Perversidade



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ESCOLA NOVA, IGREJA CATÓLICA E ENSINO DE LITERATURA FRENTE À “PERVERSIDADE” DE AUTORES FRANCESES

Maria Lucia de Amorim Soares

Universidade de Sorocaba – Uniso/SP

maria.soares@prof.uniso.br


Eliete Jussara Nogueira

Universidade de Sorocaba – Uniso/SP

eliete.nogueira@prof.uniso.br
Leandro Petarnella

Universidade Nove de Julho – Uninove/SP

leandro_66@hotmail.com

À guiza de prefácio
Conforme Alceu de Amoroso Lima, Presidente do Centro Dom Vital, do Rio de Janeiro, em “Guiza de posfacio”, publicado em noções Geraes de Literatura (1929, p. 603):
Há uma coisa mais séria que a literatura: é o homem. E uma coisa mais urgente que a literatura brasileira – O Brasil... Nós catholicos, precisamos, sobretudo velar pela pureza das fontes. O nosso mal é nas raízes. E é sobre as raízes que é preciso agir.... Para termos uma sociedade melhor, para termos uma política mais séria, para termos uma economia mais justa, precisamos primeiro ter ordem em nossas idéias e disciplina em nossos sentimentos... Não teremos arte,nem sciencia, nem ordem social estável, se não cuirdarmos de como combater a anarchia primordial, religiosa, philosophica e moral que ainda nos domina.

Tomando como apoio as idéias acima transcritas e refletindo sobre os efeitos que elas podiam produzir na representação dos educadores, atuantes, na primeira metade do século XX, este texto toma a Escola Nova, a Igreja Católica e o ensino da Literatura frente à perversidade de autores franceses, perversidade segundo os autores da F.T.D. na coleção Língua Portuguesa, com especificidade no manual de Literaturas Estrangeiras.


A Escola Nova
Num mundo profundamente abalado e transformado pela Primeira Guerra Mundial, guerra que na realidade marcou o fim do século XIX e o princípio do século XX, o conceito de educação não podia deixar de ser alterado. A Escola Nova, com suas interpretações americanas, francesas, alemãs, italianas, russas, não podia ficar estranha aos educadores brasileiros, que despertavam para a idéia nacionalista, já invocada em 1980 por José Veríssimo, na sua obra Educação Nacional, e agitada publicamente por Olavo Bilac. Na imprensa, Antonio Carneiro Leão, trazia os problemas que eram discutidos no estrangeiro, estudando-os à luz das realidades brasileiras. Segundo Jorge Nagle (1985, p. 262, v.9):

Desenvolveu-se um momento de republicanos desiludidos com a república existente, república que procuram redimir. Trata-se de um movimento de republicanização da república pela difusão do processo educacional – movimento tipicamente estadual, de matriz nacionalista e principalmente voltado para a escola primária, a escola popular.


Nesse contexto histórico desenvolveu-se, também, um ciclo de reformas inspirado nos ideais escola – novistas em quase todos os Estados. Os principais educadores responsáveis pela reforma foram Sampaio Dória (1920, São Paulo), Lourenço Filho (1922, Ceará), Anísio Teixeira (1924, Bahia), Carneiro Leão (1928, Pernambuco), Lísimaco de Costa (1927, Paraná), Francisco Campos (1928, Minas Gerais) e Fernando Azevedo (1928, Distrito Federal). Em 1932, vinte e seis educadores expuseram publicamente suas concepções através do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, documento que reivindicava, no campo da política educacional, uma ação mais decisiva do Estado em prol da escola pública, gratuita, obrigatória e laica, que constituía uma antiga reivindicação do liberalismo burguês.

Durante o período colonial, o imperial e na maior parte da Republica Velha a ideologia econômica dominante informava que o Brasil era um país de vocação agrária, produtor de gêneros agrícolas tropicais de exportação e consumidor de produtos industrializados estrangeiros. Esse quadro manteve-se até os anos finais da República Velha,quando 72,5 % de nossa receita de exportação provinha unicamente do café (1924 – 1928), apesar das freqüentes crises de superprodução que obrigava o Governo a intervir na política de valorização artificial dos preços desses produtos. Com a crise econômica mundial de 1929, foi possível obter empréstimos externos para a manutenção dessa política fazendo os preços desabarem, contribuindo para o rompimento político entre os principais setores da oligarquia tradicional. O desfecho desse processo foi a Revolução de 1930, liderada por Getúlio Vargas, que ao assumir o poder, abriu espaços para a manifestação das novas forças políticas que se formavam no País: os empresários industriais, os militares, as classes médias urbanas e o proletariado industrial.



A Igreja Católica e o Ensino de Literatura
A reação às tendências oficiais e à ideologia não tardou operando, principalmente, por meio das ordens religiosas que tiraram partido da liberdade de pensamento e ação que lhes garantia a constituição. Em 1931, as escolas católicas eram orientadas no sentido de adotar um manual intitulado Literaturas Estrangeiras, de autoria coletiva, anônima, publicada sob a responsabilidade da editora Fréres Theodore Dumont – F.T.D. A obra fornecia informações sobre os escritores, avaliando-os de acordo com os critérios fixados pelo pensamento de direita no interior da Igreja Católica, em robustas 660 páginas.

Literaturas Estrangeiras é um livro polêmico, com advertências contundentes para a perversidade da literatura ao afirmar, por exemplo, que Voltaire é o “corifeu da impiedade no século 18. Em decorrência dos erros satânicos que cometeu, seu talento, embora reconhecido, deve ser considerado de memória execranda” (p. 395); que Victor Hugo é a “personificação do espalhafato” (p. 417); e que Baudelaire “é cheio de miasmas pestilentos, de sujidades físicas e morais. Nojento. Dirige preces a Satanás. Desequilibrado” (p. 425).

Do exposto, decorre a necessidade de uma análise mais aprofundada quanto à influência da literatura francesa no Brasil, na colocação dos autores de Literaturas Estrangeiras, conforme apontado a seguir:
Se não pode a França, apesar de repetidas tentativas, firmar no Brasil o domínio material, sendo sempre rechaçada pelos esforços Portugueses, já não se deu o mesmo quanto à liderança intelectual. Ninguém conseguia quebrar os laços de simpatia, nem a comunhão espiritual que se estabeleceu, desde o início, entre as duas raças francesa e aborígene. E Portugal, ainda que muito dócil, á política inglesa, não resiste a fascinação de Paris, das idéias e da língua de França. (p. 335).
José Maria Belo responde para o stadista italiano – Vitor Orlando, autor do comentário transcrito acima: “o francezismo tem raízes seculares e eternas no Brasil como em todas as outras Repúblicas do Continente... De mim, creio que nos devemos julgar satisfeitos e felizes com a existência dos mestres” (p. 336). Ao contrário, Camilo Torrend observa com “reflexões acertadíssimas” que a França era obrigada em justiça, “nos países de raça latina, e especialmente no Brasil, a reparar o mal produzido pelos ideologos de outros tempos, philosophos do século 18, VOLTAIRE, ROUSEEAU e D´ALEMBERT, ...quero fallar do gigante catholicismo moderno – CENTRO DOM VITAL, creado por Jackson de Figueredo (p. 337):

Um admirável vigor de lógica, unido a uma grande vehemencia de tribuno, numa época em que se tentava no Brasil, unir as doutrinas mais heterodoxas, em que um membro da maçonaria podia, de manhã, segurar no pallio, nas cerimônias da Igreja, e, de tarde, ir collaborar na loja com acção demolidora dos seus irmãos no livre pensamento contra o Catholicismo, - foram estas as poderosas armas ao meu ver de que se serviu JACKSON para fazer uma separação dos campos, animar os catholicos a tomar consciência de suas forças, apontando-lhes a vitória como conta, visto que so elles podiam assegurar a ordem à sociedade. (p. 337).


Qual a conclusão a tirar desses fatos? Combater ou favorecer estas tendências arguem os autores de Literaturas Estrangeiras, dando eles mesmos como resposta:
Combatê-las fôra inútil e perigoso. Promover um estreitamento cada vêz maior, é princípio incontestável de vitalidade e prosperidade: a união faz a força. Mas o que importa sobremaneira, antes de combater ou favorecer, é conhecer a literatura francesa, para refletir os venenos, acolher e assimilar as vitaminas. (p. 337).


Apreciação pelos autores da F.T.D.
Atendendo o convite, que os autores anônimos do manual Literaturas Estrangeiras faziam, vamos dar a conhecer alguns escritores da literatura francesa e as apreciações feitas, que a Igreja Católica considerava para repelir por estar contaminada com perigosos venenos importante repelir:
1-) Francisco RABELAIS (1495- 1553) – monge apóstata, médico desmiolado, mal criado, grosseiro. Gracejos pesados e ordueiros. Tem a mania da escatologia e da obcenidade. La Bruyeré informa: No que tem de ruim, Rabelais excede de muito todos os limites: é pasta da canalha. São Francisco de Sales escrevia a um fidalgo da côrte: desconfiai dos livros maus como os daquele infame Rabelais (p. 354.).
2-) Miguel Eygnem de MONTAIGNE (1533 – 1592) – educado pelo pai sem freios nem rigores. Põe o homem no nível do animal. Fez muito mal como dissolvente do entusiasmo, como advogado do negativismo. A sabedoria é a do EGOISMO RADICAL: viver única e exclusivamente para si. Seria delicioso, si não fosse monstruoso e impossível. (p. 356.).
3-) Francisco Maria Arouet de VOLTAIRE (1964 – 1778) – Filósofo, corifeu da impiedade no século XVII. Talento prodigioso, de memória execrante, porque pôs este talento grande a serviço das potências do mal. Produções obscenas, obras escandalosas. Prega e pratica o culto da mentira. Escrevia a Thiériot, seu triste amigo: é preciso mentir feito demônio, não já a medo, nesta ou naquela ocasião, mas com toda a gana e continuamente... mentí amigos, mentí, que eu, na hora, não ficarei atrás. Mesquinho, mole, joguete de paixões que aviltam, vaidoso, zangadiço, má língua, hipócrita, ingrato, vingativo, ambicioso, avarento, intholerante, fanático. (p. 395 – 397).
4-) João Jacques ROUSSEAU (1712 – 1778) – Toda obra é falsa porque são falsos os alicerces: é o primado da sensibilidade e da imaginação sobre a inteligência e a razão; - e é o pressuposto que todos os homens são natural e instintivamente virtuosos, só querendo o que for de interesse comum. A vida dele é o desmedido mais formal: chegou a recolher no hospício, seus cinco filhos, abandonando-os. Mau filho, mau pái. É um gênio desiquilibrado que desiquilibrou a inteligência moderna. As ideologias utópicas que êle espalhou tiveram uma proliferação espantosa, absurda. Este louco de gênio era procurado e consultado, ouvido e admirado como outro Solon, retro Sócrates. (p. 450).
5-) Victor HUGO (1802 – 1885) – Filho espiritual de Voltaire e pai de Guerra Junqueira. A personificação do espalhafato. Deus da democracia, multiplicando as obras ímpias, revolucionarias, blasfêmicas e jacobinas - Leão Daudet diz: considero Hugo e Michelet como dois corretores das inteligencias, de nocividade quase igual à de Rousseau.. (p. 418).
6-) Carlos BOUDELAIRE ( 1821 – 1867) – Imoral e ímpio. Cheio de miasmas pestilenciais, de sujidades físicas e morais. Nojento. Por vezes é anjo. Mas a besta logo ressurge, orgulhosa, melindrosa e cínica. Dirige preces ao Satanás. Desiquilibrado. Traduziu bem Edgard Poe (p. 425).
7-) Gustavo FLAMBERT (1821 – 1880). Fanático do estilo. Gastava horas, dias, com uma página só, uma só frase. De moral e religião cuidava menos. Já se vê. Romântico, incrédulo e desabusado, irônico e pessimista até o fim Obras no INDEX. (p. 425).
8-) Emilio ZOLA (1840 – 1902) – Mestre de pornografia. Exterminador da paz da consciência e do bem – estar doméstico Toda obra no INDEX, nem se pergunta. Cada volume de seus romances é tóxico, meticulosamente confeiçoado para à surdina, corroer a dignidade... MORTÍFERO ESCRITOR. (p. 425).
9-) Anatole FRANCE (1844 – 1924) – Escritor ímpio e imoral até o cinismo. Corrutor diabólico.. Cultos exímio e sem rival da beleza pagã. Traços dominantes de toda obra: 1° - ódio encarniçado a Cristo e á civilização cristã. 2° - amor doido aos prazeres sensuais. (p. 425.).
10-) João Artur RIMBAUD (1864 – 1891) – Foge de casa. Volta. Foge de novo. Vagabundo. Alista-se nas tropas da comuna. Viaja, viaja pela Europa e Africa. Luta contra Deus. É ímpio, romântico e naturalista. Usa todos s ritmos, todas rimas. Quebra-louça. Deus lhe quebra o corpo. E elle vencido chora, reza, confessa-se e comunga. Falece em 10 de novembro. Existência caótica de transloucado genial. (p. 431).
11-) Macelo PROUST (1871 – 1922) – De raça judáica. Franzino e enfermo fez uma obra literária judáica e enfermiça. Estilo arrevezado, heteróclito. De visão agudíssima e inquieta. Ávido de volúpias. Avidez mórbida, halucinada Diz Bernardo Fey: Fiquei espantado, quando vi Proust comendo, conversando sobre prazeres... mentalidade pouco normal... Sinttiza-o: Inventor de Gozos. Emanações especilíssimas desprendem-se das obras de Proust: as de Sodoma e e Gomorraha.
12-) Guilherme APOLLINAIRE (1880 – 1918) – Veiu o pós – Guerra. Veiou o Cubismo: abstração, concentração, inteligência, associação estrambótica das idéias mais sutis. Arte requintada. Mãe polaca. Trepanado da guerra, em 1916. Falecido de gripe espanhola. (p. 453).
13-) E surge o monstro do DADAÍSMO. Em Zurich, aparecia em 1917, DADA, criação de Rumeno Tristão Tzra, do alsaciano ARP e do Alemão Hvelsenbec: nevaga tudo, sociedade, público, vocabulário, inteligência, e mosmente literatura. Antisocial por essência. Proclamou a falência da razão humana. A prosa deixou-se contaminar, si bem que em menor escala. Pois ela é eminantemente social, e eram vigorosos os talentos: de André Breton, Manifesto do surrealismo; - de Luiz Aragon Padir e gênio poético; Filipe Soupanalt, 1897 Marcelo Jouhandeau, 1888, com sua visao satânica de existência. (p. 454).

À guiza de conclusão
Alexandre Correia, eminente filósofo, antigo aluno dos Irmãos Maristas faz a apresentação de Noções Geraes de Literatura (1929, p. 2) dizendo:

Bem vemos a que abismo vai nos arrastando esse NATURALISMO que, a pretexto de arte, exibe, na literatura, sobretudo, as mais baixas paixões, como cousas a que possa apegar-se o ulcerado coração humano... deixando aqui essas palavras sem côr e sem pretensão [ensinar a espíritos adolescentes a apreciar as obras literárias e julgá-las com segurança], não faço mais que pagar, em parte ínfima, a dívida que contrai para com os formadores religiosos de meu espírito.


Logo, os autores anônimos do Manual Literaturas estrangeiras não eram loucos desvairados, conforme apreciação do autor, também anônimo, do artigo Sectarismo e Franqueza, publicado no Caderno Idéias, do Jornal do Brasil (25/08/2007, p.09):

... liam atentamente os livros que comentavam, em consonância com a extrema direita da Igreja Católica. Eram intelectuais combativos, dispostos a defender seus dogmas, suas crenças. Estavam atualizados. Citavam Tristão de Ataíde, Agripino Grieco, Tasso da Silveira, Jackson de Figueiredo.


Durante o chamado período revolucionário da Era Vargas (1930-1934), repleto de contradições sociais e políticas, onde as estruturas tradicionais conviveram e conflitaram com novas forças emergentes, a sociedade brasileira sofreu um processo de mudança complexo. O aumento gradual de poder da burguesia empresarial sobre as tradicionais oligarquias agrárias, a progressiva supremacia econômica da indústria sobre a agricultura, a crescente hegemonia do setor urbano sobre o rural, o acirramento ideológico entre correntes políticas de esquerda e de direita, exigiam uma reação peremptória daqueles pertencentes à Igreja Católica, reação expressa no manual Literaturas estrangeiras.
A finalidade da educação se define com a filosofia de cada época, diz o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (ROMANELLI, 1980:146). Engels, prefaciando O 18 Brumário de Luís Bonaparte de Marx (1978:327), expõe a importância da compreensão da história viva de uma época, visto que é a história que nos ajudará a entender a educação:

Essa notável compreensão da história viva da época, essa lúcida apreciação dos acontecimentos ao tempo em que se desenrolaram, é, realmente sem paralelo. Mas para isso era preciso ter o profundo conhecimento que Marx possuía da história francesa. A França é o país onde, mais do que em qualquer lugar, as lutas de classe foram sempre levadas á decisão final, e onde, por conseguinte, as formas políticas mutáveis nas quais se processam essas lutas e nas quais se condensam seus resultados tomam os contornos mais nítidos... Esta foi a razão pela qual Marx não só estudou a história anterior da França com especial predileção, como acompanhava também sua história contemporânea em todos os detalhes, reunindo materiais destinados a futura utilização.

Com referência à Literaturas estrangeiras, mais do que as palavras, é preciso prestar atenção a quem as diz. No texto em questão, aos intelectuais da Igreja Católica frente aos escola-novistas no início do século 20.

Referências:
LITERATURAS estrangeiras. Rio de Janeiro: FTD, 1931.
SECTARISMO e Franqueza. Caderno Idéias, jornal do Brasil, 25/08/2007, p.9.
CORREIA, Alexandre. Noções Geraes de Literatura por FTD. São Paulo: Livraria Francisco Alves, 1929.
GOLDMAN, Lucien. Ciências humanas e filosofia. São Paulo: Difel, 1980.
LIMA, Alceu A. A guiza de posfacio. In: Noções Geraes de Literatura por FTD. São Paulo: Livraria Francisco Alves, 1929.
LOURENÇO FILHO. Prefácio. In: PINTO, Estevão. A Escola e a formação da

Mentalidade Popular no Brasil. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1932.
MARX, Karl. O 18 Brumário de Luís Bonaparte. São Paulo: Abril Cultural, Coleção

Os Pensadores, 1978.


NAGLE, Jorge. A educação da Primeira República. In: FAUSTO, Boris (Org.). História geral da civilização brasileira. São Paulo: difel, 1985.
ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da educação no Brasil (1930 – 1973). Petrópolis: Vozes, 1980.




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