Os planetas exteriores e seus ciclos os astros e o amor



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Psique [grega] . Mulher mortal por quem Eros se apaixonou. Afrodite, mãe de Eros, sentiu um terrível ciúme da beleza de Psiquê, e tramou sua destruição. Porém Eros a levou e casou-se com ela, exigindo apenas que ela se abstivesse de olhar seu rosto. A curiosidade de Psiquê forçou-a a segurar uma lâmpada perto do rosto do deus adormecido. Como vingança, ele a abandonou. Ela foi em busca do amor perdido, mas Afrodite colocou duros trabalhos e obstáculos em seu caminho. No fim, passou pelos testes, juntou-se novamente a Eros e tornou-se imortal.

Quíron [grega] . Rei dos centauros, sábio e curador, ensinou a sabedoria da terra e as artes

da cura a jovens filhos de reis. Foi acidentalmente ferido na coxa por uma flecha embe­bida no sangue venenoso da Hidra. Toda a sua sabedoria foi incapaz de curá-lo; como era imortal, não podia morrer. Recolheu-se em agonia à sua caverna, até que o Titã Prometeu cedeu-lhe o seu direito à morte, para que o centauro pudesse encontrar a paz no inferno.



Rahu [indiana] . Demônio que devora o sol durante o eclipse solar. Astronomicamente, Rahu equivale ao nodo norte, ou ascendente, da Lua.

Remo [romana] . Um de dois gêmeos gerados pelo deus da guerra, Marte. Remo era o gêmeo "mau". Ele e o irmão foram amamentados por uma loba, cresceram e fundaram a cidade de Roma. Depois da escolha do local, entretanto, Remo tentou assassinar o irmão, mas ele mesmo foi morto.

Réia [grega] . Um dos muitos nomes da deusa da terra; Réia era uma Titânida, irmã-esposa do deus Crono. Quando Crono engoliu os filhos para impedir que lhe usurpassem o poder, Réia escondeu o mais novo. Zeus, substituindo-o por uma pedra embrulhada em lençóis de bebê, que Crono comeu. Mais tarde, Réia armou Zeus para que pudesse lide­rar uma rebelião contra o pai, que acabou sendo destronado.

Rômulo [romana] . Um dos dois gêmeos gerados pelo deus da guerra Marte. Rômulo era o gêmeo "bom". Elo e o irmão foram amamentados por uma loba, cresceram e fundaram a cidade de Roma. Quando Remo tentou assassinar Rômulo, este conseguiu defender-se e matar o irmão.

Saturno [romana]. Análogo ao Crono grego, Saturno era um deus da fertilidade e padroeiro da colheita. Tem um caráter bastante benévolo no mito romano; sua Idade de Ouro foi uma época de paz e harmonia na terra, quando os homens desfrutavam os frutos do solo sem conflitos. A cada ano ele era celebrado na Saturnália, um período de permissividade e abandono, em honra ao aspecto libidinoso e fértil do deus.

Secmet [egípcia]. Deusa solar, retratada com cabeça de leão. Estava associada ao calor violento do sol de verão; é uma deusa do combate e da vingança. É análoga à Kali indiana.

Sêmele [grega]. Uma das amantes de Zeus, era a mãe do deus Dioniso. (Em outras versões do mito de Dioniso, sua mãe é Perséfone.) Irrefletidamente, fez com que Zeus prometesse dar-lhe o que ela quisesse, e pediu que ele se mostrasse a ela em sua forma verdadeira. Zeus manifestou-se como trovão e raio, e Sêmele foi incinerada. Hermes retirou o feto de seu ventre e costurou-o na coxa de Zeus, para que se completassem os nove meses e a criança pudesse nascer.

Set [egípcia]. Deus da escuridão e do mal, responsável pela morte de seu irmão Osíris. Sua irmã Ísis, reuniu os pedaços desmembrados de seu corpo e reconduziu o deus morto à vida. Set às vezes é retratado como uma serpente, com quem o deus-sol Rá luta toda noi­te nas entranhas do Inferno; a cada manhã o Sol surge vitorioso para dar início a outro dia, mas desce novamente para lutar com Set na noite seguinte.

Siegfried [germânica]. Também chamado Sigurd, é mais conhecido nas sagas nórdicas e ger­mânicas por ter morto o dragão Fafnir. Wagner fez dele o herói destemido do Anel, filho de uma união incestuosa entre irmão e irmã. Criado pelo anão Mime, mata o dragão Fafnir e consegue o ouro dos Niebelungos e o anel do poder. Depois de fazer promessas de casamento à Valquíria Brunilda, ele a abandona por outra mulher e é assassinado à traição.

Sísifo [grega]. Mortal que traiu os segredos divinos de Zeus e foi punido no Inferno, sendo obrigado a empurrar uma grande rocha montanha acima, para vê-Ia eternamente despen­car montanha abaixo.

Tamuz [babilônica]. Jovem deus da vegetação, associado a sua mãe-amante, a grande deusa da fertilidade, Istar. Encontrou a morte enquanto caçava, sondo morto por um gigantes­co Javali. Juntamente com Adônis, Osíris e Átis, era cultuado como um deus que estava sempre morrendo e ressuscitando.

Tânato [grega]. Filho da deusa Noite, era o deus da morte; servia a Hades, trazendo-lhe sú­ditos. Em geral é mostrado como um espírito alado. Seu irmão Hipno é o deus do sono.

Tântalo [grega]. Um rei da Lídia que ofendeu os deuses e foi castigado ficando eternamente submerso no inferno numa poça de água que ele não podia beber, tentado por frutas que não podia comer. (ver pág. 87.)

Tártaro [grega]. Algumas vezes é o nome dado ao inferno em geral, mas com mais freqüência designa determinada parte do reino de Hades, onde são punidos, com tormentos ter­ríveis, os crimes contra os deuses.

Teseu [grega]. Filho do deus Posídon com uma mortal, tornou-se rei de Atenas. Dentre suas inúmeras aventuras está a da morte do Minotauro de Creta, que vivia no centro de um labirinto e se alimentava de carne humana. Teseu encontrou o caminho para entrar no

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OS ASTROS E O AMOR



Liz Greene

Os astros e o amor é o primeiro guia astrológico completo sobre a vida, o amor e o relacionamento entre as pessoas.

Nele o leitor encontrará múltiplas informações, muitas ve­zes inesperadas e surpreendentes, de como interpretar a sua "rubrica" astrológica, assim como as estruturas sutis e comple­xas que formam a sua personalidade, o papel representado pelo ascendente, os mitos a que o signo astral está ligado e as personalidades que o ilustraram com o seu comportamento.

Esta obra de Liz Greene ensina ainda a descobrir por que alguns traços do caráter das pessoas parecem opor-se aos do signo sob o qual elas nasceram e, sobretudo, a desvendar esse mistério que são "os outros". E é neste particular, segundo a autora, que a astrologia mostra o seu lado mais prático: "Mais do que qualquer outra coisa, ela ajuda na compreensão, e é da compreensão que nasce a verdadeira tolerância (não a condes­cendência). Dela também nasce a compaixão, que é uma das pedras fundamentais da construção do amor."

Muitas das revelações contidas nestas páginas poderão perturbar, divertir ou mesmo chocar o leitor, mas o objetivo maior da autora é que cada um conheça a si mesmo e as pessoas com as quais se relaciona como se fossem um livro aberto, com vistas à busca de um equilíbrio e de uma felicidade sempre crescentes.



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abirinto e conseguiu sair dele usando um novelo de linha que lhe fora dado pela filha do rei Minos, Ariadne, a quem mais tarde abandonou na ilha de Naxos.

Tétis [grega]. Deusa do mar, mãe do herói Aquiles com um homem mortal, Peleu.

Tiamat [babilônica]. Primitiva deusa-mãe, retratada como um gigantesco monstro marinho. Seu filho Marduc a assassinou e trinchou seu corpo para daí criar o universo físico.

Tiestes [grega]. Irmão do rei Atreu de Micenas. Sua vingança contra Atreu, que assassinou seus filhos, foi uma maldição sobre a linhagem do irmão. (Ver pág. 87.)

Tirésias [grega]. Vidente cego que advertiu Édipo do seu incesto involuntário. Na juventude, Tirésias foi transformado em mulher e passou sete anos assim. Depois foi-lhe devolvida a condição de homem. Devido a essa experiência única, Zeus lhe pediu para decidir uma controvérsia que estava tendo com . A resposta de Tirésias ofendeu a deusa, que o cegou. Zeus, como compensação, deu-lhe o dom da profecia.

Ulisses [grega]. Um dos heróis da guerra de Tróia, tema do grande poema épico de Homero, a Odisséia, que narra sua longa e tortuosa viagem de volta para a esposa Penélope e o reino de Itaca, depois da guerra. É chamado "o astuto" porque conseguiu safar-se de muitas dificuldades e perigos, principalmente usando a engenhosidade e não a força bruta.

Urano [romana]. Equivalente ao deus grego Ouranos, é o primitivo deus do firmamento.

Urd [germânica]. Deusa da terra. Urd é também o nome da mais velha das Nornas, seme­lhantes às Moirai ou Parcas gregas.

Válala [germânica]. Morada dos deuses, grosseiramente equivalente ao Monte Olimpo do mito grego.

Valquíria [teutônica]. Deusa guerreira, filha do deus da tempestade, Votã. As Valquírias acompanham as batalhas e carregam a alma dos heróis mortos para o Valhala, para uma eterna sucessão de festejos e de lutas gloriosas.

Vatón [germânica]. Equivalente ao Odin nórdico e ao Zeus grego, é uma divindade multifacetada É o regente dos deuses e senhor da tempestade e do caos. Também é mágico e deus da batalha. Sacrificou um dos seus olhos para conseguir a sabedoria da fonte sagrada aos pés do Freixo-Mundo. Tem como companheiros dois corvos que voam por toda parte e lhe trazem notícias de tudo o que acontece no mundo. Também guarda certa semelhan­ça com o Javé hebreu, pois Vótan também é um deus de pactos e leis, e exibe uma irasci­bilidade semelhante.

Vênus [romana]. Deusa da beleza e do amor sensual, equivale à Afrodite grega.

Vulcano [romana]. Ferreiro e artesão divino, equivalente ao Hefesto grego. Vulcano era ca­sado com a deusa Vênus, que lhe era eternamente infiel.

Yggdrasil [germânica]. O Freixo-Mundo. O mundo, no mito germânico, é figurado como uma árvore de dimensões prodigiosas. Sua folhagem é sempre verde. Suas raízes descem até o reino do inferno e seus ramos se erguem até as alturas do céu e do Válala, a morada dos deuses. Sob uma de suas raízes está a fonte das Nornas ou Parcas.

Zagreus [grega]. O nome significa "restituído à vida". Em geral é um epíteto de Dioniso, que foi despedaçado pelos Titãs e ressuscitado. Às vezes também é usado como título de Zeus, o rei dos deuses.

Zeto [grega]. Um de dois gêmeos míticos, Zeto era o mais briguento e agressivo, enquanto seu irmão Anfião era poeta e músico. Os gêmeos brigavam constantemente por causa des­sas diferenças.

Zeus [grega]. O nome significa "iluminador" ou "aquele que dá o esclarecimento". Rei dos deuses, rege o trovão, o raio e a tempestade. É o Grande Pai, que concede dádivas, e tam­bém é mostrado como altamente promíscuo, sempre à procura de novas conquistas eróti­cas. É casado com Hera, que também é sua irmã, e filho de Crono, o Titã. Crono rece­beu unia profecia de que um dia um de seus filhos o derrubaria, e assim começou a en­golir todos os filhos. Zeus, o mais novo, foi escondido pela mãe, Réia, sendo substituído por uma pedra. Quando Crono finalmente vomitou a pedra junto com todos os outros filhos, Zeus liderou-os numa rebelião e tornou-se chefe dos deuses.

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ASTROLOGIA DO DESTINO Liz Greene

Por que o conceito de destino parece quase ofensivo ao leitor ocidental moderno? Por que tem sido relacionado com perda do li­vre-arbítrio, perda do autocontrole, sensação de incapacidade. de humilhação e de impotência? Por que o significado do destino se distanciou tanto do seu conceito irmão, o conceito de Karma?

Nesta obra-prima, Liz Greene analisa o tema do destino em pro­fundidade, transmitindo-nos uma percepção mais ampla do seu sig­nificado e definindo-o como o desdobramento de processos natu­rais e não como um encadeamento inexorável de acontecimentos pre­determinados ou preorganizados que traçariam o roteiro de toda uma vida. Nessa mesma linha de pensamento, a autora afirma que perdemos o contato com a Natureza e com a lei natural e que en­tender nosso destino significa entender nosso relacionamento com as leis que regem o Universo.

Sempre que surge alguma preocupação no que toca ao destino, a mesma preocupação surgirá paralelamente em relação à astrologia. pois o conceito de destino tem origem na visão de um cosmos har­moniosamente interligado. Fazendo uso de mitos, lendas, sonhos. contos de fada e literatura, Liz Greene amplia o significado do des­tino, dos trânsitos astrológicos e das configurações natais. Ela ex­plora os signos do zodíaco como sendo o retrato de uma jornada mítica, a jornada do herói, na qual os significados míticos estão ligados ao destino das pessoas.



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