Plano de ensino 2016-1 1 identificaçÃO



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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO – TRINDADE

CEP 88040-970 – FLORIANÓPOLIS – SANTA CATARINA

Fone: (048) 3721-9304 3721-4075



PLANO DE ENSINO 2016-1

1 IDENTIFICAÇÃO:

Disciplina: CIN 7118 Paleografia e Diplomática

Carga Horária: 90 H/A - 5 créditos (3 teóricos e 2 práticos)

Oferta: 5ª Fase do Curso de Graduação em Arquivologia

Professora: Aline Carmes Krüger email: aline.kruger@ufsc.br

Horário de atendimento: Quarta feira 10h às 12h SALA: LABCON



EMENTA:

A evolução da Paleografia, relacionando-a com outras ciências. Distinguir os elementos que dificultam a leitura de textos antigos. Transcrever documentos de acordo com as

Normas brasileiras de transcrição paleográfica. Técnicas de leitura e de transcrição de

manuscritos. Fundamentos de Paleografia. Conceitos e aplicações da Diplomática.

Análise e estudo das relações diplomáticas entre os Estados. As práticas diplomáticas em documentos oficiais.

2 OBJETIVOS:

2.1 Objetivo Geral:

Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos necessários no campo da Paleografia e Diplomática no que tange ao processo evolutivo da escrita manuscrita, seus desdobramentos tipológicos de letras, números, formas de abreviaturas, técnicas de leitura e transcrição paleográfica e na diplomática.

2 .2 Objetivos Específicos:

2.2.1 Conhecer a origem, os fundamentos e novas perspectivas para Paleografia e Diplomática;

2.2.2 Aplicar as técnicas paleográficas conjugada com a microfilmagem, a digitalização

o tratamento de imagens;

2.2.3 Identificar os suportes físicos suas propriedades materiais e conteúdos textuais;

2.2.4 Utilizar instrumentos (fichas de transcrição, microfichas e microfilmes, lupa, dicionários técnicos) nas transcrições paleográficas;

2.2.5 Transcrever documentos de acordo com as normas brasileiras de transcrição paleográfica.



3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

3.1 Introdução à Paleografia e Diplomática – conceitos, origem, usos e objetos

3.2 Estudo das escritas antigas: tipologias de escritas, letras e números

3.3 Transcrição a partir de outros suportes: fotocópias, microfichas, microfilmes, imagens digitalizadas

3.4 Normas e técnicas para transcrição de documentos

3.4.1 Transcrição de textos 1: peculiaridade da escrita à mão, dos suportes, instrumentos e tintas

3.4.2 Transcrição de textos 2: leitura, transcrição e formatação dos documentos

3.4.3 Transcrição de textos 3: os tipos documentais

3.4.4 Transcrição de textos 4: identificação de abreviaturas, formas de tratamento pessoal, símbolos e sinais gráficos

3.5 Análise diplomática dos documentos arquivístico

3.5.1 Análise diplomática

3.5.2 Análise tipológica

3.5.3 Tradição documental
4 METODOLOGIA

Aulas expositivas. Apresentação de Seminários. Leitura e estudo de textos. Atividades práticas em laboratório. Palestra e/ou evento (área afim). Visita técnica institucional.


5 AVALIAÇÃO

- Participação nas aulas com leituras dos textos e atividades práticas. 20%

- Seminário e resenha 20%

- Uma prova, na qual deverão ser respondidas questões a respeito da leitura dos textos selecionados e das práticas desenvolvidas em sala. 30%

- Um artigo de 05 a 08 páginas, que contenha a transcrição de um documento, seu estudo histórico e abordagens paleográficas. 30%
6 CRONOGRAMA (sujeito a alterações e atualizações no decorrer do semestre):

Aula 1

15/03


- Apresentação do Plano de Ensino. Introdução à Paleografia.

2

Aula 2

18/03


Escolha dos seminários - Introdução à Diplomática - ATIVIDADE PRÁTICA


3

Aula 3

22/03


Aula inaugural DO CURSO DE AQUIVOLOGIA. 9 HORAS.

LOCAL: AUDITÓRIO DO EFI



2

Aula 4

25/03


Atividade Extra Classe – Leitura de texto

3

Aula 5

29/03


Estudo da escrita - A história da palavra – O nascimento da escrita.

Exercício prático.



2

Aula 6

01/04


Discussão do livro = MENDES, Ubirajara Dolácio. Noções de Paleografia. 2ed. São Paulo: Arquivo público do Estado de São Paulo, 2008

3

Aula 7

05/04


Visita técnica setor de obras raras Biblioteca Universitária= obras raras, microfilme, digitalização, manuscritos. HORÁRIO 10h15

2

Aula 8

08/04


Normas técnicas para transcrição de documentos manuscritos – Atividades práticas

3

Aula 9

12/04


SEMINÁRIO 1

SEMINÁRIO 2



2

Aula 10

15/04


Atividades práticas – transcrição

3

Aula 11

19/04


SEMINÁRIO 3

SEMINÁRIO 4



2

Aula 12

22/04


ATIVIDADE EXTRA CLASSE

3

Aula 13

26/04

Atividade prática de transcrição de documentos originais, no Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina – IHGSC 9h

4

Aula14

29/04


AVALIAÇÃO PROVA

3

Aula 15 a 22

03 a 27/05



Normas técnicas para transcrição de documentos manuscritos – Atividades Práticas

20

10/05

Reposição aula de Arquivos Intermediários




Aula 23

31/05


Aula expositiva - Diplomática

Atendimento dúvidas trabalho final



2

Aula 24

03/06

SEMINÁRIO 5


SEMINÁRIO 6

3


Aulas 25 a 30

07 a 24/06



Diplomática – Como fazer análise Diplomática e análise tipológica - Exercícios

DIA 13 DE NOVEMBRO – ENTREGA DOS ARTIGOS


15

Aulas 31 a 34 28/06 a 08/07

APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS. TRABALHOS FINAL PALEOGRAFIA.

TODOS DEVEM ENTREGAR O ARTIGO NO DIA 13 DE NOVEMBRO.

10

Aula 35

12/07


Revisão e encerramento da disciplina

2

Aula 36

15/07


PROVA DE RECUPERAÇÃO

3


7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A escrita no Brasil Colônia: um guia para a leitura de

documentos manuscritos. 2ed. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora

Massangana; 2003.

BELLOTO, Heloísa Liberalli. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de

documento de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado,

2002. Disponível em: <

http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf8.pdf >

BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Diplomática e Tipologia Documental em Arquivos. 2 ed. Brasília: DF: Briquet de Lemos Livros, 2008.

BERWANGER, Ana Regina. Noções de Paleografia e Diplomática. 3ed. Santa Maria:

UFSM, 2008.

COSTA, Avelino de Jesus P. Normas gerais de transcrição e publicação de documentos e textos medievais e modernos. Coimbra: Faculdade de Letras, 1993.

FACHIN, Phablo Roberto Marchis. Descaminhos e dificuldades: leitura de manuscritos do século XVIII. Goiânia: Trilhas Urbanas, 2008.

FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: Manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3 ed. Rio de Janeiro : Arquivo Nacional, 2008.

IFRAH, Georges. Os números: história de uma grande invenção. 11ed. São Paulo:

Globo, 2005.

LEAL, João Eurípedes Franklin; SIQUEIRA, Marcelo Nogueira de. Glossário de paleografia e Diplomática. Rio de Janeiro: Luminária: Multifoco, 2011

MARQUES, J.Oliveira. Diplomática. Lisboa:Iniciativa, 1998.
McCURTIE, Douglas C. O livro. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1965.
MEGALE, Heitor; TOLEDO NETO, Sílvio de Almeida. (org.). Por minha letra e sinal: Documentos do ouro do século XVII. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2005.

MENDES, Ubirajara Dolácio. Noções de Paleografia. 2ed. São Paulo: Arquivo público

do Estado de São Paulo, 2008.

RONDINELLI, R. C. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma

abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea. Rio de Janeiro: FGV,
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ARQUIVO NACIONAL. Normas técnicas para transcrição e edição de documentos



manuscritos.[1993].Disponível em : < http://www.arquivonacional.gov.br/Media/Transcreve.pdf >.

BOSCHI, Caio Cesar. Inventario dos manuscritos avulsos relativos a Minas Gerais



existentes no arquivo historico ultramarino (Lisboa). Belo Horizonte Fundação João

Pinheiro, Centro de Estudos Historicos e Culturais 1998.

FARIA FILHO, Luciano Mendes de. Modos de ler, formas de escrever: estudos de

história da leitura e da escrita no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. 142p.

FISCHER, Steven Roger. Uma breve história da linguagem: introdução à origem das

línguas. Osasco, SP: Novo Seculo, 2009. 302 p.

FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: manuscritos dos seculos XVI ao XIX. 3. ed. aum. Rio de Janeiro (RJ): Arquivo Nacional, 2008. 599p.

HOOKER, J. T. Lendo o passado: do cuneiforme ao alfabeto: a história da escrita

antiga. São Paulo: EDUSP: Melhoramentos, 1996. 473p.

HOUAISS, Antônio. Elementos de Bibliologia. Rio de Janeiro, INL-MEC, 1967, 2 vols.

HOUAISS, Antonio. INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO (BRASIL). Elementos de bibliologia. São Paulo: HUCITEC; [Brasilia]: INL, 1983. 197p. (

INSTITUTO DE ESTUDIOS AMERICANISTAS. Norma para transcripcion y edicion de documentos históricos. Córdoba: Universidad de Cordoba, 1956.

KINOSHITA, Fernando. Pequeno dicionário de palavras latinas e brocardos jurídicos. Florianópolis: OAB/SC, 2005. 141p.
LIMA, Yedda Dias; REIS, Zenir Campos. Catalogo de manuscritos do arquivo Graciliano Ramos. São Paulo: EDUSP, 1992. 206 p.

MARTINS, Wilson. A palavra Escrita. 3ed. São Paulo: Editora Ática, 2001.

OLIVEIRA, Gilvan Muller. Série Filológica: Um Projeto de Edição e Circulação de

Fundos Documentais da Ilha de Santa Catarina (1703-1830). In: ENCONTRO

CATARINENSE DE ARQUIVOS,7. Anais... Florianópolis, 18. 19 e 20 de setembro de

1996. Disponível em: < http://seer.libertar.org/revistas/agora/index.php/ra/>

RAUPP, Marcelo. Uma Análise descritiva de três traduções brasileiras da Bíblia a

partir de alterações introduzidas nos manuscritos em língua original. 99 p. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução,

Florianópolis, 2010.

REVISTA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE FILOLOGIA. Rio de Janeiro : UERJ, 2002- Disponível em: < http://www.filologia.com.br/revistasabf.htm >.
RICHTER, Eneida Izabel Schimar. et al. Recorte histórico de Santa Maria – estudo através da paleografia. Santa Maria, RS: Universidade Federal de Santa Maria, 2010.

SALOMON, Marlon. As correspondências: uma história das cartas e das práticas de

escrita no Vale do Itajaí. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2002.

SANTOS, Maria José Azevedo Santos. Da visigótica à carolina: a escrita em Portugal

de 882 a 1172 (aspectos técnicos e culturais). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian:

Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, 1994. 597p.

SILVA, César Múcio. Processos. Crime: Escravidão e Violência em Botucatu. São

Paulo. Alameda, 2004.


TOGNOLI, Natália Bolfarini. A construção teórica da Diplomática [recurso eletrônico]: em busca da sistematização de seus marcos teóricos como subsidio aos estudos arquivísticos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014.


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