Origem do mundo e da humanidade a criaçÃo gênesis 1 a humanidade, ponto alto da criaçÃO



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14. Qual dos deuses dessas nações, que meus pais consagraram ao extermínio, foi capaz de livrar o seu povo das minhas mãos? Será que o Deus de vocês vai conseguir livrá-los das minhas mãos?
15. Não se deixem enganar e iludir por Ezequias. Não acreditem nele! Os deuses de nenhuma outra nação ou reino foram capazes de livrar seu povo das minhas mãos ou das mãos de meus antepassados. O Deus de vocês também não os livrará de minhas mãos!"
16. Os ministros de Senaquerib falaram ainda muito mais coisas contra Javé Deus e contra o seu servo Ezequias.
17. Senaquerib escreveu também mensagens insultando Javé, o Deus de Israel. Ele dizia: "Assim como os deuses das outras nações não livraram seus povos da minha mão, o Deus de Ezequias também não livrará o seu povo da minha mão".
18. Depois passaram a gritar bem alto, em língua judaica, para o pessoal que estava sobre as muralhas, para o amedrontar e intimidar, e assim tomarem posse da cidade.
19. Falaram do Deus de Jerusalém, como se ele fosse igual aos deuses dos outros povos do mundo, que são produto de mãos humanas.
20. Nessa situação, o rei Ezequias começou a rezar, junto com o profeta Isaías, filho de Amós, pedindo socorro aos céus.
21. Então Javé enviou um anjo, que exterminou todos os soldados, chefes e oficiais do acampamento do rei da Assíria. Este voltou derrotado para seu país e, ao entrar no templo de seu deus, aí mesmo foi assassinado por seus próprios filhos.
22. Foi assim que Javé salvou Ezequias e os habitantes de Jerusalém das mãos de Senaquerib, rei da Assíria, e das mãos de todos os outros. E deu-lhes tranqüilidade em todas as fronteiras.
23. Depois disso, muita gente levou ofertas a Javé em Jerusalém e presentes para Ezequias, rei de Judá, que adquiriu grande prestígio aos olhos de todas as nações.

ELOGIO AO REI JUSTO
24. Nessa ocasião, Ezequias ficou gravemente doente e implorou a Javé, que o ouviu e o agraciou com um milagre.
25. Ezequias, porém, não correspondeu a esse benefício. Pelo contrário, se encheu de orgulho e atraiu a ira de Javé sobre si, sobre Judá e sobre Jerusalém.
26. Ezequias, porém, se arrependeu do seu orgulho. O mesmo fizeram os habitantes de Jerusalém. Por isso, a ira de Javé não caiu sobre eles durante a vida de Ezequias.
27. Ezequias tinha enorme riqueza e muitos bens. Construiu depósitos para prata, ouro, pedras preciosas, perfumes, jóias, objetos de valor e todo o tipo de coisas preciosas.
28. Construiu ainda armazéns para as safras de trigo, de vinho e de óleo; estábulos para o gado e currais para as ovelhas.
29. Comprou jumentos e grande quantidade de bois e ovelhas, porque Deus lhe concedeu muitos bens.
30. Foi Ezequias quem fechou a saída superior das águas do Gion e as desviou, por um subterrâneo, para a parte ocidental da Cidade de Davi. Ezequias foi bem-sucedido em tudo o que fez.
31. Mas, quando os chefes de Babilônia lhe enviaram mensageiros para se informarem sobre o milagre acontecido no país, Deus o abandonou para colocá-lo à prova e conhecer suas intenções.
32. O resto da história de Ezequias e sua fidelidade estão escritos nas visões do profeta Isaías, filho de Amós, e nos Anais dos Reis de Judá e de Israel.
33. Ezequias morreu e foi enterrado na parte mais alta dos túmulos dos filhos de Davi. Judá em peso e os habitantes de Jerusalém lhe prestaram muitas homenagens por ocasião da sua morte. Seu filho Manassés lhe sucedeu no trono.

