Pieu – Projeto de Integração Empresa Universidade



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PIEU – Projeto de Integração Empresa Universidade.



Padrões de ética e visão do mundo do Homem de Ciência


Prof. Heitor M Quintella, DSc

Introdução

O fator mais importante do ponto de vista filosófico em participar do Grupo de Pesquisa FHTC é o desenvolvimento ético e a consciência do papel central do homem de ciência na construção de uma sociedade aberta, progressista, libertária, tecno-industrial, que por conseqüência eleva ao seu grau máximo as virtudes do ser humano.


Segundo Kohlberg existem tres níveis de desenvolvimento ético, definidos em termos da postura individual diante do que é direito fazer e do porque fazer o que é direito, a saber:
1 - Nível pré convencional com dois degraus definidos pelas razões:

  1. Castigo e obediêncianão vou transgredir para evitar o castigo.”

  2. Objetivo instrumental individual e de troca – “vou cooperar na transgressão para ser ajudado em retorno”

2 – Nível Convencional com dois degraus definidos pelas razões:



  1. Expectativas interpessoais mútuas“Transgredirei com ele porque quero sua amizade, afeição, estima ...

  2. Preservação do sistema social “cumprirei as suas normas porque é errado desobedecer às autoridades e contra as leis”

3 – Nível Pós-convencional com dois degraus definidos pelas razões:

a)Direitos originários,contrato social ou utilidade“não vou transgredir porque isto interfere com os direitos de outros e futurameente meus direitos podem igualmente ser violados”.


  1. Princípios éticos universais – Há princípios universais que regem as relações entre todos os seres humanos e não há força externa quer possa compelir-me a atuar em algo errado ou que se afaste destes pincípios.



Princípios e valores

Para a boa prática da Ciência é necessário haver um forte alinhamento com princípios e valores. O conjunto de princípios e valores hierarquizados que norteiam a Ética Universal originam-se da filosofia de Kant além de outros filósofos e desemboca na Carta de Direitos Humanos de 1948. Apesar de estar sempre em evolução especialmente nos níveis inferiores, há bastante acordo Universal com relação aos níveis superiores.


Utiliza-se na hierarquização de tais princípios o algoritmo de Kant abaixo:

Os Valores mais elevados desta lista hierarquizada são:
Preservação da Vida e Saúde Humanas

Preservação da Dignidade Humana

Preservação das Liberdades Humanas

(de cada um e de todos os indivíduos, de propriedade, de inviolabilidade e dignidade do lar, de auto-defesa, de segurança e privacidade, de empreender, de ir e vir, de tratamento igual perante á lei com presunção primária pública de inocência, de acesso à informação isenta, de expressão e comunicação responsável, de defesa dos próprios interesses, de trabalho e remuneração digna, de ambiente de proteção, permissão e potência, de acesso à educação de qualidade, à tecnologia e ao desenvolvimento científico continuados, de exercício da criatividade, de proteção em idades e situações vulneráveis (tais como infância, velhice, gravidez, enfermidade, deficiências físicas etc...)

Busca e Exercício da Excelência em tudo que fizer, receber e oferecer.

Preservação da Vida em Geral

Outros princípios

Outros valores e princípios são ordenados e hierarquizados abaixo destes, alguns deles ainda estão em processo de descoberta de seu lugar na escala de valores Universais pois encontram-se na fronteira ética e dependem de influências culturais diversas.


O panorama da sociedade brasileira em decadência pela falta de ética

Particular atenção deve ser dada à atuação dos membros do grupo na aplicação de seus conhecimentos na sociedade, pois a maioria das pessoas no Brasil, neste início de século, está no nível pré-convencional de Kohlberg, o que acaba pondo uma pressão geral sobre a população no sentido de não atender a princípios éticos. Daí a crise de criminalidade, corrupção e desnorteamento deste tempos.


Explica-se isto pelo descaso e leniência com as pequenas fraudes, os pequenos crimes, as pequenas transgressões e as pequenas contravenções. Tais deslizes têm gravidade e significado maiores do que o seu valor monetário ou econômico. As diversas teorias incrementais do crime constatam que o crime é uma carreira evolutiva, contagiosa e socialmente mortífera. As pequenas transgressões bem sucedidas estimulam as pessoas a evoluírem de transgressões menores para outras maiores. Por outro lado as pessoas que escapam impunemente (getting away ‘from / with’) estimulam de forma epidêmica outras pessoas a também transgredirem. Por fim, neste ambiente generalizado de transgressões e criminalidade crescente, surgem os espaços obscuros para o crescimento das redes de líderes negativos que sufocam as sociedades abertas e seus indivíduos explorando as patologias e fragilidades individuais e sociais, e são capazes de levar grupos, sociedades e nações inteiras a enveredarem por scripts inflexíveis que desaguam em finais trágicos, banais, de sofrimento contínuo, de solidão profunda, bem como de falta de amor e afeto, ou de loucura e perda da racionalidade além de outros scripts ainda não bem descritos de caráter niilista - derrotista. A história recente está prenhe de exemplos desta natureza. Veja por exemplo a Rússia Soviética, a Alemanha Nazista - Nacional Socialista dos Trabalhadores, a Itália Fascista, a China Comunista, Cuba Castrista as teocracias islâmicas e outros regimes mais que provocaram a infelicidade, desperdício do bem maior que é o tempo de Vida humana e até a morte de milhões de pessoas.
Por isso é importante implantar combater, coibir, desaprovar e não cooperar com as pequenas transgressões para evitar que, como os ovos de serpente, elas cresçam em crimes maiores e causem a ruptura das culturas organizacionais e sociais pela dissolução de valores e princípios. A disseminação de pequenas fraudes e crimes é um indicador.de decadência da sociedade e das pessoas que aponta para a necessidade de elevação dos padrões de ética na escala de Kohlberg.
Em nosso país, neste início do século, a visão dominante é aquela distorcida dos socialistas e populistas que imputa apenas aos ricos e poderosos um papel relevante de estímulo ao sentimento geral de impunidade. Sem querer excluir todos os que abusaram por meio de obtenção de riqueza e poder de sua responsabilidade (muitos dos quais eventualmente oriundos das classes pobres), ressalte se que esta visão parcial, no entanto, oculta o papel altamente significativo das massas de pobres e miseráveis no cometimento de crimes e transgressões de toda sorte (tais como ocupação ilegal de terras, evasão de todos os impostos e tarifas, exercício ilegal de uma grande parte de profissões regulamentadas, promoção deliberada de cerceamento de diversos direitos da maioria da população pagadora de impostos, violação de diversas leis e regras de postura social, além, é claro, da maior parte de roubos e assassinatos). Assim é preciso não, apenas conter e/ou punir exemplarmente as transgressões resultantes do abuso de poder, mas acima de tudo criar um ambiente de educação permanente e disciplinamento das massas para conter os crimes mais freqüentes e prevenir a explosão da transgressão. Aliás o ambiente desejável é o de Permissão, Proteção e Potência que estimule a prática sistemática do Bem e da Excelência por todos os indivíduos e sua premiação generosa com prosperidade e bem estar material.
Na situação presente, agravada pelo avanço de idéias populistas, o Estado Brasileiro tem graves problemas com sua legitimidade, pois como o Estado brasileiro é caro (o contribuinte paga muito para uma renda per capita baixa e recebe serviços de baixa qualidade), é ineficaz (não realiza com bom desempenho no tempo nem no conteúdo suas funções básicas), é opressivo(não cumpre seus compromissos, quando o faz é regatão, com freqüência lento e cobra sem cuidado e critério de seus contribuintes com ameaças de todos os tipos), é arbitrário(não há controle civil adequado de suas ações), é impessoal (desconsidera os direitos dos indivíduos em nome de um interesse social vago que jamais é atendido) ,.é dominado por ‘profissionais’ da política (políticos, com raras e honrosas exceções, são em geral pessoas que vivem e dependem da atividade política, não sendo em geral capazes de dar um bom exemplo de sucesso em atividades produtivas e geradoras de riqueza). Neste contexto as fraudes fiscais, por exemplo, são percebidas por uns como mecanismo defensivo, por outros como corrupção. O conflito ético é evidente pois como o Estado anônimo é o verdadeiro responsável pelo primeiro passo da transgressão, as interpretações servem apenas para satisfazer aos baixos interesses eleitoreiros partidários populistas, que aproveitam os sentimentos mais baixos de inveja e ressentimento presentes nas massas desfavorecidas,.que são por eles manipuladas e encurraladas em guetos eleitorais permanentes.
Esta valorização da inveja acaba prejudicando a admiração, o modelamento, a construção do caminho e o alcance do sucesso dentro dos princípios éticos da democracia. Com isto a cultura vigente no país valoriza maus exemplos e heróis negativos. Com maus exemplos, as pessoas simples fracassam coletivamente imitando falsos heróis que representaram enredos tristes e malfadados por não deixarem nada de universalmente duradouro. A proposta racionalista pragmatista é simples: pouco ou nenhum culto a personalidades, valorização de resultados práticos de sucesso que resultem em desenvolvimento geral continuado, resistentes ao teste do tempo e ao teste da xenofobia

Ciência e democracia

Na visão racionalista e pragmatista da Ciência, os inimigos comuns a todos os homens são:


1 A morte;

2 A doença;

3 A perda de liberdades;

4 A miséria;

5.O envelhecimento insano;

6 A criminalidade

7 Os desastres naturais.

Historicamente só a Ciência e a Tecnologia têm consistentemente, continuamente e crescentemente sido capazes de minorar os males advindos destes inimigos. Contudo, o desenvolvimento científico e tecnológico continuado só ocorre numa sociedade aberta. Entende-se por sociedade aberta a que existe para permitir o desenvolvimento até a excelência de todos e cada um dos indivíduos que a compõem, para dar-lhes proteção e permissão para auto realização com responsabilidade individual e que é fundada em princípios e valores universais supra-religiosos e supra-partidários.



Ciência e os inimigos da sociedade aberta

Para garantir o desenvolvimento científico contínuo e a liberdade de expressão requerida para o mesmo, os homens de ciência devem estar atentos aos ataques do obscurantismo dos inimigos das sociedades abertas.

Desta forma, é importante entender como os socialistas em geral e em particular os marxistas são grandes inimigos da democracia por seus erros filosóficos, lógicos, sociológicos e psicológicos. O marxismo, por ser uma falsa profecia, que só se impõe à força ou pela irracionalidade total e apelo ao emocionalismo violento, tem historicamente errado e influenciado devastadoramente o avanço das democracias, ao difundir que a profecia histórica é um ( aliás O) método científico de abordar problemas sociais. Assim, abordando de forma simplória a questão dos conflitos políticos interpreta a ‘tensão entre exploradores e explorados’ como a única origem possível dos diversos conflitos sociais, ignora também todos os princípios e valores em detrimento da pureza ideológica.
A ambiguidade socialista marxista com relação a violência funda-se na abordagem historicista e acaba por instilar uma leniência com relação a conquista violenta do poder político (Ambiguidade da violência). Além disto ele tolera de forma imoral o entrincheiramento dos partidos operários no poder impedindo a alternância de partidos no controle do governo (Ambiguidade da conquista do poder).
A política socialista marxista promove a suspeição entre os operários com relação a democracia. a ) culpando a democracia e não os democratas por todos os males (toda oposição tem a maioria que merece); b) instilando a falsa idéia de que o estado pertence aos governantes e não a todos; c) inculcando a idéia de que a única maneira de melhorar as coisas numa sociedade é a conquista completa do poder (por parte deles é claro).
A irracionalidade da argumentação socialista marxista pode ser ilustrada no erro crasso de raciocínio seguinte: lei da miséria crescente no capitalismo (fantasia projetiva de marxistas incapazes de entender a natureza da democracia) esta conjectura é desmentida com o desenvolvimento econômico das grandes democracias em confronto com o fracasso de todos os regimes socialistas, sem exceção. Outro exemplo desta mesma débâcle filosófica está na lei da exploração do trabalho que foi desmentida pelo aumento sistemático dos salários e padrão de vida dos trabalhadores, do povo em geral e também das elites de todos os tipos nas grandes democracias com grande progresso industrial, científico e tecnológico.

Além de ser contraditória com relação às leis de livre mercado, que precisam de aumento constante de renda per capita para manter o crescimento continuado.(Observe que se fosse válida a lei de exploração do trabalho ela não promoveria o desenvolvimento, o que acarretaria uma implosão da economia. Isto evidentemente não aconteceu nas grandes democracias). O sucesso das grandes democracias com grande progresso industrial científico e tecnológico (EUA, GB, etc...) desperta os sentimentos irracionais de antiamericanismo e antibritanismo por força do ódio que os marxistas nutrem por aqueles países que são a prova viva do fracasso de suas teorias e profecias. O cientista deve estar longe destas armadilhas intelectuais até porque elas representam um erro básico lógica de confusão entre Lei Geral e Hipótese Temporária. Hoje a Hipótese racional pragmatista vigente é de que a democracia só viceja em ambiente de desenvolvimento científico e tecnológico. Ou seja, em cada momento histórico o país mais desenvolvido científica e tecnologicamente é aquele em que a democracia é a mais sólida naquele instante, onde a liberdade de pensamento e de crítica está viva com responsabilidade limitada pelos direitos individuais de todos e de cada um.


Por isso deve o homem de Ciência ficar alerta e combater como obscurantismo as visões ideológicas do mundo, já que fracassa o socialismo marxista ao pretender abordar cientificamente as questões sociais sem aceitar os princípios básicos da crítica livre e da observação de fatos para por em teste a teoria. Assim ao ver os fatos contradizerem sua teoria os socialistas preferem negá-los ao invés de mudar a teoria. Desta forma arraigados a uma teoria largamente negada pelos fatos mergulham nas trevas da irracionalidade perseguindo e eliminando seus oponentes e ao tentar resolver as questões sociais não conseguem competir com as grandes democracias. As democracias por seu ambiente de estímulo a liberdade e criatividade sempre demonstraram uma vitalidade artística, científica, tecnológica e industrial incomparavelmente maior do que as tiranias, em especial as tiranias socialistas ou teocráticas.
Do mesmo modo toda forma de terrorismo é inimiga do ambiente propício ao desenvolvimento da Ciência e da democracia pois nega os valores mais elevados da escala de valores universais(tais como direito á vida, direito á dignidade, direito á liberdade). Particularmente os terrorismos de natureza teológica entram em confronto direto com a visão científica do mundo por se apoiarem em premissas imateriais que não podem ser testadas cientificamente, tais como: a existência de uma divindade, a existência de uma alma, a existência de vida post-mortem. Daí decorrem deduções inválidas do ponto de vista lógico sobre revelações, profecias etc... que acabam por fanatizar as pessoas e diminuir sua capacidade de raciocínio livre, racional. A visão pragmatista porém adiciona um toque importante de tolerância ás religiões, (em primeiro lugar por seu papel social e psicológico, em segundo lugar pelo respeito ao princípio da liberdade) desde que elas se restrinjam ao seu campo de atuação espiritual, não se imiscuam na política, no Estado e muito menos interfiram nos afazeres e avanços da Ciência e Tecnologia. Em outras palavras a visão pragmatista reconhece que vamos conviver com as religiões por muitos séculos e portanto deve-se procurar extrair o melhor que elas podem oferecer e eliminar o que de pior elas trazem para a sociedade. Isto só pode ser obtido pela liberdade geral de culto, sem qualquer privilégio a nenhuma delas, sem qualquer suporte oficial a qualquer uma delas.

Regras básicas de democracia e o papel do Homem de Ciência

Diante destes conceitos entende-se que •Democracia não é apenas o governo da maioria, mas o governo que atende a demandas da maioria do dia, com respeito integral às minorias(incluída aí a mais importante das minorias: as elites em excelência intelectuais, econômicas, científicas, etc...), salvaguardando o direito destas minorias trabalharem por mudança pacífica e/ou até mesmo dissolverem pacificamente o governo antes do fim de seu mandato. Assim sendo, só existem duas formas de governo: democracias e tiranias. As democracias se caracterizam por terem uma Carta de Princípios Gerais que orientam e limitam as ações dos cidadãos.



Por este motivo uma constituição democrática deve ser simples, direta, clara, sintética, centrada apenas em princípios e valores universais. Isto é o oposto da atual Constituição Brasileira. Ela mais parece um emaranhado de decretos que tentam garantir direitos espúrios de pequenos grupos de conspiradores que legislam em seu próprio interesse e descem a detalhes incompatíveis com o grau de universalidade que um documento desta ordem deve ter. .Uma constituição democrática deve excluir apenas as mudanças legais que impeçam o avanço de seu caráter democrático. Conseqüentemente, numa democracia a proteção plena dos indivíduos não se estende aos que violam a lei e especialmente não se aplica aos que praticam ou incitam à violência, nem aos que fazem apologia do crime. Tais elementos podem e devem legitimamente e dentro dos limites da Lei ser contidos, presos e eventualmente executados.
O enquadramento das instituições para salvaguardar a democracia parte do pressuposto de que existem tendências antidemocráticas latentes tanto entre governantes quanto em governados. Por este motivo: - A destruição da democracia significa a destruição de todos os direitos de todas as pessoas entende-se que só a via democrática provê o campo de batalha para as idéias de reforma, pois só ela permite transformações não violentas e passíveis de evolução ao longo de tempo. É por isso que se define neste contexto a democracia como: o governo do povo, pelo povo, para o povo que garante a maximização do bem estar da maioria juntamente com a minimização do mal estar das minorias, garantindo que tais minorias se organizem pacificamente para mudanças no governo e prevenindo o mau uso do poder político.
Como todo este sistema democrático é frágil e resulta da evolução e aplicação de conceitos racionais, só sobrevive na prática da busca da excelência em todos os campos. Por isso mesmo a democracia depende do avanço Científico e Tecnológico para sua auto defesa, daí resultando o papel central do Homem de Ciência na difusão dos princípios do método científico, na promoção de educação científica de alta qualidade, na valorização da excelência e da qualidade entre os homens e na difusão dos fundamentos da sociedade aberta.
Qual deve ser o papel do Homem de Ciência na visão pragmatista racional crítica na construção e manutenção da democracia? Em primeiro lugar agir dentro destes princípios, em segundo lugar agir para estabelecer um sistema político democrático (Constituição baseada em Princípios, Sistema de seleção de representantes em todos os níveis por colegiados de excelência, Sistema judiciário aberto, com representantes de todas as profissões e não apenas constituído e operado como um cartório de profissionais da Advocacia, Sistema legislativo mínimo, com um representante por unidade política em cada nível, com sistemas de eleição colegiado semelhantes aos de síndicos, impossibilidade de reeleição, custeado pelos próprios membros, Sistema Político bipartidário contendo sublegendas).


Prof Heitor M Quintella, DSc Líder do Projeto de Pesquisa FHTC



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