Os mensageiros no ar



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PROGRAMA 31

OS MENSAGEIROS NO AR

TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 7


  • (Sérgio) – Boa tarde, amigos da Boa Nova! Voltamos ao seu rádio resgatando mensagens recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier que atestam a continuidade da vida além da morte física.




  • (Vanda) – A história da mensagem de hoje começa no dia 17 de fevereiro de 1975, na cidade de Apucarana, Paraná.




  • (Sérgio) – Naquele dia, por volta das 20 horas, o motorista de táxi João Reis de Andrade, um senhor de 61 anos, pegou uma corrida solicitada por três passageiros até Campo Mourão, localidade 130 quilômetros distante.




  • (Vanda) – Embora não costumasse pegar corridas à noite, muito menos quando a esposa não estava em casa (e ela havia se deslocado com umas das filhas para São Paulo a fim de visitar uma cunhada que perdera o filho recentemente), o Sr. João aceitou esta e, antes de partir, passou em casa para avisar aos filhos, informando que não se preocupassem, pois os passageiros eram conhecidos, quando, na verdade, nunca os tinha visto.




  • (Sérgio) – Ao se aproximar do destino, porém, apesar das súplicas do Sr. João, um dos passageiros o matou violentamente a golpes de faca com a concordância de outro, escondendo o corpo em sítio próximo a Campo Mourão, em uma plantação de soja, com a qual o cobriram já sem vida.




  • (Vanda) – Tudo aconteceu antes das 24 horas daquele dia 17 e o corpo só seria encontrado no dia 19 e sepultado no dia 20.




  • (Sérgio) – Espírita desde 30 anos antes, o senhor João pouco antes do seu desenlace, dizia que já cumprira seu dever, começando a preparar a família, falando que não completaria seus 62 anos, desencarnando realmente dois meses antes.




  • (Vanda) – A esposa Benedita que lhe compartilhava os ideais em torno do Espiritismo, e os dez filhos que foram educados sob a mesma influência, embora abalados com a crueldade dos bandidos, não se entregaram à revolta e, sempre que possível, iam à Uberaba, Minas Gerais, na expectativa de obter informações através de Chico Xavier.




  • (Sérgio) – Dezessete meses depois, em meio às cartas recebidas por Chico na reunião de 9 de julho de 1976, chegavam, por fim, as tão esperadas notícias do senhor João.

Vinheta – A História de uma Mensagem



TEMA MUSICAL CD 2 FAIXA 2


  • (Luiz) – “Minha querida Benedita, sempre querida Dita, esposa e companheira.

Meu primeiro pensamento é o da prece.

Agradecer a Deus esses minutos.

Vejo você com a nossa Vílmer e com os nossos amigos, e embora não me vejam com os olhos, em companhia de meu pai Marcírio e do irmão Villas Boas, ao lado de outros companheiros, estou presente, na ânsia de ganhar tempo e aproveitar os momentos na escrituração desta carta.

Não escrevo sozinho.

Ainda não tenho experiência bastante para comandar um lápis assim, com tanta rapidez.

Mas penso e falo por dentro de mim com você, e com auxílio de amigos daqui, tenho a idéia de que lanço minhas idéias e palavras no papel, tocando com meus dedos um aparelho elétrico que não sei descrever.

Digo isso para tranqüilizá-los.

Se procurassem por mim nas letras, seria difícil o encontro.

Para isso eu teria que me sentar como em nossa casa e fazer anotações muito vagarosas.

O meio de que me utilizo é a Providência de que disponho.

E rendo graças a Deus por isso.

Minha velha, não chore.

A tempestade passou.

Vílmer, ajude seu pai a estancar esse poço de lágrimas que, a princípio, quase não pude suportar sem enlouquecer.

Felizmente, a luz da nossa fé estava brilhando.

Sempre disse, em casa, que Deus me faria uma benção se tivesse de deixar o meu corpo em serviço, e aconteceu como eu previa.

Aqueles nossos estudos e comentários em torno de prece e reencarnação, me auxiliaram nos momentos mais duros de atravessar.

