Percurso historiográfico do complexo de arte rupestre de Arronches portugal



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Percurso historiográfico do complexo de

arte rupestre de Arronches - PORTUGAL
Clara Oliveira

coliveira@uevora.pt

CIDEHUS / Universidade de Évora / Portugal


O conjunto de abrigos da freguesia da Esperança, em Arronches / Portugal, alberga um complexo de pinturas de tipo esquemático, enquadráveis no significativo horizonte cultural megalítico daquela região do Norte Alentejano. Simultâneo ao fervor vivido na Europa e na Península Ibérica, em particular, nos inícios do século XX, com as descobertas e primeiros estudos sobre a arte pré e proto-histórica, a identificação do primeiro abrigo do complexo da Esperança é coeva à descoberta de outros sítios com características idênticas, o que terá sido determinante para a interpretação das pinturas, de que as publicações das primeiras décadas do século XX nos dão conta. Desde 1916, ano da primeira notícia publicada sobre as pinturas da freguesia de Esperança, alguns foram os estudos que, de diferentes formas, abordam estes testemunhos. Se alguns dos textos resultam de um trabalho de levantamento e tentativa de compreensão das pinturas, inserindo ilustrações e imagens dos decalques efectuados, outros apresentam simples croquis, por vezes de difícil contextualização, dada a falta de proporção e de escala. Existem ainda outras publicações que se resumem a curtas notícias, ou a resenhas de textos já anteriormente publicados. Através do levantamento e releitura da bibliografia produzida sobre este complexo de pinturas procura-se agora sistematizar e compreender as diferentes metodologias de recolha e estudo interpretativo realizadas ao longo do tempo pelos diferentes investigadores e cronologia das descobertas.
Contexto geográfico do sítio

O complexo de arte esquemática da freguesia da Esperança, no concelho de Arronches, distrito de Portalegre é composto por quatro abrigos naturais abertos na formação quartzítica da vertente sul da Serra de S. Mamede. Os abrigos apresentam uma orientação com boa exposição solar, de destacável implantação altimétrica (entre os 350 e 450m) detendo um domínio visual vasto sobre o território mais aplanado que se desenvolve a Sul da Serra de S. Mamede. Apesar destes atributos os abrigos não foram, aparentemente, utilizados pelo homem para vivência quotidiana1, mas antes a sua utilização se tenha restringido mais a uma utilização e funcionalidade pontuais (ou mesmo sazonais) de carácter simbólico e cultual.


Abrigo dos GaIvões

É o abrigo mais decorado de todo o conjunto e foi o primeiro a ser descoberto. A identificação das pinturas do Abrigo dos Gaivões deve-se ao escultor “extremenho” Aurélio Cabrera y Gallardo e ao geólogo Eduardo Hernández-Pacheco y Esteban que, na altura, era um dos responsáveis pela “Comisión de Investigaciones Paleontológicas y Prehistóricas”, dependente da “Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas” de Espanha. A descoberta em Portugal das pinturas deste abrigo terá ocorrido na continuidade dos trabalhos de levantamento que o escultor e professor da Escuela de Artes y Ofícios de Toledo, Aurélio Cabrera, desde 1914, com autorização da Junta Superior de Excavaciones y Antigüedades, efectuava na vizinha região de Alburquerque, província de Badajoz, em Espanha. Nesta região identificaram outros abrigos decorados, como o do “Risco de San Blas”, o do “Abrigo da Sierra de la Carava” e, para além das gravuras da “Piedra de los Hierros de la Villa”, cujo decalque, da autoria do artista Aurélio Cabrera, acompanhou o artigo de Hernández-Pacheco, publicado em 1916 e que foi posteriormente, em 9 de Outubro de 1932, enviado pelo artista ao director da Real Academia de História, de Espanha. Esta região da província de Badajoz estava, durante este período, a ser prospectada e estudada não só por Cabrera, mas também por José Ramón Mélida2 que realizou o levantamento dos monumentos funerários megalíticos, especialmente os dos arredores de Valência de Alcântara. Se os decalques da região de Alburquerque, são datados de 1914, é de supor que a descoberta dos abrigos espanhóis, assim como do abrigo dos Gaivões, possam datar desse mesmo ano, embora a sua divulgação seja só efectuada em 19163. Talvez pelo facto de o abrigo dos Gaivões ser do conjunto dos abrigos da Esperança, o mais oriental e mais próximo da fronteira, a sua descoberta possa ter sido fortuita e complementar à descoberta das pinturas de Alburquerque, pois os restantes abrigos dos Louções e da Igreja de Mouros, relativamente próximos do primeiro, só nos finais da década de 50 é que virão a ser identificados. Embora a descoberta do primeiro abrigo do complexo da Esperança seja atribuída aos dois espanhóis, Henri Breuil, no primeiro estudo sobre as pinturas da Lapa dos Gaivões4 refere que, desde finais de 1913 e durante 1914, havia enviado os seus prospectores para a região entre Almaden e Merida e para as redondezas de Alburquerque. Contudo, devido a “obrigações militares”, estávamos em plena Grande Guerra, apenas em Maio e Junho de 1916 pode retomar os seus projectos de expedição, período durante o qual Cabrera, segundo Breuil, com conhecimento das rochas prospectadas pelos seus mandatados, as descobre e juntamente com Hernandez-Pacheco, as publicam em 1916.5 Em Junho de 1916, Henri Breuil em viagem à província Badajoz desloca-se também a Portugal, ao concelho de Arronches. Ao visitar o abrigo com pinturas efectua o levantamento desta arte que publica num artigo da revista Terra Portuguesa4 e, também, na obra em quatro volumes, “Les Peinteures rupestres schématiques de la Péninsule Ibérique”, editada entre 1933 e 1935, em Lagny, França. Breuil, durante esta visita e estadia em Arronches, mais prolongada do que pensaria inicialmente, porque aqui foi preso pela Guarda Fiscal, permite-lhe, para além de conhecer e estudar as pinturas do abrigo dos Gaivões, também conhecido por Vale de Junco, identificar uma estação com vestígios de Paleolítico Inferior que publicará em 1920, no volume 24, do “O Archeologo Português”6. Esta descoberta no contexto do estudo do Paleolítico do sul de Portugal foi de extrema importância, pois até ao momento não eram conhecidos testemunhos deste período para esta região. O abade Henri Breuil só voltará à Lapa dos Gaivões em Fevereiro de 1957, acompanhado por Octávio Veiga Ferreira, Georges Zbyszewski e Maxime Vaultier. Estes arqueólogos, durante esta visita e com base em informações orais têm conhecimento da existência de mais um abrigo com pinturas. Depois de alguma prospecção conseguem identificar o abrigo já no fim do dia, não lhes sendo já possível estudá-lo durante essa jornada de trabalhos de campo7. Só em Abril de 1960, Veiga Ferreira, acompanhado por Luís Alburquerque e Castro, em nova visita ao local, estudam a Lapa dos Louções. Durante cerca de quarenta anos, desde a sua descoberta e até à identificação dos restantes abrigos que fazem parte do conjunto, o abrigo dos Gaivões será objecto de várias publicações desde Eduardo Hernández-Pacheco y Esteban (1916, 1917), Henri Breuil (1917; 1933; 1940), Virgílio Correia (1916; 1917), Rui de Serpa Pinto (1932) e Joaquim Santos Júnior (1936, 1940). O abrigo dos Gaivões está classificado como Monumento Nacional desde 1970, pelo Decreto 251/70, DG 129 de 3 de Junho. Duas particularidades são possíveis de destacar na temática pictórica identificada neste abrigo. Por um lado, um conjunto constituído por uma figuração antropomórfica associada a vários zoomorfos que, devido a alguns atributos, parecem tratar-se de cervídeos, este tema permite várias interpretações em que predomina a tese de se tratar da “narração” de uma cena de pastorícia, perfeitamente contextualizável na tipologia de sociedade agro-pastoril, autora destas pinturas. Por outro lado há também a destacar, num outro painel, nova temática não menos passível de interpretações mais subjectivas. Trata-se de uma figuração aparentemente zoomórfica já descrita, ao longo dos tempos, como rinoceronte, elefante, ou mesmo javali.
Lapa dos Louções8

Este abrigo foi identificado em 1957 por H. Breuil, George Zbyszewski, Maxime Vaultier e Octávio da Veiga Ferreira. A autoria da descoberta deste abrigo encontra várias versões na bibliografia, pois alguns autores referem a participação do Abade Henri Breuil, contudo para esta hipótese não há informação exacta que a permita corroborar. Possivelmente esta associação seja baseada na conhecida visita do abade Breuil ao abrigo dos Gaivões em Fevereiro desse ano. Contudo, num artigo de Veiga Ferreira, precisamente sobre esta visita, integrado num número, de 1965, da Revista da Faculdade de Letras, de homenagem ao Abade Henri Breuil5 não existe qualquer referência ao abrigo dos Louções. Talvez a descoberta deste abrigo tenha sido posterior à vista de Fevereiro, na sequência do ensejo deixado pelo abade Breuil para que os investigadores voltassem à freguesia da Esperança e procurassem mais informação, sendo possivelmente nesta fase que se deu a descoberta dos abrigos dos Louções e da Igreja dos Mouros.


Igreja dos Mouros

Este abrigo foi descoberto por Luís de Alburquerque e Castro e Octávio de Veiga Ferreira em 1960.

Em Julho de 1981, foram realizados trabalhos orientados por Jorge Pinho Monteiro que tinham por objectivo a localização cartográfica do abrigo, o levantamento topográfico (plantas, cortes, e alçados), o decalque dos painéis e respectiva localização das pinturas no interior do abrigo e o levantamento fotográfico.9
Abrigo Pinho Monteiro

Estranhamente, este abrigo, embora seja o mais visível, foi o último a ser divulgado cientificamente. Foi identificado em 1981, por Jorge Pinho Monteiro e Mário Varela Gomes e classificado desde 1986, como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto de 1/86, DR 2 de 3 de Janeiro de 1986. Trata-se do único abrigo em que é formalmente conhecida a realização de trabalhos arqueológicos para além do decalque e levantamento das pinturas. Sob a direcção de Mário Varela Gomes, em 1982, foi feita uma pequena sondagem numa área situada sob um extenso painel decorado. Destas escavações, para além de um estudo polínico realizado nas terras escavadas, identificaram-se materiais arqueológicos atribuíveis ao Calcolítico inicial.10

Este abrigo por se situar na Serra do Cavaleiro é também conhecido por Abrigo do Cavaleiro, embora o seu registo científico conserve o nome do seu malogrado descobridor.
Conclusão

Embora a primeira notícia sobre os abrigos pintados da freguesia da Esperança, concelho de Arronches, tenha quase um século, denota-se que ao longo destes anos nunca foi efectuado um estudo sistemático sobre o mais importante conjunto de arte rupestre pintada a sul do Tejo. Os trabalhos efectuados são, maioritariamente, reflexões sobre os levantamentos e decalques dos seus respectivos descobridores. A única escavação efectuada nestes abrigos foi muito parcelar e pouco conclusiva e, infelizmente, a vala aberta não foi recoberta. Na década de noventa, professores e alunos da Universidade de Évora promoveram campanhas de levantamento gráfico e fotográfico dos principais painéis do Abrigo dos Gaivões que, parcialmente, nesta comunicação se apresentam. Por essa altura, com o apoio do Parque Natural da Serra de S. Mamede, onde se localizam estes abrigos, foi possível criar uma estrutura de madeira de acesso ao Abrigo dos Gaivões e, assim, criar uma barreira psicológica que evita o vandalismo que, de quando em vez, estes abrigos são alvo. Passados mais de 15 anos sobre a construção dessa barreira psicológica, sem que ao longo desse tempo tivesse tido alguma manutenção o seu estado de decadência é já acentuado, reflectindo-se este abandono nos recentes sinais de vandalismo que alguns sectores do abrigo já apresentam. Para além da reabilitação do acesso ao abrigo dos Gaivões importava promover novas campanhas de prospecção que permitissem compreender a relação destes espaços simbólicos com os locais de vivência e também com os espaços de depósitos fúnebres. Urgente se torna, igualmente, promover o levantamento exaustivo e sistemático de todas as manifestações artísticas registadas nos quatro abrigos até agora identificados.




Bibliografia

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Notas:

1 A classificação destes abrigos como espaços de não habitat, deve-se aos trabalhos arqueológicos de sondagens desenvolvidos por Mário Varela Gomes em 1982, mas que permitiram atribuir possivelmente ao Calcolítico Inicial a fase mais antiga das pinturas, cf Endovélico http://www.ipa.min-cultura.pt, entrada de pesquisa: “Abrigo Pinho Monteiro”

2 José Ramon Mélida (1914), Arquitectura dolménica Iberica. Dólmenes de la província de Badajoz, Revista de Archivos, Bibliotecas y Museos, Madrid, 1914

3 Cf. Hernández-Pacheco (1916).

4 Cf. BREUIL, Henri (1917).

5 Cf. Idem, Ibidem, p.17

4 Cf. BREUIL, Henri (1920); VASCONCELLOS, José de Leite de (1920).

6


7 Cf. CASTRO, Luís Alburquerque e; FERREIRA, Octávio da Veiga (1960-1961).

8 Apesar de ser vastamente referido na bibliografia, este sítio arqueológico não não faz parte da base de dados do Endovélico site do IPA

5


9 Cf. Endovélico/ base de dados http://www.ipa.min-cultura.pt/

10 Cf. Endovélico/ base de dados http://www.ipa.min-cultura.pt/




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