Os principios e



Baixar 22.04 Kb.
Encontro06.08.2016
Tamanho22.04 Kb.

GLORIOSA MENSAGEM



"Todo aquele que invocar o Nome de YAOHU será salvo." (Atos 2.21 )




ESTUDOS À LUZ DAS ESCRITURAS:




OS PRINCIPIOS E
O PERDÃO.

Caso ainda não tenha ouvido falar da importância dos Nomes originais em hebraico, sugerimos que você inicie os estudos disponíveis neste site, pelo estudo – Santificado seja o Teu Nome – disponível em nossa tabela de estudos.




OS PRINCÍPIOS E O PERDÃO

ManYAOHU (Mat-us) 18:23-35
É de extrema clareza a vontade de YAOHU UL quanto ao perdão em seus diversos aspectos. Há alguns aspectos a serem considerados nesta questão que é bem ampla; entretanto, nosso objetivo principal é o de estudar o relacionamento do perdão com os princípios, ou melhor dizendo, a origem do perdão nos princípios fundamentais de luz. Os aspectos a serem considerados são:
1 - Perdão das ofensas dos homens.

2 - Perdão de ofensas inexistentes, tanto dos homens quanto

de YAOHU UL.

3 - Pedido de perdão das nossas ofensas aos homens e a

YAOHU UL.

4 - Restituição da parte ofendida. (Arrependimento de Zaqueu).

Quando alguém nos ofendeu ou se tornou nosso devedor, nos colocou numa posição de superioridade em relação a si. Deu-nos o direito de cobrar, exigir e até mesmo punir. Ele tem algo nosso com ele que nos dá o direito de usar todos os meios para reave-lo, para sermos ressarcidos da perda. Podemos forçar nosso devedor a vender seus bens para nos pagar, podemos lançá-lo na prisão, podemos arquitetar planos de vingança, enfim, há um sem número de atitudes que a posição de superioridade que nos foi conferida pela dívida ou ofensa nos faculta. Quem está nessa posição, a de credor, tem a faculdade de exercer juízo sobre seu devedor ou ofensor, e quem exerce juízo é juiz.

Temos porém entendido, que os princípios de luz (humildade, submissão e dependência) nos apontam sempre para o lugar de baixo e não para o lugar de cima. Não há prazer no humilde em estar em posição de superioridade. Quando exercemos autoridade, o fazemos apenas por ministério, por serviço a YAOHU UL no seu coração abençoador, jamais por prazer. Estar por cima é incômodo para o humilde tanto quanto o é estar por baixo para o soberbo. Se a dívida ou ofensa de alguém nos colocou em posição de superioridade, é de se esperar que o humilde deseje se livrar deste incômodo rapidamente, e que o soberbo busque eternizar esse prazer.

Há duas formas de desfazer esta situação de superioridade: a primeira é pela quitação da dívida; a segunda, é pelo perdão da dívida. Nem sempre é possível quitar uma dívida ou retratar uma ofensa, no seu todo, ou em parte. Quando não há como pagar, só restam as opções da punição, ou do perdão.

Numa situação de dívida ou ofensa há sempre duas partes e duas questões a serem consideradas: a do credor, ou ofendido, e a do devedor ou ofensor. Consideremos primeiramente a parte do credor, ou ofendido.

A humildade sempre nos conduz ao lugar de baixo, nunca aos lugares superiores. Todo prazer de uma posição de superioridade é proveniente da soberba. É de se esperar que o humilde procure desfazer logo esta situação de superioridade na qual se viu envolvido em função da ofensa que recebeu, que abandone logo a posição de juiz e a entregue para aquele que é o verdadeiro Juiz, YAOHU UL, nosso ULHIM, a quem pertence toda a vingança e juízo. Se nos colocamos na posição de juizes e vingadores estamos usurpando atribuições de ULHIM, e usurpação só provém de soberba.

YAOHU UL sempre espera que voluntariamente nos humilhemos e vivamos em humildade; portanto YAOHU UL espera que realmente procuremos nos desfazer desta posição de superioridade. Como? Perdoando toda dívida de imediato e unilateralmente. Quando perdoamos, nós liberamos o devedor de sua dívida e, com isso, de estar sujeito (em condição de inferioridade) a nós, credores, e entregamos o caso totalmente a YAOHU UL, o Juiz perfeito. O perdão rasga a promissória, desfaz todos os registros legais da dívida ou ofensa.

Quando retemos o perdão, é a soberba que está atuando no coração e os males que ela produz são incalculáveis. Aquele que não perdoa não sabe que maiores males está trazendo para si próprio do que para o ofensor de quem quer se vingar. A soberba no coração produz toda sorte de doenças espirituais, psíquicas e físicas. Toda espécie de ação espiritual de cura está sempre relacionada com perdoar ou ser perdoado. A falta de perdão é um produto da soberba, princípio de trevas. O perdão procede da humildade, princípio de luz. Me parece obvio que Aquele que é 100% humildade, tenha sido também 100% perdão, enviando o Seu próprio Filho, YAOHUSHUA, para pagar todas as nossas dívidas.

Consideremos agora a parte do ofensor ou devedor.

Quando ofendemos ou somos devedores sem ter como pagar, estamos em situação de inferioridade, sujeitos às deliberações de nossos credores. Dependemos de sua misericórdia em nos perdoar e nos liberar de dívidas impagáveis, e não receber as punições devidas pela ofensa ou dívida não quitada.

Nessa questão a humildade atua de modo a reconhecer a condição de devedor ou ofensor, certificar-se da impossibilidade de quitação total ou parcial da dívida ou retratação da ofensa, e sujeição ao credor em dependência da misericórdia. Quando, pela humildade, reconhecemos nossa ofensa e pedimos perdão, estamos nos colocando em baixo, nos sujeitando ao credor e, como acontece com todo o que vive e pratica a humildade, estamos contratando os serviços de defesa do maior Advogado do universo, YAOHUSHUA.

Quando nos humilhamos, nos arrependemos e pedimos perdão, imediatamente o nosso credor passa a se entender com o nosso Advogado, não mais conosco. O pedido de perdão traz embutida, implícita, uma afirmação que só em humildade podemos fazer: "Eu errei". O soberbo não admite errar. Reconhecer o erro, para o soberbo, é extremamente difícil e doloroso. Fere a sua falsa auto-imagem de perfeição e superioridade.

A expressão destacada acima "sem ter como pagar" deve receber algumas considerações pertinentes, e nesse caso, nos referiremos às escrituras em Lucas 19:1-10. O verso 2 nos afirma que Zaqueu era rico. Zaqueu passou por uma verdadeira conversão num encontro com YAOHUSHUA, e, em conseqüência, um grande arrependimento de sua vida passada lhe aflorou do coração em palavras. Suas palavras mostraram um arrependimento, entre outros não registrados, do pecado de defraudar pessoas e tirar lucro disso. A ação do arrependimento de Zaqueu provocou em seu coração o desejo de restituição, e até quadruplicada. Zaqueu podia, era rico. Sua ação de arrependimento foi aprovada por YAOHUSHUA.

Quando temos como restituir, ainda que em parte o nosso credor (ou credores), devemos fazê-lo. Imaginemos que eu atropelo uma pessoa e com isso sua perna é fraturada. Então eu salto do carro, vou até a pessoa e digo: me perdoe, eu errei. Então dou meia volta, entro no carro e deixo lá a pessoa caída no chão, sem ter como andar. Que você acha disso? Muito estranho, não? Muito pouca consciência da responsabilidade sobre o dano. O perdão atua, e deve atuar, naquilo que não temos como pagar. Nosso pedido de perdão não nos libera da responsabilidade de restituirmos aquilo que estiver em nossas mãos para fazê-lo, como Zaqueu tinha em mãos o necessário para restituir os que foram defraudados. É de se esperar, pela retidão, que o atropelador, no caso, socorra sua vítima, o encaminhe a um hospital e se incumba das despesas a seu alcance para o tratamento.

Nossas ofensas contra YAOHU UL são impagáveis, porquanto o salário do pecado é a morte; contudo, há muitas ofensas e dívidas pagáveis aos homens no seu todo ou em parte, e é dever do arrependido se responsabilizar por elas.

Ainda um último aspecto a abordarmos é a questão do perdão de ofensas não cometidas.

É muito comum a soberba tornar o coração de um homem ofendido gratuitamente, simplesmente por alguém, ou até mesmo YAOHU UL, ter agido de forma diferente do que sua soberba determinava.

YAOHU UL nunca erra, é perfeito, bom, misericordioso, justo, compassivo; entretanto há muitos que estão indignados contra o Altíssimo por "discordar dEle" devido à soberba de seus corações, por YAOHU UL ter dado um tratamento a algum aspecto de sua vida, diferente do que era esperado.

Também os homens fazem e dizem coisas diferentes do que esperamos ou entendemos que deveria ser dito. Nenhum desses casos, na realidade se constitui em ofensa. A soberba é que cria uma ofensa imaginária, devido aos seus planos ou conceitos não terem sido acatados. O soberbo tem uma facilidade extrema de se ofender com tudo e com todos. Todos os pontos não concordantes são motivos para se sentir ofendido. A posição de ofendido é uma posição de superioridade (quando a ofensa é real), e o soberbo ao se ofender com facilidade busca trazer os outros para baixo de si, em busca de perdão. Apesar da análise da origem da misericórdia na humildade não ser ainda parte deste estudo, gostaria de encerrar este capítulo com uma importante afirmativa: não há misericórdia na soberba. Exercer misericórdia só é possível com humildade no coração.




www.estudosescriturais.net.br




Compartilhe com seus amigos:


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal