Pcpr-ii/rn – 2a etapa plano de gestão ambiental



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ANEXO IV

“Planilha de Impactos Ambientais Associados a Subprojetos e Medidas Preventivas e/ou Mitigadoras”

Planilha de Impactos Ambientais Associados a Subprojetos e Medidas Preventivas e/ou Mitigadoras”



Descrição do Subprojeto

Nível de Impacto

Impactos

Potenciais

Medidas Preventivas e Mitigadoras

Pequenas barragens, açudes e canais


Médio / Baixo

-Alteração e/ou redução da vida silvestre;

-Desaparecimento de áreas de terras;


-Transformação do meio hídrico;

-Intensificação dos processos erosivos, provocando o assoreamento do reservatório e a contaminação e eutrofização das águas;

-Depleção do recurso hídrico por adução excessiva em relação ao volume d’água disponível;




-Projetar a obra considerando a necessidade de cumprir-se à legislação ambiental específica, no sentido de incluir a Área de Proteção Permanente – APP de 50 m (cinqüenta metros), em todo o perímetro da área inundável (toda esta área, incluindo a APP, deverá ser cercada ao final da obra, de modo a controlar o acesso de visitantes e animais, garantindo a qualidade da água);

-Evitar a localização em áreas de refúgio de espécies;

-Implementar medidas de conservação da fauna e flora no entorno do reservatório;
-Analisar e considerar alternativas para a redução do tamanho do reservatório, evitando inundar áreas de potencial agrícola;

-Reintegrar o canteiro de obras à paisagem local, recuperando as áreas de empréstimo e “bota-foras”;


-Controlar e corrigir eventuais pontos de erosão e instabilidade das encostas nas margens do reservatório;

-Colaborar no disciplinamento do uso e ocupação da bacia hidrográfica alimentadora;

-Limpar a bacia de acumulação, procedendo ao desmatamento total ou parcial da vegetação e, sempre que possível, evitando revolver o solo que servirá de fundo para o reservatório (a supressão da vegetação deverá ser executada rigorosamente de acordo com autorização do órgão ambiental);

-Promover o plantio de grama, macambira ou capim rasteiro na crista e no talude de jusante da barragem, de modo a proteger o maciço contra os processos erosivos em períodos chuvosos;

-Evitar o crescimento de árvores ao longo do maciço da barragem de modo a garantir a segurança operacional, integridade, resistência e estanqueidade do mesmo;

-Adotar medidas de controle e racionalização do uso de agrotóxicos na bacia de influência do reservatório.

-Adoção de critérios de projeto e de operação que garantam consumo da quantidade compatível com a capacidade suporte e qualidade da água.


Beneficiamento de castanha de caju

Médio / Baixo

Na construção:

- Localização inadequada;

- Excessos de resíduos de construção;

No funcionamento:

- Consumo massivo de lenha como combustível em processos de transformação;

- Corte de espécies nobres ou de valor extrativista para lenha;

- Contaminação dos cursos d’água por inadequação do esgotamento sanitário;

- Contaminação de produtos alimentícios processados;

- Acidentes pessoais ou lesões ocupacionais devido ao manuseio inadequado de produtos, falta de EPI (Equipamento de proteção individual) ou técnica inapropriada;

- Deposição de material rejeitado e resíduos de forma inadequada;



-Não localização em áreas de encostas, mantendo a distancia apropriada dos cursos d’água.;

-Projeto construtivo incluindo lay-out, projeto arquitetônico e projetos complementares, devidamente licenciados nos órgão competentes;

-Projeto de construção incluindo destino final do esgoto, aprovado pelo órgão competente;

-Aproveitamento do entulho para reaterro;


-Aproveitamento do material particulado na descarga/recepção da castanha em bruto, dependendo da qualidade/origem da castanha, misturando-o com matéria orgânica seca, tipo palha, para compostagem;

-Redução de resíduos sólidos através do incentivo ao uso de “tecnologias limpas” e da reciclagem de resíduos;

-Tratamento e disposição dos resíduos sólidos em conformidade com o regulamento para o manejo dos resíduos sólidos;

-Incentivar o uso de resíduos orgânicos em compostagem;

-Incorporação de resíduos orgânicos em solos pobre de matéria orgânica;

-Minimizar o ruído no processo de centrifugação e descortificação da castanha;

-Tratamento de águas residuárias na lavagem da castanha;

-Evitar, tanto quanto possível, a utilização de lenha como fonte de calor na geração de vapor e, com isso, eliminando ou minimizando a geração de material particulado (uma alternativa, já viável em alguns pontos do interior do RN, será a utilização do gás natural);

-Aproveitamento da borra/resíduo do líquido da castanha de caju (LCC) com o material da castanha no processo de cozimento;

-Especial atenção com a segurança dos funcionários no processo de manuseio manual da castanha (quebra), de forma a evitar graves queimaduras com o LCC;

-Promover e incentivar a correta utilização de proteção individual – EPI;

-Implementar medidas de controle de qualidade e normas estritas de higiene.





Beneficiamento / Processamento de frutas, legumes e hortaliças

Médio / Baixo

Na construção:

- Localização inadequada;

- Excessos de resíduos de construção;

No funcionamento:

- Consumo massivo de lenha como combustível em processos de transformação;

- Corte de espécies nobres ou de valor extrativista para lenha;

- Consumo excessivo de água no processamento da matéria prima, que pode conter produtos químicos residuais, como agrotóxicos e outros compostos;

- Geração de odores desagradáveis;

- Contaminação dos cursos d’água por inadequação do esgotamento sanitário;

- Contaminação de produtos alimentícios processados;

- Acidentes pessoais ou lesões ocupacionais devido ao manuseio inadequado de produtos, falta de EPI (Equipamento de proteção individual) ou uso de técnicas inapropriadas;

- Deposição de material rejeitado e resíduos de forma inadequada;



-Não localização em áreas de encostas, mantendo a distancia apropriada dos cursos d’água.;

-Projeto construtivo incluindo lay-out, projeto arquitetônico e projetos complementares, devidamente licenciados nos órgão competentes;

-Projeto de construção incluindo destino final do esgoto, aprovado pelo órgão competente;

-Aproveitamento do entulho para reaterro;


-Redução de resíduos sólidos através do incentivo ao uso de “tecnologias limpas” e da reciclagem de resíduos;

-Tratamento e disposição dos resíduos sólidos em conformidade com o regulamento para o manejo dos resíduos sólidos, evitando a geração de odores desagradáveis e a proliferação de insetos vetores de doenças;

-Incentivar o uso de resíduos orgânicos em compostagem ou produções de rações;

-Incorporação de resíduos orgânicos em solos pobre de matéria orgânica;

-Minimizar o ruído nos processos de beneficiamento;

-Tratamento de águas residuárias;

-Evitar, tanto quanto possível, a utilização de lenha como fonte de calor na geração de vapor e, com isso, eliminando ou minimizando a geração de material particulado (uma alternativa, já viável em alguns pontos do interior do RN, será a utilização do gás natural);

-Promover e incentivar a correta utilização de proteção individual – EPI;

-Implementar medidas de controle de qualidade e normas estritas de higiene.


Pequenos projetos de irrigação

Baixo

- Erosão, compactação e redução da fertilidade dos solos;

-Contaminação dos ecossistemas da região (solos, ar, água, fauna e flora);


-Redução da diversidade de espécies da fauna e flora;

-Redução de vazões de rios e riachos a níveis inferiores ao necessário à manutenção da fauna aquática;

-Poluição do ar por fumaça e material particulado, devido às queimadas;


Aumento das velocidades dos ventos, devido ao desmatamento;

-Contaminação ambiental devido à utilização e manuseio incorreto de agrotóxicos.





-Redução do emprego de maquinas agrícolas pesadas, diminuindo a pressão exercida sobre o solo;

-Adubação orgânica para a conservação e incremento dos níveis de matéria orgânica no solo;

-Cobertura do solo, para mantê-lo protegido das intempéries, podendo ser cobertura vegetal de plantas cultivadas (cobertura viva), ou mortas (cobertura morta);

-Cultivos integrados;

-Curvas de nível e terraços, especialmente em áreas inclinadas;

-Proteger corretamente os sistemas de drenos, evitando gradientes excessivos, nivelando o terreno para reduzir os riscos de erosão, com proteção e conservação dos taludes;

-Projetar adequadamente a lâmina de irrigação a ser aplicada;
-Observar e aplicar a Lei Estadual de Recursos Hídricos;

-Utilizar rotação de culturas;

-Utilizar variedades geneticamente resistentes;

-Utilizar controle biológico e/ou integrado de pragas;

-Evitar a utilização de agrotóxicos e, se necessário seu emprego, capacitar os produtores no uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPI), assim como na aplicação das dosagens tecnicamente recomendáveis;

-Evitar o lançamento de dejetos;

-Capacitar produtores / irrigantes para o uso de técnicas de irrigação ambientalmente sustentáveis.

-Escolher culturas adequadas ao ecossistema local;

-Utilizar práticas de cultivo de acordo com as características naturais do lugar;

-Evitar a utilização de áreas de refúgio de espécies;

-Evitar e/ou controlar o emprego de venenos;

-Manutenção da vegetação nativa nas áreas não utilizáveis para irrigação;

-Reflorestamento das áreas desmatadas e/ou degradadas;

-Preservação de áreas de valores ecológicos, paisagísticos e de lazer;


-Planificação e administração adequada das captações de água com vistas à irrigação, respeitando vazões mínimas para a manutenção da vida aquática;

-Evitar o desvio de cursos naturais de água;

-Proteger fontes e nascentes de água;

-Uso racional e eficiente da água evitando desperdícios;


-Evitar ao máximo a utilização da prática de queimadas e, havendo necessidade de utilizá-la, buscar orientação e aval da autoridade ambiental competente;

-Divisão da área agrícola em pequenas parcelas com implantação de quebra-ventos, transversalmente à direção principal dos ventos;

-Integrar o cultivo de árvores e arbustos à agricultura (agrossilvicultura e fruticultura);
-Capacitar produtores / irrigantes para o uso de técnicas de utilização correta dos agrotóxicos e dos equipamentos de proteção;

-Observar os preceitos do receituário agronômico e florestal, com as dosagens e recomendações técnicas pertinentes.



Criação de animais (ovinos, caprinos, etc)


Baixo / nenhum


-Eliminação e/ou redução da fauna e flora nativas;

-Deterioração da fertilidade e das características físicas do solo;


-Degradação de fontes de água utilizadas pelos rebanhos como bebedouros naturais;

- Geração de odores desagradáveis, proliferação de insetos e vetores, e risco de doenças de contato devido à contaminação pelos dejetos dos animais em currais ou em outros locais onde eles fiquem agrupados.


-Atentar para a biodiversidade da unidade produtiva;

-Estabelecer refúgios compensatórios para a fauna silvestre;

-Evitar ao máximo o desmatamento e as queimadas e, quando for estritamente necessário, buscar orientação técnica e licenciamento;
-Planejar e implementar estratégias de manejo de áreas para pastoreio (rotação de pastagens; limitação do número de animais por área, evitando o superpastoreio; e, controle da duração do pisoteio);

-Mesclar espécies para otimizar o uso da vegetação;

-Implementar o replantio e a produção de forragem;

-Evitar a compactação do solo;

-Restringir o acesso de animais às áreas instáveis (encostas);

-Adotar medidas de controle da erosão;


-Proteger as fontes naturais de água e restringir o acesso, evitando a contaminação e proliferação de doenças;

-Instalar bebedouros assépticos em locais estratégicos da unidade produtiva, juntamente com cochos de sal;

-Projetar as instalações de abrigo dos animais, observando a necessidade de ampla ventilação, iluminação, facilidade de limpeza e redução de acidentes;

-Divulgar e fiscalizar a adoção rotineira de cuidados sanitários básicos e de higiene;

-Projetar e instalar sistemas de coleta e destinação final de fezes e urina de animais (a depender do porte da criação, recomenda-se esterqueiras isoladas do acesso de outros animais e pessoas; ou, biodigestores, com o possível aproveitamento dos gases gerados, reduzindo o consumo de energia na propriedade rural);

-Instruir adequadamente o pessoal envolvido no trato direto com os animais e/ou com as operações de ordenha, para observar com rigor e incentivar os colegas de atividade, quanto ao uso de botas, roupas apropriadas e outros Equipamentos de Proteção Individual – EPI.



Piscicultura


Baixo / Médio


Na construção:

-Excessiva escavação

-Não adequação do projeto de tanque às condições locais.

-Destruição de manguezais e outras áreas costeiras e alagáveis;

-Alteração do fluxo e do volume de mananciais usados para abastecer tanques;

No funcionamento:

-Alta concentração de peixes em tanques;

-Uso excessivo de água e conseqüente descarte de efluentes líquidos (tanque com saída de água);

-Introdução de alevinos doentes capazes de interferir no ecossistema;

-Descarte de água direto no curso de água;

-Degradação da flora e da fauna do entorno de tanques;

-Poluição dos ecossistemas decorrentes do descarte de efluentes e produtos químicos usados;


-Criação de espécies exóticas capazes de interferir no ecossistema;

-Competição entre espécies;

-Extinção de espécies nativas;
-Incremento do nível de carbono, nitrogênio e fósforo no corpo d’água utilizado (tanque-rede em açudes e lagoas);


-Evitar a construção de tanques em áreas de várzeas, manguezais e de remanescentes florestais primários, observando a legislação pertinente;

-Localizar os tanques de modo que não interrompam os usos tradicionais da água à jusante e à montante dos mesmos;

-Requerer a outorga do uso da água para controlar o seu uso, de acordo com as vazões permitidas, evitando conflitos futuros com os usuários de água da mesma bacia hidrográfica, conforme legislação vigente;

-Projeto de construção e de criação e manejo;

-Utilização de área já desmatada;

-Previsão de filtros na entrada e saída dos tanques;

-Planejamento do uso da água;
-Buscar os usos múltiplos para a água dos tanques, tais como agricultura irrigada;

-Evitar o lançamento de todos e quaisquer efluentes;

-Racionalizar o uso de produtos químicos e drogas;

-Uso de filtros na entrada e saída dos tanques;

-Evitar o uso excessivo de água;

-Evitar a introdução de espécies exóticas, exceto quando conhecida a sua biologia e as ameaças ao ecossistema natural;

-Observar a legislação especifica a cerca da introdução de espécies exóticas;

-Comprar alevinos de origem conhecida e com qualidade garantida;

-Observar a capacidade suporte da água dos reservatórios;

-Controlar a quantidade de tanques e sua população;

-Promover o deslocamento ou realocação de tanques;

-Manejo dos peixes, evitando excesso de ração, controlando o PH da água, criar a quantidade adequada de peixes, usando adubação orgânica para surgimento de plâncton e fitoplâncton.



Apicultura / Produção de mel


Baixo / Nenhum


Na construção:

-Localização inadequada;

No funcionamento:

-Ataque a pessoas e animais.




-Respeitar as distâncias adequadas entre o local dos apiários e as residências, escolas rurais e instalações de criação de animais;

-Considerar a orientação dos ventos predominantes na região, de modo a evitar a localização dos apiários sob a influencias de fontes de fumaça que prejudicarão e/ou inviabilizarão a produção apícola;


-Promover e incentivar a correta utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), quando dos manejos.

Agroindústria / Casas e farinha


Médio / Alto


Na construção:

-Localização inadequada;

-No processo de produção:

-Contaminação de águas superficiais, se a manipueira produzida for jogada em grandes quantidades nos cursos de água, ou mesmo, o risco de contaminação ou envenenamento de pessoas ou animais se ficar acessível, sem os cuidados de proteção;

-Excesso de resíduos sólidos se não aproveitada a fibra da mandioca;

-Resíduos sólidos decorrentes de atividades coletivas e visitas (lixo inorgânico);

-Aumento de área desmatada para produção de mandioca;
-Excessivo uso de lenha como combustível;

-Corte de espécies nobres ou de valor extrativista para lenha.





-Não localização em áreas de encosta, mantendo a distância apropriada dos cursos d’água;

-Localizar a usina, preferencialmente, afastada de áreas residenciais, escolas e postos de saúde;

-Previsão de cerca, para evitar o acesso de animais;

-Previsão de caixa d’água, de torneira para higiene e de fossa séptica;

-Previsão de tanque para amolecimento e deposição em sumidouro;
-Aproveitamento do resíduo produzido (cascas e talos) na alimentação animal;

-Aproveitamento integral da fibra de mandioca (ex. compostagem, alimentação animal);

-Aumento da produtividade das áreas de roçado;

-Manuseio e deposição da manipueira em tanques adequadamente construídos, seguros e com acesso controlado (OBS: EM RAZÃO DA MANIPUEIRA REPRESENTAR UM RISCO POTENCIAL EXPRESSIVO DE CONTAMINAÇÃO DOS ANIMAIS MAS, AO MESMO TEMPO, SE BEM PROCESSADA, REPRESENTAR UMA FONTE SUBSTANCIAL DE PROTEÍNAS PARA A ALIMENTAÇÃO ANIMAL, AO FINAL DESTA PLANILHA / TABELA, É APRESENTADO UM ROTEIRO DETALHADO DE COMO MANUSEAR, CONSERVAR E ESTOCAR ADEQUADAMENTE A MANIPUEIRA);

-Incrementar a produtividade do extrativismo vegetal;

-Evitar o funcionamento em horários impróprios;

-Obedecer aos critérios legais estabelecidos em Resolução (CONAMA 020/86) e diretrizes do órgão ambiental;

-Evitar, tanto quanto possível, a utilização de lenha como fonte de calor e, com isso, eliminando ou minimizando a geração de material particulado (uma alternativa, já viável em alguns pontos do interior do RN, será a utilização do gás natural);

-Aproveitar madeiras oriundas de desmatamentos de novas áreas para cultivo;

-Planejamento da extração de espécies para aproveitamento como combustível;

-Plantio de espécies de rápido crescimento para substituir as espécies extraídas.


Sistemas simplificados de abastecimento de água (manancial hídrico + chafariz)


Baixo / Nenhum


-Depleção do recurso hídrico por adução excessiva em relação ao volume d’água disponível;

-Distúrbio de habitats naturais e da vida silvestre;

-Salinização dos solos e riachos;

-Rebaixamento do lençol freático;

-Erosão das margens e assoreamento dos cursos d’água.


-Contratação de engenheiro civil ou sanitarista que registre a Anotação de Responsabilidade Técnica -ART do projeto, junto ao CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, bem como responda e atenda aos questionamentos porventura formulados pela SEMARH, de forma a garantir a qualidade do projeto sob o ponto de vista técnico e ambiental;

-Adoção de critérios de projeto e de operação que garantam consumo em quantidade compatível com a capacidade suporte e qualidade da água;

-Dimensionamento adequado ao sistema (em regiões sedimentares, licença e/ou outorga de uso da água);

-Racionalizar os usos e evitar desperdícios;

-Aplicar campanhas educativas;

-Implantar medidas de prevenção do desperdício por falhas no sistema de distribuição;


-Implantar medidas de proteção ambiental dos mananciais, mediante a recuperação e manutenção das matas ciliares, conservação dos solos e do planejamento da bacia hidrográfica;

-Escolha de pontos de captação em conformidade com eventuais restrições de habitats.



Pequenas pontes


Baixo / Nenhum


-Risco de incêndios florestais, caça e pesca predatórias e extração de madeira causados pela maior acessibilidade e mobilidade humanas;

-Degradação da paisagem e de sítios naturais, históricos, culturais e arqueológicos;

-Erosão dos cortes, aterros, áreas de terraplanagem e “bota-foras” e sedimentação das vias de drenagem natural e rios atravessados.


-Estabelecer alternativas de localização em consonância com as fragilidades ambientais identificadas em estudos prévios (risco ambiental para a fauna e a flora);

-Estabelecer características técnicas sob a subordinação das condições paisagísticas, naturais, históricas, culturais e arqueológicas;

-Proteger a superfícies de terrenos expostos pelas operações de terraplanagem com materiais naturais (terra vegetal, plantio de grama, etc), com vistas para evitar a instalação de processos erosivos já durante as obras;

-Instalar sinalizações de acordo com as normas do Conselho Nacional de Trânsito;

-Garantir a utilização de veículos não motorizados sem prejuízos para as outras modalidades de transportes;

-Conservação e/ou formação de corredores ecológicos;



-Implementar programas de educação ambiental;

-Implementar e/ou incentivar a adoção de procedimentos de fiscalização da caça e pesca ilegal e/ou predatória e da extração de madeira.



Trator e implementos


Baixo / Nenhum


-Uso inadequado do trator causando compactação, pulverização e desagregação dos solos;

-Assoreamento de cursos d’água;




-Capacitação prévia dos usuários em técnicas de uso ambientalmente adequadas para a operação de tratores;

-Uso de sistemas conservacionistas de preparo do solo (cultivo mínimo, rotação de culturas e plantio direto);

-Descompactação e escarificação do solo;


Pequenas construções (reforma / construção de escolas, creches comunitárias, prédios para uso comunitário, etc)



Baixo / Nenhum

Na construção:

-Localização inadequada;

-Excesso de resíduos e disposição inadequada;

Na operação:

Contaminação de cursos d’água por esgotamento sanitário inadequado;


-Planejamento de localização;

-Projeto construtivo incluindo lay-out, projeto arquitetônico e projetos complementares, devidamente licenciados nos órgão competentes (tratando-se de região com temperaturas médias altas ao longo do ano, mas com ventos constantes, o projeto arquitetônico deverá contemplar, também, a orientação solar e a ventilação natural adequados ao local);

-Projeto de construção incluindo destino final do esgoto prevendo, pelo menos, fossa séptica;

-Aproveitamento do entulho para reaterro;


-Redução de resíduos sólidos através do incentivo ao uso de “tecnologias limpas” e da reciclagem de resíduos;

-Planejamento adequado da disposição final de resíduos e efluentes.




Fábrica pequeno porte / fabriqueta de processamento de produtos agrícolas e não-agrícolas


Baixo / Nenhum

Na construção:

-Localização inadequada

-Excesso de resíduos de construção

No funcionamento:

-Contaminação dos cursos d’água por inadequação do esgotamento sanitário.

-Disposição inadequada de resíduos.




-Planejamento da localização;

-Projeto construtivo incluindo lay-out, projeto arquitetônico e projetos complementares, devidamente licenciados nos órgão competentes

-Aproveitamento do entulho para reaterro;

-Projeto de construção incluindo destino final do esgoto prevendo, pelo menos, fossa séptica;


-Planejamento da estocagem e do manuseio de insumos poluidores, contaminantes e perigosos;

-Planejamento adequado da disposição final de resíduos e efluentes;

-Redução de resíduos sólidos através do incentivo ao uso de “tecnologias limpas” e da reciclagem de resíduos.


Marcenaria / Movelaria



Baixo / Nenhum

Na construção:

-Localização inadequada

-Excesso de resíduos de construção

No funcionamento:

-Contaminação dos cursos d’água por inadequação do esgotamento sanitário;

-Disposição inadequada de resíduos;

-Acidentes pessoais ou lesões ocupacionais devido ao manuseio inadequado de máquinas e ferramentas, falta de EPI (Equipamento de proteção individual) ou uso de técnicas inapropriadas.


-Planejamento da localização;

-Projeto construtivo incluindo lay-out, projeto arquitetônico e projetos complementares, devidamente licenciados nos órgão competentes

-Planejamento da disposição de resíduos;

-Projeto de construção incluindo destino final do esgoto prevendo, pelo menos, fossa séptica;

-Aproveitamento do entulho para reaterro;
-Redução de resíduos sólidos através do incentivo ao uso de “tecnologias limpas” e da reciclagem de resíduos;

-Planejamento adequado da disposição final de resíduos e efluentes;

-Planejamento da estocagem da madeira a ser beneficiada, evitando a proliferação de insetos e o risco de incêndios;

-Promover e incentivar a correta utilização de proteção individual – EPI.




Armazém de grãos / galpão comunitário



Baixo / Nenhum

Na construção:

-Localização inadequada;

-Excesso de resíduos e disposição inadequada;

Na operação:

-Contaminação de cursos d’água por esgotamento sanitário inadequado;

-Deposição de material estragado e resíduos de forma indiscriminada.



-Não localização em áreas de encosta, mantendo a distância apropriada dos cursos d’água;

-Planejamento da disposição de resíduos;

-Projeto de construção incluindo destino final do esgoto prevendo, pelo menos, fossa séptica;

-Aproveitamento do entulho para reaterro;


-Redução de resíduos sólidos através do incentivo ao uso de “tecnologias limpas” e da reciclagem de resíduos;

-Uso de barris e tambores para o armazenamento;

-Definição de regras para a eliminação de resíduos e material estragado;

-Incentivar o uso de resíduos orgânicos em compostagem;

-Licenciamento de órgão competente.


Dessalinizador



Médio / Baixo

-Salinização de solos, rios e riachos.

-Construção de tanques de rejeito;

-Aproveitamento do rejeito para a produção de espécies vegetais e animais adaptáveis (Atiplex e Tilápia);

-Concessão de outorga, e/ou licenciamento pela SEMARH.


Cisternas de placas



Baixo / Nenhum

-Uso inadequado de água;

-Contaminação do reservatório.



-Definir a localização preferencialmente em pontos mais altos do terreno, de modo a abastecer por gravidade o maior número possível de usuários;

-Capacitação dos usuários no uso e na higienização da água, bem como da limpeza periódica do reservatório;

-Adequar o sistema de bombeamento à capacidade de abastecimento e à necessidade da comunidade;

-Racionalizar os usos e evitar desperdícios;



-Aplicar campanhas educativas.


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