Plano de marketing



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Embaixada da Austrália


A Embaixada da Austrália mantém o Programa de Assistência Direta (Direct Aid Programa - DAP), que financia projetos de cunho eminentemente social, administrado por entidades não-governamentais e objetivando o desenvolvimento direto da comunidade.
O programa está direcionado a pequenas iniciativas locais, tais como:

- Desenvolvimento Comunitário - compra ou contratação de materiais ou equipamentos que ajudem a criar empregos;

- Infra-estrutura de produção - reforma ou melhoria de instalações ligadas ao projeto;

- Melhoria da produção: compra de insumos (sementes, gado reprodutor, etc.) que melhorem a qualidade da produção;

- Treinamento de pessoal.
Critérios básicos para seleção das propostas das organizações que irão desenvolver os programas/projetos:

-Relevância do projeto para a comunidade;

-Disponibilidade dos recursos;

-Variedade de projetos atendidos (por tipos e temas);

-Viabilidade de implantação do projeto; e

-Idoneidade da organização.


O solicitante deve encaminhar pedidos de assistência financeira contendo as seguintes informações:

- Nome oficial da organização, nome da pessoa responsável, endereço completo, endereço postal (se diferente), telefone para contato (imprescindível);

- Descrição da organização (histórico, atividades desenvolvidas, área de atuação, situação sócio-econômica da comunidade, atual fonte de sustento);

- Nome e descrição do projeto;

- Custo total do projeto;

- Valor solicitado à Embaixada da Austrália, descrição da parte financiada pela Embaixada e orçamentos;

- Identificação das demais fontes de financiamento (quando houver);

- Descrição do segmento específico da comunidade a ser beneficiado pela contribuição australiana;

- Cópias do Estatuto Social, publicação no Diário Oficial e Cadastro de Pessoas Jurídicas.

- Notícias de jornal ou outros meios de divulgação relativas à entidade (desejável).


Não existe um formulário padrão para a solicitação, que deverá conter informações sobre as melhorias a serem realizadas com os recursos, sobre a natureza assistencial e promotora do desenvolvimento do projeto e sobre a ligação entre o projeto e a comunidade.

A ajuda é dada preferencialmente a entidades já estabelecidas e que possam documentar uma história de atividade social na localidade.

Pedidos de doações de caráter exclusivamente caridoso não são considerados, nem são financiadas atividades paralelas ou não diretamente assistenciais (aplicações financeiras, compra de produtos para revenda, pagamento de dívidas ou salários).

Período de Apresentação de Projetos : Ao longo do ano (o ano fiscal australiano tem início em julho e segue até junho do ano- calendário seguinte).


Para o envio de projetos:

DAP (Direct Aid Programa)

Embaixada da Austrália

SES Quadra 801, Lote 7

CEP 70.200-010 – Brasília-DF

Telefones: 61 226-3111/ Fax: 61 226-1112

E-mail: embaustr@terra.com.br o

Governo da Alemanha


O Governo da República Federal da Alemanha oferece, no âmbito da Cooperação Técnica e Financeira, apoio financeiro a "projetos de pequeno porte" em mais de 100 países do mundo inteiro. No Brasil, realizam-se anualmente em média 60 projetos de pequeno porte por intermédio da Embaixada, em Brasília, e dos Consulados Gerais em Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Cada missão diplomática atua somente na área territorial de sua jurisdição.

São considerados “projetos de pequeno porte“, projetos produtivos, principalmente nas áreas social, de educação, agropecuária, preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, que beneficiam a população mais carente do país. Devem ser projetos que possam ser concluídos, no máximo, em 6 meses e que não requeiram continuação, prolongamento ou mudanças no decorrer de sua execução. Além disso, são projetos que requerem recursos financeiros modestos. O teto financeiro é de R$ 20.000,00 por projeto.

A ajuda concedida deve representar um incentivo à comunidade, facilitar o primeiro passo ao futuro desenvolvimento, estabelecer condições para que a população beneficiada possa progredir com esforços próprios. Por isso, é importante que haja uma contribuição de contrapartida (por exemplo local, mão de obra, material já existente etc). Projetos puramente beneficentes não podem ser enquadrados nestes "projetos de pequeno porte".

O apoio só é concedido para aquisição de material, equipamento ou instrumentos necessários para a realização de um projeto que não possa ser financiado por entidades locais, governamentais ou semelhantes. Não podem ser financiados publicações, material de consumo, transporte e alimentação, eventos, pagamentos de salários ou semelhantes.

Projetos que promovam a mulher integrando-a na criação de renda familiar ou projetos que preservem o meio ambiente são preferenciais.

Processo Seletivo/Apresentação de Projetos

Qualquer pessoa ou entidade pode solicitar apoio financeiro a projeto de pequeno porte, desde que trabalhe sem fins lucrativos e sem interesses particulares ou políticos para o crescimento socioeconômico da população carente.
O solicitante deve apresentar à missão diplomática:

· Requerimento dirigido ao Departamento de Cooperação Técnica da respectiva missão com uma breve descrição do projeto, contendo justificativa da medida solicitada, clientela beneficiada, objetivo da medida e resultados esperados de sua execução, bem como contribuição própria

(http://www.brasilia.diplo.de/pt/05/Wirtschaftliche__Zusammenarbeit/Solicitacao,property=Daten.pdf);

· Breve descrição da instituição solicitante, cópia do registro como instituição sem fins lucrativos, cópia da ata de fundação;

· Declaração da Instituição/Comunidade de que o pedido foi apresentado somente à Embaixada da Alemanha e que a entidade não recebe nenhum apoio de instituição alemã receptora de recursos do Governo alemão;

· Dois (2) orçamentos dos equipamentos solicitados, emitidos por duas firmas diferentes, em papel timbrado.


O funcionário da missão diplomática, depois de haver examinado os documentos apresentados, fará uma visita ao local. Caso o projeto cumpra os requisitos exigidos pelo governo alemão, a banca examinadora da Embaixada selecionará as melhores propostas.

A missão diplomática informará o requerente sobre a decisão e, caso esta seja positiva a missão autoriza o início das obras e/ou a aquisição do material em questão. O pagamento poderá ser feito em parcelas ou em único pagamento mediante apresentação da nota fiscal com carimbo de quitação.

A missão diplomática acompanhará a execução e realização do projeto e fará outra visita após a conclusão, verificando se a obra foi executada conforme a proposta e se os objetivos foram alcançados.

Os projetos devem prever contribuição própria da entidade solicitante para o projeto, estando excluídas as solicitações de caráter caritativo e as de doações de alimentos ou dinheiro e as de pagamentos de salários ou semelhantes.

São admitidas as solicitações para o financiamento de materiais, equipamentos ou instrumentos necessários à realização do projeto, os quais não possam ser financiados por entidades locais.

Período de Apresentação de Projetos: no final do ano para a execução do projeto no ano seguinte ou no início do ano em curso. O ano fiscal alemão começa em abril e vai até março do ano calendário seguinte.

Disponibilizando recursos no total de cerca de R$ 112.000,00, a Embaixada, por exemplo, apoiou em 2005 os seguintes projetos:

- Projeto "Qualificação Profissional“ em Taguatinga / DF

Obtenção de 5 computadores com impressoras, estabilizadores e móveis para cursos gratuitos de informática para a população carente.

- Projeto "Programa de Desenvolvimento de Cursos Profissionalizantes voltados ao Portador de Deficiência Auditiva e suas famílias” em Brasília / DF

Aquisição de material para cursos de costura, cozinha, cabeleireiro, croché para jovens carentes e suas famílias para gerar emprego e aumentar a renda familiar.

- Projeto “Despertar” em Ipameri / GO

Obtenção de um forno vagão usado para queima de produtos de cerâmica para ofícinas-escola de cerâmica decorativa para 160 adolescentes carentes.

- Projeto “Reforma e reconstrução de instalações comunitárias” em Novo Gama / GO

Aquisição de material de construção para a reforma de um salão e dependências para abrigar a oficina de costura e de serigrafia da Cooperativa Popular de Trabalho de Pedegral com objetivo de aumentar a renda dos beneficiários.

- Projeto “Comunicação para Agroextrativistas” em Rondônia

Obtenção de equipamento de mídia para apoiar o trabalho da organização dos seringueiros.

7. Projeto “Água fácil” em Caracaraí / RR

Implantação de dois sistemas de água encanada para melhorar as condições de vida de 25 famílias da Associação dos Produtores Rurais.

Informações e Solicitações :

Divisão de Cooperação Técnica e Financeira Alemanha/Brasil

Embaixada da Alemanha

SES Av. das Nações – Lt. 25 – Qd. 807

70415-900 – Brasília/DF

Tel.: 61 442-7000

A Indústria e a Oferta / As Empresas Concorrentes
O estudo intitulado “As Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos no Brasil - 2002” apresentado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em parceria com a Abong (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais) e o Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas) em 2004, segue critérios internacionais e divulga o número de organizações que não visam lucro no Brasil, as chamadas Fasfil (Fundações e Associações Sem Fins Lucrativos). São consideradas Fasfil instituições que têm como características serem privadas, sem fins lucrativos, institucionalizadas, auto-administradas e voluntárias, na medida em que podem ser contituídas livremente por qualquer grupo de pessoas, tem-se como exemplo de Fasfil, hospitais, universidades, ONGs, associações, grupos de fãs de artistas, etc. As Fasfil representam 5% das organizações formais do país.

Segundo o estudo, as Fasfil cresceram 136% entre 1996 e 2002. As 276 mil FASFIL empregam 1,5 milhão de assalariados, o que corresponde a 5,5% dos empregados de todas as organizações formalmente registradas no País. A maior parte desses trabalhadores encontra-se no Sudeste (56%). O Estado de São Paulo reúne 32% desses assalariados.





Em relação ao porte das Fasfil a grande maioria é de pequeno porte. 77% delas não possuem nenhum empregado, sendo possível levantar a hipótese de que a maioria dos serviços prestados por estas organizações é realizado por trabalho não-remunerado ou informal. Hipótese que pode ser reforçada pela pesquisa de Landim e Scalon (2000), cujos dados indicam que o número de voluntários no Brasil é de 19,7 milhões de pessoas (contra 1,5 milhão de assalariados em Fasfil), sendo que desse número de voluntários, 71% deles informam trabalhar em organizações sem fins lucrativos.


Na região Sudeste é que se encontra a maior parte das Fasfil (44%), sendo que o estado de São Paulo reúne 21% das organizações existentes em todo o território nacional.(tabela 3).

O Centro de Ação Social Espaço Livre pode ser classificado como uma entidade de educação, pois, segundo o IBGE, o subgrupo “Outras formas de educação e ensino” compreende ”As instituições que desenvolvem trabalhos no campo da educação para a cidadania”






Como já foi dito, no Estado de São Paulo estima-se ter mais de 50 mil entidades sem fins lucrativos. Não há nenhuma estimativa de quantas são especificamente na cidade de São Paulo. É importante ressaltar a diferença entre organização não-governamental e entidade sem fins lucrativos.

Entidade sem fins lucrativos é um termo mais abrangente, nele podem estar incluídas associações que não são de interesse público, mas sim de grupos específicos, como “associação de ex-alunos” ou “produtores de” e algumas na realidade, são lucrativas como por exemplo, um clube esportivo. Nem toda entidade sem fins lucrativos é uma organização não governamental.

Segundo a Abong uma ONG “não tem fins lucrativos e os rendimentos obtidos com projetos de auto-sustentação (como vender publicações, camisetas, etc.) revertem para outros projetos; as ONGs atuam para solucionar problemas estruturais da sociedade, de vários campos: sociais, culturais, econômicos, políticos, etc., e também estão em constante “movimento” para tais fins – e participando de movimentos, redes, fóruns, etc.”

“As primeiras ONGs no Brasil surgiram na década de 1960, durante o período da ditadura militar (1964/1984), para atuarem na busca da redemocratização do país e na defesa dos direitos humanos. Pela natureza do trabalho desenvolvido, as ONGs eram pouco ou quase nada conhecidas pela sociedade em geral. Nos últimos anos, no entanto, suas atividades têm ganhado visibilidade. Desde a Conferência do Meio Ambiente, a Rio 92, as ONGs passaram a estar presentes na mídia e nos debates públicos.”“As ONGs são muitas, difíceis de serem contadas. Apesar da importância da sua presença no desenvolvimento social do País – o que pode ser evidenciado pelo número e pela diversidade de grupos beneficiados e também pelas experiências exitosas desenvolvidas, muitas premiadas e outras adotadas como políticas públicas pelo Estado –, a natureza de seu trabalho ainda não é de domínio público.” (Trechos do artigo de Sérgio Haddad – presidente da Abong na gestão 2000-2003 e atual diretor de relações internacionais, As ONGs e os novos direitos. Revista Caros Amigos Especial, novembro 2002).

Segundo o site http://www.voluntarios.com.br/ das cerca de 5000 entidades cadastradas no portal , aproximadamente 9% atuam na área de assistência a deficientes. Cerca de 1000 entidades cadastradas pertencem à cidade de São Paulo.




Distribuição de Entidades por

Áreas de Atuação

 

Área de atuação

Porcentagem

Assistência a crianças

17,45%

Assistência e serviços sociais

13,74%

Assistência a deficientes

8,95%

Educação

8,30%

Creches

5,66%

Assistência a idosos e adultos

4,20%

Assistência a jovens

3,82%

Direitos humanos e cidadania

3,37%

Saúde

3,26%

Assistência familiar

3,11%

Associações comunitárias

3,06%

Desenvolvimento

2,93%

Serviços médicos de reabilitação

2,82%

Promoção da cidadania

2,26%

Hospital

2,02%

Cultura

1,82%

Ambientalismo

1,58%

Saúde preventiva

1,55%

Educação e pesquisa

1,20%

Assistência a deficientes físicos

0,93%

Associações de bairro

0,84%

Assistência a adultos

0,78%

Esporte

0,75%

Tratamento e recuperação dependentes

0,69%

Conservação recursos naturais

0,53%

Proteção de animais

0,51%

Assistência a desastres e catástrofes

0,42%

Produção e comercialização coletiva

0,42%

Assistência material

0,40%

Profissionalização

0,40%

Direitos da mulher

0,38%

Moradia

0,27%

Proteção dos direitos civis

0,27%

Ambulatório

0,24%

Reabilitação de infratores e criminosos

0,22%

Serviços jurídicos

0,18%

Tecnologias alternativas

0,13%

Combate à violência

0,09%

Prevenção do crime

0,09%

Proteção ao consumidor

0,09%

Sanatório

0,09%

Aconselhamento vocacional

0,07%

Associações científicas

0,07%

Controle da poluição

0,02%

Museus

0,02%

Total

100,00%

Já no site http://www.voluntariado.org.br/ existem 646 organizações cadastradas, situadas na Grande São Paulo, sendo que 52 atuam na área de educação e lidam com portadores de deficiência.

Segue abaixo algumas das organizações que lidam com deficientes mentais e que foram citados nos referidos sites e na Rede Saci (http://www.saci.org.br):
AVAPE - Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais

R Marques de Abrantes , 120 - Belenzinho

Tel (011) 693.1533 avape@hitnet.com.br
Associação Pró-Excepcionais Kodomo-No-Sono

Sede: R. Prof. Hasegawa, 1198 - Itaquera

Fone: (11) 6521-6437
Escola Especial para Educação de Excepcionais - 4 E

R. Besser, 2701

Telefone: 6693-4777
Assoc. Divina Convivência

R. Nossa Senhora dos Anjos, 301-Vila Diva

Telefone: 6671-7564
Centro Social Nossa Senhora da Penha-CENHA

R. Francisco Bueno, 384 -Tatuapé

Telefone: 296-4149
Lar Mãe do Divino Amor

R. Francisco Zicccardi, 420 -Tatuapé

Telefone: 6671-7677

AMEI - Assoc. de Mães dos Especiais de Itaquera

R. Emília Brazão, 110 -Itaquera

Telefone: 6179-9421


ANÁLISE INTERNA
Estudantes atendidos: 104

Custo por estudante / mês:R$ 300,00

Custo por estudante /ano: R$ 3600,00

Obs: vide balanço contábil




PONTOS FORTES

PONTOS FRACOS

  • Entidade pública reconhecida: federal e municipal;

  • Domínio e habilidade para realizar serviços;

  • Idoneidade;

  • Tradição;

  • Localização;

  • Filosofia de trabalho clara: inclusão social;




  • Falta de material;

  • Materiais obsoletos;

  • Baixo uso de tecnologia;

  • Espaço reduzido;

  • Dissídios atrasados

  • Falta de Relações Públicas e/ou vendedores;

  • Falta de planejamento estratégico, marketing;

  • Grande dependência com as Secretarias Municipais;


ANÁLISE EXTERNA


OPORTUNIDADES

AMEAÇAS

  • Ser a única entidade do gênero na região;

  • Ambiente social propício a fazer doações;

  • Empresas têm consciência de Responsabilidade Social;

  • A grande mídia favorece exposição;

  • Lei 9.249/95;

  • Número significativo de programas internacionais de auxílio financeiro para ONGs

  • Empresas acreditam que investimento em ONGs desse gênero não geram retorno social esperado;

  • População com baixo poder aquisitivo;

  • Grande números de ONGs buscando recursos;

  • Legislação com muitas restrições;

  • Doadores diferenciados, com diferentes portes, características, contribuições, o que exige ações diferenciadas;



A Ç Õ E S P R O P O S T A S


Ação

Objetivo

Data

Custos

Responsável

Indicadores

Obter um colaborador gráfico

Obter meios de divulgação e apresentação do trabalho da ONG, por meio da impressão de folderes e cases, objetivando cotas de patrocínio

17/04/06-8/5/06

Criação da arte: R$400,00
Fechamento do arquivo para ser mandando fazer o fotolito: R$30,00
Fotolito: R$150,00

A definir

Quantidade de desconto adquirido

Obter um colaborador de Internet

Obter um responsável pelo desenvolvimento, manutenção e hospedagem do site da ONG

17/04/06-22/05/06

Autônomos R$400,00 a R$900,00
Empresas R$1000,00 a R$3000,00

Registro de dominio: R$30,00

Hospedagem: R$150,00


A definir

Quantidade de desconto adquirido

Conquistar parcerias com Empresas (ethos,abrinq,embaixadas,etc)

Formar parcerias com empresas/obter doações

22/05/06-

R$94,00 (transporte, ligações)

A definir

Valor de doações/ número de parcerias

Conquistar parceiros locais (na comunidade)

Formar parcerias com empresas/obter doações

22/05/06-

R$95,00

(transporte, ligações)



A definir

Valor de doações/ número de parcerias

Conquistar parcerias com embaixadas e organizações internacionais

Obter parcerias com as embaixadas e organizações internacionais a fim de obter recursos para as obras do Núcleo 2

22/05/06-

R$86,00

(ligações, cartas)



A definir

Valor de doações/ número de parcerias

Adquirir ajuda contábil

Elaborar um modelo de demonstrativos contábeis de modo que a ONG possa detalhar o destino das doações de certa organização, a fim de prestar contas acerca dos recursos obtidos

22/05/06-

R$350,00

A definir

Obtenção dos demonstrativos contábeis

Custo total estimado: com colaborador de internet autônomo R$2035,00

com empresa R$3385,00

O plano de ação consiste na conquista de parceiros e colaboradores. Porém não serão abandonadas as ações já existentes. A abordagem deve ser estratificada em diferentes setores de interação.



  1. Obter um colaborador gráfico

Primeiramente, buscar-se-á a colaboração de uma gráfica, uma vez que se necessita desta para a produção do material gráfico que será apresentado aos demais possíveis doadores. O material gráfico se consistirá folderes, que visarão suprir a deficiência da ONG em suas relações públicas. Em todos os folderes, a colaboradora poderá inserir seu logotipo, razão social ou nome, telefone e endereço na parte inferior da última página do folder, além de ter direito de associar-se ao nome da ONG e ter seu logotipo, telefone e link para seu site (se houver) na página de internet da ONG a ser criada.

  1. Obter um colaborador de internet

Em seguida, os esforços se voltarão para o estabelecimento de um colaborador responsável pelo desenvolvimento, manutenção e hospedagem do site do Centro de Ação Social Espaço Livre. O site funcionará como um impulso do uso da tecnologia pela ONG de modo a auxiliá-la também no desenvolvimento das relações públicas da entidade. O colaborador terá direito de associação ao nome da ONG, isto é, poderá ser divulgado por parte da empresa de internet que a mesma possui uma parceria com o Centro de Ação Social Espaço Livre, se assim o desejar. No site desenvolvido constará em todas as páginas o nome do colaborador, que poderá inserir seu logotipo, razão social ou nome e link para seu site. Nos anexos há uma sugestão de empresas potenciais colaboradoras para essa ação.

  1. Conquistar empresas parceiras potenciais

É sabido que a sociedade vem dando mais valor à inclusão social de deficientes, e que as empresas, frente ao novo paradigma de responsabilidade social, procuram formas de atuar no cenário social de modo a corresponder com as expectativas da sociedade. Portanto, o próximo alvo consiste em empresas de médio e grande porte da cidade de São Paulo. O principal artifício de persuasão para com as empresas será a apresentação da lei 9.249/95, que prevê que doações de pessoas jurídicas a Utilidades Públicas Federais, que é o caso do Centro de Ação Espaço Livre, poderão ser abatidas do lucro operacional, que serve como base final de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. O parceiro será responsável por uma cota de doação especifica e periódica, desenvolvida através de recursos financeiros/ materiais/ humanos. A ação buscará estabelecer um compromisso com a organização, não caracterizando, portanto, doação esporádica, mas sim, vínculo com periodicidade a ser definida. O parceiro terá sua imagem nos meios de divulgação da ONG, associando assim sua imagem a esta. Será conferido ao parceiro, em eventos abertos ao público externo, a possibilidade de afixação de cartaz com o logotipo da empresa e também receberá os balancetes prestações de conta do Espaço Livre regularmente. Esta ação será baseada na lista de empresas parceiras do Instituto Ethos (em anexo).

