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SP: Petrobras inicia construção do Etanolduto – Página Rural



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SP: Petrobras inicia construção do Etanolduto – Página Rural


A Petrobras e a empresa Camargo Correa iniciam hoje (23) a construção do Sistema Integrado de Transporte de Etanol. O primeiro trecho do Etanolduto vai ligar, em São Paulo, Ribeirão Preto a Paulínia. A solenidade que marcará o início das obras terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.

O presidente da PMCC (empresa composta pela Petrobras e a Camargo Correa e responsável pelo Etanolduto), Alberto Guimarães, adiantou, por telefone, à Agência Brasil, que a expectativa quando o sistema entrar em funcionamento é que haja uma redução no preço do etanol, pois a indústria terá capacidade de transferir parte de sua economia para o mercado consumidor.

“Isso é uma coisa que posso dar como desejo, mas não posso garantir que vai acontecer. Mas, é natural que seja, porque num mercado altamente competitivo como esse é natural que rapidamente alguns atores comecem a transferir essa economia para o público até que tudo vá para o mercado”, avaliou.

O projeto, que tem investimentos de R$ 5 bilhões, é pioneiro no país e depois de pronto vai atravessar 45 municípios, ligando as principais regiões produtores de etanol nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, à Refinaria de Paulínia (Replan), em São Paulo.

De acordo com a Petrobras, o sistema integrado vai se estender, em uma segunda fase, por uma malha de dutos até Barueri e Guarulhos, na grande São Paulo, e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A partir desses terminais, o etanol será levado diretamente aos postos de combustíveis por meio de transporte rodoviário de curta distância.

Segundo Guimarães, o primeiro trecho do Sistema Integrado de Transporte do Etanol deve estar concluído até julho de 2012. Os módulos seguintes, de Uberaba para Ribeirão Preto e das margens do Rio Tietê a Paulínia, terão as obras iniciadas antes da conclusão do primeiro trecho.

Em comunicado, JBS defende qualidade da carne brasileira – SUINO.COM

A JBS, maior produtora e exportadora de proteína animal do mundo, defendeu em comunicado a qualidade da carne brasileira e desvinculou da indústria de carnes o recente caso de um paciente com suspeita de ter contraído a doença neurológica degenerativa Creutzfeldt-Jakob.


Sobre o caso, monitorado pela Vigilância Epidemológica de Campinas (SP), a companhia destaca que se trata apenas de um diagnóstico inicial, 'que pode não ser confirmado'.
'Nunca houve um caso de vaca louca no Brasil e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) é altamente improvável que ocorra um caso da doença no país, tendo em vista que o gado no Brasil é estritamente alimentado a pasto', diz o comunicado.
A JBS ressaltou também que o Ministério da Agricultura exerce controles rígidos sobre a alimentação animal e toda a cadeia produtiva, 'garantindo, assim, a sanidade do produto final'.

Metas de inflação e de juro real são incompatíveis – Portal Canal do Produtor


Editorial

Até agora a política de metas da inflação deu resultados satisfatórios, embora se possa considerar que, caso se busque um nível de inflação mais próximo ao dos países do Primeiro Mundo, a meta mereceria um ajuste para baixo.

Acontece que tanto Dilma Rousseff quanto o ministro da Fazenda que ela manteve no cargo, além da meta de inflação, pretendem uma outra: a da taxa real de juros.

Ora, a convivência dessas duas metas é incompatível, pois a de inflação exige que as autoridades monetárias possam fixar uma taxa de juros que permita atingir o nível escolhido pelo Conselho Monetário Nacional, com liberdade de pequena variação de um ponto a mais ou um ponto a menos. Isso significa que o Comitê de Política Monetária deve ter plena liberdade para fixar a taxa Selic, que hoje está em 10,75% e, segundo a visão do mercado, deverá terminar nesse nível neste ano, podendo subir para 12% no final do próximo ano.

Levando em conta as previsões do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no final dos exercícios, a inflação real ficaria em 5,17% neste ano e em 6,85% em 2011.

 Ora, o governo quer chegar o mais rapidamente possível a uma taxa real de juros de 2% ao ano, nível que se constata, em média, entre os países do Primeiro Mundo. Não se pode negar a vantagem que os juros nesse nível representariam para a economia do País. Porém, em face das consequências das medidas tomadas pelo governo neste ano, esse objetivo somente poderá ser alcançado com uma política monetária altamente austera e totalmente incompatível com a meta de juro real visada pelo governo.

 

Não há duvida de que a atual retomada da inflação está exigindo uma elevação da taxa Selic, a menos que o governo apresente um resultado fiscal superavitário em termos nominais, o que no contexto atual nos parece uma miragem. Enquanto os gastos do governo estiverem criando um excesso de liquidez, como estão, caberá ao Banco Central atuar para neutralizar parte desse excesso.



 Pode-se admitir que a política monetária procure outros instrumentos, além da elevação da taxa Selic - o aumento dos depósitos compulsórios dos bancos, por exemplo. Mas nenhum artifício permitirá afastar o aumento da taxa de juro real.

 Cabe ao governo tomar ciência de que uma redução consistente da taxa real de juros depende, essencialmente, da sua atuação na redução dos gastos correntes e de um aumento da poupança pública para financiar investimentos.


Carne mais cara pressiona inflação – Portal Canal do Produtor


Puxados pela carne bovina e pela cana de açúcar, os preços dos produtos agropecuários no campo voltaram a se acelerar este mês, dando uma clara indicação de que os alimentos devem continuar pressionando a inflação ao consumidor nas próximas semanas.

O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária, calculado pela Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo, aumentou 2,34% na segunda quadrissemana de novembro, após ter perdido o fôlego por quatro semanas seguidas e ter encerrado a primeira quadrissemana deste mês com alta de 1,9%.

Desde a segunda quadrissemana de outubro, o indicador que monitora os preços agropecuários ao produtor vinha desacelerando 1 ponto porcentual, em média, a cada semana. Dos 20 produtos pesquisados, 12 subiram na segunda quadrissemana deste mês. A maior alta ocorreu no preço da carne bovina. A arroba do boi gordo (15 quilos) atingiu R$ 105,32 e subiu 13,7% na segunda quadrissemana deste mês. Os bovinos respondem por 16% do indicador.

Já a cana-de-açúcar, apesar de ter registrado alta de 1,65% na segunda quadrissemana deste mês, como o produto responde por 40% do índice, ele foi o item que isoladamente mais pesou para o aumento da inflação no campo, observa José Sidnei Gonçalves, pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e responsável pelo indicador.

Segundo Gonçalves, dois fatores combinados contribuíram para os preços ao produtor voltarem a se acelerar. O primeiro é a valorização das commodities no mercado internacional em razão do aumento da procura por esses produtos e a desvalorização do dólar, que amplia a procura de investidores por outros ativos, Os preços do algodão e da soja, que subiram 4,62% e 6,82%, respectivamente, na segunda quadrissemana deste mês, por exemplo, só deverão se estabilizar a partir de março do ano que vem, com a entrada da próxima safra no mercado.

Demanda. Outro fator apontado pelo pesquisador é o aumento da demanda. Neste caso, ele ressalta a alta de preços da carne bovina e suína (5,6%). "Com o aumento da massa salarial, a população deixa de consumir ovo e vai para as carnes", diz Gonçalves. De toda forma, ele pondera que, também neste caso, a combinação de seca com a redução do número de animais confinados fez cair a oferta do produto.

"Não vejo a possibilidade de que a alta dos preços dos alimentos seja devolvida mais para frente", afirma o economista da consultoria Tendências, Bernardo Wjuniski. Ele diz que o nível de preços dos alimentos deve continuar alto, mas esses produtos não irão provocar novas pressões. Para o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), espécie de prévia da IPCA e que será conhecido hoje, o economista projeta alta de 0,75%. O IPCA-15 de outubro foi de 0,62%.

Newton Rosa, economista chefe da Sul América Investimentos, espera que o IPCA-15 deste mês fique em 0,68% e com viés de alta. "A alimentação vai continuar pressionando o indicador, mas o grande destaque deve ser a elevação do preços dos transportes, por causa do etanol, e dos itens de vestuário", prevê.





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