Origem do mundo e da humanidade a criaçÃo gênesis 1 a humanidade, ponto alto da criaçÃO



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3. Quem de vocês provém do povo dele? Que o seu Deus esteja com ele. Volte para Jerusalém, na terra de Judá, para reconstruir o Templo de Javé, o Deus de Israel. Ele é o Deus que reside em Jerusalém.
4. Todos os sobreviventes, de todo lugar para onde tiverem imigrado, receberão da população local prata e ouro, bens e animais, além de ofertas espontâneas para o Templo de Deus, que está em Jerusalém".
5. Então todos os que se sentiram movidos por Deus - chefes de família de Judá e Benjamim, sacerdotes e levitas - puseram-se a caminho para reconstruir o Templo de Javé em Jerusalém.
6. Os vizinhos lhes deram de tudo: prata e ouro, bens, animais e jóias, além de ofertas espontâneas.
7. O rei Ciro entregou também os objetos do Templo de Javé, que o rei Nabucodonosor tinha tirado de Jerusalém e colocado no templo do seu deus.
8. Entregou esses objetos por intermédio do tesoureiro Mitrídates, que os contou todos diante de Sasabassar, príncipe de Judá.
9. Eram trinta cálices de ouro, mil cálices de prata, vinte e nove facas,
10. trinta copos de ouro, quatrocentos e dez copos de prata e mil outros objetos,
11. que davam no total cinco mil e quatrocentos objetos de ouro ou prata. Sasabassar levou tudo isso junto com os exilados que voltaram da Babilônia para Jerusalém.

[Esdras 2]Esdras 2



LISTA DOS REPATRIADOS
1. Lista dos que pertenciam à província de Judá e que tinham sido exilados para a Babilônia, por Nabucodonosor, rei da Babilônia. Eles voltaram para Jerusalém e Judá, cada um para a sua cidade.
2. Regressaram com Zorobabel, Josué, Neemias, Saraías, Raelaías, Naamani, Mardoqueu, Belsã, Mesfar, Beguai, Reum e Baana. Lista dos homens do povo de Israel:
3. Dois mil, cento e setenta e dois, da descendência de Faros.
4. Trezentos e setenta e dois, da descendência de Safatias.
5. Setecentos e setenta e cinco, da descendência de Area.
6. Dois mil, oitocentos e doze, da descendência de Faat-Moab, ou seja, de Josué e de Joab.
7. Mil, duzentos e cinqüenta e quatro, da descendência de Elam.
8. Novecentos e quarenta e cinco, da descendência de Zetua.
9. Setecentos e sessenta, da descendência de Zacai.
10. Seiscentos e quarenta e dois, da descendência de Bani.
11. Seiscentos e vinte e três, da descendência de Bebai.
12. Mil, duzentos e vinte e dois, da descendência de Azgad.
13. Seiscentos e sessenta e seis, da descendência de Adonicam.
14. Dois mil e cinqüenta e seis, da descendência de Beguai.
15. Quatrocentos e cinqüenta e quatro, da descendência de Adin.
16. Noventa e oito, da descendência de Ater, isto é, de Ezequia.
17. Trezentos e vinte e três, da descendência de Besai.
18. Cento e doze, da descendência de Jora.
19. Duzentos e vinte e três, da descendência de Hasum.
20. Noventa e cinco, da descendência de Gebar.
21. Cento e vinte e três, da descendência de Belém.
22. Cinqüenta e seis homens, de Netofa.
23. Cento e vinte e oito homens, de Anatot.
24. Quarenta e dois, da descendência de Azmot.
25. Setecentos e quarenta e três, da descendência de Cariat-Iarim, Cafira e Berot.
26. Seiscentos e vinte e um, da descendência de Ramá e Gaba.
27. Cento e vinte e dois homens, de Macmas.
28. Duzentos e vinte e três, de Betel e Hai.
29. Cinqüenta e dois, da descendência de Nebo.
30. Cento e cinqüenta e seis, da descendência de Megbis.
31. Mil, duzentos e cinqüenta e quatro, da descendência de outro Elam.
32. Trezentos e vinte, da descendência de Harim.
33. Setecentos e vinte e cinco, da descendência de Lod, Hadid e Ono.
34. Trezentos e quarenta e cinco, da descendência de Jericó.
35. E três mil, seiscentos e trinta, da descendência de Sanaá.
36. Regressaram os seguintes sacerdotes: novecentos e setenta e três, da descendência de Jedaías, da família de Josué.
37. Mil e cinqüenta e dois, da descendência de Emer.
38. Mil, duzentos e quarenta e sete, da descendência de Fasur.
39. E mil e dezessete, da descendência de Harim.
40. Regressaram setenta e quatro levitas, da descendência de Josué e Cadmiel, filhos de Odovias.
41. Cantores, descendentes de Asaf: cento e vinte e oito.
42. Da descendência de Selum, de Ater, de Telmon, de Acub, de Hatita e de Sobai, famílias de porteiros: Cento e trinta e nove.
43. Regressaram também doados, das seguintes descendências: Sia, Hasufa, Tabaot,
44. Ceros, Siá, Fadon,
45. Lebana, Hagaba, Acub,
46. Hagab, Semlai, Hanã,
47. Cidel, Gaer, Raaías,
48. Rasin, Necoda, Gazam,
49. Uza, Fasea, Besai,
50. Asena, meunitas, nefusitas,
51. Bacbuc, Hacufa, Harur,
52. Baslut, Maida, Harsa,
53. Bercos, Sísara, Tema,
54. Nasias e Hatifa.
55. Regressaram ainda descendentes dos escravos de Salomão, das seguintes famílias: Sotai, Soferet, Feruda,
56. Jaala, Darcon, Gidel,
57. Safatias, Hatil, Foqueret-Assebaim e Ami.
58. Os doados e os descendentes dos escravos de Salomão perfaziam um total de trezentas e noventa e duas pessoas.
59. Os que regressaram de Tel-Mela, Tel-Harsa, Querub, Adon e Emer, e não puderam provar que sua família era de origem israelita, são os seguintes:
60. Seiscentos e cinqüenta e dois, da descendência de Dalaías, de Tobias e de Necoda,
61. além do pessoal das famílias de sacerdotes, descendentes de Habias, de Acos e de Berzelai. Este último se casara com uma filha do galaadita Berzelai, do qual adotou o nome.
62. Todos esses procuraram o registro da sua genealogia, mas não encontraram. Foram, assim, excluídos do sacerdócio como impuros.
63. O governador deu ordem para eles não comerem dos alimentos sagrados, até aparecer um sacerdote que consultasse o Urim e o

Tumim.
64. O grupo todo que se reuniu era de quarenta e duas mil, trezentas e sessenta pessoas,
65. sem contar os sete mil, trezentos e trinta e sete escravos e escravas. Entre eles havia duzentos cantores e cantoras.
66. Tinham setecentos e trinta e seis cavalos, duzentos e quarenta e cinco mulas,
67. quatrocentos e trinta e cinco camelos e seis mil, setecentos e vinte jumentos.
68. Vários chefes de família, ao chegarem ao Templo de Javé, que está em Jerusalém, fizeram suas ofertas espontâneas, para que o Templo fosse reconstruído no mesmo lugar.
69. Conforme cada um podia, deram para o tesouro do culto sessenta e uma mil dracmas de ouro, cinco mil minas de prata e cem túnicas sacerdotais.
70. Os sacerdotes, os levitas e parte do povo passaram a morar em Jerusalém, enquanto os cantores, porteiros e doados, com todos os israelitas, foram morar cada um na sua cidade.

[Esdras 3]Esdras 3



GARANTINDO OS PRÓPRIOS DIREITOS
1. Quando chegou o sétimo mês, os israelitas já estavam em suas cidades, e todo o povo se reuniu em Jerusalém como se fosse uma só pessoa.
2. Então Josué, filho de Josedec, com seus irmãos sacerdotes, e Zorobabel, filho de Salatiel, e seus irmãos, começaram a reconstruir o altar do Deus de Israel, para nele oferecerem holocaustos, conforme está escrito na lei de Moisés, homem de Deus.
3. Apesar do medo que tinham das populações locais, reconstruíram o altar no seu antigo lugar e, em cima dele, ofereceram a Javé holocaustos matutinos e vespertinos.
4. Celebraram a festa das Tendas, conforme está determinado, e ofereceram holocaustos diários, de acordo com o número marcado para cada dia.
5. Depois, além do holocausto permanente, ofereceram os holocaustos que estão previstos para os sábados e as luas-novas, para todas as festas consagradas a Javé e todos os sacrifícios espontâneos que cada um quisesse oferecer a Javé.
6. No dia primeiro do sétimo mês, começaram a oferecer holocaustos em honra de Javé, apesar de não estarem ainda colocados os alicerces do santuário.
7. Conforme a autorização de Ciro, rei da Pérsia, contrataram cortadores de pedra e carpinteiros. Deram provisões, bebidas e óleo aos sidônios e tírios para que transportassem madeira de cedro do Líbano até Jafa, por via marítima.
8. Dois anos depois de ter chegado ao Templo de Deus em Jerusalém, Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Josedec, juntamente com seus irmãos sacerdotes e levitas e todos os que tinham voltado do cativeiro para Jerusalém, começaram a construção no segundo mês. Aos levitas com mais de vinte anos, eles confiaram a direção dos trabalhos de construção do Templo de Javé.
9. Então Josué, com seus filhos e irmãos, Cadmiel com seus filhos, e Odovias com seus filhos, começaram a dirigir os operários que trabalhavam no Templo de Deus.
10. Quando os pedreiros acabaram de fazer os alicerces do Templo de Javé, os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas descendentes de Asaf, com címbalos, se apresentaram para louvar a Javé, conforme Davi, rei de Israel, tinha ordenado.
11. Louvaram e agradeceram a Javé, "porque ele é bom, porque o seu amor é para sempre" em favor de Israel. Todo o povo erguia fortes gritos, dando louvores a Javé, porque os alicerces do Templo de Javé tinham sido lançados.
12. Enquanto isso, muitos sacerdotes e levitas, e também chefes de família mais velhos que tinham conhecido o Templo antigo, ao verem os alicerces do Templo atual, ficaram chorando alto, enquanto outros davam gritos de alegria.
13. No meio do povo, ninguém conseguia distinguir entre os gritos de alegria e o clamor do choro, porque o povo vibrava em alvoroço, e de longe se ouvia o rumor.

[Esdras 4]Esdras 4



CONFLITO DE INTERESSES
1. Os adversários de Judá e Benjamim ouviram falar que o pessoal vindo do exílio estava construindo o Templo de Javé, o Deus de Israel.
2. Então foram procurar Zorobabel, Josué e os chefes de família. E lhes disseram: "Queremos colaborar com vocês na construção, porque nós buscamos o mesmo Deus que vocês e lhe oferecemos sacrifícios, desde que Asaradon, rei da Assíria, nos instalou aqui".
3. Zorobabel, Josué e os chefes de família de Israel responderam: "Não construiremos juntos o Templo do nosso Deus. Nós construiremos sozinhos um Templo para Javé, o Deus de Israel, pois foi isso que Ciro, rei da Pérsia, nos ordenou".
4. Então a população local começou a desmoralizar os judeus e a intimidá-los, para que interrompessem a construção.
5. Subornaram conselheiros para que fizessem fracassar os projetos dos judeus; isso, durante todo o tempo de Ciro, até o reinado de Dario, rei da Pérsia.
6. Logo no começo do reinado de Xerxes, a população local escreveu uma carta, acusando os habitantes de Judá e Jerusalém.
7. No tempo de Artaxerxes, Mitrídates, Tabel e outros companheiros seus escreveram para Artaxerxes, rei da Pérsia, cartas contra Jerusalém. O texto do documento foi redigido em escrita e língua aramaicas.
8. Depois, Reum, governador da Samaria, e o secretário Samsai, escreveram ao rei Artaxerxes, contra Jerusalém, uma carta nos seguintes termos:
9. "O governador Reum, o secretário Samsai, colegas juízes, legados e funcionários persas, povo de Uruc, Babilônia, Susa, ou seja, Elam,
10. e outros povos que o grande Assurbanipal deportou das suas terras e instalou nas cidades da Samaria e em outros lugares do lado ocidental do rio Eufrates". E assim por diante.
11. O texto da carta que mandaram é o seguinte: "Ao rei Artaxerxes. Saudações da parte de seus súditos que moram no lado ocidental do rio Eufrates.
12. Comunicamos ao rei que os judeus, vindos de junto de Vossa Majestade e que voltaram para Jerusalém, estão reconstruindo a cidade rebelde e perversa, estão consertando suas muralhas e já refizeram os alicerces.
13. Que o rei tome conhecimento: se reconstruírem a cidade e consertarem as suas muralhas, eles nunca mais pagarão impostos, tributos e pedágio, e o rei ficaria prejudicado.
14. Dado que nós vivemos às custas da coroa, não podemos tolerar essa ofensa ao rei. Por isso lhe comunicamos o que está acontecendo.
15. Investiguem os Anais de seus predecessores, e o rei poderá ver que esta cidade é rebelde e causa prejuízo aos reis e províncias, e que dentro dela se pratica a subversão, desde os tempos mais antigos. Por isso é que esta cidade foi destruída.
16. Queremos que o rei saiba de uma coisa: se essa cidade for reconstruída e suas muralhas forem reformadas, ele perderá logo os territórios do lado de cá do rio Eufrates".
17. O rei mandou a seguinte resposta: "Saudações ao governador Reum, ao secretário Samsai e aos outros seus colegas que moram na Samaria e em todos os lugares do lado ocidental do rio Eufrates.
18. Foi lida para mim uma tradução da carta que vocês me escreveram.
19. Mandei investigar o caso, e de fato descobriram que essa cidade, desde os tempos mais antigos, se rebelava contra os reis e aí se praticava a revolta e a subversão.
20. Em Jerusalém, houve reis poderosos que dominaram toda a região do lado ocidental do rio Eufrates, cobrando impostos, tributos e pedágio.
21. Ordenem, portanto, que esses homens sejam proibidos de reconstruir a cidade, até nova ordem.
22. Fiquem pois atentos, para não descuidarem de fazer isso, a fim de que o mal não cresça, nem venha a causar problemas para os reis".
23. Logo que a carta do rei Artaxerxes foi lida diante do governador Reum, do secretário Samsai e dos outros seus colegas, eles correram para Jerusalém à procura dos judeus e, com a força das armas, fizeram que eles interrompessem os trabalhos.
24. Foi assim que os trabalhos de construção do Templo de Deus em Jerusalém foram interrompidos, e a construção ficou parada até o segundo ano de governo de Dario, rei da Pérsia.

[Esdras 5]Esdras 5



RECONSTRUÇÃO E DEDICAÇÃO DO TEMPLO
1. Os profetas Ageu e Zacarias, filho de Ado, começaram a profetizar aos judeus de Judá e Jerusalém, falando em nome do Deus de Israel, que os inspirava.
2. Nessa época, Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Josedec, começaram a reconstruir o Templo de Deus em Jerusalém, acompanhados e incentivados pelos profetas de Deus.
3. Tatanai, porém, governador da região ocidental do rio Eufrates, juntamente com Setar-Buzanai e outros colegas seus, foram a eles e perguntaram: "Quem lhes deu permissão para reconstruir esse Templo e restaurar essas paredes?
4. Como se chamam os homens responsáveis por essa construção?"
5. Deus, porém, velava pelos anciãos dos judeus, que não se viram obrigados a interromper o trabalho, enquanto não chegasse a Dario um relatório e ele não mandasse uma ordem oficial sobre a questão.
6. Texto da carta que Tatanai, governador da região ocidental do rio Eufrates, e Setar-Buzanai com outros colegas, autoridades da província, mandaram ao rei Dario.
7. O relatório que mandaram dizia assim: "Saudações ao rei Dario.
8. Saiba o rei que nós fomos ao distrito de Judá, ao Templo do grande Deus. O Templo está sendo reconstruído em pedra talhada, as paredes são revestidas de madeira; trabalha-se com cuidado e a construção progride.
9. Procuramos aqueles senhores e perguntamos quem lhes tinha dado ordens para reconstruir o Templo e restaurar suas paredes.
10. Pedimos também o nome das pessoas e tomamos por escrito o nome dos chefes, para informar o rei.
11. Esta foi a resposta deles: Nós somos servidores do Deus do céu e da terra, e estamos reconstruindo um Templo que, no passado, esteve de pé por muitos anos, construído que foi por um grande rei de Israel, o qual levantou as paredes e fez o acabamento.
12. Mas, como os nossos antepassados irritaram o Deus do céu, ele os entregou nas mãos do caldeu Nabucodonosor, rei da Babilônia, que destruiu o Templo e exilou o povo na Babilônia.
13. Entretanto, no primeiro ano do seu reinado, o rei Ciro promulgou um decreto, mandando reconstruir este Templo de Deus.
14. Até os objetos de ouro e prata que eram do Templo de Deus e que Nabucodonosor tinha tirado do Templo de Jerusalém para o templo da Babilônia, o rei Ciro retirou do templo da Babilônia e entregou a Sasabassar, a quem nomeou governador,
15. dizendo-lhe: Pegue esses objetos, coloque-os no Templo de Jerusalém e reconstrua o Templo de Deus no mesmo lugar.
16. Sasabassar veio e lançou os alicerces do Templo de Deus em Jerusalém. Desde aquela época até agora, o Templo está sendo reconstruído, mas ainda não o terminamos.
17. Portanto, se o rei achar conveniente, que se faça uma pesquisa nos arquivos reais da Babilônia, para ver se é verdade que o rei Ciro mandou reconstruir o Templo de Deus em Jerusalém. Depois, comuniquem a nós a decisão do rei".

[Esdras 6]Esdras 6



1. Em vista disso, o rei Dario mandou investigar o tesouro da Babilônia, que também servia de arquivo.
2. Verificou-se, então, que em Ecbátana, fortaleza da província da Média, havia um rolo onde estava escrito o seguinte:
3. "Memorando. No primeiro ano de seu governo, o rei Ciro promulgou o seguinte decreto: Templo de Deus em Jerusalém. O Templo deverá ser reconstruído para ser um lugar onde se ofereçam sacrifícios, e seus alicerces devem ser restaurados. O templo terá trinta metros de altura e trinta de largura.
4. Terá três fileiras de pedras talhadas e uma fileira de madeira. A despesa correrá por conta do palácio do rei.
5. Também os objetos de ouro e prata do Templo de Deus, retirados do Templo de Jerusalém por Nabucodonosor e trazidos para a Babilônia, serão devolvidos. Desse modo, tudo voltará ao seu lugar no santuário de Jerusalém, e será colocado no Templo de Deus".
6. "Agora, pois, Tatanai, governador da região ocidental do rio Eufrates, junto com Setar-Buzanai e os colegas e autoridades do território ocidental do Eufrates, afastem-se de lá.
7. Deixem o governador de Judá e os anciãos dos judeus trabalhar no Templo de Deus. Eles podem reconstruir o Templo de Deus no seu antigo lugar.
8. A respeito do trabalho que os anciãos dos judeus estão executando na reconstrução do Templo de Deus, ordeno que se pague tudo o que esses homens gastarem, pontualmente e sem interrupção, usando para isso as rendas reais dos impostos recolhidos na região ocidental do rio Eufrates.
9. Todos os dias, sem falta, seja fornecido a eles o necessário para os holocaustos em honra do Deus do céu, isto é, bezerros, carneiros e cordeiros, e também trigo, sal, vinho e óleo, conforme os sacerdotes de Jerusalém pedirem.
10. Desse modo, eles poderão oferecer ao Deus do céu sacrifícios de odor agradável. E que eles rezem pela vida do rei e de seus filhos.
11. Se alguém desrespeitar o que está nesta carta, ordeno que seja tirada de sua própria casa uma viga de madeira, que será fincada no chão, para que a pessoa seja nela enforcada. Depois, transformem a casa dessa pessoa num monte de ruínas.
12. E o Deus que aí fez habitar o seu Nome, destrua todo rei e todo o povo que ouse modificar ou destruir o Templo de Deus em Jerusalém. Eu, Dario, dei esta ordem. Que seja fielmente cumprida".
13. Tatanai, governador da região ocidental do rio Eufrates, com Setar-Buzanai e os seus colegas, fizeram tudo exatamente como o rei Dario tinha mandado.
14. Os anciãos dos judeus puderam, então, levar avante a construção. Tudo correu bem, graças ao incentivo das palavras inspiradas dos profetas Ageu e Zacarias, filho de Ado. Terminaram a construção conforme a ordem do Deus de Israel e segundo o decreto de Ciro, Dario e Artaxerxes, reis da Pérsia.
15. Terminaram a construção no dia três do mês de Adar, no sexto ano do reinado de Dario.
16. Cheios de alegria, os israelitas, ou seja, sacerdotes, levitas e outros repatriados, celebraram a dedicação do Templo de Deus.
17. Nessa ocasião, ofereceram em sacrifício cem bezerros, duzentos carneiros, quatrocentos cordeiros e, como sacrifício pelo pecado de todo o Israel, doze bodes, de acordo com o número das tribos de Israel.
18. Estabeleceram também os sacerdotes, divididos conforme suas classes, e os levitas, segundo seus turnos, para servirem no culto de Deus em Jerusalém, como manda a Lei de Moisés.

