Pequenas editoras e a relaçÃo com a literatura brasileira



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PEQUENAS EDITORAS E A RELAÇÃO COM A LITERATURA BRASILEIRA

Marília de Araújo Barcellos - Estudos de Literatura/ PUC-Rio


A presente comunicação apresenta um primeiro olhar sobre a literatura brasileira e suas relações no mercado editorial, com a intenção de refletir sobre a produção dessa literatura. Leva em conta os diferentes perfis dos profissionais da área e a linha editorial de investimento das editoras, dentre outros aspectos que, ao interagirem entre si, sustentam uma constelação de relações no universo de elementos formadores do campo literário.

O objetivo é compreender a literatura brasileira a partir de pressupostos da dinâmica das relações existentes no campo literário, no sentido de explicitar a dinâmica das relações a partir de reflexões como: quem é esse editor? Para quem publica? Qual sua consciência de participar do processo ao selecionar as obras e as publicar? Como está se apresentando esse mercado na virada do século XXI, que estimula, ou não, a presença de uma literatura nacional?

Para responder a tais questões, a investigação dirige seu foco para empresas autodenominadas ‘pequenas editoras’, que, no Rio de Janeiro, reuniram-se para descobrir alternativas de sobrevivência no mercado e que, em sua maioria , iniciaram suas atividades por volta da década de 90..

A pesquisa em andamento pretende coletar informações a partir de entrevistas, testemunhos e demais fontes que permitam, a partir de referenciais teóricos, a análise do processo de formação e o quadro da produção e circulação da literatura nacional em editoras de pequeno porte sediadas no Rio de Janeiro. Tal investigação deve apontar, inicialmente, para as ações realizadas por empresas atuantes no mercado do livro e pertencentes à Liga Brasileira de Editores – Libre. A entidade surgiu em agosto de 2002, contando com 66 empresas e a possibilidade de ampliação do quadro. Entre os associados encontramos a editora Pinakotheke, a Casa da Palavra, a 7Letras e a Aeroplano.

O quadro editorial contemporâneo está formado por pequenas, médias e grandes editoras. O presente estudo tem foco nas editoras com linha editorial ficcional, deixando de lado aquelas que estão voltadas para livros didáticos. A partir disso, as diferenças e as limitações regionais se estabelecem. Percebe-se a existência de mercados que se auto-sustentam internamente – como é o Rio Grande do Sul – e de outros que, por estarem situados no centro-sul do país, estão inseridos nas maiores redes de livrarias, ocupando posição em veículos de comunicação nacional.

A realização de tais objetivos de trabalho será efetuada a partir da hipótese de que as editoras são elementos determinantes da existência do campo literário brasileiro, ocupando instâncias através de seus agentes na escolha de publicações e de investimento na linha editorial. Essa hipótese se alicerça teoricamente, em um primeiro momento, nos conceitos postulados por Siegfried Schmidt na teoria literária alemã contemporânea, da Ciência Empírica da Literatura, que tem como base estudos de ações comunicativas no sistema literário.

Nessas ações se encontram agentes caracterizados, como críticos, editores, acadêmicos, livrarias etc. Heidrun Krieger Olinto, em um texto intitulado "A teoria na prática é outra?", considera que “no âmbito deste relacionamento o sistema explicita (...) os papéis de indivíduos que lidam com textos literários. Um texto vive (...) tão somente nestas constelações acionais (...)” (1989, p. 30).

Ao explicar as ações literárias, Schmidt remete à combinação entre quatro elementos formadores do sistema. Seriam: a produção, a circulação, a mediação, a recepção e o processamento de textos literários. “combinações de ações literárias formam processos literários (...). A totalidade dos processos literários numa sociedade será chamada de sistema literário (...). Nenhum elemento se define ou se entende fora da relação com o sistema global” (Schmidt, 1989, p. 62).

Os agentes mediadores julgam e atribuem sentido a esses elementos da rede em função das articulações do sistema.

Como referencial teórico também utilizamos os conceitos desenvolvidos por Pierre Bourdieu, que estimula as trocas simbólicas pelas instâncias no campo cultural; neste caso o literário aparece na relação entre produção, reprodução, circulação e consumo no sistema literário brasileiro.


O editor como agente mediador

O tema pressupõe que a formação da literatura de um país reúne uma rede de fatores que influenciam a existência de determinados autores e títulos. Dessa forma, o editor, como profissional que define os títulos e autores nos quais vai investir sua linha editorial, viabiliza ou não a produção de determinada publicação e sua circulação, no início influenciando na formação da literatura existente.

As editoras compõem o sistema de relações do campo literário e influenciam, assim como outros elementos, a literatura brasileira. O critério para seleção das editoras é a riqueza das informações e dos dados obtidos durante entrevista e o acesso a documentos.

O editor, então, pode realizar a produção de determinada publicação e sua circulação. A seleção dos textos, a publicação deles e o investimento na obra original dependem, então, de uma continuidade de ações que se direcionam para o consumidor do livro e para a recepção literária.



Cabe refletir sobre a importância de haver editores conscientes de seu papel de agenciamento e mediação cultural e para tanto é necessário investigar quem é afinal quem é esse pequeno o editor no Brasil, mais especificamente, no Rio de Janeiro. O estudo da literatura brasileira e suas relações no campo literário deve levar em conta alguns critérios, como: Perfil do editor; linha editorial e seleção de títulos; relação com a publicação de autores brasileiros no catálogo; e relação com a publicação de livros traduzidos no catálogo.

Guardadas as proporções da quantidade de editoras reunidas na Libre, fomos à procura de um recorte que permitisse uma análise inicial do quadro de pequenos editores. Tal enfoque nos possibilita uma pequena representatividade da gestão atuante na liderança da entidade em 2003. O critério foi baseado num recorte associativo, a partir da composição da mesa no evento sobre pequenas editoras, realizado na Fundação Casa de Rui Barbosa e coleta de dados e listas de preços das editoras. As empresas que serviram como corpus do estudo são: 7Letras, através de Jorge Viveiros de Castro; Pinakotheke, por Camila Perlingeiro; Casa da Palavra, através de Martha Ribas; e Aeroplano, de Rui Campos, que representou Heloisa Buarque de Hollanda. Ainda compunha a mesa o então representante do Governo, secretário Nacional do Livro e Leitura, Waly Salomão.

Durante o evento cada componente apresentou sua posição a respeito da importância do encontro e a postura como pequeno editor no mercado editorial. Destacamos o discurso de Camila Perlingeiro, presidente da entidade, no qual nos embasamos para fazer algumas indagações a respeito de atuações do grupo no sistema literário.

A seguir discorremos sobre os perfis desses editores a partir da análise dos diferentes discursos, coletados no material pesquisado. Iniciamos pela 7letras. Percebemos no catálogo da editora 7Letras uma linha editorial voltada para a publicação de autores brasileiros inéditos e desconhecidos e clássicos cujo direito autoral caiu em domínio público. Há autores do circuito acadêmico, intelectuais, poetas, contistas; ainda mantém uma linha de revistas acadêmicas; temos conhecimento de pelo menos quatro autores da academia, ou seja, do campo erudito. A literatura estrangeira aparece com autores cujas obras caíram em domínio público. O editor, Jorge Viveiros de Castro, pertence ao perfil intelectualizado; inclusive tem publicado livros de poesia pela própria editora e por editora no exterior. Essa produção mais erudita é identificada na seleção dos originais e na linha editorial da 7Letras. Tal postura está indicada no texto de apresentação da editora, quando se lê: “atua em diversas áreas e se destaca especialmente pela dedicação à literatura brasileira contemporânea [...] os clássicos também fazem parte do catálogo, num elenco que reúne nomes como Rilke, Henry James e Nietzsche” (Primavera dos Livros, 2002, p. 10).

A 7Letras também inclui coleções na sua linha editorial voltada para produção local principalmente a poesia. Publicar por uma editora especializada faz com que autores consagrados em grandes editoras optem por fazer parte de um catálogo menor, porém, indica uma maior demanda do autor em influir sobre a sua publicação. Numa editora pequena, ao contrário da grande, ele poderá acompanhar de perto o processo de produção. Os distanciamentos entre as instâncias do campo de poder ficam menores, ou seja, entre o autor e o proprietário da editora, que é – ao mesmo tempo o editor agenciando a seleção dos originais e o tomador de decisões da empresa.


A Aeroplano sobrevoa na composição de seus sócios por várias áreas. Pelo menos dois deles são figuras públicas: a professora Heloisa Buarque de Hollanda e Rui Campos, tradicional livreiro, proprietário das Livrarias da Travessa. Percebemos uma identidade de conteúdo na proposta da editora: a articulação fragmentada da pós-modernidade está presente na seleção dos temas através da literatura selecionada e publicada. A editora acontece como atividade paralela a outras atuações profissionais dos editores. Suas publicações possuem arrojamento gráfico em comunhão com o que aponta Andreas Huyssen, “a consciência do estudo de outras culturas e a postura do intelectual frente a todas essas mutações” (1991, p. 75-79).

A linha editorial acompanha os interesses dos quatro sócios e está dividida em quatro: arte & arquitetura, cinema & teatro, literatura & ensaio e infanto-juvenil. A competência e a legitimação dos profissionais ali reunidos como editores permite que ela seja mantida com livros de sua autoria e de seus pares. Os editores são autores de seu próprio catálogo. A experiência anunciada pressupõe a existência de uma rede de relacionamentos pessoais que facilitam o acesso e a divulgação dos livros.

A produção gráfica da Aeroplano se destaca pela utilização de papéis especiais e projetos gráficos inovadores. Editora criada em 1999 com agentes experientes, seu perfil é o de uma editora de vanguarda. A literatura brasileira circula através de ensaios e crítica literária; a partir daí são apresentados poetas e escritores. Segundo os editores, a Aeroplano foi “criada para editar idéias em qualquer formato (...), com sintonia com seu tempo, maturidade na experiência, o propósito de derrubar fronteiras”.

A editora Casa da Palavra surgiu em 1996; seus sócios vêm do meio acadêmico da área de produção editorial. Distingue-se por publicar textos sobre o livro e tratar o tema como linha editorial Bibliofilia, que enquadra autores nacionais e clássicos traduzidos. Encontramos títulos de autores brasileiros em biografias, livros infantis e de arte, e destacamos a linha editorial Cidades, onde se encontram publicações apresentando o Rio de Janeiro sob aspectos curiosos e inéditos. Ao contrário das coleções, a divisão em linhas editoriais permite maior flexibilidade para a escolha de títulos. Os editores têm um cuidado especial com o design de seus livros, chamando atenção para o trabalho quase artesanal, que apontam em discurso de apresentação: “se em cada um dos nossos livros o leitor descobrir um exemplo dessa paixão, então saberemos valer a pena nossa atividade” (Primavera, p. 38, 2002).


Por sua vez, a Edições Pinakotheke, especializada em livros de arte, abriu seu catálogo em 1980 com publicações educacionais incluindo literatura sobre história da arte no Brasil. A linha editorial está bem definida em edições com qualidade gráfica e temática sobre arte brasileira.

Perguntamos, então, quais os traços constituintes dos editores da Libre. Essas editoras que reúnem atuações distintas se unem para, com seus traços de diferença, realizar ações que modificam a dinâmica do sistema literário, alterando posições e abrangendo instâncias políticas, econômicas e sociais no campo literário. Podemos observar que a multiplicidade de competências é o que possibilita o movimento. Talvez seja precipitado afirmar que o estudo da história contemporânea das pequenas editoras brasileiras aponta para a presença de autores nacionais inéditos, em sua maioria locais, e de um olhar para a inserção da literatura estrangeira através dos clássicos. Cabe ainda ampliar a pesquisa para definir uma boa amostragem de editoras, bem como investigar fontes de negociação, legislação e contratos que possam esclarecer determinadas tomadas de decisão na seleção do material publicado.


As pequenas editoras mantêm em seu catálogo obras de autores brasileiros com maior presença de autores inéditos, provavelmente porque o custo de investimento nesse escritor é menor do que os já consagrados, pois com aqueles há possibilidade de negociação mais acessível, permitindo a circulação de autores, com a possibilidade de esse editor fazer surgir um novo nome no mercado, jogando com a probabilidade de futuro retorno. O reconhecimento que a função editor possui frente à produção de bens simbólicos está ligada ao risco do investimento e à sua capacidade de descobrir novos talentos.

Conforme aponta a presidente da Libre, "queremos dar uma mexida no bolo e aumentar nossa fatia. Já não é mais possível todas as editoras brigarem pela fatia", (Perlingeiro, 2003); a busca de uma maior fatia do mercado do livro é continuamente pensada, no que nos faz referenciar Gustavo Sorá, ao chamar atenção para o mercado como um jogo, quando “todos apostam, se expõem e impõem ao mesmo tempo, configurando um campo de disputas” (1997, p. 154).

Perlingeiro defende: “ao contrário do que muitos possam pensar, ser pequeno não significa necessariamente ser novato ou amador. Ser pequeno pode ser também uma questão de opção, visto que temos, em grande maioria, linha editorial definida. Mais do que pequenos editores, somos editores especializados (...); a Libre nasceu para ser uma alavanca no crescimento dessas pequenas editoras, porque juntos somos fortes” (Perlingeiro, 2003). Editores especializados, que devem atuar juntos, porque dessa maneira ficam mais fortes para agir e ter resultados junto ao sistema.

Ações sociais e políticas de atuação

O perfil dos editores de pequenas editoras é, em grande parte, de profissionais que se lançaram no mercado na década de 90 e apresentam características múltiplas, que envolvem preocupações financeiras, gráficas, de qualidade, intelectual etc., indicando a busca do aprimoramento e de soluções para seus problemas.

Esses editores clamam pela necessidade da criação de alternativas de divulgação e circulação do produto livro. A Libre organiza ações para ampliar sua atuação no mercado do livro. Em conjunto – lembremos do lema “juntos somos fortes” – são elaboradas estratégias de vendas, com maior circulação do livro; há o movimento da cadeia do circuito livro e, com isso, ganha o escritor, o distribuidor, o livreiro e o leitor.

A entidade compõe-se de comissões direcionadas para diferentes setores, como comissão de eventos – que cuida da participação em feiras literárias como a Bienal; comissão voltada para programas governamentais, cujo objetivo é estudar os editais dos programas de compras de livros, a fim de inserir a sua produção; comissão de distribuição, que busca alternativas para a modernização do sistema no País; e técnica, que analisa o material para baratear custos gráficos e formação de mão-de-obra especializada. "Faremos também uma parceria com o Sebrae, para implantar o sistema de associativismo", comenta Camila. "A Libre está mostrando que é uma instituição sólida".

As ações da Libre projetam alternativas como feiras, a ocupação e novas modalidades de participação em eventos já consagrados, como a Bienal do Livro do Rio de Janeiro; isso é “trabalhar objetivamente transformando idéias em ações para o livro”, com a firme proposta de lutar pelo “quinhão” de mercado com uma produção especializada. Os associados salientam a qualidade dos livros e a estrutura física menor como vantagem em relação às grandes empresas. Editoras menores têm maior controle sobre o processo de produção e concentram as tomadas de decisão no proprietário da empresa. Entendemos que a comunicação entre autor, editor, assessoria de imprensa e livraria ocorre de forma mais estreita e personalizada, daí o conceito de ‘especializada’ referido no discurso da Libre.

Se, por um lado, o charme e o prestígio do pequeno editor especializado são encantadores, estão em oposição aos também profissionais editores de grandes editoras, que podem gerenciar uma linha editorial contratando profissionais e mão-de-obra qualificada para a execução dos projetos, garantindo distribuição e divulgação imediatos. O investimento em traduções, no caso das grandes, é bastante acentuado. Autores estrangeiros são contatados a fim de garantir presença na cultura nacional e também fazer do jogo um alvo menos arriscado. A programação editorial para obras traduzidas exige negociar com agentes e autores estrangeiros, o que demanda maior esforço e mais recursos, ainda que um best-seller estrangeiro pode ser direcionado a uma fatia maior do mercado. No entanto, essa possível margem menor de erro não faz com que a literatura brasileira se faça totalmente ausente no catálogo de grandes editoras, mas faz com que permaneça diluída em meio a outras linhas editoriais. Com raras exceções, o jovem autor irá disputar um espaço no catálogo com autores brasileiros reconhecidos pela mídia, com autores premiados, ou com personalidades públicas reconhecidas em outras áreas etc. Assim como a literatura traduzida pode ter um certo público pré-determinado e pré-testado, a literatura brasileira pode reeditar autores nacionais que tenham sucesso na recepção e venda em eixos regionais.

No entanto, o estudo considera a existência – mas não prevê – um olhar sobre a produção da literatura brasileira nas grandes editoras como a Record, Rocco ou Ediouro, que interagem no sistema com uma multiplicidade de linhas editoriais, maior número de títulos e de tiragem circulando no mercado. Caberia mais tarde uma investigação sobre o perfil do editor atuante nessas instâncias.

A partir de questões como as que serão investigadas, podemos propor um maior entendimento da vida e da história pertencentes ao sistema literário de um país; pode-se desenvolver e compreender melhor a expressão cultural de uma nação. Daí a pergunta: como estudar literatura sem perceber a existência de um sistema que, em meio a toda uma multiplicidade, envolve tantos fatores em seu campo, sem realizar uma reflexão, sem voltar o olhar para aqueles que, com sua atuação, colaboraram para a formação de tal sistema? Mais ainda: qual a consciência crítica daqueles que hoje se posicionam como mediadores? A rede que envolve editores, autores e público, passando pela mídia (seja através de ensaios críticos e resenhas, seja através da divulgação), transita também entre os pares da academia (intelectuais, dentre outros) que, por sua vez, encontram-se contextualizados social, política, histórica e economicamente, fragmentados sob óticas diversas (filósofos, arquitetos, teóricos da cultura etc.) que investigam o fenômeno e apontam para perspectivas distintas. Embora haja enfoques de diferente ordem, parecem formar consenso sobre a questão do tempo e da fragmentação como resultado desta época de multifacetada e plena de informações.




Referências bibliográficas

BOURDIEU, Pierre. As regras da arte, gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.

HUYSSEN, Andreas. Mapeando o pós-moderno. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de. Pós-modernismo e política. Rio de Janeiro: Rocco, 1991, p. 7-80.

OLINTO, Heidrun K. (org.). Ciência da literatura empírica: uma alternativa. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989.

SCHMIDT, Siegfried J. Sobre a escrita de histórias da literatura. In: OLINTO, Heidrun K. Histórias de literatura: as novas teorias alemãs. São Paulo: Ática,1996.

SORÁ, Gustavo. Tempo e distância na produção editorial de literatura. Revista MANA Estudos de antropologia social. Rio de Janeiro: PPGAS/Contracapa, out. 3(2): 151-181, 1997.
Evento:

PERLINGEIRO, Camila. Discurso da Liga Brasileira de Editoras - Libre no debate O papel da pequena editora no mercado editorial brasileiro. Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, abril de 2003.


Catálogo da feira Primavera dos livros, Rio de Janeiro, 2002.






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