Permanência e deriva: o cais de Martinho de Haro



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Permanência e deriva: o cais de Martinho de Haro.1

Priscilla Menezes de Faria 2

Rosângela Cherem 3

Participantes do Grupo de Pesquisa Corpus e Opus 4: Kamilla Nunes, Letícia Weiduschadt,

Priscilla Menezes de Faria, Maximilian Tommasi

Participantes do Grupo de Pesquisa Academicismo e Modernismo em Santa Catarina: Sandra

Makowiecky5; Marina Rieck Borck6; Fernanda Maria Trentini Carneiro7; Giorgio Filomeno8.

Palavras-chave: Academicismo e Modernismo; História da Arte; Sensibilidades e Percepções.
Resumo: presente artigo aborda uma série de cinco pinturas de Martinho de Haro

produzidas em momentos distintos,onde figura a imagem de um mesmo porto

localizado na Ilha de Santa Catarina. A questão da série é pensada a partir de uma

compreensão do próprio procedimento pictórico como operação de semelhança e

repetição, considerando o que há de desviante no gesto do retorno. São feitas relações

com obras de Paul Cézanne e Giorgio Morandi, nas quais são consideradas noções

operatórias que comparecem em séries destes artistas e reverberam neste recorte da obra

de Martinho de Haro.

1 Parte integrante da pesquisa Corpus e opus: premeditações para uma história e teoria da pintura na

América Latina ( coordenado por Rosângela Cherem e articulado com Academicismo e Modernismo em

Santa Catarina, coordenado por Sandra Makowiecky)

2 Acadêmica do Curso de Licenciatura em Artes Plásticas – CEART/UDESC, Bolsista PROBIC

3 Orientadora, professora do Departamento de Artes Plásticas do Centro de Artes - UDESC.Email:

rosangela@fastlane.com.br

4 Acadêmicos/as participantes do projeto Corpus e Opus : Kamilla Nunes, Bolsista FAPESC; Letícia

Weiduschadt, bolsista FAPESC; Priscilla Menezes de Faria, bolsista PROBIC; Maximilian , Bolsista

PROBIC, Liliane Moreira Brignol, bolsista voluntária.

5 Professora do Departamento de Artes Plásticas do Centro de Artes - Ceart-UDESC, Coordenadora do

projeto Academicismo e Modernismo em Santa Catarina.

6 Acadêmica do Curso de bacharelado em Artes Plásticas, Bolsista PROBIC

7 Acadêmica do Curso de Licenciatura em Artes Plásticas, Bolsista FAPESC

8 Acadêmico do Curso de bacharelado em Artes Plásticas, Bolsista PROBIC.


Permanência e deriva: o cais de Martinho de Haro.1
Priscilla Menezes de Faria 2 Rosângela Cherem 3
Participantes do Grupo de Pesquisa Corpus e Opus 4: Kamilla Nunes, Letícia Weiduschadt,

Priscilla Menezes de Faria, Maximilian Tommasi


Participantes do Grupo de Pesquisa Academicismo e Modernismo em Santa Catarina: Sandra Makowiecky5; Marina Rieck Borck6; Fernanda Maria Trentini Carneiro7; Giorgio Filomeno8.

Palavras-chave: Academicismo e Modernismo; História da Arte; Sensibilidades e Percepções.

Resumo: presente artigo aborda uma série de cinco pinturas de Martinho de Haro

produzidas em momentos distintos,onde figura a imagem de um mesmo porto

localizado na Ilha de Santa Catarina. A questão da série é pensada a partir de uma

compreensão do próprio procedimento pictórico como operação de semelhança e

repetição, considerando o que há de desviante no gesto do retorno. São feitas relações com obras de Paul Cézanne e Giorgio Morandi, nas quais são consideradas noções operatórias que comparecem em séries destes artistas e reverberam neste recorte da obra de Martinho de Haro.


1 Parte integrante da pesquisa Corpus e opus: premeditações para uma história e teoria da pintura na

América Latina ( coordenado por Rosângela Cherem e articulado com Academicismo e Modernismo em

Santa Catarina, coordenado por Sandra Makowiecky)

2 Acadêmica do Curso de Licenciatura em Artes Plásticas – CEART/UDESC, Bolsista PROBIC

3 Orientadora, professora do Departamento de Artes Plásticas do Centro de Artes - UDESC.Email:

rosangela@fastlane.com.br

4 Acadêmicos/as participantes do projeto Corpus e Opus : Kamilla Nunes, Bolsista FAPESC; Letícia

Weiduschadt, bolsista FAPESC; Priscilla Menezes de Faria, bolsista PROBIC; Maximilian , Bolsista

PROBIC, Liliane Moreira Brignol, bolsista voluntária.

5 Professora do Departamento de Artes Plásticas do Centro de Artes - Ceart-UDESC, Coordenadora do

projeto Academicismo e Modernismo em Santa Catarina.

6 Acadêmica do Curso de bacharelado em Artes Plásticas, Bolsista PROBIC

7 Acadêmica do Curso de Licenciatura em Artes Plásticas, Bolsista FAPESC

8 Acadêmico do Curso de bacharelado em Artes Plásticas, Bolsista PROBIC.

HASSIS NO CINEMA: A IMAGEM COMO ACONTECIMENTO1
Maximilian Tommasi 2

Rosângela Cherem 3

Participantes do Grupo de Pesquisa Corpus e Opus 4: Kamilla Nunes, Letícia Weiduschadt,

Priscilla Menezes de Faria, Maximilian Tommasi e Liliane Moreira Brignol

Participantes do Grupo de Pesquisa Academicismo e Modernismo em Santa Catarina: Sandra

Makowiecky5; Marina Rieck Borck6; Fernanda Maria Trentini Carneiro7; Giorgio Filomeno8.



Palavras-chave: Palavras- chave: imagem; arte-acontecimento;Hassis

Resumo: O presente artigo pretende expor e discutir a obra audio-visual e experimental do

artista Hassis, estabelecendo relações possíveis com o hibridismo nas artes, que extrapolando o

uso tradicional e exclusivo de uma linguagem e dispensando a memória e a experiência em prol

das vivências. Parte do princípio de que a imagem é um acontecimento e deve levar em conta

que estamos em época de instabilidades e de multiculturalismo, de conexões instantâneas e de

informações distribuídas, sobretudo, de desterritorializações que desestabilizam constantemente

as fronteiras que insistem em demarcar territórios fixos e estáveis.

1 Parte integrante da pesquisa Corpus e opus: premeditações para uma história e teoria da pintura na

América Latina ( coordenado por Rosângela Cherem e articulado com Academicismo e Modernismo em

Santa Catarina, coordenado por Sandra Makowiecky)

2 Acadêmico do Curso de Artes Plásticas – CEART/UDESC, Bolsista PROBIC.

3 Orientadora, professora do Departamento de Artes Plásticas do Centro de Artes - UDESC.Email:

rosangela@fastlane.com.br

4 Acadêmicos/as participantes do projeto Corpus e Opus : Kamilla Nunes, Bolsista FAPESC; Letícia

Weiduschadt, bolsista FAPESC; Priscilla Menezes de Faria, bolsista PROBIC; Maximilian Tomasi ,

Bolsista PROBIC, Liliane Moreira Brignol, bolsista voluntária.

5 Professora do Departamento de Artes Plásticas do Centro de Artes - Ceart-UDESC, Coordenadora do

projeto Academicismo e Modernismo em Santa Catarina.

6 Acadêmica do Curso de bacharelado em Artes Plásticas, Bolsista PROBIC



7 Acadêmica do Curso de Licenciatura em Artes Plásticas, Bolsista FAPESC

8 Acadêmico do Curso de bacharelado em Artes Plásticas, Bolsista PROBIC.


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