Origem do mundo e da humanidade a criaçÃo gênesis 1 a humanidade, ponto alto da criaçÃO



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13. A porta do Vale foi reformada por Hanun e pelos moradores de Zarroe. Eles a reconstruíram, colocaram os batentes, as fechaduras e as trancas, e reconstruíram também quinhentos metros da muralha até a porta do Esterco.
14. O chefe do distrito de Bet-Acarem, de nome Melquias, filho de Recab, foi quem retocou a porta do Esterco. Ele a reconstruiu, colocou os batentes, as fechaduras e as trancas.
15. O chefe do distrito de Masfa, Selum, filho de Col-Hoza, reformou a porta da Fonte. Refez o teto da entrada, colocou os batentes, as fechaduras e as trancas. Reconstruiu também as muralhas desde o reservatório de água de Siloé, ao lado do Jardim do Rei, até a escada que desce da Cidade de Davi.
16. Daí para a frente, Neemias, filho de Azboc e chefe do subdistrito de Betsur, continuou o trabalho até o cemitério de Davi, onde se encontra o reservatório artificial, perto da Casa dos Heróis.
17. O trecho seguinte ficou para os levitas Reum, filho de Bani, e Hasabias, que era também chefe de um subdistrito de Ceila, para a parte que atingia a sua jurisdição.
18. Daí em frente, trabalharam outros seus irmãos levitas: o chefe de outro subdistrito de Ceila, Benui, filho de Henad,
19. com o chefe de Masfa, Azer, filho de Jesua, reformando a parte ao lado. Eles refizeram totalmente a área da curva que fica na Esquina, em frente à subida do Arsenal.
20. Seguindo em frente, Baruc, filho de Zabai, restaurou a parte que vai da Esquina até a porta da casa do sumo sacerdote Eliasib.
21. A parte da muralha que vai da porta até o fim da casa de Eliasib, foi totalmente refeita por Meremot, filho de Urias, da família de Acos.
22. O pedaço seguinte foi reconstruído pelos sacerdotes que moravam na periferia:
23. Benjamim e Hasub reformaram a parte que fica de frente para as suas casas; Azarias, filho de Maasias, filho de Ananias, reformou a parte que fica ao lado de sua casa.
24. A parte seguinte, desde a casa de Azarias até a Esquina e até o Ângulo foi totalmente reconstruída por Benui, filho de Henadad.
25. Falel, filho de Ozi, reformou a parte que fica em frente à Esquina, diante da torre que sobressai acima do palácio do rei e que dá para o pátio da prisão. Depois vem a parte retocada por Fadaías, filho de Faros,
26. até em frente à porta das Águas, do lado oriental, em frente à torre que sobressai.
27. Desde essa grande torre até o muro do Ofel, os moradores de Técua cuidaram da reforma.
28. A partir da porta dos Cavalos, os sacerdotes cuidaram das reformas, cada um fazendo a parte que estava em frente à própria casa.
29. Assim foi que Sadoc, filho de Hemer, reformou a muralha em frente à sua casa, e o mesmo fez Semaías, filho de Sequenias, que era guarda da porta Oriental.
30. Hananias, filho de Selemias, e Hanun, sexto filho de Selef, fizeram outro pedaço da muralha, no trecho seguinte. O próximo trecho foi reformado por Mosolam, filho de Baraquias, bem na frente da sua morada.
31. Em seguida, o ourives Melquias consertou a parte que vai até a casa dos doados e dos comerciantes, em frente à porta do Vigia, até a sala alta do Ângulo.
32. Da sala alta do Ângulo até a porta das Ovelhas, a reforma correu por conta dos ourives e dos comerciantes.

COLABORAÇÃO E RESISTÊNCIA POPULAR
33. Quando ouviu falar que nós estávamos reconstruindo as muralhas, Sanabalat ficou furioso, e irritado começou a zombar dos judeus,
34. dizendo à sua gente e aos poderosos de Samaria: "O que é que esses judeus miseráveis estão fazendo? Reconstruir as muralhas e oferecer sacrifícios? Vão querer terminar tudo num dia? Vão querer dar vida nova às pedras desses montes de cacos que sobraram do incêndio?"
35. O amonita Tobias estava ao lado dele, e completou: "Deixe que eles construam! Basta uma raposa subir aí, que a muralha vem abaixo!"
36. "Escuta, nosso Deus, como caçoam de nós! Devolve a essa gente o insulto que fazem! Manda-os para o exílio, para que outros caçoem deles.
37. Não perdoes o pecado deles. Não tires da tua vista o crime deles, pois estão ofendendo os que trabalham na reconstrução".
38. Continuamos reconstruindo a muralha, que foi restaurada por completo até sua meia altura. O povo trabalhava com disposição.
Neemias 4

1. Quando ouviram contar que a reforma das muralhas de Jerusalém estava indo em frente e que as brechas começavam a ficar fechadas, Sanabalat, Tobias, os árabes, o pessoal de Amon e o pessoal de Azoto ficaram irritados.
2. Combinaram atacar Jerusalém e espalhar confusão dentro dela.
3. Então invocamos o nosso Deus e colocamos guardas dia e noite para proteger a cidade.
4. Os judeus diziam: "Os carregadores estão esgotados e as ruínas são muitas. Sozinhos, não conseguiremos reconstruir a muralha!"
5. Enquanto isso, nossos inimigos comentavam: "Vamos nos infiltrar entre eles, sem que percebam. Nós os mataremos, e a construção ficará paralisada".
6. Alguns judeus, que viviam entre eles, chegavam de diversos lugares e freqüentemente nos contavam que eles iam nos atacar.
7. Então organizei o povo por famílias, todos armados de espadas, lanças e arcos, e os coloquei em trincheiras por trás das muralhas e nos lugares abertos.
8. Notando que o povo estava assustado, chamei a atenção do pessoal importante, das autoridades e de todo o povo, dizendo: "Não tenham medo deles! Lembrem-se que o Senhor é grande e terrível! E lutem por seus irmãos, filhos, filhas, mulheres e casas".
9. Quando nossos inimigos perceberam que nós sabíamos de tudo, e que Deus tinha derrubado o plano deles, todos nós pudemos voltar para a reforma das muralhas, cada um para a sua tarefa.
10. A partir desse dia, porém, metade dos meus homens trabalhava, enquanto a outra metade ficava de prontidão com lanças, escudos, arcos e couraças, porque andavam atrás de todos os judeus
11. que reconstruíam a muralha. Os carregadores também estavam armados: com uma das mãos faziam o serviço e com a outra seguravam a arma.
12. Todos os construtores tinham a espada na cintura enquanto trabalhavam. Ao meu lado ficava sempre um tocador de trombeta,
13. porque eu havia dito ao pessoal importante, às autoridades e ao povo: "Temos muito trabalho, e numa extensão muito grande! Nós estamos muito espalhados, cada qual num ponto de muralha, longe um do outro.
14. Quando vocês ouvirem a trombeta, estejam onde estiverem, corram para se reunir conosco. O nosso Deus vai combater por nós".
15. E assim continuamos, uns trabalhando e outros empunhando as lanças, desde o raiar da aurora até surgirem as primeiras estrelas.
16. Nessa ocasião, eu disse também ao povo: "Todos pernoitarão em Jerusalém com seus serventes. De noite montaremos guarda e de dia trabalharemos".
17. Eu, meus irmãos, meus serventes e meus guarda-costas dormíamos vestidos e com a arma ao alcance da mão.

[Neemias 5]Neemias 5



O PROCESSO DA ESCRAVIDÃO
1. O povo pobre, sobretudo as mulheres, começaram a protestar fortemente contra seus irmãos judeus.
2. Uns diziam: "Fomos obrigados a vender os nossos filhos e filhas para comprar trigo, e assim comer e não morrer de fome".
3. Outros diziam: "Passamos tanta fome que precisamos hipotecar nossos campos, vinhas e casas para conseguir trigo".
4. Outros ainda diziam: "Tivemos que pedir dinheiro emprestado, penhorando nossos campos e vinhas, para podermos pagar os impostos ao rei".
5. Pois bem! Nós somos iguais aos nossos irmãos, e nossos filhos são como os filhos deles! Apesar disso, somos obrigados a sujeitar nossos filhos e filhas à escravidão. E algumas de nossas filhas já foram reduzidas à escravidão, e não podemos fazer nada, pois nossos campos e vinhas já pertencem a outros".

A ÚNICA SAÍDA
6. Fiquei indignado ao ouvir essas queixas e o que estava acontecendo.
7. Não me contive e repreendi o pessoal importante e os chefes, dizendo: "Vocês estão agindo como usurários em relação a seus irmãos!" Convoquei contra eles uma assembléia geral,
8. e lhes disse: "Nós, à medida que pudemos, resgatamos nossos irmãos judeus que se tinham vendido aos estrangeiros. Vocês, porém, vendem seus irmãos para que os resgatemos". Eles não acharam resposta e ficaram calados.
9. Eu continuei: "O que vocês fazem não está certo. Vocês não querem agir conforme o temor de Deus, para que as nações inimigas não caçoem de nós?
10. Eu, meus irmãos e meus ajudantes também emprestamos dinheiro e trigo para essas pessoas. Pois bem! Vamos perdoar essa dívida.
11. Devolvam hoje mesmo seus campos, vinhas, olivais e casas. Perdoem também a penhora em dinheiro, trigo, vinho e óleo, que vocês tomaram deles".
12. Eles disseram: "Vamos devolver tudo, sem cobrar nada. Faremos como você propôs". Então chamei os sacerdotes e, na presença destes, fiz com que eles jurassem manter a palavra.
13. Depois, sacudi a dobra do meu manto, e disse: "Que Deus sacuda para fora de sua própria casa e de seus bens todo aquele que não mantiver sua palavra. Será sacudido e despojado". Toda a assembléia respondeu: "Amém!" e louvou a Javé. E eles cumpriram o que haviam prometido.

UM GOVERNADOR EXEMPLAR
14. Desde o dia em que o rei me nomeou governador do país de Judá, isto é, do vigésimo ao trigésimo segundo ano do rei Artaxerxes, por doze anos, eu e meus irmãos jamais comemos às custas do cargo.
15. Os governadores anteriores exploravam o povo, exigindo diariamente quatrocentos gramas de prata para alimento e vinho. E até seus subordinados se aproveitavam do povo. Eu, por temor de Deus, não fiz nada disso.
16. Além do mais, trabalhei pessoalmente na reconstrução da muralha, embora não fosse proprietário de terreno, e os meus empregados passavam o dia na obra.
17. À minha mesa comiam cento e cinqüenta, entre pessoas importantes e chefes, além de outras pessoas dos povos vizinhos que nos vinham visitar.
18. Todo dia, na minha casa, eram preparados um boi, seis ovelhas gordas e muitas aves. De dez em dez dias se renovava com fartura o estoque de toda espécie de vinho. E, com isso tudo, eu nunca cobrei a manutenção de governador, pois o encargo de impostos já pesava muito sobre o povo.
19. Lembra-te em meu favor, ó Deus, de tudo o que fiz de bom para esse povo!

[Neemias 6]Neemias 6



TÁTICAS DO INIMIGO
1. Sanabalat, Tobias, o árabe Gosem e outros inimigos nossos souberam que eu tinha reconstruído a muralha e que não havia mais brecha nenhuma. Eu só não tinha colocado as folhas das portas.
2. Então Sanabalat e Gosem me mandaram dizer: "Venha nos encontrar em Cefirim no vale de Ono". Eles, porém, tinham más intenções,
3. e eu lhes mandei responder: "Estou com muito trabalho e não posso ir. Não vou parar a obra para me encontrar com vocês".
4. Quatro vezes eles mandaram o mesmo recado, quatro vezes eu dei a mesma resposta.
5. Na quinta vez, Sanabalat mandou o mesmo recado, através de um empregado seu que trazia na mão uma carta aberta.
6. Nessa carta estava escrito: "Entre as nações corre a notícia - e Gosem confirma - segundo a qual você e os judeus estão querendo promover uma revolução, e por isso você está reconstruindo as muralhas. Conforme os rumores, você seria o rei
7. e teria nomeado profetas para proclamarem aí em Jerusalém que há um rei em Judá. Esses boatos vão chegar aos ouvidos do rei. Então, venha, e conversaremos sobre o assunto".
8. Eu lhe mandei dizer: "Esses boatos não têm fundamento. São pura invenção sua".
9. Na verdade, eles nos queriam amedrontar, pensando que iríamos abandonar a obra, deixando-a sem acabar. Mas aí é que eu colocava mais coragem no trabalho.
10. Certo dia, fui à casa de Semaías, filho de Delaías, da família de Metabeel, que se achava impedido. Ele me disse: "Vamos ao Templo de Deus, dentro do santuário. Vamos fechar bem as portas, porque estão vindo para matar você. Eles pensam em matá-lo esta noite".
11. Mas eu lhe respondi: "Um homem como eu não foge, nem se esconde no Templo para salvar a vida. Não vou".
12. Percebi que não era Deus que o tinha mandado fazer essa profecia. Tobias e Sanabalat é que tinham pago para ele fazer isso,
13. a fim de que eu ficasse com medo e fizesse o que eles queriam. Cometendo um erro, eu iria estragar o meu nome, e eles me poderiam desmoralizar.
14. Lembra-te, meu Deus, do que Tobias e Sanabalat fizeram! Lembra-te também da profetisa Noadias e dos outros profetas que me tentaram amedrontar.
15. As muralhas ficaram prontas no dia vinte e cinco do mês de Elul, após cinqüenta e dois dias de trabalho.
16. Quando nossos inimigos souberam e as nações vizinhas viram isso, ficaram muito admirados e reconheceram que o nosso Deus era o autor dessa obra.
17. Nesse tempo, as pessoas importantes de Judá mantinham muita correspondência de cartas com Tobias,
18. que tinha muitos aliados em Judá, pois era genro de Sequenias, filho de Area, e seu filho Joanã era casado com a filha de Mosolam, filho de Baraquias.
19. Eles o elogiavam muito na minha presença e contavam a ele tudo o que eu dizia. E Tobias continuava sempre mandando cartas para me intimidar.

[Neemias 7]Neemias 7



PROTEGER O NOVO QUE NASCE
1. Quando a muralha ficou pronta e eu coloquei as portas, foram nomeados os porteiros, cantores e levitas.
2. Confiei a administração de Jerusalém ao meu irmão Hanani e a Hananias, chefe da fortaleza, homem fiel e que temia a Deus como poucos.
3. Eu lhes disse: "Não abram as portas de Jerusalém antes que o sol comece a esquentar. À tarde, com o sol ainda alto, fechem e tranquem as portas. Formem também corpos de guarda com os habitantes de Jerusalém, uns vigiando em seus postos e outros diante de sua própria casa.

REPOVOAMENTO DE JERUSALÉM
4. A cidade era espaçosa e grande, mas o povo que aí morava era minguado e as casas ainda não estavam reconstruídas.
5. Então Deus me inspirou a reunir as pessoas importantes, os chefes e o povo, a fim de fazer o recenseamento das famílias. Encontrei o registro genealógico dos primeiros que tinham voltado do exílio, e achei escrito o seguinte:
6. Estes são os cidadãos da província que voltaram do exílio. São aqueles que Nabucodonosor, rei da Babilônia, tinha exilado, e que voltaram para Jerusalém e Judá, cada qual para a sua cidade.
7. Eles vieram com Zorobabel, Josué, Neemias, Azarias, Raamias, Naamani, Mardoqueu, Belsã, Mesfarat, Beguai, Naum e Baana. Lista dos israelitas:
8. Duas mil, cento e setenta e duas pessoas, da descendência de Faros.
9. Trezentas e setenta e duas pessoas, da descendência de Safatias.
10. Seiscentos e cinqüenta e duas, da descendência de Area.
11. Duas mil, oitocentas e dezoito, da descendência de Faat-Moab, isto é, da família de Josué e Joab.
12. Mil, duzentas e cinqüenta e quatro pessoas, da descendência de Elam.
13. Oitocentas e quarenta e cinco, da descendência de Zetua.
14. Setecentas e sessenta, da descendência de Zacai.
15. Seiscentas e quarenta e oito, da descendência de Benui.
16. Seiscentas e vinte e oito, da descendência de Bebai.
17. Duas mil, trezentas e vinte e duas pessoas, da descendência de Azgad.
18. Seiscentas e sessenta e sete, da descendência de Adonicam.
19. Duas mil e sessenta e sete, da descendência de Beguai.
20. Seiscentas e cinqüenta e cinco, da descendência de Adin.
21. Noventa e oito, da descendência de Ater, ou seja, de Ezequias.
22. Trezentas e vinte e oito, da descendência de Hasum.
23. Trezentas e vinte e quatro, da descendência de Besai.
24. Cento e doze, da descendência de Haref.
25. Noventa e cinco, descendentes de Gabaon.
26. Cento e oitenta e oito homens de Belém e de Netofa.
27. Cento e vinte e oito homens de Anatot.
28. Quarenta e duas pessoas originárias de Bet-Azmot.
29. Setecentas e quarenta e três pessoas de Cariat-Iarim, Cafira e Beerot.
30. Seiscentas e vinte e uma, de Ramá e Gaba.
31. Cento e vinte e duas, de Macmas.
32. Cento e vinte e três, de Betel e Hai.
33. Cinqüenta e duas pessoas originárias de outro Nebo.
34. Mil, duzentas e cinqüenta e quatro, da descendência de outro Elam.
35. Trezentas e vinte, da descendência de Harim.
36. Trezentas e quarenta e cinco, descendentes de Jericó.
37. Setecentas e vinte e uma, de Lod, Hadid e Ono.
38. Três mil, novecentas e trinta, descendentes de Senaá.
39. Sacerdotes: Novecentos e setenta e três, descendentes de Jedaías, ou seja, da família de Josué.
40. Mil e cinqüenta e dois, descendentes de Emer.
41. Mil, duzentos e quarenta e sete, descendentes de Fasur.
42. Mil e dezessete, descendentes de Harim.
43. Levitas: Setenta e quatro, descendentes de Josué e Cadmiel, filhos de Odovias.
44. Cantores: Cento e quarenta e oito, descendentes de Asaf.
45. Porteiros: Cento e trinta e oito, descendentes de Selum, Ater, Telmon, Acub, Hatita e Sobai.
46. Doados: Descendentes de Siaá, Hasufa, Tabaot,
47. Ceros, Sia, Fadon,
48. Lebana, Hagaba, Selmai,
49. Hanã, Gidel, Gaar,
50. Raaías, Rasin, Necoda,
51. Gazam, Oza, Fasea,
52. Besai, meunitas e nefusitas.
53. Descendentes de Bacbuc, Hacufa, Harur,
54. Baslut, Meida, Harsa,
55. Bercos, Sísara, Tema,
56. Nasias e Hatifa.
57. Descendentes dos escravos de Salomão: descendentes de Sotai, Soferet, Feruda,
58. Jaala, Darcon, Gidel,
59. Safatias, Hatil, Foqueret-Assebaim e Amon.
60. Os doados e os descendentes dos escravos de Salomão eram ao todo trezentas e noventa e duas pessoas.
61. As seguintes pessoas que voltaram de Tel-Mela, Tel Harsa, Querub, Adon e Emer não puderam provar que sua família e sua raça eram de origem israelita:
62. Seiscentos e quarenta e dois, descendentes de Dalaías, Tobias e Necoda,
63. além do pessoal de família sacerdotal, descendentes de Hobias, Acos e Berzelai. Este se casara com uma filha do galaadita Berzelai, e adotara o nome dele.
64. Todos eles procuraram o registro da sua genealogia, mas não encontraram. Foram afastados do sacerdócio como impuros.
65. Sua Excelência os proibiu de comer os alimentos sagrados, até aparecer um sacerdote que consultasse o Urim e o

Tumim.
66. No total, a comunidade era de quarenta e duas mil, trezentas e sessenta pessoas,
67. sem contar os sete mil, trezentos e trinta e sete escravos. Entre eles, havia também duzentos e quarenta e cinco cantores e cantoras.
68. Tinham quatrocentos e trinta e cinco camelos, e seis mil, setecentos e vinte jumentos.
69. Alguns chefes de família trouxeram donativos para as obras. Sua Excelência depositou no cofre mil dracmas de ouro, cinqüenta cálices e trinta túnicas para os sacerdotes.
70. Alguns chefes de família depositaram, no cofre das obras, vinte mil dracmas de ouro e duas mil e duzentas minas de prata.
71. Os donativos feitos pelo restante do povo alcançaram a soma de vinte mil dracmas de ouro, duas mil minas de prata e sessenta e sete túnicas para os sacerdotes.
72. Os sacerdotes, levitas e parte do povo passaram a morar em Jerusalém, enquanto os cantores, porteiros e doados, como todos os israelitas, foram morar cada um na sua cidade.

[Neemias 8]II. ORIGEM DO JUDAÍSMO



A PALAVRA GERA COMUNIDADE Os israelitas tinham se estabelecido em suas cidades. No sétimo mês,

Neemias 8

1. todo o povo, como se fosse uma única pessoa, se reuniu na praça que fica em frente à porta das Águas. O povo pediu que Esdras, doutor da Lei, levasse o livro da Lei de Moisés, que Javé tinha dado a Israel.
2. Então o sacerdote Esdras levou o livro da Lei até a presença da assembléia. Era o dia primeiro do sétimo mês, e estavam reunidos homens, mulheres e todos os que tinham uso da razão.
3. Na praça diante da porta das Águas, desde o amanhecer até o meio-dia, Esdras leu o livro para todos os homens e mulheres e para todos os que tinham o uso da razão. Todo o povo seguia com atenção a leitura do livro da Lei.
4. Esdras, doutor da Lei, estava sobre um palanque de madeira, feito para a ocasião. À sua direita se encontravam Matatias, Sema, Anias, Urias, Helcias, Maasias. À esquerda estavam Fadaías, Misael, Melquias, Hasum, Hasbadana, Zacarias e Mosolam.
5. Esdras abriu o livro à vista do povo todo, pois estava em lugar mais alto. Quando ele abriu o livro, o povo ficou de pé.
6. Esdras bendisse a Javé, o grande Deus, e todo o povo, com as mãos erguidas, respondeu: "Amém! Amém!" Depois se ajoelharam e se prostraram com o rosto por terra diante de Javé.
7. Os levitas Josué, Bani, Serebias, Jamin, Acub, Sabatai, Hodias, Maasias, Celita, Azarias, Jozabad, Hanã e Falaías, explicavam a Lei para o povo, que permanecia em pé.
8. Liam o livro da Lei de Deus, traduzindo-o e dando explicações, para que o povo entendesse a leitura.
9. O governador Neemias, o sacerdote Esdras, doutor da Lei, e os levitas que instruíam o povo, vendo que as pessoas choravam ao escutar a leitura da Lei, disseram: "Hoje é dia consagrado a Javé, Deus de vocês! Não fiquem tristes e parem de chorar!"
10. Em seguida, Esdras falou: "Vão para casa, façam uma bela refeição, bebam um bom vinho e repartam com os que não têm nada, porque hoje é dia consagrado a nosso Senhor. Ninguém fique triste, pois a alegria de Javé é a força de vocês".
11. Os levitas também acalmavam o povo, dizendo: "Fiquem tranqüilos, porque é dia santo. Não fiquem tristes".
12. E o povo foi para casa comer e beber. Repartiram com quem não tinha nada e fizeram uma grande festa, porque haviam compreendido a mensagem que lhes fora explicada.

A GRANDE FESTA
13. No dia seguinte, os chefes de família de todo o povo, com os sacerdotes e os levitas, se reuniram com Esdras, doutor da Lei, para estudar o livro da Lei.
14. Encontraram escrito na Lei que Javé, por meio de Moisés, tinha mandado os israelitas ficar morando em tendas, durante a festa do sétimo mês.
15. Então anunciaram em todas as cidades e em Jerusalém: "Vão até o monte e tragam ramos de oliveira, pinheiro, murta, palmeira e outras árvores que dão muitos ramos, para fazer tendas, conforme está prescrito".
16. O povo foi, trouxe os ramos e fez tendas, uns no terraço de suas casas, outros nos pátios do Templo de Deus, na praça em frente à porta das Águas ou na praça da porta de Efraim.
17. Assim a comunidade inteira dos que tinham voltado do exílio fez tendas e nelas acampou. Os israelitas não tinham feito isso desde os tempos de Josué, filho de Nun. Houve uma grande festa!
18. Todos os dias, do primeiro ao último, Esdras leu o livro da Lei de Deus. A festa durou sete dias e, no oitavo dia, foi feita uma assembléia solene, conforme está prescrito.

[Neemias 9]Neemias 9





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