Origem do mundo e da humanidade a criaçÃo gênesis 1 a humanidade, ponto alto da criaçÃO



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23. Ozias morreu e foi enterrado com seus antepassados no campo do cemitério real, pois diziam: "Ele é leproso". E seu filho Joatão lhe sucedeu no trono.

[II Crônicas 27]II Crônicas 27



JOATÃO: CORRUPÇÃO RELIGIOSA
1. Joatão tinha vinte e cinco anos quando subiu ao trono. E reinou dezesseis anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Jerusa, e era filha de Sadoc.
2. Fez o que Javé aprova e imitou em tudo o comportamento de seu pai Ozias, mas não entrou no santuário de Javé. Entretanto, o povo continuava se corrompendo.
3. Joatão construiu a porta Superior do Templo de Javé e fez muitas construções na muralha de Ofel.
4. Construiu cidades na região montanhosa de Judá, e também fortalezas e torres nas matas.
5. Guerreou contra o rei dos amonitas e o venceu. Nesse ano, os amonitas pagaram o tributo de três mil e quatrocentos quilos de prata, cinco mil sacas de trigo e cinco mil de cevada. Isso foi o que os amonitas tiveram que pagar nesse ano e nos dois anos seguintes.
6. Joatão adquiriu esse poder porque o seu caminho era firme diante de Javé, seu Deus.
7. O resto da história de Joatão, suas guerras e obras, tudo está escrito nos Anais dos Reis de Israel e de Judá.
8. Tinha vinte e cinco anos quando subiu ao trono. E reinou dezesseis anos em Jerusalém.
9. Depois, Joatão morreu e foi enterrado na Cidade de Davi. E seu filho Acaz lhe sucedeu no trono.

[II Crônicas 28]II Crônicas 28



ACAZ: ALIANÇA COM OS PODEROSOS
1. Acaz subiu ao trono com vinte anos. E reinou dezesseis anos em Jerusalém. Não fez, como seu antepassado Davi, o que Javé aprova.
2. Imitou o comportamento dos reis de Israel, fazendo estátuas para os ídolos.
3. Queimou incenso no vale dos Filhos de Enom e chegou até a sacrificar seus filhos no fogo, conforme os costumes abomináveis das nações que Javé tinha expulsado de diante dos israelitas.
4. Ofereceu sacrifícios e queimou incenso nos lugares altos, nas colinas e debaixo de qualquer árvore frondosa.
5. Javé, seu Deus, o entregou nas mãos do rei de Aram, que o derrotou, capturou muitos prisioneiros e os levou para Damasco. Javé também o entregou nas mãos do rei de Israel, que lhe causou grande derrota.
6. Facéia, filho de Romelias, matou em Judá cento e vinte mil valentes guerreiros num só dia, porque eles tinham abandonado Javé, Deus dos seus antepassados.
7. Zecri, valente de Efraim, matou Maasias, filho do rei, e Ezricam, chefe do palácio, e também Elcana, o segundo do rei.
8. Os israelitas capturaram, dentre seus irmãos, duzentos mil prisioneiros, entre mulheres, filhos e filhas, além de se apoderarem de muitos despojos, que levaram para Samaria.
9. Aí havia um profeta de Javé, chamado Oded. Ele foi ao encontro do exército que estava chegando a Samaria, e disse: "Na sua cólera contra Judá, Javé, o Deus de seus antepassados, os entregou nas mãos de vocês. Mas o furor com que vocês os massacraram chegou até o céu.
10. E vocês ainda pretendem que os habitantes de Judá e Jerusalém se tornem seus escravos e escravas! Será que não são vocês os principais responsáveis pelas faltas cometidas contra Javé, seu Deus?
11. Agora me escutem: devolvam os prisioneiros que vocês capturaram dentre seus irmãos, porque o furor da ira de Javé ameaça vocês!"
12. Então alguns chefes efraimitas tomaram a iniciativa. Eram eles: Azarias, filho de Joanã; Baraquias, filho de Mosolamot; Ezequias, filho de Selum; e Amasa, filho de Hadali. Eles se colocaram contra os que estavam voltando da guerra,
13. e disseram: "Não tragam para cá esses prisioneiros, porque seríamos culpados diante de Javé. Vocês procuram aumentar ainda mais os nossos pecados e faltas, quando nossa culpa já é pesada, e o furor da ira de Javé ameaça Israel!"
14. Então os soldados entregaram os prisioneiros e despojos para os chefes e para toda a comunidade,
15. que indicaram nominalmente homens para cuidarem dos prisioneiros. Com as roupas e sandálias dos despojos, eles vestiram os que estavam nus; deram comida e bebida para eles, curaram seus ferimentos, montaram em burros todos os que não podiam andar e os levaram até Jericó, a cidade das palmeiras, para junto dos irmãos deles. Em seguida, voltaram para Samaria.
16. Nessa época, o rei Acaz mandou pedir ajuda ao rei da Assíria.
17. Os edomitas tinham invadido Judá e capturado prisioneiros.
18. Também os filisteus tinham feito incursões nas cidades da Planície e no Negueb de Judá. Haviam tomado Bet-Sames, Aialon, Gederot e Soco, com seus arredores, além de Tamna com seus arredores e Ganzo com seus arredores. E ocuparam todos esses territórios.
19. De fato, Javé estava humilhando Judá, por causa de Acaz, rei de Judá, pois ele levava o povo a extraviar-se, e era infiel a Javé.
20. No entanto, chegou Teglat-Falasar, rei da Assíria, não para ajudar, mas para o agredir e cercar.
21. Acaz tinha tomado parte dos bens do Templo de Javé, do palácio e dos altos funcionários, para dar ao rei da Assíria, mas isso não foi de nenhuma ajuda.
22. Mesmo durante o cerco, o rei Acaz continuou

na sua infidelidade a Javé,


23. oferecendo sacrifícios aos deuses de Damasco que o haviam derrotado. Acaz dizia: "Os deuses dos reis de Aram os ajudam na guerra. Por isso, eu ofereço sacrifícios a eles para que eles me ajudem também". Esses deuses acabaram tornando-se uma armadilha para Acaz e para todo o Israel.
24. Acaz ajuntou todos os objetos do Templo de Deus e quebrou tudo. Mandou fechar as portas do Templo de Javé e construiu altares em todas as esquinas de Jerusalém.
25. Construiu lugares altos em todas as cidades de Judá, para queimar incenso aos deuses estrangeiros, provocando assim a ira de Javé, o Deus dos seus antepassados.
26. O resto da história de Acaz, e tudo o que ele fez, do começo ao fim, tudo está escrito nos Anais dos Reis de Judá e de Israel.
27. Acaz morreu e foi enterrado na cidade de Jerusalém, mas não o colocaram no sepulcro dos reis de Judá. Seu filho Ezequias lhe sucedeu no trono.

[II Crônicas 29]VII. GRANDES REFORMAS



II Crônicas 29

EZEQUIAS E A REFORMA RELIGIOSA
1. Ezequias tinha vinte e cinco anos quando subiu ao trono. E reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Abia, e era filha de Zacarias.
2. Fez o que Javé aprova, seguindo em tudo o seu antepassado Davi.
3. No primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, Ezequias mandou abrir e restaurar as portas do Templo de Javé.
4. Chamou os sacerdotes e levitas, reuniu-os na praça do Oriente,
5. e lhes disse: "Atenção, levitas! Agora, purifiquem-se e purifiquem o Templo de Javé, o Deus de seus antepassados. Retirem do santuário as abominações,
6. porque os nossos antepassados foram infiéis e fizeram o que Javé nosso Deus reprova. Eles o abandonaram, descuidaram completamente a moradia de Javé e voltaram as costas para ele.
7. Além disso, fecharam as portas do Vestíbulo, apagaram as lâmpadas e pararam de queimar o incenso e de oferecer holocaustos no santuário, em honra do Deus de Israel.
8. Isso provocou a indignação de Javé contra Judá e Jerusalém, fazendo com que eles se tornassem objeto de terror, espanto e zombaria, como vocês podem ver com seus próprios olhos.
9. É por isso que nossos antepassados caíram mortos pela espada, e nossos filhos, filhas e mulheres foram feitos prisioneiros.
10. Agora, eu tenho a intenção de fazer uma aliança com Javé, o Deus de Israel, para que ele afaste de nós o ardor de sua ira.
11. Meus filhos, não sejam omissos, pois foi a vocês que Javé escolheu para ficar na presença dele, para o servir, para ser seus ministros e queimar para ele o incenso".
12. Apresentaram-se, então, os seguintes levitas: da família de Caat: Maat, filho de Amasai, e Joel, filho de Azarias. Da família de Merari: Cis, filho de Abdi, e Azarias, filho de Jalaleel. Da família de Gérson: Joá, filho de Zema, e Éden, filho de Joá.
13. Da família de Elisafã: Samri e Jeiel. Da família de Asaf: Zacarias e Matanias.
14. Da família de Emã: Jaiel e Semei. Da família de Iditun: Semeías e Oziel.
15. Esses reuniram seus irmãos, purificaram-se e entraram para purificar o Templo de Javé, conforme havia ordenado o rei por ordem de Javé.
16. Os sacerdotes entraram no Templo para o purificar e levaram para o pátio do Templo de Javé todos os objetos impuros que encontraram no Santo de Javé. Depois, os levitas levaram esses objetos e os jogaram fora, no vale do Cedron.
17. Eles começaram a purificação no dia primeiro do primeiro mês e, no dia oito do mês, chegaram ao Vestíbulo de Javé. Durante oito dias, purificaram o Templo de Javé. Terminaram tudo no dia dezesseis do primeiro mês.
18. Em seguida, apresentaram-se ao rei Ezequias e lhe disseram: "Purificamos todo o Templo de Javé, o altar dos holocaustos e todos os seus utensílios, a mesa dos pães consagrados e todos os seus utensílios.
19. Também consertamos e purificamos os utensílios que o rei Acaz profanou durante o seu ímpio reinado, e os recolocamos no lugar. Estão lá diante do altar de Javé".
20. Na manhã seguinte, bem cedo, o rei Ezequias reuniu os chefes da cidade e foi com eles ao Templo de Javé.
21. Levaram sete bezerros, sete carneiros, sete cordeiros e sete bodes para o sacrifício pelo pecado, na intenção da realeza, do santuário e de Judá. Imediatamente, Ezequias mandou que os sacerdotes, descendentes de Aarão, os oferecessem sobre o altar de Javé.
22. Então sacrificaram os bezerros. E os sacerdotes derramaram o sangue sobre o altar. Em seguida, sacrificaram os carneiros e derramaram o sangue sobre o altar. Sacrificaram os cordeiros e derramaram o sangue sobre o altar.
23. Depois, levaram os bodes do sacrifício pelo pecado diante do rei e da comunidade, que impuseram as mãos sobre os animais.
24. Então os sacerdotes os sacrificaram e derramaram o sangue deles sobre o altar, a fim de obter o perdão pelo pecado de todo o Israel, pois o rei tinha ordenado que tanto o holocausto como o sacrifício pelo pecado deviam ser feitos em favor de todo o Israel.
25. O rei instalou os levitas no Templo de Javé, com címbalos, liras e cítaras, conforme as prescrições dadas por Davi, por Gad, o vidente do rei, e pelo profeta Natã. De fato, a ordem de Javé tinha sido dada através de seus profetas.
26. Assim, estavam aí presentes os levitas com os instrumentos de Davi, e os sacerdotes com as trombetas.
27. Então, Ezequias mandou oferecer o holocausto sobre o altar. No momento em que começou o holocausto, começou também o cântico para Javé, o toque das trombetas, acompanhado pelos instrumentos de Davi, rei de Israel.
28. Toda a assembléia permaneceu prostrada em adoração, o cântico se prolongou e as trombetas tocaram; tudo isso até que terminou o holocausto.
29. Quando acabou, o rei e toda a sua comitiva se ajoelharam e se prostraram.
30. Em seguida, o rei Ezequias e os chefes ordenaram aos levitas que louvassem Javé com as palavras de Davi e do vidente Asaf. E eles o fizeram de coração alegre. Depois, se ajoelharam e se prostraram.
31. Então Ezequias tomou a palavra e disse: "Agora vocês estão consagrados a Javé! Venham e ofereçam sacrifícios de ação de graças pelo Templo de Javé". A assembléia ofereceu sacrifícios de ação de graças, e os que tinham coração generoso levaram holocaustos.
32. A quantidade de vítimas oferecidas pela assembléia foi de setenta bezerros, cem carneiros, duzentos cordeiros, tudo em holocausto para Javé.
33. Além disso, foram sacrificados seiscentos bois e três mil ovelhas.
34. Como os sacerdotes eram poucos e não davam conta para degolar todas as vítimas, seus irmãos, os levitas, lhes deram ajuda até terminar o serviço e até que os sacerdotes se purificassem. De fato, os levitas estavam mais dispostos para se purificar do que os sacerdotes.
35. Além disso, houve muitos holocaustos, gordura de sacrifícios de comunhão e libações para os holocaustos. Assim, foi restabelecido o culto no Templo de Javé.
36. Ezequias e todo o povo ficaram alegres, vendo tudo o que Deus havia realizado em favor do povo, pois tudo tinha sido feito de improviso.

[II Crônicas 30]II Crônicas 30



PÁSCOA: MEMÓRIA DA LIBERTAÇÃO E DA FRATERNIDADE
1. Ezequias convidou todo Israel e Judá, inclusive enviando cartas para Efraim e Manassés, a fim de que fossem ao Templo de Javé, em Jerusalém, para celebrar a Páscoa em honra de Javé, o Deus de Israel.
2. O rei, as autoridades e toda a assembléia de Jerusalém decidiram celebrar a Páscoa no segundo mês.
3. De fato, eles não tinham podido celebrá-la no tempo certo, porque ainda restavam muitos sacerdotes para se purificar e o povo não se havia reunido em Jerusalém.
4. A proposta foi bem-aceita pelo rei e por toda a assembléia.
5. Decidiram, então, avisar todo o Israel, desde Bersabéia até Dã, convidando para que fossem a Jerusalém celebrar uma Páscoa em honra de Javé, o Deus de Israel, porque poucos a celebravam como está prescrito.
6. Então os mensageiros partiram, levando as cartas escritas pelo rei e pelas autoridades para todo Israel e Judá, com a seguinte ordem do rei: "Israelitas, voltem para Javé, o Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, e ele se voltará para vocês que sobreviveram, escapando do poder dos reis da Assíria.
7. Não façam como os seus pais e irmãos, que foram infiéis a Javé, o Deus de seus antepassados, e que por ele foram entregues à ruína, como vocês mesmos podem ver.
8. Não tenham a cabeça dura como seus pais. Comprometam-se com Javé, dirijam-se para o santuário dele, que ele mesmo consagrou para sempre. Sirvam a Javé, o Deus de vocês, e ele afastará de vocês o ardor de sua ira.
9. Se vocês se voltarem para Javé, seus irmãos e filhos vão encontrar a compaixão daqueles que os levaram para o exílio, e estes deixarão que eles voltem para esta terra. Porque Javé, o Deus de vocês, tem piedade e compaixão. Ele jamais voltará as costas para vocês, se vocês se converterem para ele".
10. Os mensageiros passaram de cidade em cidade pela região de Efraim, Manassés e Zabulon, mas as pessoas riam e zombavam deles.
11. Somente alguns de Aser, Manassés e Zabulon foram humildes e se dirigiram para Jerusalém.
12. Em Judá, o poder de Deus agiu, fazendo com que todos concordassem em cumprir a ordem do rei e das autoridades, conforme a palavra de Javé.
13. No segundo mês, grande multidão se reuniu em Jerusalém, para celebrar a festa dos Pães sem fermento. A assembléia era muito numerosa.
14. Destruíram os altares para sacrifícios que havia em Jerusalém e eliminaram os altares de incenso. Jogaram tudo no vale do Cedron.
15. No dia catorze do segundo mês, imolaram a Páscoa. Os sacerdotes e levitas confessaram seus pecados, se purificaram e levaram os holocaustos ao Templo de Javé.
16. Cada um assumiu o seu posto, de acordo com a Lei de Moisés, homem de Deus. Os sacerdotes derramavam em libação o sangue recebido das mãos dos levitas.
17. Como na assembléia havia muita gente que não se havia purificado, os levitas se encarregaram de imolar as vítimas pascais de todos aqueles que não estavam purificados, para consagrá-las a Javé.
18. Muita gente, principalmente de Efraim, Manassés, Issacar e Zabulon, não se havia purificado e comeu a Páscoa, sem obedecer ao que estava determinado. Por isso Ezequias rezou por eles, dizendo: "Javé, na sua bondade, perdoe o pecado
19. dos que buscam de coração a Deus, Javé, o Deus de seus antepassados, mesmo que não tenham a pureza exigida para as coisas santas".
20. Javé ouviu Ezequias e não afligiu o povo.
21. Os israelitas que se encontravam em Jerusalém celebraram, durante sete dias, a festa dos Pães sem fermento, com grande alegria. Todos os dias, os levitas e sacerdotes louvavam a Javé com grande entusiasmo.
22. Ezequias felicitou todos os levitas por suas boas disposições para com Javé. Passaram os sete dias da festa oferecendo sacrifícios de comunhão e agradecendo a Javé, o Deus de seus antepassados.
23. Toda a assembléia resolveu continuar a festa por mais sete dias. E com alegria a celebraram durante outros sete dias.
24. Ezequias, rei de Judá, ofereceu à assembléia mil bezerros e sete mil ovelhas, e as autoridades também ofereceram para a assembléia mil bezerros e dez mil ovelhas. Grande número de sacerdotes se purificou.
25. Toda a assembléia de Judá se alegrou, juntamente com os sacerdotes e levitas, com os que tinham vindo de Israel e com os imigrantes vindos de Israel ou que residiam em Judá.
26. Foi grande a alegria em Jerusalém, pois desde os tempos de Salomão, filho de Davi, rei de Israel, não acontecia uma coisa assim em Jerusalém.
27. Por fim, os sacerdotes levitas puseram-se de pé e abençoaram o povo. A voz deles foi ouvida por Deus e a oração chegou até o céu, sua santa morada.

[II Crônicas 31]II Crônicas 31



A FRATERNIDADE SE CONCRETIZA NA PARTILHA
1. Quando as festas terminaram, os israelitas que aí se encontravam percorreram as cidades de Judá, derrubando os postes sagrados, demolindo as estelas e destruindo os lugares altos e altares que havia em todo Judá, Benjamim, Efraim e Manassés, até acabar com tudo. Depois os israelitas voltaram para suas cidades, cada um para sua casa.
2. Ezequias organizou os sacerdotes e levitas por classes, cada um com a sua função: sacerdotes e levitas para os holocaustos, para os sacrifícios de comunhão, para o serviço litúrgico, para a ação de graças e os cânticos na porta dos acampamentos de Javé.
3. O rei contribuiu com parte de seus recursos para os holocaustos matutinos e vespertinos e para os holocaustos dos sábados, das luas novas e das festas, como está escrito na Lei de Javé.
4. O rei ordenou aos habitantes de Jerusalém que dessem a parte dos sacerdotes e levitas, para que eles pudessem dedicar-se à Lei de Javé.
5. Logo que a ordem foi transmitida, os israelitas forneceram com abundância os primeiros frutos do trigo, do vinho, do óleo, do mel e de todos os produtos do campo. E entregaram fartamente o dízimo de tudo.
6. Os israelitas e judaítas que moravam nas cidades de Judá levaram também o dízimo dos bois e ovelhas. Fizeram montes com o dízimo das coisas consagradas a Javé, seu Deus.
7. Começaram a fazer montes no terceiro mês e terminaram no sétimo.
8. Ao verem esses montes, Ezequias e as autoridades bendisseram a Javé e a seu povo Israel.
9. Depois Ezequias pediu a opinião dos sacerdotes e levitas sobre o que fazer com tudo isso.
10. Azarias, chefe dos sacerdotes, da família de Sadoc, disse ao rei: "Desde que as contribuições começaram a ser trazidas ao Templo de Javé, está sendo possível comermos até ficarmos satisfeitos, e ainda sobra com fartura, pois Javé abençoou o seu povo. E esse montão de coisas é sobra".
11. Ezequias mandou, então, construir depósitos no Templo de Javé. E assim fizeram.
12. Depois carregaram os donativos, o dízimo e outras oferendas, com toda a honestidade. O chefe da turma era o levita Conenias, ajudado por seu irmão Semei.
13. Os fiscais eram Jaiel, Azarias, Naat, Asael, Jerimot, Jozabad, Eliel, Jesmaquias, Maat e Banaías. Estavam todos subordinados a Conenias e a seu irmão Semei, sob a supervisão do rei Ezequias e de Azarias, chefe do Templo de Deus.
14. O levita Coré, filho de Jemna, porteiro da entrada oriental, ficou encarregado das ofertas espontâneas que se faziam a Deus. Ele distribuía as ofertas feitas a Javé e as coisas santíssimas.
15. Eram seus auxiliares: Éden, Miniamin, Jesua, Semeías, Amarias e Sequenias. Eles ficaram encarregados das cidades dos sacerdotes, para distribuir as porções aos irmãos, conforme suas classes, a grandes e pequenos indistintamente,
16. e não só aos homens registrados de três anos para cima. Em outras palavras, forneciam provisões para todos os que entravam diariamente no Templo de Javé para exercer o ministério, conforme suas funções e segundo suas classes.
17. Os sacerdotes estavam registrados por família e também os levitas, a partir dos vinte anos, por suas funções e classes.
18. Deviam todos registrar-se com a família inteira: mulheres, filhos e filhas e todo o grupo, pois deviam consagrar-se com fidelidade ao que é sagrado.
19. Quanto aos sacerdotes aaronitas que viviam na zona rural de suas cidades, em cada cidade havia homens encarregados de distribuir pessoalmente as porções para todos os sacerdotes e todos os levitas inscritos no registro.
20. Assim fez Ezequias em todo Judá. Ele praticou o que é bom, direito e honesto diante de Javé, seu Deus.
21. Tudo o que ele realizou para a reforma do Templo de Deus, para a aplicação da Lei e dos mandamentos, ele o fez buscando a Deus de todo o coração. Por isso, foi bem-sucedido.

[II Crônicas 32]II Crônicas 32



DEUS LUTA COM SEU POVO
1. Depois desses atos de fidelidade, aconteceu que Senaquerib, rei da Assíria, invadiu Judá. Ele sitiou as cidades fortificadas para conquistá-las.
2. Ezequias, vendo que Senaquerib estava se aproximando com intenção de atacar Jerusalém,
3. ele com seus oficiais e guerreiros decidiram fechar todas as minas d'água que havia fora da cidade. E todos ajudaram.
4. Reuniram bastante gente para fechar as minas e o riacho que atravessava a cidade. Diziam: "Por que o rei da Assíria deveria encontrar tanta água ao chegar aqui?"
5. Ezequias mandou reforçar e reformar as muralhas em todos os pontos onde tinham sido derrubadas, levantou as torres e fez ainda outra muralha do lado de fora. Reforçou também os aterros da Cidade de Davi e preparou muitas armas e escudos.
6. Nomeou comandantes que organizassem o exército para a luta, e os reuniu consigo na praça que existe à porta da cidade. Aí os encorajou, dizendo:
7. "Sejam fortes e corajosos! Não tenham medo nem receio do rei da Assíria ou dessa multidão de gente que está com ele. Nós contamos com alguém mais poderoso do que ele.
8. Do lado dele está o poder humano, mas do nosso lado está Javé, o nosso Deus, que vai nos socorrer e guerrear ao nosso lado". E o povo ficou muito animado com as palavras de Ezequias, rei de Judá.
9. Senaquerib, rei da Assíria, mandou ministros seus a Jerusalém, enquanto estava diante de Laquis com suas tropas. Eles deviam dizer a Ezequias, rei de Judá, e a todo o povo de Judá que estava em Jerusalém:
10. "Assim diz Senaquerib, rei da Assíria: Em quem vocês confiam para continuar numa cidade cercada como Jerusalém?
11. Vocês não percebem que Ezequias está enganando vocês e que os levará a morrer de fome e sede? Ele anda dizendo: 'Javé, nosso Deus, nos livrará da mão do rei da Assíria'.
12. Não foi esse mesmo Ezequias que destruiu os lugares altos e altares de Javé, ordenando a Judá e Jerusalém para adorar e queimar incenso diante de um só altar?!
13. Por acaso vocês não sabem o que fizemos, eu e os meus antepassados, com o povo de todos os outros países? Por acaso os deuses dessas nações foram capazes de livrar seus territórios de minhas mãos?


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