais poderão se confirmar ou não, sendo passíveis de alterações. No primeiro caso, o pesquisador trabalha com certezas e no segundo, sua discussão científica se dirige às incertezas que precisam ser desveladas.



7. Hipóteses e Tese

As hipóteses são as possibilidades de respostas para o problema apresentado. No caso de uma pesquisa em nível de doutoramento, é fundamental que haja uma hipótese central, a qual se constitui a tese que se pretende provar (na linha positivista ou pós-positivista) ou que se visualiza como a mais provável para o problema em desvelamento (na postura construtivista). É importante compreender que a hipótese é o que se pretende demonstrar e não é o que já se tem demonstrado evidente. Muitas vezes ocorrem confusões dessa natureza, ao se tomar como hipóteses proposições que já são evidentes no contexto dos referenciais teóricos.


Segundo Orides Mezzaroba e Cláudia Servilha Monteiro, ainda que na tese de doutorado
se verifique o desenvolvimento de estruturas analíticas de apresentação fundamentação das linhas mestras do trabalho, o diferencial básico é dado pelo alto grau de consistência e sofisticação dos raciocínios argumentativos desenvolvidos. Pode tratar-se de um novo modelo teórico sobre o objeto de pesquisa, de uma resposta conclusiva sobre o problema – e, portanto, rigorosamente justificada -, ou ainda, da apresentação de um conjunto de descrições e/ou prescrições altamente originais e inovadoras para o esclarecimento do problema central da investigação. Nesse caso, do problema somado à hipótese principal temos a tese1.

8. Variáveis

Variáveis são as


possibilidades de alterações que o pesquisador deve levar em consideração no momento em que estiver construindo as hipóteses, pois, caso houver qualquer desvio ou alteração entre a observação e a construção das hipóteses, o resultado final poderá ficar prejudicado. [...] Nas pesquisas acadêmicas na área do Direito, freqüentemente, as variáveis são oriundas do próprio pensamento jurídico, ou de seus parâmetros jurisprudenciais. Entretanto, podem originar-se também do quadro das relações complexas da Sociedade, que comporta fatores culturais, econômicos e políticos, e suas implicações no Direito e vice-versa.2 (p. 154-155).

9. Objetivos

O objetivo geral é a finalidade básica do projeto de pesquisa como um todo e os objetivos específicos representam seus desdobramentos, sendo que podem ser apresentados sob a forma de questões de estudo, isto é, como perguntas consistentes, claras e concisas.



10. Justificativa

Nesta parte, o autor explicita as razões da pesquisa. É importante apresentar suas contribuições não apenas ao estágio atual de desenvolvimento do conhecimento (no campo do Direito e afins, se for o caso) como, também, a relevância social.



11 Revisão bibliográfica

São os aspectos teóricos que dão embasamento ao projeto. Deve-se apontar o marco teórico do projeto, ou seja, indicar o(s) autor(es) ou a teoria de base em que se apóia o estudo.



12. Metodologia

Quatro aspectos básicos devem ser considerados na explicitação da Metodologia. O primeiro diz respeito à indicação do tipo de pesquisa: documental, bibliográfica, histórica, estudo comparativo, estudo de caso, pesquisa de campo, entre outras. Em muitas situações ocorre a combinação de dois ou mais tipos de pesquisa (por exemplo: uma pesquisa bibliográfico-documental). A partir da definição do tipo de pesquisa, é imprescindível que se anuncie onde serão coletados os dados (material bibliográfico, jurisprudência, documentos, estatísticas, por meio de entrevistas e/ou questionários, observações de campo). Em seguida, o pesquisador deve indicar a forma de tratar os dados: abordagem quantitativa, abordagem qualitativa ou quanti-qualitativa. Na primeira forma predominam os tratamentos numéricos, com gráficos, tabelas, quadros, havendo ênfase em números e percentuais, comparações, análise do comportamento de variáveis. Na segunda, privilegia-se um tratamento interpretativo no qual se busca inferir os significados atribuídos por determinados sujeitos (os sujeitos do estudo) às categorias básicas que se incluem nos objetivos de estudo. E, por último, o pesquisador deve apontar as formas de raciocínio (a lógica) que privilegiará para conduzir sua pesquisa na direção da tese. Entre essas formas destacam-se: a dedutiva, indutiva, hipotético-dedutiva, dialética, sistêmica.



13. Estrutura da pesquisa

Deve-se apresentar a versão provisória das partes integrantes do trabalho (Introdução, capítulos, conclusão).




14. Cronograma

Apresenta as etapas da pesquisa: levantamento bibliográfico, leitura e fichamento, elaboração dos capítulos (1a. versão), revisão, seminário de qualificação, versão final, defesa da tese.


15 Referências preliminares
As referências consistem na indicação em ordem alfabética, por autor e data, sem numeração, das fontes já consultadas para elaboração do trabalho e das fontes a serem consultadas.

14 Apêndice (opcional)
Apêndices são textos de autoria do autor do proejto que objetivam complementar sua argumentação. Em razão de sua extensão, não devem ser colocados no corpo do texto.

O apêndice vem depois do texto e deverá ser identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e títulos. Sua presença deve ser imprescindível à compreensão do trabalho.


Modelo:
APÊNDICE A – Estudo comparativo da legislação européia

15 Anexo

Os anexos são documentos que serviram de base para a fundamentação e a comprovação em seu trabalho (ex. leis, estatutos, etc.). Devem ser identificados da mesma forma que os apêndices.



Modelo:
ANEXO A – Lei...........


  1. REGRAS DE APRESENTAÇÃO: DIGITAÇÃO E IMPRESSÃO

a)Papel branco opaco, A4, digitado ou datilografado na cor preta (exceto para ilustrações);

b) Deve-se utilizar somente a frente (anverso) do papel

c)Margens: esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.



  1. Espaços: Deve-se utilizar o espaço duplo na digitação do texto. Nos casos de citações de mais de três linhas, notas, referências, ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição, a área de concentração deve-se utilizar o espaço simples. As referências devem ser separadas por dois espaços duplos.entre linhas. No caso de citações longas e notas de rodapé o tamanho da fonte deve ser 10;

  2. Fontes: Arial (12) e Times New Roman (12), na cor preta (exceto para gráficos);

  3. Destaques: itálico ou negrito;



1 MEZZAROBA, Orides; MONTEIRO, Cláudia Servilha. Manual de Metodologia da Pesquisa no Direito. 2a. ed. rev.São Paulo: Saraiva, 2004, p. 153.

2 MEZZAROBA, op. cit. p. 154-155.


Catálogo: mestrado
mestrado -> Departamento de geologia
mestrado -> Área de Concentração: Computação Aplicada Linha de Pesquisa
mestrado -> Escola de Engenharia Departamento de Engenharia de Produção Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão
mestrado -> Para além de uma Sociologia do Currículo Escolar: contribuições da Sociologia da Educação escolar para uma Sociologia da Educação Sociocomunitária
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