Plano de ensino I identificação: Disciplina



Baixar 59.77 Kb.
Encontro02.08.2016
Tamanho59.77 Kb.
PLANO DE ENSINO

I - Identificação:

Disciplina: PGP 3231- Psicologia do Desenvolvimento da Criança e da Família   

Carga Horária: 72 h/a     Horário: 508004    Local: Sala   Semestre: 2012.01 

Professores: Dra. Carmen L.O.Ocampo More e-mai: carmenloom@gmail.com

Dra. Maria Aparecida Crepaldi e-mail: maria.crepaldi@gmail.com

Dr. Mauro Luís Vieira e-mail: maurolvieira@gmail.com


SALA: CSE

II - Ementa:

Conceito de família.  A noção de ciclo vital.  A família e seus ciclos. A família como contexto de desenvolvimento. Relação entre cuidados parentais e desenvolvimento infantil. Predisposição, maturação e aprendizagem no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais em crianças. Temáticas atuais relacionadas à pesquisa com famílias: casamento, divórcio, mitos, doença crônica, violência intrafamiliar, e resiliência A ética na pesquisa com crianças e famílias.



III. Objetivos

Geral: O aluno deverá saber identificar as características do desenvolvimento da criança e da família, na perspectiva da teoria evolucionista e teoria sistêmica.

Específicos:

  1. Conceituar o que é família e ciclo vital;

  2. Caracterizar as etapas do ciclo vital;

  3. Caracterizar as transições no desenvolvimento da família;

  4. Caracterizar a relação entre diferentes contextos sociais e culturais e o desenvolvimento infantil;

  5. Caracterizar as relações familiares, extra-familiares e o desenvolvimento da criança;

  6. Identificar e avaliar temáticas atuais relacionadas à pesquisa com famílias, bem como os aspectos éticos nela envolvidos.

IV. Conteúdo programático

UNIDADE 1: Cuidados parentais e desenvolvimento infantil
1.1 – Responsividade  materna e apego;
1.2 – Imaturidade e aprendizagem preparada;
1.3 – Cultura e infância;

1.4 – Papel do pai no desenvolvimento infantil;


1.5 – Relações extra familiares e o desenvolvimento da criança.
UNIDADE 2: Desenvolvimento da família

2.1 – Conceito de família e de ciclo vital

2.2 – Desenvolvimento familiar: etapas do ciclo vital
2.3 – Eventos normativos e não normativos do ciclo vital familiar
UNIDADE 3:  Transições no desenvolvimento da família

3.1 – A transição para a parentalidade

3.2 – A Influência do primogênito na relação do casal;

3.4 – A entrada da criança na escola;

3.3 – Adolescência e família;

3.5 – Emancipação do adulto
UNIDADE 4:  Temáticas atuais relacionadas à pesquisa com famílias.      

4.1 – Família e Suicidio.

4.2 – Família e doença crônica
4.3 – Família e Violência conjugal/Familiar;

4.5- Família e Redes sociais significativas e de suporte institucional

4.6 – Família e outros temas (adoção, luto, resiliência, suicidio, migração etc.)

V. Avaliação


  1. Presença, participação nas aulas (20% da nota final);

  1. Preparação e apresentação de seminário (60% da nota final); Neste item avaliar-se-á os seguintes aspectos: a) Apresentação do plano da aula, b) pesquisa bibliográfica sobre o tema, c) Utilização de recursos didáticos para apresentação de seminário, d) Aspectos da forma de apresentação: tais como, boa utilização do tempo, voz, postura, linguagem e comunicação com os alunos. No final da apresentação tanto o professor como os colegas farão uma avaliação oral e escrita (grade de avaliação fornecida em sala) do conteúdo e forma.

  2. O aluno que apresentar seminários sempre deverá realizar busca em bases de dados nacionais e internacionais, artigos atuais sobre a temática que for responsável. Na apresentação de textos, além do aspecto conceitual enfatizar-se-á questão do método e instrumentos utilizados na produção dos textos escolhidos.

  3. Elaboração e entrega de artigo sobre algum tema relacionado com família e/ou desenvolvimento infantil  (20% da nota final). Na publicação do artigo o professor responsável deverá ser co-autor.

VI. * REFERÊNCIAS Encontram-se especificadas no item "Cronograma".

* As referências apresentadas poderão sofrer alterações de acordo com os seminários que serão apresentados, sendo que a escolha dos mesmos deve estar, de certa forma, vinculada tanto às pesquisas que serão desenvolvidas pelos alunos junto ao programa e aos temas relacionados à disciplina.



VII - CRONOGRAMA:

                          MARÇO



DATA 8/03 - Prof. Mauro, Profa. Cida, Profa. Carmen.

Tema: Apresentação do plano de ensino e de pesquisas realizadas (2 primeiras aulas)

Introdução a temática da Mente humana e desenvolvimento humano inicial. Prof. Mauro. (2 horas)


DATA 15/03 SEMANA PEDAGOGICA DO DEPARTAMENTO DE PISCOLOGIA - REFORMA CURRICULAR

DATA 22/03- Prof. Mauro

Tema: Mente humana e desenvolvimento inicial

Leitura obrigatória:

Seidl de Moura, M.L. & Ribas, A.F.P. (2004). Evidências sobre características de bebês recém-nascidos: um convite a reflexões teóricas. Em: M.L. Seidl de Moura (org). O bebê do século XXI e a psicologia em desenvolvimento. (pp. 21-60). São Paulo: Casa do Psicólogo.


Referências iniciais para apresentação de seminário:

Keller, H. (2007). The Psychobiology of infancy. In: ________. Cultures of infancy. New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers. (pp. 5-29).

Nunes S., Fernandes M.G, Vieira M.L. (2007). Interações sociais precoces: uma análise das mudanças nas funções parentais. Revista Brasileira de Crescimento Desenvolvimento Humano, 17(3): 160-171.

Oliva, A.D. (2004). A noção de estado inicial e concepções de desenvolvimento: problemas e necessidade de definições empíricas dos termos. Em: M.L. Seidl de Moura (org). O bebê do século XXI e a psicologia em desenvolvimento. (pp. 61-110). São Paulo: Casa do Psicólogo.

Ribeiro, F.L; Bussab, V.S.R. & Otta, E. (2004). De colo em colo, de berço em berço. Em: M.L. Seidl de Moura (org). O bebê do século XXI e a psicologia em desenvolvimento.
DATA 29/03 Prof. Mauro
Tema: Investimento e responsividade parental: articulações teóricas, discussões conceituais e metodológicas a partir da perspectiva evolucionista.
Leitura obrigatória:

Vieira, M.L.; Rímoli, A.O. & Prado, A.B. (2009). Cuidado e responsividade parentais: uma análise a partir da Teoria da História de Vida e da Teoria do Investimento Parental. M. E. Yamamoto & E. Otta. Psicologia Evolucionista. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.



Referência inicial para apresentação de seminário:
Lordelo, E. R. ; Moura, M. L. S. ; Vieira, M. L. ; Bussab, V. S. R. ; Oliva, A. D. ; Tokumaru, R. S. ; Brito, R. C. S. (2011). Ambiente de desenvolvimento e início da vida reprodutiva em mulheres brasileiras. Psicologia: Reflexão e Crítica (UFRGS. Impresso), v. 24, p. 116-125, 2011.

Keller, H. & Chasiotis, A. (2007). Maternal Investment. In: C.A. Salmon & T.K. Shackelford (Eds.), Family relations: an evolutionary perspective. (pp. 96-111). Oxford: Oxford University Press. 2007.

Martins, G. D. F.; Vieira, M. L.; Moura, M. L. S.; Macarini, S. M. (2011). Crenças e práticas de cuidado entre mães residentes em capitais e pequenas cidades brasileiras. Psicologia: Reflexão e Crítica (UFRGS. Impresso), v. 24, p. 692-701.

Vieira, V.; Prado, A.B.; Silveira, L.C. & Vieira, M. L. (2010). Investimento materno e história reprodutiva de mães residentes em contextos com diferentes graus de urbanização. Psicologia: Teoria e Pesquisa (UnB. Impresso), v. 26, p. 331-340.



ABRIL

DATA 05/04 – Prof. Mauro

Tema: Contextos de desenvolvimento: uma análise transcultural
Leitura obrigatória:

Rogoff, B. (2005). A natureza cultural do desenvolvimento humano. Cap. 3: Indivíduos, gerações e comunidades culturais dinâmicas (pp. 61-89). Porto Alegre: ArtMed.



Referências iniciais para apresentação de seminário:

Seidl-de-Moura, M. L., Lordelo, E., Vieira, M. L., Piccinnini, C. A., Siqueira, J. e O., Magalhães, C. M. C., Pontes, F. A. R., Salomão, N. M. & Rimoli, A. (2008). Brazilian mothers’ socialization goals: Intracultural differences in seven cities. International Journal of Behavioral Development, 32 (6), 465-472.

Kobarg, A.P. & Vieira, M.L. (2008). Crenças e práticas de mães sobre desenvolvimento infantil nos contextos rurais e urbanos. Psicologia: Reflexão e Crítica, 21(3): 401-408.

Keller, H.; Harwood. R. & Carlson, V. (2007). Culture and developmental Pathways of Relationship Formation. In Bekman, S. et al. Perspectives on Human Development, Family and Culture.


DATA: 12/04 - Prof. Mauro

Tema: Importância do pai no desenvolvimento da criança
Leitura obrigatória:

Goetz, E. R. & Vieira, M. L. (2009). Pai real, pai ideal. Curitiba: Juruá.

Manfroi, E. C. ; Macarini, S. M. & Vieira, M. L. (2011). Comportamento parental e o papel do pai no desenvolvimento infantil. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 21(1): 59-69.

Referência inicial para apresentação de seminário:

Bossardi, C.N. (2011). Relação do engajamento parental e conflito conjugal no investimento com os filhos. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Programa de Pós-graduação em Psicologia. Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Prof. Dr. Mauro Luís Vieira

Gomes, L.B. (2011). Engajamento paterno e agressividade em crianças de quatro a seis anos. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Programa de Pós-graduação em Psicologia. Universidade Federal de Santa Catarina. Orientadora: Profa. Dra. Maria Aparecida Crepaldi.

Paquette, D. & Bigras, M. (2010). The Risky Situation: a procedure for assessing the father-child activation relationship. Early Child Development and Care, 180(1-2), 33-50.


DATA: 19/04 - Profa. Carmen -

Tema: Conceito de família; Conceito de ciclo vital; Etapas do ciclo vital; Estressores da família.  (2 horas)
Leitura obrigatória

Carter, B. & McGoldrick, M. (1995). As mudanças no ciclo de vida familiar – uma estrutura para a terapia familiar. (Trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese) 2ª Ed. Porto Alegre: Artes Médicas (publicado originalmente em 1989). Cap 1.

Fonseca, C. Olhares antropológicos sobre a família contemporânea. IN: C.R. Althoff, Elsen, I. e Nitschke, R. G. (Org.) (2004). Pesquisando a família: olhares contemporâneos. Florianópolis, Papa Livros.
Cerveny, C.M.O. e Berthoud, C.M.E. (2002). Visitando a família ao longo do ciclo vital. São Paulo, Casa do Psicólogo. Cap. cap. 3.
Referência iniciais para os seminários: (2 horas):
MILFONT, Taciano Lemos; GOUVEIA, Valdiney V.  e  COSTA, Joselí Bastos da. Determinantes psicológicos da intenção de constituir família. Psicol. Reflex. Crit. [online]. 2006, vol.19, n.1, pp. 25-33. ISSN 0102-7972.
RIOS, Maria Galrão  e  GOMES, Isabel Cristina. Estigmatização e conjugalidade em casais sem filhos por opção. Psicol. estud. [online]. 2009, vol.14, n.2, pp. 311-319. ISSN 1413-7372.
Rabinovich, E.P.; Moreira, L.V.C. (2008) Significados De Família Para Crianças Paulistas. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 13, n. 3, p. 447-455, jul./set.[online]

Aula expositiva + Seminário de aluno

DATA: 26/04 - Prof. Carmen

Tema: Família e as transições no ciclo vital

Leitura obrigatória

Dessen, M.A e Braz, M.P. (2005).  As relações maritais e sua influência nas relações parentais: implicações para o desenvolvimento da criança. In: M.A Dessen; Costa-Junior, A L. (Org.). A Ciência do desenvolvimento humano: tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: Artmed.

Dessen, M.A; Braz, M.P.(2000). Rede Social de apoio durante transições familiares decorrentes do nascimento de filhos. Psicologia: Teoria e Pesquisa, vol.16, no. 3, pp. 221-231.

Borges, C.C.; Magalhães, A.S. Transição para a vida adulta: autonomia e dependência na família. Psico. v. 40, n. 1, p. 42-49, jan./mar. 2009


Referências iniciais para apresentação de seminário:

Cowan, P.C.; Cowan, P.A; Heming, G. and Miller, N.B. Becoming a family: marriage, parenting, and child development. In: Cowan, P.A. & Hetherington, M. (1991) Family transitions. London/New Jersey, LEA.

Ramires, V.R.R. (2004). As Transições Familiares: A Perspectiva de crianças e pré-adolescentes. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 9, n. 2, p. 183-193.

Wendt, N. C. (2006). Fatores de risco e de proteção para o desenvolvimento da criança durante a transição para a parentalidade. Dissertação de Mestrado. UFSC. Florianópolis. Orientadora: Maria Aparecida Crepaldi



MAIO
DATA: 03/05 - Profa. Carmen

Tema: Família e Doença Crônica
Leitura obrigatórias

Rolland, J.S. Doença Crónica e o Ciclo de vida familiar. IN: Carter, B. & McGoldrick, M. (1995). As mudanças no ciclo de vida familiar – uma estrutura para a terapia familiar. (Trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese) 2ª Ed. Porto Alegre: Artes Médicas (publicado originalmente em 1989). Cap 18.



Referências iniciais para apresentação de seminário:

Caminha, M.I Fissuras e cicatrizes familiares: dinâmica relacional e a rede social significativa de famílias com crianças com fissura labiopalatal. 2008. 255 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientadora: Carmen Leontina Ojeda Ocampo Moré

Organização Mundial da Saúde (OMS). (2003) Cuidados inovadores para condições crônicas: componentes estruturais de ação. Brasília: OMS.   

Almeida, M.I.; Moretto, R.C; Molina Vieira. T.M.M.; Higarashi, I.;Marcon, (2006)S. O ser mãe de criança com doença crônica: realizando cuidados complexos.Esc Anna Nery R Enferm. Abr; 10 (1): 36-46.

* Outras referências surgirão do levantamento atualizado do seminário.
DATA: 10/05 - Profa. Carmen

Tema: Família e a conduta suicida em diferentes fases do ciclo vital
Leitura Obrigatórias

Krüger, L.L.; Blanca Susana Guevara Werlan, B.S.G. (2010) A dinâmica familiar no contexto da crise suicida. Psico-USF, v. 15, n. 1, p. 59-70, jan./abr.

Minayo, M. C.S.; Cavalcante, F. G. (2010) Suicídio entre pessoas idosas: revisão da literatura. Rev. Saúde Pública, vol.44, no.4, p.750-757. ISSN 0034-8910

Referências iniciais para apresentação de seminário:

Silva, Susana and Maia, Angela Costa; (2010) Experiências adversas na infância e tentativas de suicídio em adultos com obesidade mórbida. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul, vol.32, no.3, p.69-72. ISSN 0101-8108

Souza, L. D. de Mattos et al. (2010) Suicidal ideation in adolescents aged 11 to 15 years: prevalence and associated factors. Rev. Bras. Psiquiatr., Mar 2010, vol.32, no.1, p.37-41. ISSN 1516-4446

Espinoza-Gomez, F. et al. (2010). Violencia doméstica y riesgo de conducta suicida en universitarios adolescentes. Salud pública Méx [online]., vol.52, n.3, pp. 213-219. ISSN 0036-3634.


DATA: 17/05 - Profa. Carmen

Tema: Família e conduta adita de seu membros
Leituras obrigatorias

Krestan, J. & Bepko, C. Problemas de alcoolismo e o ciclo de vida familiar. In Carter, B. & McGoldrick, M. (2001). As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar: uma estrutura para a terapia familiar. Artmed: Porto Alegre.

Aragão, A. T. M.; Milagres, E. &  Figlie, N. B. (2009). Qualidade de vida e desesperança em familiares de dependentes químicos. Psico-USF (Impr.). 14 (1), 117-123.

Orth, A. P. S. & Moré, Carmen. L. O. O. (2008). Funcionamento de famílias com membros dependentes de susbstâncias psicoativas. Psicol. Argum. 26 (55), 293-303.



