Pagina 11 do livro introduçÃo um fuxico para os leitores



Baixar 14.63 Kb.
Encontro01.08.2016
Tamanho14.63 Kb.


Pagina 11 do livro
INTRODUÇÃO

Um fuxico para os leitores

Olá, pessoal! Deixe eu lhes falar, antes de vocês começarem a ler, um pouco de mim e em que atmosfera fora criado esse maravilhoso livro. Meu nome é Ben Rogers. Ben quer dizer “filho” em hebraico, Rogers em teutônico (germano) quer dizer “famoso na lança”, ou “famoso na espada”; traduzindo numa linguagem figurativa, significa famoso na escrita, no falar.

Vim de uma terra tão, tão distante que nem quero falar. Queria ter nascido em Londres, num dia radiante de sol, pois acho tristes os dias de chuva — mas é nesses dias que mais estou inspirado. Não sou famoso, nem tampouco desconhecido; tem sempre alguém que me conhece. Não sou formado em nenhuma faculdade, ainda, sou apenas estudante de teologia. Onde, no silêncio da noite, em meu quarto, escrevo minhas histórias fabulosas, que logo, logo serão de vocês também.

O meu engenho literário revelou-se ainda em minha adolescência, quando compunha versos, de improviso, para agradar a minha amada; sendo assim, não fico muito à vontade em mostrar a vocês. Logo depois, comecei a escrever histórias para divertir alguns amigos.

Este dom, que Deus me concedeu, esteve guardado por muitos anos e agora apresenta-se de forma admirável. A vocação pela arte de escrever robusteceu-me fortemente aos meus 19 anos, quando comecei a estudar, de forma exagerada, literatura. Adorava disputar entre alguns amigos quem era capaz de dar continuidade a livros clássicos como: À volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne, e Alice no país das maravilhas, — de Lewis Carroll, o qual estudei por quase sete anos a obra e dei uma continuidade.

Este é um livro em que os curiosos terão a magia de poder ler quantas vezes quiserem. Isto vale para os que não são curiosos também. Ele foi criado com bastante sacrifício, porque surgia, de todos os lados, um barulho para me atrapalhar: no meu quintal, por exemplo, canta um galo, que é da minha vizinha do lado, às duas e meia da madrugada; o cachorro, do vizinho da frente, latia mais que o normal e, quando penso estar de volta ao silêncio, surge uma briga de dois passarinhos em cima do meu telhado; um gato mia; meu primo, que dorme ao meu lado,no quarto, falava dormindo; para completar, o telefone toca... Espere aí pessoal! Acho que tem algo de errado nessa história toda. Vou corrigir: e no barulho da noite, quando meu primo e os animais fazem muito barulho, o telefone toca, fazendo mais barulho ainda e, quando eu atendo, ninguém fala; eu escrevo histórias. Agora, sim, ficou mais compatível, vocês não acham?

Este é o meu primeiro livro de ficção, com um gostinho de realidade em seu último conto. Meu objetivo não é apenas criar tramas que entretêm, divertem, excitam a emoção, e sim que tragam alguns ensinamentos. Quando descrevi a identificação profunda entre os bichos, de algum modo, conduzi à harmonia antiga do tempo em que os bichos falavam com os homens, uma época maravilhosa de fantasia, que surge nos contos do mundo inteiro. Tenho a plena certeza de que ainda temos muito que aprender com a natureza, principalmente com os animais. As histórias deste livro nos arrebatam, desde as primeiras páginas, não nos restando alternativas, senão, juntos, desbravarmos de peito aberto todas as manifestações desses personagens, uns ingênuos, outros ariscos, outros com medo de sua própria imaginação.

A árvore que queria conhecer o mundo”. A Natureza é a grande protagonista nesta história. É uma aventura em que os personagens falam sem precedentes! A árvore, que conta histórias da sua vida, o beija-flor dedicado, uma formiguinha valente e mentirosa, uma astuta raposa, uma árvore rabugenta e outra que sabe dar bons conselhos, mas pensa que devemos aprender a nossa própria lição. São alguns dos componentes da natureza que compõem esta comovente história.

Como toda estória fabulosa, “A árvore que queria conhecer o mundo” tem um caráter moralista. Mas uma grande marca deste conto poderia ser a religiosidade, pois, com o seu final inesperado e criativo, eu relato as principais ideias dogmáticas do cristianismo: amor, perdão, paciência, fraternidade, respeito e, principalmente, crença em Deus. Esta história mostra que se pode juntar fantasia com realidade, sem atrapalhar o mundo real.

“O gato que tentou comer o rato”. Uma história engraçada e, ao mesmo tempo, desafiante! Bichano e Nino, dois gatos amigos, desafiam-se numa caçada. Bichano decide apostar se Nino consegue pegar ou não o rato que mora na mesma casa que ele, mas se Nino não conseguir, deve tomar um belo e temível banho de espuma na banheira, da qual ele não gosta, mas, se ele conseguir, Bichano deverá dar por um ano a sua ração premiada! Este é o tipo da história que, quanto mais se lê, mais divertida fica. Cada frase foi criada e formalizada para que você não saia do ritmo da diversão — suas frases são inteligentes e velozes. Quando você for impactado pela aventura, rapidamente virá o fim, mas um fim com um gostinho de quero mais.

O desenrolar da trama mostra o quanto os personagens foram “humanizados”, fazendo, assim, a leitura mais interessante! E, obviamente que o rato, também, mostra-se bastante inteligente, tentando livrar-se das investidas de Nino. A comediante história gira em volta da velha briga: gato versus rato.

Quem se sairá melhor, o gato ou rato? O rato sobrevive? Nino consegue comer o rato? Quem ganhará a aposta? Somente lendo esta incrível história para descobrir o seu final emocionante!

“Com medo do escuro”, com base em fatos reais; foram momentos vividos por meu avô e meu pai. A história marca um velho paradigma na vida de cada pessoa: ter medo do escuro, ou não tê-lo. Com um ar mais sério, este conto tem uma atmosfera de mistério e suspense, numa narrativa envolvente! Narrado em primeira pessoa, o livro começa com um thriller magnífico: “O que vou relatar para vocês vai ensinar, de certo modo, que o medo é apenas o pavor das coisas desconhecidas”.

Certamente, deixo minha opinião bem sutil a respeito do medo — de modo subjetivo no falar do protagonista Fábio. Mas, também, abro espaço para o leitor concordar, ou não, com minha opinião.



E você? Tem medo do escuro? Se tiver, leia; se não, também leia, pois, mesmo sendo uma história intrigante, não deixa de entrar no prazeroso universo das histórias do medo.

O livro possui 98 pagina.

São três contos-crônica.

Categoria Infanto-juvenil.

Sumario

1 – A árvore que queria conhecer o mundo.

2 – O gato que tentou comer o rato.

3 – Com medo do escuro.

Preço do livro 27,00 reais sendo que o frete é grátis.

Se houver interesse entre em contato:

Benrogers2011@yahoo.com.br

ou pelo site da Editora: www.biblioteca24x7.com.br

Lá está na categoria “Conto” e custa 29,52 + frete e pode dividir no cartão.


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal