Os principais pintores do futurismo são: G. Balla



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O futurismo é uma das poucas vanguardas sobre o qual temos o local e a data sua fundação: Paris 20 de Fevereiro de 1909, data de publicação.

Os principais pintores do futurismo são: G.Balla Umberto Boccioni, Carlo Carrá e Luís Russolo, Filipo Marinetti e Gino Severini.



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Umberto Boccioni (Reggio di Calabria, 1882 - Verona, 1916) foi um pintor e escultor italiano, do movimento futurista. É talvez o mais célebre futurista europeu.

Estudou pintura impressionista e pós-impressionista em Paris, e depois em Veneza, na Academia de Belas Artes. Realizou actividades de ilustrador e produtor de cartazes. Foi aluno de Giacomo Balla, outro integrante da vanguarda futurista.

Boccioni começa a realizar esculturas a partir de 1912. A maioria de suas obras eram realizadas em gesso, e muitas foram destruídas. A sua escultura Formas Únicas de Continuidade no Espaço é um marco do movimento futurista e da cultura do modernismo europeia, sinónimo de vanguarda e inovação, colocando-o na linha frontal da História de Arte da primeira metade do século XX. A escultura aparece no verso de algumas moedas italianas. Publicou diversos textos sobre a estética Futurista, onde destaca-se o livro Pittura Scultura Futuriste, que concentra todo o ideário artístico do movimento, escrito em 1914. Boccioni falece em 1916, em Sorte, Verona, devido a uma queda de cavalo.

Fig2 Formas Únicas de Continuidade no Espaço, Umbero Boccioni 1913.

Boccioni executou vários modelos em bronze daquela que uma das obras mais significativas da expressão plástica futurista.

Traduzindo uma ideia de escultura espacial, a obra consegue uma eficaz aproximação aos conceitos de dinamismo e simultaneidade.

O que Boccioni tenta representar são os efeitos da velocidade, ou as sensações dinâmicas, sobre a matéria e sobre o corpo.



Santa-Rita Pintor, revista "Portugal Futurista", 1917



Guilherme de Santa-Rita, em 1912 era bolseiro de Belas-Artes em Paris (posição que perdeu em Setembro de 1912, devido às suas ideias monárquicas, em conflito com o embaixador republicano João Chagas), com apenas 23 anos de idade, viu a exposição dos futuristas italianos e aderiu ao movimento.

Sá-Carneiro escrevia sobre o pintor de Paris de 1912 a 1915, a Fernando Pessoa, classificando-o como "imperialista", "ultra monárquico" e "vaidoso". Em 1914, faz dele a personagem Gervásio Vila-Nova, no romance "Confissão de Lúcio".

Em Setembro de 1914, Santa-Rita regressa a Lisboa, propondo-se editar, com procuração do autor, os manifestos de Marinetti.

Em Lisboa Santa-Rita foi o motor do incerto movimento futurista português.

O futurismo celebra os signos do novo mundo: a velocidade, a comunicação de massa, a industrialização. Sua ideia é a de que a arte deve lidar com a realidade contextual de maneira radical, recriando-a em termos formais. Se o mundo actual é dinâmico e imediatista, cabe à arte sê-lo também. Os italianos Umberto Boccioni e Giacomo Balla e o francês Fernand Léger fazem arte futurista. Mais tarde, suas inovações quanto ao dinamismo da obra de arte levam à criação da arte cinética de Naum Gabo, Anton Pevsner, Laszlo Moholy-Nagi e outros, que usam a sucessão de linhas e planos paralelos para dar a ideia de movimento.



Técnicas utilizadas no futurismo, pintura a óleo e esculturas de metal.

Trabalho de : Hugo Vieira/Andreia Moura 25/08/09


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