Referências iniciais para apresentação de seminário:

Araújo, R. C. (2009). Valores familiares e uso abusivo de drogas. Ciênc. saúde coletiva. 14 (5), 1947-1948.

Bernardy, C. C. F. & Oliveira, M. L. F. (2010). O papel das relações familiares na iniciação ao uso de drogas de abuso por jovens institucionalizados. Rev Esc Enferm USP. 44 (1), 11-17.

Pratta, E. M. M. & Santos, M. A. (2006). Reflexões sobre as Relações entre Drogadição, Adolescência e Família: um estudo bibliográfico. Estudos de Psicologia, 11(3), 315-322.

Silva, J. L. et al (2007). Um estudo das relações interpessoais em famílias com farmacodependentes. Psicologia em Estudo, Maringá. 12 (1), 61-70.
DATA: 24/05 - Profa. Carmen
Tema: Família e Violência

Leitura Obrigatória

Ferrari, D; Vecina, T. (2002) O fim do silencio  na violência intrafamiliar: Teoria e Prática. São Paulo: Ágora. Parte III A intervenção no fenômeno da Violência intrafamiliar – Tratamento, prevenção e Pesquisa (p. 143- 327).

Cantera, L.M. (2007) Casais e Violência: Um enfoque alem do gênero. Ed. Dom Quixote. Porto Alegre.

Fuster, E.G. (2002) Las víctimas invisíbles de la violência familiar: El extraño iceberg de la violencia doméstica. La familia como grupo especialmente violento (p.25-41) Barcelona:Paidós



Referências iniciais para apresentação de seminário:

Barcelos, W.E. (2005). Violência Intrafamiliar: ressonâncias na prática profissional do Psicólogo. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal de Santa Catarina. Orientadora: Carmen Leontina Ojeda Ocampo Moré

Pesce, R. (2009). Violência familiar e comportamento agressivo e transgressor na infância: uma revisão da literatura. Ciência e Saúde Coletiva, 14(2): 507-518.

Slep, A.M.S.; O’Leary, S.G. (2005). Parent and Partner Violence in Families With Young Children: Rates, Patterns, and Connections. Journal of Consulting and Clinical Psychology, Vol. 73, No. 3, 435–444.

Wanderbroocke, A. C. (2011) A Violência Familiar Na Perspectiva De Idosos E Profissionais No Contexto Da Atenção Primaria À Saúde. Teses de doutorado (Programa de pós-graduação em Psicologia) – Universidade Federal de Santa Catarina.Orientadora: Carmen leontina Ojeda Ocampo Moré

Moraes, C.L., Apratto Jr, P.C., & Reichenheim, M. E. (2008). Rompendo o silêncio e suas barreiras: Um inquérito domiciliar sobre a violência doméstica contra idosos em área de abrangência do Programa Médico de Família de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 24(10), 2289-2300.


DATA: 31/05 - Profa. Carmen
Tema: Família e redes sociais
Leitura obrigatória
Elkain, M. (1989). Las práticas de la terapia de red .(p.13-19) Barcelona: Gedisa.
Sluzki, C. E. (1997). A rede social na prática sistêmica. Tradução: Claudia Berliner. São Paulo: Casa do Psicólogo.
Dabas, E. N. (1993). Red de redes – las práticas de la intervención en redes sociales. Buenos Aires: Editora Paidós.

Referências iniciais para apresentação de seminário:

Farias, R. (2010). Repercussão da gravidez em adolescentes de 10 a 14 anos, em contexto de vulnerabilidade social. (2010) Dissertação de Mestrado Programa de Pós-graduação em Psicologia. Orientadora: Carmen Leontina Ojeda Ocampo Moré

Queiroz, A.H. Migração Familiar: da quebra à reconstrução das redes sociais significativas. 2008. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Carmen Leontina Ojeda Ocampo Moré. Carmen Leontina Ojeda Ocampo Moré

Najmanovich, D. (2002). El lenguaje de los vínculos. De la independencia absoluta a la

autonomía relativa. Em E. Dabas, E. & D. Najmanovich (Org.), Redes El lenguaje de los vínculos – Hacia la reconstrucción y el fortalecimiento de la sociedad civil. (pp. 33-76) Buenos Aires: Paidós.
Moré, C. L. O. O. (2005). As redes sociais significativas como instrumento de intervenção psicológica no contexto comunitário. Revista Paidéia, 15(31), 267-297.
Ornelas, J. (2008). Suporte Social. Cap. 12. In: Psicologia Comunitária. Fim de Século: Lisboa.

Santos, A. C. W. (2009). Mulheres, Violência, Rede de Serviços de Referência e Suporte Psicossocial. Dissertação de Mestrado. Pós-Graduação em Psicologia. Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina. Orientadora Carmen leontina Ojeda Ocampo Moré.



JUNHO

DATA 08/06- FERIADO DE CORPUS CHRISTIS - ANPEPP
DATA: 14/06 - Profa Cida e Convidada Profa Dra. Marina Menezes (UNIVALI)

Tema: Família e Hospitalização

Leitura obrigatória

Crepaldi, M.A. (1999). Hospitalização na Infância: representações sociais da família sobre a doença e a hospitalização de seus filhos. Taubaté: Cabral Editores.

Crepaldi, M. A.; Linhares, M.B.M.; Perosa, G.B. (2006). Temas em Psicologia Pediátrica. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Bomfim, A.C.; Bastos, A.C.; Carvalho, A.M.A. (2007). A família em situações disruptivas provocadas por hospitalização. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, v.1, 84-94.


Referências iniciais para apresentação de seminário:

More, C.L.O.O; Niewegloski, V.H. (2008). Comunicação equipe família em unidade de terapia intensiva. Estudos de Psicologia, v. 25, p. 111-122.

Lustosa, M.A. (2007). A Família do Paciente Internado. Rev. SBPH v.10 n.1., p.03-08 [online].

Menezes, M. A criança e sua rede familiar: significações do processo de hospitalização. 2010. 411 f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientadora: Carmen Leontina Ojeda Ocampo Moré


DATA: 21/06 - Profa Cida
Tema: Família e Divórcio

Leitura Obrigatória:

Kaslow, F.W.; Schwartz, L.L. (1995) As dinâmicas do divórcio: Uma perspectiva de ciclo vital. São Paulo: Editorial PSY, Cap. 2.

Peck, J.S.; Manocherian, J. (1995) O divórcio nas mudanças do ciclo familiar. Em: Carter, B. & McGoldrick, M. (orgs.) – As mudanças no ciclo da família. Porto Alegre.
Referências iniciais para apresentação de seminário:

Cano, D.; Gabarra, L.M.; Moré, C.L.O.O; e Crepaldi, M.A. (2009) As transições familiares do divórcio ao recasamento no contexto brasileiro. Psicologia: Reflexão e Crítica, 22(2), 214-222.


DATA: 28/06 - Profa. Cida e convidadas (alunas do Labsfac)
Tema: Pesquisa com família

Leitura Obrigatória:

Böing, E; Crepaldi, M. A.; Moré, CLOO (2008). Pesquisa com famílias: aspectos teórico-metodológicos. Paidéia, 18(40), 251-266.

Biasoli-Alves, Z.M.M.. Pesquisando e intervindo com famílias de camadas sociais diversificadas. IN: C.R. Althoff, Elsen, I. e Nitschke, R. G. (Org.) (2004). Pesquisando a família: olhares contemporâneos. Florianópolis, Papa Livros.

Dessen, M.A. (2000) Questões de Família e Desenvolvimento e a Prática de Pesquisa


Psicologia: Teoria e Pesquisa, vol.16, no.3, p.

Referenciais iniciais para Seminário.

Cecconello, A. M. & Koller, S. H. Inserção ecológica na comunidade: uma proposta metodológica para o estudo de famílias em situação de risco. Psicol. Reflex. Crit., 2003, vol.16, no.3, p.515-524.



Moré, C. L. O. O. & Crepaldi, M. A.; (2004). O campo de pesquisa: interfaces entre a observação, interação e o surgimento dos dados. In: 1ª Conferência Internacional do Brasil de Pesquisa Qualitativa. Taubaté: NFP – Núcleo de Pesquisa da Família. [CD-ROOM].

JULHO

DATA 05/07 - Profa Cida

Avaliação e Encerramento da Disciplina


Compartilhe com seus amigos:


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal