Os mensageiros no ar



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PROGRAMA 48

OS MENSAGEIROS NO AR

TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 6


  • (Sérgio) – Olá, amigos! Voltamos ao seu rádio para resgatar outra mensagem recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier, reafirmando a certeza de que a vida continua após a morte do corpo físico.




  • (Vanda) – A história de hoje nos leva ao dia 8 de junho de 1972.




  • (Sérgio) – Naquela manhã, o Brasil seria surpreendido com, talvez, o único acidente de grandes proporções envolvendo trens de passageiros de sua acanhada malha ferroviária.




  • (Vanda) – Aconteceu no percurso entre a capital paulista e Mogi das Cruzes, e envolveu algumas dezenas de estudantes que se dirigiam para a Universidade que freqüentavam naquela cidade.




  • (Sérgio) – Entre os passageiros encontrava-se o jovem José Roberto Pereira da Silva, de apenas 19 anos, o qual era primeiro-anista da Faculdade de Medicina.




  • (Vanda) – Como não poderia deixar de ser, o desespero e a dor passaram a ser o clima vivenciado por seus pais daí por diante.




  • (Sérgio) – Uma amiga, porém, apresentaria sua mãe à Dona Yolanda Cezar, que a levou a Uberaba para falar com Chico Xavier, quase um ano após a morte de Beto.




  • (Vanda) – A senhora voltaria à cidade mineira por mais duas vezes e, na terceira viagem, na manhã de 29 de setembro de 1973, o médium se fez portador da primeira carta do filho.




  • (Sérgio) – Retornando à São Paulo, ao ler a mensagem de Beto para o marido, ouviu do emocionado e surpreso pai, a exclamação: “– É mesmo nosso filho!”




  • (Vanda) – Relembra a sofrida mãe que “então, nossa vida começou a mudar”. A noite do desespero e do sofrimento, difíceis de descrever, começava a dar espaço às primeiras claridades da manhã.




  • (Sérgio) – As viagens à Uberaba se intensificaram, o contato com Chico e os recados do Beto davam-lhe sempre mais forças, coragem e ânimo para viver.




  • (Vanda) – E conclui seu comentário dizendo: “Por fim, entendemos que o nosso filho nos foi emprestado por Jesus pelo prazo de 19 anos, mas continuamos juntos espiritualmente, mais juntos mesmo do que antes, embora de outra forma. Deus não se afasta de nós, a vida continua e seguiremos para a grande alegria do nosso reencontro”.

Vinheta – A História de uma Mensagem



TEMA MUSICAL CD 2 FAIXA 2


  • (Luiz) – “Querida Mamãe, peço a sua benção comigo.

Dizer o que sinto agora, querida Mamãe, é impossível. Quem conseguirá descrever o que se sente entre duas vidas?

Eu não sei o que fazer nesta hora em que nos revemos assim, através das letras que seu filho vai escrevendo com o coração nos dedos, amparado pelas mãos de amigos e benfeitores que nos protegem.

O papel aqui me parece um espelho em que meu pensamento se reflete...

Entretanto, Mãezinha, o papel não retrata as lágrimas. As lágrimas de alegria e de gratidão que elevo a Jesus, agradecendo estes minutos de escrita.

Receba, porém, todos os melhores sentimentos de seu filho, nestas frases que vou transmitindo às páginas, sem cogitar de saber com exatidão, como vou registrando o que sinto...

Não chore mais, Mãezinha, e peça ao querido Papai me auxilie com a fortaleza que ele vai reconstruindo pouco a pouco...

Desde aquela manhã final de 8 de junho, a saudade ficou mesmo entre nós, mas o amor cresceu e cresce cada vez mais. E é no amor que vivemos, porque o amor é a presença de Deus.

Ajudem-me. Não lastimem mais a partida inesperada do filho que desejaria ter ficado...

Entretanto, a lei de Deus sabe mais que os nossos desejos. Se pudesse, teria permanecido, permanecido sempre, até que pudéssemos avançar todos juntos no tempo, sem separação e sem morte.

Não creiam que o sofrimento do adeus não está igualmente aqui...

Estamos contentes e renovados, mas a despedida dói mais, porque o pranto dos que amamos é chuva de aflições sobre nós.

Lembro, Mãezinha querida, o Papai trabalhando para entesourar os recursos diante do futuro.

Lembro-me de que ele me pedia dar toda a atenção aos estudos, enquanto ele sonhava com um hospital em que a Medicina me aguardasse, para cumprir encargos de amor ao pé dos doentes...

Rogo a ele que não desanime, nem se canse... Além de nossa querida Sandra, temos outros corações para auxiliar. Os companheiros que ficaram, que lutam, que estudam e que esperam dias melhores no Amanhã da Vida, contam igualmente conosco.

Rogo ao papai não esmorecer, porque precisamos continuar... Continuar para valorizar o tempo e os recursos que o Alto nos concedeu...

Tenho sofrido bastante com as inquietações dos familiares queridos.

Não fosse isso, Mãezinha, e tudo estaria melhor.

Não pensem – mas não pensem mesmo – em mim à maneira de alguém que fosse esmagado pelo acidente. O que se perdeu foi um retrato – um retrato que um dia, em verdade, deveria desaparecer. Eu mesmo estou forte, reanimado, a pedir-lhes para que vivam e lutem pelo bem de nós todos.

Papai, escute o meu grito.

Não morri, não!

Trabalhe, meu pai, guarde o seu ânimo de homem de bem. Não queira morrer para reencontrar-me, porque eu prossigo vivendo para reencontrá-lo, a cada dia, mais encorajado para a luta em favor do bem.

Não me preocupe chorando e clamando por mim, no recanto de terra, onde meu retrato ficou arquivado!

Agradeço o seu carinho, meu querido pai, suas preces e suas manifestações de amor, e peço a Deus lhe recompense a abnegação, mas não procure por seu filho a pedir com tanta dor para que a nossa dor necessária não exista.

O tempo com a benção de Deus nos ajudará.

Rogo-lhe viver e viver criando felicidade e progresso para nós todos.

O trem de Mogi, no dia 8 de junho do ano passado, não trouxe para cá os rapazes todos.

O senhor queria que eu ficasse aí para realizar os seus ideais, no entanto, eu não estou morto, meu pai! Estou vivo! E trabalharei com as suas mãos.

Recordo as suas palavras, lembrando os dias de sua infância.

Você queria seu filho num hospital para atender às crianças necessitadas e auxiliar aos enfermos desvalidos, sem maiores recursos... E quem diz que não vou servir?

Agora, conheço mais profundamente a nossa Gruta de Maquiné das conversações e até o Padre João de Santo Antônio, que nossa família sempre honrou com abençoada devoção, me veio ver e abraçar em nome do carinho de meus antepassados, aqueles mesmos, Papai, que puseram no seu peito de missionário do bem o coração generoso que o senhor traz na alma.

Vovô Ianez me acolheu logo que me vi necessitado de apoio. Digo assim, porque depois de cair como se houvesse sorvido um tranqüilizante violento para dormir, apenas dormi pesadamente... Sonhava a me ver no vagão, brincando com os amigos e comentando as alegrias que projetávamos para as férias próximas... Como que prosseguia, a dormir, na viagem que parecia não terminar, até que as minhas impressões se transformaram num pesadelo, do qual acordei num leito de tranqüila enfermaria, com uma faixa a me resguardar a cabeça.

Despertei, sentindo dor, e imaginei que fora acidentado, sem a certeza disso.

Remédios vieram de mãos amigas e dormi de novo para depois acordar com mais calma...

Entretanto, aí, foi a nossa casa a se revelar por dentro de mim.

O senhor e a Mamãe, chorando e clamando, sem que eu nada pudesse responder...

Parentes nossos vieram de modo surpreendente em meu favor, e vou indo, pouco a pouco, retomando a vida.

O que sucedeu realmente ainda não sei por detalhes.

Estou à feição de alguém que houvesse sofrido longo processo de anestesia, sem memória muito segura para recordar minudências. Mas vovô Ianez e o vovô Leite, irmãs de caridade cristã que foram e são amigas de minha avó desde os dias da devoção a Santo Antônio, me auxiliam com carinho e benção, dando-me novas forças.

Rogo ao senhor, Papai – a você meu pai e meu amigo – fortalecer Mamãe e Sandrinha, com o seu esforço e com a sua coragem.

Deus não se afasta de nós, a vida continua e estamos juntos, embora de outra forma.

Lembre-se com Mamãe de que, desde os primeiros dias da escola, a idéia de um trem de ferro estava comigo e de que a preocupação com o tempo me obrigava a estar marcando datas e mais datas. Algo em mim falava que os dias para mim seriam curtos na Terra e que um comboio estava me aguardando para a viagem final, mas final de linha, meu querido Papai, porque os trilhos continuam...

Para mim é como se o trem de Mogi tivesse entrado num túnel... De um lado ficaram vocês, os meus entes amados e de outro estou eu, continuando em nova forma...

Peço-lhes mais uma vez para que me ajudem.

A saudade deve ser para nós uma prece de esperança e com essa prece, trabalhando no bem aos nossos irmãos do caminho, seguimos para a luz do reencontro...

Mãezinha, não chore mais. Ampare-me com a sua fé.

Rogo aos meus queridos avós para me auxiliarem.

Ano passado foi terrível para mim, o seis de agosto!

Se puderem, no próximo aniversário, façamos a festa de nossa comunhão espiritual, ofertando um bolo às crianças reunidas em lar de Jesus, sem o lar terrestre que não puderam ter. Estarei com vocês e vamos encontrar muita alegria.

Não deixem que a nossa casa se transforme em recanto de sombras e lágrimas.

A vida é tesouro de Deus e todos estamos ricos de trabalho e esperança, fé e conhecimento.

Agora, é o ponto final que me pedem.

Não posso escrever mais. Minhas forças não estão muito seguras. Estou como quem cumpriu uma prova difícil – a de escrever quase sem possibilidade para fazer isto.

Querido Papai, querida Mãezinha, querida Sandrinha, meus queridos avós e meus companheiros queridos, aqui, com toda a minha confiança, aquele abraço de meu coração reconhecido.

Beto.
Vinheta – OS DETALHES DA MENSAGEM

TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 14


  • (Vanda) – MUITA EMOÇÃO




  • (Luiz) – “Eu não sei o que fazer nesta hora em que nos revemos assim, através das letras que seu filho vai escrevendo com o coração nos dedos, amparado pelas mãos de amigos e benfeitores que nos protegem. O papel aqui me parece um espelho em que meu pensamento se reflete... Entretanto, Mãezinha, o papel não retrata as lágrimas. As lágrimas de alegria e de gratidão que elevo a Jesus, agradecendo estes minutos de escrita”.




  • (Sérgio) – O comentário de Beto bem demonstra a emoção que deve marcar o momento vivido pelo espírito ante a possibilidade de se comunicar de maneira mais objetiva com seus pais.




  • (Vanda) – Apesar do amparo de outras entidades que o auxiliam no processo de intercâmbio, a imagem criada por ele é de rara beleza: “o papel aqui me parece um espelho em que meu pensamento se reflete, sem contudo retratar as lágrimas”...




  • (Vanda) – O PENSAMENTO É VIDA.




  • (Luiz) – “Desde aquela manhã final de 8 de junho, a saudade ficou mesmo entre nós, mas o amor cresceu e cresce cada vez mais. E é no amor que vivemos, porque o amor é a presença de Deus. Ajudem-me. Não lastimem mais a partida inesperada do filho que desejaria ter ficado... Entretanto, a lei de Deus sabe mais que os nossos desejos. Se pudesse, teria permanecido, permanecido sempre, até que pudéssemos avançar todos juntos no tempo, sem separação e sem morte. Tenho sofrido bastante com as inquietações dos familiares queridos. Não fosse isso, Mãezinha, e tudo estaria melhor”.




  • (Sérgio) – Em mais um depoimento, ressalta-se a importância da aceitação e conformação dos familiares mais próximos na recuperação de quem teve que partir sem pretender.




  • (Vanda) – E o detalhe deve funcionar como alerta para que auxiliemos os que passam por esse transe, a fim de que não mergulhem na desesperação.




  • (Vanda) – DISSIPANDO IMAGENS.




  • (Luiz) – “Não pensem – mas não pensem mesmo – em mim à maneira de alguém que fosse esmagado pelo acidente. O que se perdeu foi um retrato – um retrato que um dia, em verdade, deveria desaparecer. Eu mesmo estou forte, reanimado, a pedir-lhes para que vivam e lutem pelo bem de nós todos. Papai, escute o meu grito. Não morri, não!”




  • (Sérgio) – Beto reafirma, também, em sua mensagem, que as imagens do corpo destroçado não corresponde à realidade do Plano Espiritual.




  • (Vanda) – O registro das imagens derradeiras da experiência no corpo físico não é registrado pelo desencarnante em minúcias.




  • (Sérgio) – Tudo está relacionado à Lei de Causa e Efeito que determina, considerando méritos e créditos, conservemos as traumatizantes imagens em nossa memória periférica.




  • (Vanda) – CAUSA E EFEITO.




  • (Luiz) – “O senhor queria que eu ficasse aí para realizar os seus ideais, no entanto, eu não estou morto, meu pai! Estou vivo! E trabalharei com as suas mãos. Recordo as suas palavras, lembrando os dias de sua infância. Você queria seu filho num hospital para atender às crianças necessitadas e auxiliar aos enfermos desvalidos, sem maiores recursos... E quem diz que não vou servir?”




  • (Sérgio) – Muitas vezes, o sonho acalentado pelos pais em relação aos filhos corresponde a ações em outras vidas em que os genitores de hoje assumiram, em relação aos próprios filhos ou os filhos de outrem, débitos que lhes impõem hoje as frustrações experimentadas.




  • (Vanda) – Na verdade, trata-se da valiosa oportunidade de se aprender a valorizar o que se desconsiderou outrora.




  • (Sérgio) – A citação dos ideais do pai era absolutamente desconhecida pelo médium, o que confirma a autoria da mensagem.




  • (Vanda) – DUAS OBSERVAÇÕES.




  • (Luiz) – “Não me preocupe chorando e clamando por mim, no recanto de terra, onde meu retrato ficou arquivado! Agradeço o seu carinho, meu querido pai, suas preces e suas manifestações de amor, e peço a Deus lhe recompense a abnegação, mas não procure por seu filho a pedir com tanta dor para que a nossa dor necessária não exista. O tempo com a benção de Deus nos ajudará”.




  • (Sérgio) – A reação mencionada por Beto, em relação ao comportamento dos pais, merece duas observações.




  • (Vanda) – A primeira, de que o espírito testemunhara a atitude dos pais diante de sua sepultura.




  • (Sérgio) – A segunda, que o tempo realmente é o único remédio para abrandar sofrimento moral tão grande.




  • (Vanda) – UM CORAÇÃO CRISTÃO.




  • (Luiz) – “Agora, conheço mais profundamente a nossa Gruta de Maquiné das conversações e até o Padre João de Santo Antônio, que nossa família sempre honrou com abençoada devoção, me veio ver a abraçar em nome do carinho de meus antepassados, aqueles mesmos, Papai, que puseram no seu peito de missionário do bem o coração generoso que o senhor traz na alma”.




  • (Sérgio) – Beto evidentemente reporta-se a episódios ligados aos antepassados da família, com raízes no interior de Minas Gerais.




  • (Vanda) – Frisa também a influência positiva dos mesmos na formação do espírito solidário que aprendeu a admirar no pai, homem de qualidades altruístas presentes no trecho anteriormente comentado da mensagem.




  • (Vanda) – PRESENÇA DE FAMILIARES.




  • (Luiz) – “Vovô Ianez me acolheu logo que me vi necessitado de apoio. Digo assim, porque depois de cair como se houvesse sorvido um tranqüilizante violento para dormir, apenas dormi pesadamente... Sonhava a me ver no vagão, brincando com os amigos e comentando as alegrias que projetávamos para as férias próximas... Como que prosseguia, a dormir, na viagem que parecia não terminar, até que as minhas impressões se transformaram num pesadelo, do qual acordei num leito de tranqüila enfermaria, com uma faixa a me resguardar a cabeça”.




  • (Sérgio) – O início do processo de desencarnação coincide com o ressurgimento de seu avô, João Ianez, bisavô materno desencarnado no início do Século XX.




  • (Vanda) – Fato certamente marcado para acontecer, naturalmente atrai a presença de voluntários no trabalho de resgate, da mesma forma que no Plano Físico.




  • (Sérgio) – Invariavelmente, familiares, às vezes desconhecidos para os desencarnantes, se candidatam à tarefa, salientando-se que o médium Chico Xavier não poderia saber da existência de tal personagem a não ser através da menção de Beto, o que é outro dado importante no que se refere à autenticidade da mensagem.




  • (Vanda) – LIGAÇÕES PROFUNDAS




  • (Luiz) – “Despertei, sentindo dor, e imaginei que fora acidentado, sem a certeza disso. Remédios vieram de mãos amigas e dormi de novo para depois acordar com mais calma... Entretanto, aí, foi a nossa casa a se revelar por dentro de mim. O senhor e a Mamãe, chorando e clamando, sem que eu nada pudesse responder... Parentes nossos vieram de modo surpreendente em meu favor, e vou indo, pouco a pouco, retomando a vida”.



  • (Sérgio) – Mais uma vez lembramos que morrer e desencarnar são situações totalmente opostas e diferenciadas para cada pessoa.




  • (Vanda) – A sensação de dor é derivada certamente das necessidades expiatórias daquele que passa pelo transe da morte.



  • (Vanda) – O TORPOR.




  • (Luiz) – “O que sucedeu realmente ainda não sei por detalhes. Estou à feição de alguém que houvesse sofrido longo processo de anestesia, sem memória muito segura para recordar minudências. Mas vovô Ianez e o vovô Leite, irmãs de caridade cristã que foram e são amigas de minha avó desde os dias da devoção a Santo Antônio, me auxiliam com carinho e benção, dando-me novas forças”.




  • (Sérgio) – Realmente o inesperado impacto entre os trens, não permitiu para muitos dos seus ocupantes se situar diante dos acontecimentos.




  • (Vanda) – Observe-se também a sensação de “longo processo de anestesia”, impressão recorrente em muitos relatos de pessoas desencarnadas em condições violentas.




  • (Vanda) – MAIS CONFIRMAÇÕES.




  • (Luiz) – “Lembre-se com Mamãe de que, desde os primeiros dias da escola, a idéia de um trem de ferro estava comigo e de que a preocupação com o tempo me obrigava a estar marcando datas e mais datas. Algo em mim falava que os dias para mim seriam curtos na Terra e que um comboio estava me aguardando para a viagem final, mas final de linha, meu querido Papai, porque os trilhos continuam... Para mim é como se o trem de Mogi tivesse entrado num túnel... De um lado ficaram vocês, os meus entes amados e de outro estou eu, continuando em nova forma...”




  • (Sérgio) – Nesse ponto de sua carta, Beto dá mais uma demonstração da veracidade de suas cartas, pois, o rapaz, desde pequeno, tinha paixão por comboios.




  • (Vanda) – Revela, também, que embora tivesse sido aprovado em outras faculdades de medicina, mais próximas de sua casa, preferiu a de Mogi das Cruzes, pelo anseio de viajar diariamente no trem de ferro.




  • (Sérgio) – Chico desconhecia também esse detalhe.




  • (Vanda) – A íntegra desta e outras mensagens poderá ser encontrada no livro “FILHOS VOLTANDO”, publicado pelo GEEM.

Vinheta – REFLETINDO SOBRE A LEI DE CAUSA E EFEITO



TEMA MUSICAL CD 2 FAIXA 16


  • (Sérgio) – Na busca de novos quadros que nos revelem a beleza das Leis Divinas selecionamos, para o programa de hoje, uma peça de Valentim Magalhães.




  • (Vanda) – Desprende-se do livro “POETAS REDIVIVOS”, publicado pela FEB, com páginas psicografadas por Chico Xavier.




  • (Sérgio) – O título é RESTAURAÇÃO.




  • (Luiz) – “Vejo-te, herói marcial... Soam clarins e trompas./Brandes a espada ao sol, estrondeia a batalha!.../Gritas, no infando caos e, ao grito da metralha,/Lamenta o povo a guerra, a pedir que a interrompas.

Ao teu carro triunfal de púrpuras e pompas,/Tudo treme, maldiz, soluça e se estraçalha.../Segues e o próprio chão faz-se fogo e fornalha,/Nem cerco, assédio, praça ou muro que não rompas!...

Amedalhado soba, ergues, árdego, a pluma!.../Surge a morte, no campo, e o peito se te embruma.../Vencido, as emoções em blasfêmias sublevas!...

Mas, reencarnado, enfim, guardas, por elmo e escudo,/O corpo mutilado, inerme, surdo, mudo,/E o choro de quem lembra o naufrágio nas trevas!...”


  • (Sérgio) – (Comentário condicionado ao tempo disponível)




  • (Luiz) – PALAVRAS FINAIS

TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 17


  • (Sérgio) – O Grupo Espírita “Os Mensageiros”, é uma entidade dedicada à difusão da mensagem espírita, sobretudo as recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, de forma gratuita, no Brasil e no Exterior. Publica ainda bimestralmente, o jornal “OS MENSAGEIROS”.




  • (Vanda) – O Grupo Espírita “Os Mensageiros”, tem também o seu braço social, a A.M.E. que mantém atividades no refeitório Pena Forte Mendes diariamente e Glicério, todas as segundas-feiras. Venha conhecer-nos. Escreva-nos para se inteirar das demais atividades do grupo enviando-nos sua correspondência para a Caixa Postal 522, CEP 01059-970, São Paulo – SP ou pelo endereço eletrônico: mensageiros@mensageiros.org.br




  • (Sérgio) – Escreva-nos manifestando comentários ou opiniões.




  • (Vanda) – A apresentação deste programa foi feita por integrantes da equipe “OS MENSAGEIROS”. Na técnica de som. Na próxima semana mais uma mensagem e sua história.


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