Pequeno porém decente Estudo sobre Fé Welington Coorporation



Baixar 303.32 Kb.
Página1/10
Encontro02.08.2016
Tamanho303.32 Kb.
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   10








Pequeno porém decente Estudo sobre Fé
Welington Coorporation

proólogo

A cena:


Impiedosamente o vilão segura pelos cabelos a bela princesa com as longas e púrpuras vestes rasgadas, diante da horda que ele, o vil usurpador, ainda teima de chamar de exército. O reino antes pacífico, arde em chamas, que só não queima de vez por causa da chuva torrencial que continua caindo a dias. O pai da bela princesa, morto. A mãe capturada, seu glorioso exército emboscado resistiu bravamente, mas dada a superioridade bélica e numérica do invasor, agora este se mistura a lama, junto a multidão de cavalos mortos. O auto-intitulado Novo Rei não poupou as mulheres, os anciãos, mesmo as crianças da cidade. Os que sobreviverem amargarão a dura sina de escravos. Amarrado a fortes cordas em uma viga de madeira o jovem príncipe do reino amigo, prometido em casamento da amada que agora vê em agonia nas mãos do cruel invasor. O sangue brota por entre as mechas feridas do cabelo do jovem príncipe. O invasor ri do desespero dos dois, enquanto relampeja. Ele ergue a mão com o machado enquanto segura a princesa com a outra mão, arrasta suas botas de couro de cavalo e sua capa negra de pele de foca por onde escorre a água de chuva e grita:

- Vitória!

O terrível exército brada com urros e a multidão de guerreiros aclama seu poderoso senhor da guerra. Ele aponta o machado em direção ao jovem príncipe e ordena que o lancem do alto do desfiladeiro, ele e os miseráveis guardas sobreviventes da sua escolta real. A menina chora enquanto fortes soldados arrastam seu amor, seus sonhos e sua esperança para longe dos seus olhos enegrecidos de tanta dor. Pensa, pelo menos seu noivo iria morrer rapidamente enquanto ela aos poucos definharia...

As noites passaram. Os anos passaram sem esperança. A esperança morrera num desfiladeiro a treze quilômetros da antiga cidade. Anos de trevas e escuridão em ver seus antigos súditos serem tragados pelo terror por um simples capricho, por um tropeçar por causa da fome, por desmaiar de cansaço por causa da dura servidão.

Um homem com trajes distintos e espada reluzente atravessou estepes e diante da fronteira fortificada ordenou que os guardiães e as tropas de fronteira lhe dessem passagem. Os guardas zombaram e perguntaram-lhe:


  • Com que Autoridade e em Nome de quem você ousa invadir este reino conquistado?

O homem respondeu: - Em meu Nome e com minha Autoridade.

Os chefes zombadores aparelharam seus arcos, os lanceiros suas lanças e o restante se preparou para assassinar o forasteiro. Antes porém o zombador insinuou:


Até que irrompeu o brado de libertação, e o grito de julgamento.




  • Pelo meu próprio poder.

Falando isso, ergueu sua espada aos céus e o barulho de tropéu de cavalos como o ruído do mar, o grito de milhares como a voz dos trovões se ouviu até as cidades interiores.

Os céus estremeceram quando o incontável exército libertador invadiu o reino, derrubando fortalezas e destruindo fortificações. Foram três dias de gritos de vingança seguidos de choro de gratidão.

O remanescente da horda antes invencível agora se limitava ao perímetro ao redor do castelo de onde se espalhava as ordens para as legiões de salteadores.

O vil usurpador ainda empunha o machado e ainda segurava pelas correntes a sofrida jovem quando o herói destruiu os portais e massacrou os assassinos.

Próximo ao trono um déspota solitário esperava um homem com sede de vingança. O herói chegou, empunhando uma espada ainda banhada em sangue.

Quando se avistou com o destruidor, o herói retirou o elmo que lhe escondia fronte. Ainda tinha o mesma força no olhar de quando fora levado para morrer no desfiladeiro... Frustrados foram os planos do malfeitor. O valente retornara vivo e disposto a retomar tudo que fora transtornado. Principalmente seu bem maior, a amada de sua alma.

- Hoje a noite, tudo que tomastes tu devolverás. Pesado fostes na balança e fostes achado em falta. Culpado te fizestes e tua sentença eu decreto agora. Morrerás. Bradou o príncipe.

E assim foi.

Essa ilustração é semelhante a muitas que Deus nos concede sobre o Reino nas Escrituras.

Quando lemos um texto deste, o que mais desejamos? Justiça. Vingança com mãos fortes.


A morte do vilão representa liberdade para os cativos.

O Usurpador tem que ser detido por grande poder.

O reino do bandido é um reino de dor, escravidão e trevas.

Os motivos do Usurpador são egoístas e insidiosos.

Ele veio para matar, roubar e para destruir.

Seus crimes são hediondos e suas vítimas inumeráveis.

Um reino necessita de vingança,

Uma nação de juízo.

Um povo precisa de alguém que exerça Autoridade.
Este é um resumo da história da fé. Satanás é o usurpador. O julgamento foi feito na cruz. A libertação é dada pela palavra do Príncipe da paz. O juízo é a destruição do exército do inimigo, das sua obras, de suas fortalezas. A justiça é a operação das milícias do príncipe, as milícias celestiais. A Autoridade é exercida pelo poder de guerra celestial. A justiça é ao mesmo tempo libertação para o cativo, libertação do sofrimento, humilhação dos poderes das trevas e quebra do jugo do inimigo, alegria da salvação para os que são resgatados.
Um dos grandes pilares para exercer a fé é a existencia de um julgamento sobre Satanás. A realidade de uma herança, o resultado de um juízo sobre as obras do diabo, culminando no espetacular ato da salvação humana. A Morte de Jesus destrói toda a legitimidade que a corrupção humana e poder do pecado concediam aos demônios sobre a humanidade. Base sobre o qual o inferno e as potestades das trevas podiam, com certa liberdade, atuar sobre a esfera da existencia. A cruz redime toda a humanidade, compra para Deus todos os cativos, concede a tutela da vida de todo ser humano ao poder de Cristo, coloca toda a ordem espiritual com a possibilidade de ser sujeita a autoridade concedida ao Nome de Jesus, quando esta autoridade for exercida. O inferno não pode avançar sobre uma área que a igreja de Cristo ordenar cheia de fé, que ele recue. O poder das trevas não reage automáticamente a ordens, porque a sua essencia é rebeldia a Deus, à sua Palavra e a sua vontade. Mas, onde o desrespeito a autoridade de Cristo estiver ocorrendo, o PODER de Deus é manifestado para DESTRUIR as manifestações de poder das trevas. A Autoridade do Nome é baseado na manifestação do PODER para FORÇAR espíritos que porventura resistam a ordenação da benção, da cura, dos propósitos de salvação. O poder das trevas poderá lutar violentamente contra a igreja por anos, mas não resistirá a um contínuo e persistente ministério de intercessão.

  1   2   3   4   5   6   7   8   9   10


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal