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A PERSONAGEM – PROFESSORA DE PRÉ-ESCOLAR



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A PERSONAGEM – PROFESSORA DE PRÉ-ESCOLAR:

O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DA “IDENTIDADE” NO CENÁRIO DE SUAS TRAJETÓRIAS.

UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Campo Grande – MS

1998


1 O fato da palavra “identidade” aparecer sempre entre aspas é para reforçar o sentido de movimento e

evitar as muitas contaminação que o conceito sugere em forma de idéia cristalizada.




2 V. SAVIANI, Dermeval. Ensino Público e algumas falas sobre a Universidade. São Paulo: Cortez, 1987; PARO, V.H. Administração Escolar: uma introdução crítica. São Paulo: Cortez, 1986; SÁ, Nicanor Palhares. O aprofundamento das relações capitalistas no interior da escola: Cadernos de Pesquisa, São Paulo, nº 57, p. 20 a 29; maio 1986 e MACHADO, Antônio Berto. Reflexões sobre a organização do Processo de Trabalhou na Escola. Educação em Revista, Belo Horizonte, nº 9, p. 27-31; julho 1989.



3 V. trabalho de MELLO, G.N. (1982); PEREIRA, Luiz(1969); JAEN, M.J.(1991); Pessanha(1994).

4 Critério de classes-médias baseado na natureza do trabalho realizado(não-manual); a expansão da chamada classe-media deu-se a partir do desenvolvimento industrial e do processo de urbanização.

5 A Educação Infantil atende a clinetela de 0-6 anos e a Pré-escola restringe-se, à clientela de 4-6 anos.


6 Cf. estudos feitos por Lopes, Eliane Marta(1994); CARVALHO, Hilma T. T. Koury(1995); CATANI, Denice Barbaa(1994).

Cf. estudos feitos por Enguita(1991) na Espanha; Sarmento(1994) em Portugal; Apple(1995) nos Estados Unidos e Inglaterra e Pereira(1969) no Brasil.



7 Na pesquisa de Pereira (1969), na década de 50 em São Paulo, em 34.205 professores primários 93,3% eram mulheres; em 1444 Diretores de Grupo Escolar 32,6% eram mulheres; em 236 Inspetores Escolares a porcentagem de mulheres era de 5,9 % e em 45 Delegados a taxa ficou em 2,2% (p. 31)

Cf. trabalhos de ROSEMBERG, Fulvia (1994); APPLE, Michael (1995)




8 V. estudos de SENNET, Richard (1988).


9 Cf. estudos feitos por KRAMER, S. (1987) e KISHIMOTO, T.M. (1994).



10 Embora o historiador social francês Philippe Ariés constitua-se como referência obrigatória em todos os trabalhos sobre “sentimento de infância”, já existem estudos que questionam algumas de suas idéias e a sua tese a respeito da ausência desse sentimento na Idade Média. Cf. SANTOS, Benedito Rodrigues dos.


11 Teóricos que no início deste século influenciar com suas idéias um grande número de propostas destinadas aos programas de atendimento às crianças. Piaget foi o inspirador das propostas construtivistas que abalar as décadas de 70/80/90 e Freinet também provocou mudanças, através de suas concepções, nas propostas das últimas décadas.


12 Os Conselhos Estaduais aceitam também, em função da necessidade de Recursos Humanos, o professor com habilitação a nível médio (Magistério de 3 anos) mas com atualização específica, realizada em cursos, com uma carga horária mínima de 240 horas, ou nos cursos de Estudos Adicionais, um ano a mais que se acrescenta aos três previstos para a especialização em Educação Infantil.


13 Ultilizou-se neste trabalho a contribuição dos psicólogos soviéticos para o entendimento da concepção de homem e de mundo, bem como as explicações dadas por Leontiev a respeito das categorias – atividade objetivada e consciência para a compreensão do desenvolvimento do psisquismo humano. Mas preferiu-se o uso das categorias atividade, consciência e identidade usadas pela Psicologia Social ao tratar das questões sujeito/objeto e na compreensão do homem como sujeito contextualizado.

14 Ciampa(1994), chama de “personagem-mito” a impossibilidade do indivíduo atingir a condição de vir-a-ser, ou seja, a impossibilidade de ocorrer uma transformação de forma efetiva(pág. 140)

15 O pré aqui é entendido como o atendimento à criança de 5-6 anos; alfabetização refere-se ao início do ensino de leitura, escrita e cálculo.

16 Curso aprovado pelo Conselho Estadual de Educação com carga horária mínima de 240 hs. e destinado (como exigência) para professores com o curso de Magistério de 3 anos (1ª a 4ª séries) para atuarem com a Educação Infantil (clientela de 0 - 6 anos) sob a responsabilidade da OMEP/Br/MS.


17 Os programas de atendimento à criança, em nosso País, estão divididos em creche (destinados à população de 0 - 3 anos) e Pré-escola (destinados à população de 4 - 6 anos), objetivando ambos, a atenção que se deve ter ao desenvolvimento integral da criança, sob a denominação única de Educação Infantil (MEC/1992). Em Mato Grosso do Sul, o Conselho Estadual de Educação, pela Deliberação nº 3285 de 03 de setembro/92, efetivou para que se considera como pré-escola (4 - 6a) os programas de Maternal e Jardim, oferecendo às instituições, as opções de dividi-los em níveis. Neste trabalho, considera-se, pois, como pré-escola, os programas oferecidos à clientela de 4 - 6 anos.


18 Cf. Manacorda(1992)


19 Esse professor a que Julie se refere são os outros professores que não são de pré-escola.

20 “Ele”, para Mazé, é o professor de 1º Grau.


21 O grifo é do trabalho e não da proposta.



22 Dados do BIE (Boletim de Indicadores Educacionais) do SINED (Sistema Nacional de Indicadores Educacionais) MEC/INEP/CPSISEEC/UNESCO. nº6, maio 96.


23 A professora chama de “habilitada” a professora com o curso de Magistério (Habilitação Magistério).


24 fronteira é a noção utilizada por Bakhtin para denominar o limite do organismo com o mundo exterior. BAKHTIN, Mikhil. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.





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