Penso que não deveria tocar no assunto, mas tenho consentimento para isso porque não desejo pensamentos de mágoa contra ninguém.

Aqueles dois companheiros no carro não seriam os executores das Leis de Deus?

O carro era meu instrumento de trabalho, a riqueza do pai de família, simples e feliz, que sempre fui.

Naturalmente, quando me senti despojado da máquina que valia tanto e que me ajudava a sustentar a família, quis reagir, reclamar...

Hoje, não tenho memória para dizer os detalhes da ocorrência, mas lembro-me de que um golpe me retirou qualquer faculdade de reação.

Orei, reclamando vocês todos, esposa querida e filhos meus!

Sabia, porém, que havia soado a hora, a hora que ninguém espera e sempre chega...

Tentei pedir clemência e dizer que entregava tudo, mas me poupassem a vida, no entanto, a voz não saía mais.

Notei que mãos vigorosas me deitavam numa plantação que me oferecia repouso.

No íntimo, sabia que não me achava distante de Campo Mourão, no entanto, a situação em que me achava, não me permitia senão apelar para Deus e seus mensageiros, porque por dentro de mim, adivinhava que o corpo era uma vestimenta que não mais me serviria para o trabalho.

Adormeci pensando na família, e procurando esquecer qualquer sentimento que me azedasse as idéias.

Recordei todas as lições que tivemos e vivíamos juntos, e aceitei aqueles dois irmãos por amigos que não podiam conhecer que eu, com mais de sessenta anos, tinha na retaguarda uma esposa, filhos e filhas, genros e noras, e netos que adorava.

Se soubessem quanto amor brilhava em meu coração, creio que tudo estaria bem.

Mas a dívida busca o devedor com endereço exato.

A Lei me considerava em débito, e graças a Deus, resgatei compromissos grandes.

Rogo a vocês considerarem tudo na paz de Deus, com a Bênção de Deus.

O ódio não conduz a caminhos que nos possam trazer qualquer benefício, e para nós reservou-nos Jesus tanto amor que somente o amor deve clarear nossa memória.

A princípio, fui conduzido para um hospital, em que o amigo espiritual Dr. Leocádio me prestou imensos serviços.

Não sei se vocês se recordam de que minha família, em minha infância, se referia ao Padre Vítor, de Três Pontas, como sendo um benfeitor. Pois, ao lado de meu pai, ele foi também para mim um amigo e um benfeitor, cuja dedicação assinalo.

As lembranças de casa, de começo, me faziam sofrer muito.

Queria ver você, querida esposa, e ver nossos filhos, mas a cabeça doía e para pensar corretamente, precisava de muito esforço.

Ouvia tudo o que se passava no lar, porque meu sentimento não se desligava, até que suas orações, no dia dezessete de abril, com as meninas, me tocaram o coração de tal modo, que a memória se fez lúcida, sempre mais lúcida.

Fui até a casa em companhia dos benfeitores que me protegem, e pude ver com que carinho me recordavam o aniversário, você, minha velha, falava em meus sessenta e três anos como se eu estivesse ali sob o nosso telhado para uma festa.

Festa de saudade e de pranto, mas enfeitada nas orações que a família me endereçava.

Chorei muito, eu que rogo a vocês não chorarem, mas é que a alegria do resgate havido me confortava, embora as dificuldades da existência material, a dívida fora saldada e agradeci, como agradeço agora, as provas por nossas bênçãos.

Vou bem e continuarei melhor com as bênçãos de Jesus, para ser-lhes mais útil.

A todos os nossos, com os dez filhinhos à frente, o meu abraço de reconhecimento.

Nossa Vílmer abraçará as irmãs, e o nosso Valdisnei abraçará os irmãos por mim.

Não tenho memória para repetir todos os nomes de nossa gente, porque a lista ficaria incompleta, caso tentasse um esforço para todos enumerar, mas peço a Vanderci abraçar por mim aos genros e noras, e com um beijo aos queridos netos.

Querida Benedita, nossa querida companheira, fique tranqüila, daqui mesmo posso trabalhar e ajudar a você, nas tarefas de cada dia.

Não se esqueça, Deus está por nós e com Deus por nós, tudo seguirá muito bem.

A irmã Cândida, Maria Cândida, e o irmão Villas Boas, estão presentes, e abraçam também a você, com o carinho e a gratidão de que sou portador.

Agora, faço ponto. Devo desejar a todos paz e fé em Deus.

Querida Benedita, sempre querida Benê, receba com a nossa querida Vílmer e com todos os nossos, muito amor e muito reconhecimento de seu velho.

O dia de ontem já passou.

Hoje está saindo de foco; amanhã será outro dia, e depois, muito depois, para nós, que desejamos a você uma existência longa junto de todos os nossos, será o reencontro, a vida sem separação.

Não preciso dizer “até logo”, porque pelo pensamento estamos e continuaremos sempre juntos.

Para você, esposa e companheira querida, o coração e a vida do esposo, sempre seu velho e seu companheiro reconhecido.
João Reis de Andrade

Vinheta – OS DETALHES DA MENSAGEM



TEMA MUSICAL CD FAIXA


  • (Vanda) – CURIOSA OBSERVAÇÃO




  • (Vanda) – “Não escrevo sozinho. Ainda não tenho experiência bastante para comandar um lápis assim, com tanta rapidez. Mas penso e falo por dentro de mim com você, e com auxílio de amigos daqui, tenho a idéia de que lanço minhas idéias e palavras no papel, tocando com meus dedos um aparelho elétrico que não sei descrever.”

  • (Sérgio) – O Sr. João nos dá uma imagem interessante do processo da transmissão mediúnica.

  • (Vanda) – Na verdade, como esclarece Kardec, o fenômeno se dá mente a mente, ou seja, pensamento a pensamento.

  • (Sérgio) – A predisposição do médium, mais a vontade do espírito como que funde seus pensamentos e a mensagem vai sendo passada para o papel ou verbalizada natural e automaticamente.







  • (Luiz) – “Sempre disse, em casa, que Deus me faria uma bênção se tivesse de deixar o meu corpo em serviço, e aconteceu como eu previa”.



  • (Sérgio) – O detalhe lembrado pelo Sr. João neste trecho foi confirmado pelos seus familiares.




  • (Vanda) – Chico não podia saber nada sobre isso, bem como a maneira como o Sr. João Reis refere-se à esposa na mensagem, chamando-a de “Benê”, que era a forma como a tratava na intimidade do lar.




  • (Vanda) – VISÃO CLARA DA SITUAÇÃO




  • (Luiz) – “Aqueles nossos estudos e comentários em torno de prece e reencarnação, me auxiliaram nos momentos mais duros de atravessar. Penso que não deveria tocar no assunto, mas tenho consentimento para isso porque não desejo pensamentos de mágoa contra ninguém. Aqueles dois companheiros no carro não seriam os executores das Leis de Deus?”




  • (Sérgio) – Extraordinária a utilidade da compreensão das leis da vida com base nos princípios espíritas.




  • (Vanda) – A pergunta do Sr. João bem demonstra o quanto isso é verdade, pois de outro modo sua reação de vítima, provavelmente, geraria carmas a serem resgatados com os malfeitores no futuro.




  • (Sérgio) – A citação de apenas dois companheiros, quando eram em três, pode causar estranheza, mas, na verdade, pelos depoimentos feitos à polícia pelos bandidos, um deles tentou evitar que o homicídio fosse perpetrado.




  • (Vanda) – Como Chico Xavier podia saber disso?




  • (Vanda) – UMA GRANDE LIÇÃO




  • (Luiz) – “Hoje, não tenho memória para dizer os detalhes da ocorrência, mas lembro-me de que um golpe me retirou qualquer faculdade de reação. Orei, reclamando vocês todos, esposa querida e filhos meus! Sabia, porém, que havia soado a hora, a hora que ninguém espera e sempre chega... Tentei pedir clemência e dizer que entregava tudo, mas me poupassem a vida, no entanto, a voz não saía mais. Notei que mãos vigorosas me deitavam numa plantação que me oferecia repouso.”




  • (Sérgio) – O conhecimento do sentido da vida conforme a visão dada pelo Espiritismo consegue quebrar as vinculações estabelecidas pelo ódio que leva ao desejo de vingança.




  • (Vanda) – Exemplo disso foi dado por uma das filhas do Sr. João, justamente no dia do sepultamento do mesmo.




  • (Sérgio) – Os assaltantes foram presos horas depois da descoberta do corpo e reagindo à ação policial trocaram tiros com as autoridades, sendo que um deles, justamente o que tirou a vida do Sr. João, acabou atingindo por uma bala na espinha, o que o tornou paralítico dos membros inferiores.




  • (Vanda) – Pois, no dia do enterro, Vanderci, a filha mais velha foi ao hospital, onde o inválido estava e não dizendo ser a filha de João Reis conversou com ele, perguntando o por que de tudo isto.




  • (Sérgio) – Por fim, disse que a família o perdoava e que aquele que ele havia matado era um espírita.




  • (Vanda) – Feito isto, deu-lhe um exemplar de “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”, de Allan Kardec e pediu que meditasse sobre o mesmo.




  • (Vanda) – REAÇÕES PADRÃO




  • (Luiz) – “No íntimo, sabia que não me achava distante de Campo Mourão, no entanto, a situação em que me achava, não me permitia senão apelar para Deus e seus mensageiros, porque por dentro de mim, adivinhava que o corpo era uma vestimenta que não mais me serviria para o trabalho. Adormeci pensando na família, e procurando esquecer qualquer sentimento que me azedasse as idéias. Recordei todas as lições que tivemos e vivíamos juntos, e aceitei aqueles dois irmãos por amigos que não podiam conhecer que eu, com mais de sessenta anos, tinha na retaguarda uma esposa, filhos e filhas, genros e noras, e netos que adorava”.




  • (Sérgio) – O adormecer e a recapitulação dos fatos principais da vida foram vivenciados pelo desencarnante, padrão este repetido em outros casos já por nós abordados.




  • (Vanda) – LIVRANDO-SE DO CARMA.




  • (Luiz) – “Mas a dívida busca o devedor com endereço exato. A Lei me considerava em débito, e graças a Deus, resgatei compromissos grandes. Rogo a vocês considerarem tudo na paz de Deus, com a Bênção de Deus. O ódio não conduz a caminhos que nos possam trazer qualquer benefício, e para nós reservou-nos Jesus tanto amor que somente o amor deve clarear nossa memória”.



  • (Sérgio) – Ninguém foge de si mesmo e o comentário do Sr. João Reis confirma isso.

  • (Vanda) – E, mais uma vez, constata-se que o amor neutraliza os laços tecidos pelo rancor.




  • (Vanda) – FELIZ REENCONTRO




  • (Luiz) – “A princípio, fui conduzido para um hospital, em que o amigo espiritual Dr. Leocádio me prestou imensos serviços. Não sei se vocês se recordam de que minha família, em minha infância, se referia ao Padre Vítor, de Três Pontas, como sendo um benfeitor. Pois, ao lado de meu pai, ele foi também para mim um amigo e um benfeitor, cuja dedicação assinalo”.




  • (Sérgio) – A hospitalização que sucede após a desencarnação foi também experiência vivenciada pelo Sr. João.




  • (Vanda) – A menção de personagens como o Padre Vítor, de Três Pontas, mais uma vez são indícios fortes da veracidade da carta do Sr. João Alves, pois Chico provavelmente não teria conhecimento da existência de um personagem do passado da conhecida cidade mineira.







  • (Luiz) – “As lembranças de casa, de começo, me faziam sofrer muito. Queria ver você, querida esposa, e ver nossos filhos, mas a cabeça doía e para pensar corretamente, precisava de muito esforço. Ouvia tudo o que se passava no lar, porque meu sentimento não se desligava, até que suas orações, no dia dezessete de abril, com as meninas, me tocaram o coração de tal modo, que a memória se fez lúcida, sempre mais lúcida. Fui até a casa em companhia dos benfeitores que me protegem, e pude ver com que carinho me recordavam o aniversário, você, minha velha, falava em meus sessenta e três anos como se eu estivesse ali sob o nosso telhado para uma festa.”




  • (Sérgio) – A dificuldade de adaptação ao processo de desligamento de tudo que foi caro ao espírito que vai se afastando em conseqüência da desencarnação é comum.




  • (Vanda) – A homenagem promovida pelos filhos no dia em que completaria 63 anos, repercutiu positivamente no ânimo do Sr. João Alves.




  • (Sérgio) – Este fato da comemoração organizada para o pai pelos filhos, era desconhecida por Chico Xavier, revelando mais uma vez a autenticidade da mensagem psicografada.

  • (Vanda) – A íntegra desta e de outras mensagens poderá ser lida no livro “VITÓRIA”, publicado pelo IDE – Instituto de Difusão Espírita.

  • (Sérgio) – Procure-o na livraria mais próxima ou peça-o diretamente à editora.


TEMA MUSICAL CD 2 FAIXA 16

  • (Luiz) – REFLETINDO SOBRE A LEI DA CAUSA E EFEITO




  • (Sérgio) – A Lei de Ação e Reação continua sendo mostrada na prática, através de casos psicografados por Chico Xavier.




  • (Vanda) – A página de hoje é do poeta Cyro Costa e foi transmitida, através do médium, logo após a ocorrência do incêndio havido no edifício Joelma em São Paulo, no dia 1º de janeiro de 1974.




  • (Sérgio) – Segundo explicações da Espiritualidade, o resgate prendia-se a derradeiros resquícios de culpa que os envolvidos ainda traziam na própria alma, remanescentes de compromissos adquiridos em guerra das Cruzadas.




  • (Vanda) – O título da mensagem é “LUZ NAS CHAMAS” e foi incluída no livro “DIÁLOGO DOS VIVOS”, do GEEM.




  • (Luiz) – “Fogo!... Amplia-se a voz no assombro em que se espalha./Gritos, alterações... O tumulto domina./No templo do progresso, em garbos de oficina,/O coração se agita, a vida se estraçalha.

Tanto fogo a luzir é mística fornalha/E a presença da dor reflete a lei divina./ Onde a fé se mantém, a prece descortina/O passado remoto em longínqua batalha...

Varrem com fogo e pranto as sombras de outras eras/Combatentes da Cruz em provações austeras,/Conquanto heróis do mundo, honrando os tempos idos.

Na Terra o sofrimento, a angústia, a cinza, a escória.../Mas ouvem-se no Além os hinos de vitória/Das milícias do Céu saudando os redimidos.”


  • (Sérgio) – (Comentário limitado ao tempo disponível)




  • (Luiz) – PALAVRAS FINAIS

TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 17


  • (Sérgio) – O Grupo Espírita “Os Mensageiros”, é uma entidade dedicada à difusão da mensagem espírita, sobretudo as recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, de forma gratuita, no Brasil e no Exterior. Publica ainda bimestralmente, o jornal “OS MENSAGEIROS”.




  • (Vanda) – O Grupo Espírita “Os Mensageiros”, tem também o seu braço social, diariamente a A.M.E. que mantém atividades no refeitório Pena Forte Mendes diariamente e Glicério, todas as segundas-feiras. Venha conhecer-nos. Escreva-nos para se inteirar das demais atividades do grupo enviando-nos sua correspondência para a Caixa Postal 522, CEP 01059-970, São Paulo – SP ou pelo endereço eletrônico: mensageiros@mensageiros.org.br




  • (Sérgio) – Escreva-nos manifestando comentários ou opiniões.




  • (Vanda) – Estiveram com vocês hoje Sérgio e Vanda e Luiz Armando. Na técnica de som

.Na próxima semana mais uma mensagem e sua história.


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