Os processos cognitivos



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TEMA II | EU


  1. Os processos cognitivos:

  1. Integram aspetos ligados com a dimensão afetiva e sentimental das nossas vivências.

  2. Incluem aspetos relacionados com a criação, transformação e utilização de informação.

  3. Abrangem os aspetos associados às intenções e ao esforço direcionado para objetivos.

  4. Referem-se à determinação que colocamos na realização de um projeto.




  1. Os processos cognitivos não incluem:

  1. Atenção.

  2. Memória.

  3. Aprendizagem.

  4. Emoções.




  1. A sensação:

  1. Corresponde ao processo cognitivo que produz as representações mentais.

  2. É o processo ativo de organização e interpretação das informações sensoriais.

  3. Confere sentido e significado à informação sensorial.

  4. É a reação dos órgãos recetores sensoriais aos estímulos do meio.




  1. A interposição (por exemplo, a oclusão parcial da pirâmide pela esfinge) é um indicador:

  1. Binocular de profundidade que permite avaliar distâncias relativas.

  2. Monocular de profundidade que permite avaliar distâncias relativas.

  3. Monocular de profundidade que recorre à estereoscopia.

  4. Binocular de profundidade que permite avaliar o limiar absoluto.



  1. Tendemos a completar percetivamente os objetos que apresentam lacunas, de acordo com esta lei da perceção:

  1. Semelhança.

  2. Fechamento.

  3. Proximidade.

  4. Continuidade.




  1. Através do dispositivo precipício visual, Eleanor Gibson e Richard Walk:

  1. Provaram que a perceção de profundidade se adquire através da experiência.

  2. Mostraram que a perceção de profundidade está presente desde muito cedo.

  3. Mostraram que bebés com menos de dois meses não têm perceção de profundidade.

  4. Provaram que bebés com menos de seis meses não têm perceção de profundidade.




  1. Este tipo de memória permite conservar as características físicas de um estímulo durante algumas frações de segundo, tornando possível, por exemplo, perceber a direção do vento ou a origem de um ruído.

  1. Memória de curto prazo.

  2. Memória de trabalho.

  3. Memória de longo prazo.

  4. Memória sensorial.




  1. A duração deste tipo de memória não ultrapassa, regra geral, os 20 segundos, embora possa ser ampliada através da repetição.

  1. Memória sensorial.

  2. Memória de longo prazo.

  3. Memória de curto prazo.

  4. Memória procedimental.




  1. Não faz parte do conjunto de memórias explícitas ou declarativas.

  1. Memória autobiográfica.

  2. Memória episódica.

  3. Memória procedimental.

  4. Memória semântica.




  1. Não faz parte do conjunto de memórias procedimentais.

  1. Saber qual foi a senha usada no 25 de Abril.

  2. Saber cantar a contrassenha usada no 25 de Abril.

  3. Saber ir de bicicleta de casa até à escola.

  4. Saber atar os cordões das sapatilhas




  1. É-me possível manter uma conversa numa festa ruidosa, pois, graças a este tipo de atenção, posso concentrar-me em alguns estímulos e ignorar outros. Falamos de:

  1. Atenção dividida.

  2. Atenção alternada.

  3. Atenção separada.

  4. Atenção seletiva.




  1. Desenvolver uma falsa memória a partir de uma história que se escutou a propósito de uma fotografia da nossa infância corresponde, segundo Daniel Schacter:

  1. Ao pecado da má atribuição.

  2. Ao pecado da desatenção.

  3. Ao pecado da sugestionabilidade.

  4. Ao pecado do bloqueio.




  1. Segundo Daniel Schacter, é um pecado da memória conhecido como pecado da persistência. Falamos de:

  1. Ressurgimento de memórias indesejadas ou perturbadoras.

  2. Influência de conhecimentos atuais sobre as memórias.

  3. Deterioração da memória com o passar do tempo.

  4. Atribuição de uma memória à fonte errada.




  1. De acordo com a psicóloga Elisabeth Loftus, é possível levar alguém a confessar e a acreditar ter cometido um crime que não cometeu.

  1. Falso, pois é perfeitamente possível alterar recordações e implantar falsas recordações.

  2. Verdadeiro, pois é impossível alterar recordações e implantar falsas recordações.

  3. Falso, pois é impossível alterar recordações e implantar falsas recordações.

  4. Verdadeiro, pois é perfeitamente possível alterar recordações e implantar falsas recordações.



  1. A definição de aprendizagem exclui:

  1. Alterações de comportamento estáveis e duradouras.

  2. Alterações de comportamento determinadas biologicamente.

  3. Conhecimentos teóricos e habilidades motoras.

  4. Conhecimentos incorretos e maus hábitos.




  1. Neste tipo de aprendizagem, a resposta do indivíduo resulta do emparelhamento não intencional entre dois estímulos. Falamos de:

  1. Condicionamento operante.

  2. Aprendizagem por insight.

  3. Condicionamento clássico.

  4. Aprendizagem por observação.




  1. Durante a aprendizagem por condicionamento pavloviano:

  1. O sujeito utiliza o seu comportamento como meio para atingir um objetivo.

  2. O sujeito reage de forma deliberada a um estímulo condicionado.

  3. O sujeito resolve problemas recorrendo a mapas cognitivos.

  4. O sujeito responde de forma mecânica a um estímulo condicionado.




  1. Ivan Pavlov:

  1. Provou que também os seres humanos podiam aprender por condicionamento.

  2. Mostrou que os não humanos podiam aprender respostas por condicionamento.

  3. Provou que os seres humanos podiam aprender respostas através de reforços.

  4. Mostrou que os não humanos podiam aprender respostas por tentativa e erro.




  1. Os teus resultados no final do período foram acima das expectativas, vais por isso poder inscrever-te no grupo de teatro como tanto querias. Falamos de:

  1. Reforço negativo.

  2. Punição positiva.

  3. Punição negativa.

  4. Reforço positivo.




  1. A aprendizagem por insight corresponde a uma forma de aprendizagem que implica:

  1. Compreensão súbita e é distinta da aprendizagem por tentativa e erro.

  2. Observação e imitação e é semelhante à aprendizagem por tentativa e erro.

  3. Observação e imitação e é distinta da aprendizagem por tentativa e erro.

  4. Compreensão súbita e é semelhante à aprendizagem por tentativa e erro.




  1. De acordo com Edward Tolman:

  1. A aprendizagem faz-se por insight ou compreensão súbita.

  2. A aprendizagem faz-se de forma latente após o reforço.

  3. A aprendizagem faz-se de forma latente mesmo antes do reforço.

  4. A aprendizagem faz-se por observação e imitação.




  1. Esta teoria nasceu com o psicólogo Albert Bandura e diz que não aprendemos unicamente através de mecanismos reflexos ou das consequências dos nossos comportamentos. Falamos de:

  1. Condicionamento pavloviano.

  2. Aprendizagem por observação.

  3. Condicionamento operante.

  4. Aprendizagem por insight.




  1. Distingue-se de outros tipos de aprendizagem por assentar na imitação e, portanto, no facto de sem ela alguns comportamentos dificilmente serem aprendidos. Falamos de:

  1. Aprendizagem por observação, desenvolvida por Albert Bandura.

  2. Condicionamento operante, desenvolvido por Albert Bandura.

  3. Aprendizagem por observação, desenvolvida por Burrhus Skinner.

  4. Condicionamento operante, desenvolvido por Burrhus Skinner.




  1. Acreditava que todo o comportamento inteligente tinha por base um único fator geral. Falamos de:

  1. Louis Thurstone, defensor da teoria bifatorial da inteligência.

  2. Charles Spearman, criador da teoria multifatorial da inteligência.

  3. Charles Spearman, criador da teoria bifatorial da inteligência.

  4. Louis Thurstone, defensor da teoria multifatorial da inteligência.




  1. Howard Gardner desenvolveu um conjunto de investigações que o conduziram:

  1. À constatação da interdependência entre as diferentes capacidades cognitivas.

  2. À constatação da independência entre as diferentes capacidades cognitivas.

  3. À constatação de que a inteligência é uma combinação de sete inteligências.

  4. À constatação de que a inteligência é uma súmula de três inteligências.




  1. Uma das seguintes afirmação não descreve corretamente as emoções.

  1. As emoções podem gerar sentimentos.

  2. As emoções são públicas, isto é, observáveis pelos outros.

  3. As emoções não requerem necessariamente consciência.

  4. As emoções são todas inatas.




  1. Uma das seguintes afirmação não descreve corretamente os sentimentos.

  1. Os sentimentos são públicos, isto é, observáveis pelos outros.

  2. Os sentimentos são privados, isto é, não observáveis pelos outros.

  3. Os sentimentos possuem uma relação privilegiada com consciência.

  4. Os sentimentos distinguem-se das emoções pelo seu caráter subjetivo.




  1. São três as componentes das emoções, entre elas a comportamental, que se relaciona com:

  1. A interpretação e significado atribuídos aos estímulos sensoriais.

  2. A ativação do sistema nervoso e do sistema endócrino.

  3. Os aspetos menos observáveis da emoção.

  4. Os aspetos diretamente observáveis, por exemplo, a expressão facial.




  1. Qual das seguintes tarefas não pode ser atribuída à amígdala cerebral?

  1. Elaboração de planos e tomada de decisão.

  2. Geração de respostas condicionadas de medo.

  3. Reconhecimento de expressões faciais de temor.

  4. Coordenação de respostas apropriadas face à ameaça.




  1. Este investigador descobriu um atalho neural que explica como a amígdala cerebral pode assumir o controlo sobre o que fazemos muito antes de o cérebro pensante, o córtex, tomar uma decisão.

  1. António Damásio.

  2. Joseph LeDoux.

  3. Richard Davidson.

  4. Paul Ekman.




  1. Elliot e Gage, depois das lesões que sofreram:

  1. Tomam, regra geral, decisões vantajosas para si e para os outros.

  2. Mantêm intacta a sua capacidade para elaborar planos e tomar decisões.

  3. Mantêm intacta a sua capacidade para dominar a lógica.

  4. Tomam decisões desvantajosas para os outros, mas não para si mesmos.




  1. Segundo António Damásio:

  1. Face às várias opções possíveis, o rigor lógico do raciocínio garante a melhor decisão.

  2. A tomada de decisão é obra da razão e, regra geral, é vazia de conteúdo emocional.

  3. Face às várias opções possíveis, o rigor lógico do raciocínio não garante a melhor decisão.

  4. A tomada de decisão é obra da emoção e, regra geral, é vazia de conteúdo racional.




  1. Formulou a hipótese dos marcadores somáticos. Falamos de:

  1. Richard Davidson.

  2. Joseph LeDoux.

  3. António Damásio.

  4. Paul Ekman.




  1. Uma das teses que se seguem é rejeitada por Paul Ekman:

  1. As emoções, tal como as expressões que as acompanham, são produtos culturais.

  2. As expressões faciais associadas a cada emoção básica são distintas entre si.

  3. Existem regras de exibição que condicionam a manifestação emocional.

  4. Algumas emoções estão presentes e são reconhecidas universalmente.




  1. As emoções secundárias, ao contrário das emoções primárias:

  1. São universais, evolutivas e partilhadas por pessoas de todas as culturas.

  2. Manifestam-se através de expressões faciais transversais a todas as culturas.

  3. Reúnem emoções fundamentais para a vida social,como a culpa e a vergonha.

  4. Reúnem emoções fundamentais para a sobrevivência, como o medo e a ira.




  1. Em 1999, à terceira tentativa, o alpinista João Garcia atingiu o cume do Evereste. O feito custou-lhe parte do nariz e alguns dedos de uma mão. A subida ao Evereste enquadra-se no contexto:

  1. Dos motivos pessoais, primários ou orgânicos.

  2. Dos motivos fisiológicos, primários ou orgânicos.

  3. Dos motivos pessoais, sociais ou secundários.

  4. Dos motivos fisiológicos, sociais ou secundários.




  1. Os processos conativos:

  1. Incluem todos os comportamentos motivados, das tendências às intenções.

  2. Referem-se aos motivos primários que dirigem o organismo para a autoconservação.

  3. Incluem os comportamentos dirigidos para a satisfação de necessidades básicas.

  4. Referem-se à dimensão consciente e intencional da conduta dirigida.




  1. Este tipo de teorias explicativas da motivação excluíram a importância dos fatores aprendidos. Falamos de:

  1. Teorias cujo enfoque foi colocado nos aspetos biológicos.

  2. Teorias cujo enfoque foi colocado nos aspetos psicológicos.

  3. Teorias cujo enfoque foi colocado nos aspetos culturais.

  4. Teorias cujo enfoque conciliou aspetos biológicos e psicológicos.




  1. O teste dos marshmalows:

  1. Avalia a capacidade de adiar gratificações e foi criado por Abraham Maslow.

  2. Organiza hierarquicamente as necessidades e foi criado por Walter Mischel.

  3. Organiza hierarquicamente as necessidades e foi criado por Abraham Maslow.

  4. Avalia a capacidade de adiar gratificações e foi criado por Walter Mischel.




  1. O teste dos marshmallows revela que o autocontrolo:

  1. É um comportamento natural que não exige esforço consciente.

  2. Não é um comportamento natural, antes exige esforço consciente.

  3. Está presente no comportamento da maioria das crianças testadas.

  4. Está presente no comportamento da maioria dos rapazes testados.




  1. O João sente-se triste quando não recebe «gosto» nas suas publicações no Facebook. Falamos de:

  1. Necessidade de estima.

  2. Necessidade de segurança.

  3. Necessidade de autorrealização.

  4. Necessidade de afeto.




  1. Não corresponde às necessidades de défice:

  1. Necessidade de segurança.

  2. Necessidade de autorrealização.

  3. Necessidades fisiológicas.

  4. Necessidade de afeto.


  1. A pirâmide de Abraham Maslow inclui cinco patamares organizados hierarquicamente por esta ordem (das necessidades mais importantes para as menos importantes):

  1. Necessidades fisiológicas, de segurança, de estima, de afeto e de autorrealização.

  2. Necessidades de autorrealização, de afeto, de estima, de segurança e fisiológicas.

  3. Necessidades fisiológicas, de segurança, de afeto, de estima e de autorrealização.

  4. Necessidades de autorrealização, de estima, de afeto, de segurança e fisiológicas.




  1. A proposta de Abraham Maslow:

  1. Explica condutas humanas complexas como a prática de desportos radicais.

  2. Deixa de fora uma parte importante das condutas motivadas do ser humano.

  3. Deixa de fora uma parte importante das necessidades fisiológicas do ser humano.

  4. Explica condutas humanas complexas como as greves de fome em nome de ideais.




  1. Não desempenha um papel fundamental no comportamento motivado:

  1. Hipotálamo.

  2. Córtex cerebral.

  3. Sistema límbico.

  4. Tálamo.




  1. O psicólogo gestaltista Karl Duncker criou um teste conhecido como:

  1. Teste da vela.

  2. Teste dos marshmallows.

  3. Teste do precipício visual.

  4. Teste do efeito autocinético.




  1. Nos países em desenvolvimento, face à escassez de bens, é frequente os brinquedos resultarem de reutilização de embalagens, por exemplo, caixas, latas ou garrafas. Falamos de:

  1. Pensamento convergente, pois trata-se de uma resposta atípica e inovadora.

  2. Pensamentos divergente, pois trata-se de uma resposta baseada na lógica.

  3. Pensamento divergente, pois trata-se de uma resposta atípica e inovadora.

  4. Pensamento convergente, pois trata-se de uma resposta baseada na lógica.




  1. Se precisarmos de aquecer um alimento utilizamos o fogão ou, existindo em nossas casas, o micro-ondas. Falamos de:

  1. Pensamento convergente, pois trata-se de uma resposta baseada na lógica.

  2. Pensamento convergente, pois trata-se de uma resposta atípica e inovadora.

  3. Pensamentos divergente, pois trata-se de uma resposta baseada na lógica.

  4. Pensamento divergente, pois trata-se de uma resposta atípica e inovadora.




  1. Se quisermos conhecer o nosso eu ideal, as nossas pretensões e aspirações, devemos perguntar:

  1. Como me descrevo?

  2. Como gostaria de ser?

  3. Como me avalio?

  4. Quem sou eu?



  1. Diz respeito ao modo como nos avaliamos. Falamos de:

  1. Autoimagem.

  2. Autoconceito.

  3. Autoestima.

  4. Eu ideal.




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