[II Crônicas 33]II Crônicas 33



MANASSÉS: CORRUPÇÃO E CONVERSÃO
1. Manassés tinha doze anos quando subiu ao trono. E reinou cinqüenta e cinco anos em Jerusalém.
2. Fez o que Javé reprova, imitando as abominações das nações que Javé tinha expulsado diante dos israelitas.
3. Reconstruiu os lugares altos que seu pai Ezequias havia destruído. Ergueu altares para os ídolos. Levantou postes sagrados, e prostrou-se diante de todo o exército do céu, que ele adorou.
4. Construiu também altares no Templo de Javé, sobre o qual Javé havia dito: "É em Jerusalém que o meu Nome estará para sempre".
5. Construiu altares em honra de todo o exército do céu, nos dois pátios do Templo de Javé.
6. Sacrificou no fogo seus próprios filhos no vale dos filhos de Enom. Praticou adivinhação e magia, estabelecendo necromantes e adivinhos. Ele provocou a ira de Javé, multiplicando as ações que Javé reprova.
7. Chegou até a ponto de pegar a imagem de um ídolo que tinha mandado fazer e a colocou no Templo de Deus, do qual o próprio Deus tinha dito a Davi e a seu filho Salomão: "Farei residir para sempre o meu Nome neste Templo em Jerusalém, cidade que eu escolhi entre todas as tribos de Israel.
8. Não deixarei mais que o pé de Israel se torne errante, longe da terra que dei a seus antepassados, contanto que cumpram o que lhes ordenei, segundo toda a Lei, os estatutos e as normas transmitidos por Moisés".
9. Manassés, porém, levou o povo de Judá e de Jerusalém a cometer erros maiores que os erros das nações que Javé tinha arrasado diante dos israelitas.
10. Javé falou a Manassés e ao seu povo, mas eles não o atenderam.
11. Então Javé fez vir contra eles os generais do rei da Assíria, que algemaram Manassés, o acorrentaram e o levaram para a Babilônia.
12. Ao ver-se em apuros, Manassés procurou agradar Javé, seu Deus, humilhando-se profundamente diante do Deus de seus antepassados.
13. Suplicou a Javé, e este se comoveu. Javé ouviu sua súplica e o trouxe de volta para Jerusalém, para o seu reino. Foi assim que Manassés reconheceu que Javé é o verdadeiro Deus.
14. Depois disso, Manassés reconstruiu a muralha externa da Cidade de Davi, a oeste do Gion, no vale, até a porta dos Peixes. A muralha rodeava o Ofel, e Manassés a fez bem alta. Também colocou comandantes militares em todas as cidades fortificadas de Judá.
15. Fez desaparecer do Templo de Javé os deuses estrangeiros e a estátua do ídolo. Tirou da cidade todos os altares que havia construído no monte do Templo e em Jerusalém.
16. Reconstruiu o altar de Javé e imolou sobre ele sacrifícios de comunhão e de ação de graças. Deu ordens ao povo de Judá para prestar culto a Javé, o Deus de Israel.
17. Mas o povo continuou oferecendo sacrifícios nos lugares altos, embora fossem para Javé, o Deus deles.
18. O resto da história de Manassés, a súplica que fez ao seu Deus e os oráculos dos videntes que lhe falavam em nome de Javé, o Deus de Israel, tudo está escrito nos Anais dos Reis de Israel.
19. Sua súplica e como ele foi atendido, seu pecado e rebeldia, os locais onde ele havia construído lugares altos e erguido postes sagrados e ídolos antes de se converter, tudo está escrito na História de Hozai.
20. Manassés morreu e foi enterrado no seu palácio. Seu filho Amon lhe sucedeu no trono.

AMON: GOLPE DE ESTADO E REVOLTA DOS CAMPONESES
21. Amon tinha vinte e dois anos quando subiu ao trono. E reinou dois anos em Jerusalém.
22. Fez o que Javé reprova, como seu pai Manassés: ofereceu sacrifícios e prestou culto a todos os ídolos que seu pai Manassés tinha feito.
23. Ele, porém, não se humilhou diante de Javé como seu pai Manassés; pelo contrário, aumentou as suas culpas.
24. Seus ministros tramaram contra ele, e o mataram no seu próprio palácio.
25. O povo da terra, porém, matou todos os que tinham conspirado contra o rei Amon, e proclamou seu filho Josias rei, no lugar dele.

[II Crônicas 34]II Crônicas 34



JOSIAS: A REFORMA E O LIVRO
1. Josias tinha oito anos quando subiu ao trono. E reinou trinta e um anos em Jerusalém.
2. Fez o que Javé aprova e seguiu em tudo o comportamento de seu antepassado Davi, sem se desviar, nem para a direita, nem para a esquerda.
3. No oitavo ano do seu reinado, sendo ainda adolescente, começou a buscar o Deus do seu antepassado Davi. E no seu décimo segundo ano de reinado, começou a purificar Judá e Jerusalém dos lugares altos, dos postes sagrados e dos ídolos de madeira e de metal.
4. Por sua ordem, destruíram os altares dos ídolos, e ele próprio destruiu os altares de incenso que estavam sobre os altares, despedaçou os postes sagrados, os ídolos de madeira e de metal e, reduzindo-os a pó, espalhou o pó sobre os túmulos de quem lhes havia oferecido sacrifícios.
5. Queimou nesses altares os ossos dos sacerdotes e, assim, purificou Judá e Jerusalém.
6. Nas cidades de Manassés, de Efraim, de Simeão e até de Neftali, em todos os lugares,
7. derrubou os altares e postes sagrados, quebrou e esmigalhou os ídolos e destruiu todos os altares de incenso em todo o país de Israel. Depois voltou para Jerusalém.
8. No décimo oitavo ano do seu reinado, para purificar o país e o Templo, Josias mandou Safã, filho de Aslias, com Maasias, prefeito da cidade, e o arquivista Joá, filho de Joacaz, para reformarem o Templo de Javé, seu Deus.
9. Eles procuraram o sumo sacerdote Helcias, e lhe deram o dinheiro trazido para o Templo de Deus. Esse dinheiro fora coletado pelos levitas, guardiães do pátio, entre o pessoal de Manassés, de Efraim e de todo o resto de Israel, como também de Judá e Benjamim e dos habitantes de Jerusalém.
10. Esse dinheiro foi entregue aos encarregados dos trabalhos e mestres de obras do Templo de Javé, que deviam pagar os trabalhos feitos na restauração e reforma do Templo.
11. O dinheiro foi entregue aos carpinteiros e pedreiros para comprar pedras lavradas, vigas e traves de madeira para a estrutura e as vigas das construções que os reis de Judá tinham deixado cair em ruínas.
12. Esses homens executaram fielmente o trabalho. Tinham como inspetores Jaat e Abdias, levitas descendentes de Merari, e Zacarias e Mosolam, levitas descendentes de Caat, assim como outros levitas que sabiam tocar instrumentos musicais.
13. Esses fiscalizavam também os carregadores e dirigiam todos os que trabalhavam na obra, segundo a especialidade de cada um. Outros levitas eram secretários, inspetores e porteiros.
14. Ao retirarem o dinheiro que tinha sido depositado no Templo de Javé, o sacerdote Helcias encontrou o livro da Lei de Javé transmitida por Moisés.
15. Então Helcias disse ao secretário Safã: "Encontrei no Templo de Javé o Livro da Lei!" E entregou o livro a Safã.
16. Então Safã levou o livro para o rei e lhe informou: "Seus servos fizeram tudo o que você ordenou.
17. Estão empregando o dinheiro recolhido no Templo de Javé para pagar os mestres e os trabalhadores da obra".
18. Ao mesmo tempo, o secretário Safã informou ao rei: "O sacerdote Helcias me entregou um livro". E começou a ler o livro para o rei.

SERÁ QUE O LIVRO É AUTÊNTICO?
19. Ao ouvir o conteúdo da Lei, Josias rasgou as roupas.
20. E imediatamente ordenou a Helcias, a Aicam, filho de Safã, a Abdon, filho de Micas, ao secretário Safã e a Asaías, ministro do rei:
21. "Vão consultar Javé por mim e pelos que restam de Israel, e por Judá, a respeito do livro que foi encontrado. Javé deve estar enfurecido conosco, porque nossos antepassados não obedeceram à palavra de Javé e não agiram conforme o que está escrito neste livro".
22. Então Helcias e os mensageiros do rei foram procurar a profetisa Hulda, mulher de Selum, guarda dos vestiários, filho de Técua, neto de Haraas. Ela morava em Jerusalém, no Bairro Novo. Expuseram para ela o caso.
23. E ela respondeu: "Assim diz Javé, o Deus de Israel: Digam a quem enviou vocês até mim:
24. Assim diz Javé: 'Vou fazer cair uma desgraça sobre este lugar e seus habitantes, vou enviar todas as maldições que estão nesse livro que o rei de Judá leu.
25. Eles me abandonaram e queimaram incenso a outros deuses, e me irritaram com toda a obra de suas mãos. Por isso, minha ira se inflamou contra esse lugar, e não se apagará'.
26. Digam ao rei de Judá, que os enviou para consultar Javé: 'Assim diz Javé, o Deus de Israel: Por ter ouvido essas palavras
27. com dor de coração, humilhando-se diante de Deus ao ouvir suas ameaças contra este lugar e seus habitantes, porque você se humilhou diante de mim, rasgou suas roupas e chorou em minha presença, eu também escuto você oráculo de Javé.
28. Vou reunir você a seus antepassados e você será enterrado em paz. Seus olhos não verão todos os males que eu enviarei sobre este lugar e seus habitantes' ". Então eles levaram essa resposta ao rei.

O DEUTERONÔMIO SE TORNA LEI DE ESTADO
29. O rei convocou todos os anciãos de Judá e Jerusalém para uma reunião.
30. Depois subiu para o Templo de Javé com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém: sacerdotes, levitas e o povo todo, adultos e crianças. Leu para eles as palavras do Livro da Aliança encontrado no Templo de Javé.
31. De pé sobre o estrado, o rei concluiu, diante de Javé, a aliança para seguir a Javé, obedecendo a seus mandamentos, testemunhos e estatutos, de todo o coração e de toda a alma, cumprindo todas as palavras da aliança escrita nesse livro.
32. Em seguida fez todos os que se encontravam em Jerusalém e em Benjamim se comprometerem com a aliança. A partir daí, os moradores de Jerusalém começaram a agir de acordo com a aliança do Deus de seus antepassados.
33. Josias retirou todas as abominações de todos os territórios pertencentes aos israelitas e obrigou todos os que encontrou em Israel a prestarem culto a Javé, o seu Deus. Durante toda a vida de Josias, eles não se afastaram de Javé, o Deus de seus antepassados.

[II Crônicas 35]II Crônicas 35



REVIVENDO O IDEAL DE UMA NOVA SOCIEDADE
1. Josias celebrou em Jerusalém uma Páscoa em honra de Javé. A Páscoa foi imolada no dia catorze do primeiro mês.
2. Josias restabeleceu os sacerdotes em suas funções, e os confirmou no serviço do Templo de Javé.
3. Josias disse aos levitas que instruíam o povo e eram consagrados a Javé: "Coloquem a Arca santa no Templo construído por Salomão, filho de Davi, rei de Israel. Vocês não precisam mais transportá-la nos ombros. Dediquem-se agora a servir a Javé, seu Deus, e a seu povo Israel.
4. Organizem-se em turnos por famílias, conforme Davi, rei de Israel, e seu filho Salomão determinaram por escrito.
5. Ocupem seus postos no santuário, dividindo suas famílias, de tal forma que cada grupo levítico esteja encarregado de uma família do povo.
6. Imolem a Páscoa, purifiquem-se e preparem tudo para os seus irmãos, fazendo tudo de acordo com a palavra de Javé, que foi transmitida por Moisés".
7. Aos homens do povo, Josias forneceu cordeiros e cabritos necessários para a celebração da Páscoa de todos os que se encontravam em Jerusalém. Foram trinta mil cabeças de gado miúdo, além dos três mil bois, tudo vindo das propriedades do rei.
8. As autoridades fizeram uma oferta generosa ao povo, aos sacerdotes e levitas: Helcias, Zacarias e Jeiel, administradores do Templo de Deus, entregaram aos sacerdotes duas mil e seiscentas cabeças de gado miúdo para a celebração da Páscoa, e ainda trezentas cabeças de bois.
9. Conenias, Semeías, seu irmão Natanael, Hasabias, Jeiel e Jozabad, chefes dos levitas, ofereceram aos levitas cinco mil cabeças de gado miúdo para a Páscoa e quinhentos bois.
10. Quando a cerimônia estava preparada, os sacerdotes ocuparam seus postos, e os levitas começaram a funcionar por classes, de acordo com as determinações do rei.
11. E imolaram a Páscoa. Os sacerdotes sangravam e os levitas tiravam o couro.
12. Separaram a parte que devia ser queimada, entregando o restante aos diversos ramos de famílias, da gente do povo, a fim de que todos pudessem fazer ofertas a Javé, conforme está escrito no livro de Moisés. O mesmo fizeram com os bois.
13. Assaram os cordeiros pascais na brasa, de acordo com a regra, e cozinharam em panelas, caldeirões e caçarolas os outros alimentos sagrados, e levaram rapidamente para toda a gente do povo.
14. Em seguida, prepararam a Páscoa para si e para os sacerdotes da família de Aarão. Estes ficaram ocupados até o anoitecer com os holocaustos e as gorduras. Foi por isso que os levitas prepararam os cordeiros da Páscoa para si e para os sacerdotes da família de Aarão.
15. Os cantores da família de Asaf estavam no seu lugar segundo as ordens deixadas por Davi. Nem Asaf, nem Emã, nem Iditun, nem o vidente do rei, nem os porteiros tiveram que deixar as suas funções, pois seus irmãos levitas prepararam tudo para eles.
16. Toda a celebração para Javé foi feita no mesmo dia: celebrou-se a Páscoa e se imolaram holocaustos no altar de Javé, tudo conforme a determinação do rei Josias.
17. Foi nessa época que os israelitas presentes celebraram a Páscoa e, durante sete dias, a festa dos Pães sem fermento.
18. Nunca se tinha celebrado em Israel uma Páscoa como essa, desde o tempo do profeta Samuel. Nenhum rei de Israel tinha celebrado uma Páscoa como a que Josias celebrou com seus sacerdotes, levitas, todo o Judá, os israelitas presentes e os moradores de Jerusalém.
19. Foi celebrada no décimo oitavo ano do rei Josias.

MORTE DE JOSIAS
20. Tempos depois de Josias ter restaurado o Templo, Necao, rei do Egito, foi guerrear em Carquemis, à margem do rio Eufrates. Josias saiu para enfrentá-lo.
21. Então Necao mandou-lhe mensageiros com este recado: "Não se intrometa em meus assuntos, rei de Judá. Não vim lutar contra você. Eu estou em guerra contra outra dinastia. Deus me mandou fazer isto imediatamente. Não queira atrapalhar a ação de Deus. Ele está comigo. Senão, ele acabará com você!"
22. Josias, porém, não desistiu de atacá-lo, pois estava decidido a guerrear. E não deu atenção ao que Necao lhe dizia em nome de Deus. E foi guerrear contra ele no vale de Meguido.
23. Os atiradores acertaram flechas no rei Josias, que disse a seus ajudantes: "Tirem-me do combate, porque estou gravemente ferido".
24. Os ajudantes tiraram Josias do carro, o puseram em outro e o levaram para Jerusalém, onde ele morreu. Foi enterrado no túmulo dos seus antepassados, e todo o Judá e Jerusalém fizeram luto por ele.
25. Jeremias compôs uma lamentação em honra de Josias, e até hoje cantores ainda cantam essa lamentação por Josias. Tornou-se um cântico tradicional em Israel e se encontra nas Lamentações.
26. O resto da história de Josias, sua fidelidade a tudo o que está escrito na Lei de Javé,
27. suas obras, do começo ao fim, tudo está escrito nos Anais dos Reis de Israel e de Judá.

[II Crônicas 36]VIII. A CATÁSTROFE FINAL



II Crônicas 36

JOACAZ E A DOMINAÇÃO EGÍPCIA
1. O povo da terra pegou o filho de Josias, chamado Joacaz, e o colocou como rei em Jerusalém no lugar do seu pai.
2. Joacaz tinha vinte e três anos quando subiu ao trono, e reinou três meses em Jerusalém.
3. O rei do Egito tirou Joacaz de Jerusalém e impôs ao país um tributo de três toneladas e meia de prata, e trinta e quatro quilos de ouro.
4. Depois o rei do Egito colocou Eliaquim, irmão de Joacaz, como rei de Judá e Jerusalém, mudando o nome dele para Joaquim. Quanto a Joacaz, o faraó Necao o prendeu e levou para o Egito.

JOAQUIM E A DOMINAÇÃO BABILÔNICA
5. Joaquim tinha vinte e cinco anos quando subiu ao trono. E reinou onze anos em Jerusalém. Fez o que Javé, seu Deus, reprova.
6. Nabucodonosor, rei da Babilônia, guerreou contra ele, o algemou e levou para a Babilônia.
7. Dos objetos do Templo de Javé, Nabucodonosor levou uma parte para guardá-los em seu palácio, na Babilônia.
8. O resto da história de Joaquim, as abominações que praticou e tudo o que lhe aconteceu, tudo está escrito nos Anais dos Reis de Israel e de Judá. Seu filho Jeconias lhe sucedeu no trono.

JECONIAS E O PRIMEIRO EXÍLIO NA BABILÔNIA
9. Jeconias tinha dezoito anos quando subiu ao trono. E reinou três meses e dez dias em Jerusalém. Fez o que Javé reprova.
10. Na passagem do ano, o rei Nabucodonosor mandou prendê-lo e levá-lo para a Babilônia com os objetos preciosos do Templo de Javé. Como rei sobre Jerusalém e Judá, ele colocou Sedecias, irmão de Jeconias.

SEDECIAS: UMA POLÍTICA SUICIDA
11. Sedecias tinha vinte e um anos quando subiu ao trono. E reinou onze anos em Jerusalém.
12. Fez o que Javé, seu Deus, reprova, e não se humilhou diante do profeta Jeremias, que lhe falava em nome de Javé.
13. Além disso, ele se revoltou contra o rei Nabucodonosor, ao qual tinha jurado fidelidade em nome de Deus. Ele se obstinou e não quis converter-se para Javé, o Deus de Israel.
14. As autoridades, os sacerdotes e o povo também aumentaram os crimes que cometiam, imitando as abominações das nações. E profanaram o Templo, que Javé tinha consagrado para si em Jerusalém.
15. Javé, o Deus de seus antepassados, enviou seus mensageiros, uns após outros, pois queria poupar o seu povo e a sua habitação.
16. Mas eles caçoavam dos mensageiros de Deus, levavam na brincadeira suas palavras, zombavam dos profetas, até que a ira de Javé contra o seu povo chegou a tal ponto que não houve mais remédio.
17. Então Javé mandou contra eles o rei dos caldeus, que matou nossa gente à espada, até no Templo sagrado, sem poupar rapazes ou moças, adultos ou velhos. Deus entregou todos nas mãos dele.
18. O rei dos caldeus levou para a Babilônia todos os objetos pequenos e grandes do Templo de Javé, e também os tesouros do Templo de Javé, os tesouros do rei e de seus oficiais.
19. Em seguida, os caldeus puseram fogo no Templo de Deus, derrubaram as muralhas de Jerusalém, incendiaram todas as suas mansões e destruíram todos os objetos de valor.
20. Levaram para o exílio na Babilônia todos os que escaparam da espada, a fim de servirem como escravos para eles e seus descendentes, até que chegou o reino persa.
21. Dessa forma, cumpriu-se o que Javé tinha dito por meio do profeta Jeremias: "Até que a terra desfrute seus sábados, ela descansará durante todos os dias da desolação, até que se tenham passado setenta anos".

ANÚNCIO DE TEMPO NOVO
22. No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, Javé, cumprindo o que tinha dito por meio do profeta Jeremias, despertou a consciência de Ciro, rei da Pérsia. Este proclamou por todo o império, a viva voz e por escrito, o seguinte:
23. "Ciro, rei da Pérsia, decreta: Javé, o Deus do céu, entregou a mim todos os reinos do mundo. Ele me encarregou de construir para ele um Templo em Jerusalém, na terra de Judá. Todos os que pertencem a esse povo e vivem entre nós, podem voltar para lá. E que Javé, seu Deus, esteja com eles".
[Esdras 1]I. VOLTA DO EXÍLIO E RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO

Esdras 1

O RENASCIMENTO DA ESPERANÇA
1. No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, Javé, cumprindo o que tinha dito pelo profeta Jeremias, despertou a consciência de Ciro, rei da Pérsia, que proclamou por todo o império, a viva voz e por escrito, o seguinte:
2. "Ciro, rei da Pérsia, decreta: Javé, o Deus do céu, entregou-me todos os reinos do mundo. Ele me encarregou de construir para ele um Templo em Jerusalém, na terra de Judá.


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