MARCO DE UM NOVO TEMPO
19. Os repatriados celebraram a Páscoa no dia catorze do primeiro mês.
20. Os levitas se haviam purificado em conjunto; por isso estavam puros. Então imolaram a Páscoa para todos os repatriados, para seus irmãos sacerdotes e para si próprios.
21. Comeram a Páscoa os israelitas que tinham voltado do exílio e todos os que evitaram contaminar-se com a população local e que se uniram aos israelitas para aderir a Javé, o Deus de Israel.
22. Durante sete dias, celebraram alegremente a festa dos Pães sem fermento. Festejaram a Javé, porque Javé, mudando a atitude do rei da Assíria, lhes deu forças para trabalhar no Templo do Deus de Israel.

[Esdras 7]II. A REFORMA DE ESDRAS



Esdras 7

A LEI DE JAVÉ É A LEI DO REI
1. Anos mais tarde, durante o reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, Esdras partiu da Babilônia. Ele era filho de Saraías, filho de Azarias, filho de Helcias,
2. filho de Selum, filho de Sadoc, filho de Arquitob,
3. filho de Amarias, filho de Azarias, filho de Maraiot,
4. filho de Zaraías, filho de Ozi, filho de Boci,
5. filho de Abisue, filho de Finéias, filho de Eleazar, que era filho do sumo sacerdote Aarão.
6. Esdras era um escriba especialista na lei de Moisés, dada por Javé, o Deus de Israel. A mão de Deus estava com ele e por isso o rei lhe concedeu tudo o que ele pediu.
7. No sétimo ano do reinado de Artaxerxes, voltaram também para Jerusalém muitos israelitas sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e doados.
8. Esdras chegou a Jerusalém no quinto mês do sétimo ano do reinado de Artaxerxes.
9. Esdras saiu da Babilônia no dia primeiro do primeiro mês, e chegou a Jerusalém no dia primeiro do quinto mês. A mão bondosa do seu Deus estava sobre ele,
10. porque Esdras se havia dedicado a estudar a Lei de Javé, a fim de praticar e ensinar seus estatutos e normas em Israel.
11. Texto da carta que o rei Artaxerxes entregou ao sacerdote escriba Esdras, especialista nos mandamentos de Javé e nos estatutos que ele deu para Israel:
12. "Artaxerxes, rei dos reis, deseja toda a paz a Esdras, sacerdote e doutor na lei do Deus do céu.
13. Determino que podem ir com você israelitas, incluindo sacerdotes e levitas, que se encontram no meu reino e desejam voltar para Jerusalém.
14. O rei e seus sete conselheiros enviam você para verificar como está sendo cumprida em Judá e Jerusalém a lei do seu Deus, a qual está em suas mãos.
15. E você levará também a prata e o ouro que o rei e seus conselheiros oferecem para o Deus de Israel que mora em Jerusalém,


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