  1. Conquistar parceiros dentro da comunidade

Segundo dados obtidos, observa-se uma grande oferta de entidades sem fins lucrativos e ONGs na região da grande São Paulo. Porém, a porcentagem destas que realizam trabalhos visando a inclusão social de deficientes mentais, como é o caso do Centro de Ação Social Espaço Livre, não é muito elevada. A ONG é a única entidade do gênero no bairro, fato que enaltece o serviço realizado pela mesma. Além disso, estudos, como o realizado pelo Sebrae-SP em 2005, mostram um grande número de micro e pequenas empresas que realizam ações sociais (o estudo apontou que 74% dessas organizações realizaram ao menos uma ação social durante o ano que precedeu a pesquisa). A comunidade em que está inserida o Espaço Livre está situada na Zona Leste, na região do bairro Itaquera (vide anexo). Essa região possui um grande número de comércio de pequeno e médio porte.

O método da parceria e os benefícios que os parceiros locais usufruirão são semelhantes aos da conquista das empresas parceiras potenciais, assim como a apresentação da lei 9.249/95 como ferramenta de persuasão.



  1. Conquistar parcerias de embaixadas e organizações internacionais

Também se dará atenção à formação de parcerias com programas internacionais, como o Programa de Assistência para Projetos Comunitários e Segurança do Ser Humano (APC) desenvolvido pelo governo japonês, que destina doações a ONGs que desenvolvam atividades de desenvolvimento sócio-econômico junto à comunidade; o Programa de Assistência Direta Brasil realizado pelo governo da Austrália, que financia projetos de cunho eminentemente social administrado por entidades não-governamentais que objetivam o desenvolvimento direto da comunidade; e a Cooperação Técnica e Financeira ministrada pelo governo alemão, que oferece apoio financeiro a "projetos de pequeno porte" que beneficiam a população mais carente do país.

Além da ajuda de embaixadas serão procuradas instituições internacionais que desenvolvem projetos de apoio financeiro à organizações não-governamentais, visando a melhoria de áreas como saúde, educação e bem-estar social. Nesta ação, organizações como a OXFAM (Inglaterra), Caritas (Holanda), Kindernothilfe (Alemanha) e ICCO - Interchurch Organization for Development Cooperation (Holanda) serão contactadas.

Isso porque a preocupação com as questões sociais é uma tendência mundial, evidenciada na grande quantidade de embaixadas, governos e empresas de países desenvolvidos que investem em programas sociais de vários países do mundo. E o Brasil apresenta um enorme potencial de crescimento no setor, visto que o valor oriundo da prestação de serviços, do comércio de produtos e da arrecadação de doações corresponde a 1,2% do PIB brasileiro, sendo que em países da Europa e nos EUA o setor já movimenta 6% do PIB.

O contato formal deve ser efetuado através do envio de cartas, telefonamas ou e-mails. Cada instituição possui especificações em relação a esse contato, que estão demonstradas nos anexos.



  1. Ajuda contábil

Paralelamente, também se buscará ajuda contábil na elaboração de um modelo de demonstrativos contábeis para que a ONG possa detalhar o destino das doações de seus parceiros e colaboradores, a fim de prestar contas a cerca dos recursos obtidos. Todos parceiros ou colaboradores terão o direito de receber, com periodicidade a ser definida, esse demonstrativo de doações.

BIBLIOGRAFIA
COSTA, Antonio R.; CRESCITELLI, Edson: Marketing Promocional para Mercados Competitivos. Primera edição, 2003. Editora Atlas, São Paulo, 371p.

DRUCKER Peter F (A). Administração de organizações sem fins lucrativos. 4ª ed. São Paulo : Pioneira, 1997. 174p. ISBN -, CDD-658.048. 

FISCHER, Rosa Maria. O desafio da colaboração: práticas de responsabilidade social entre empresas e terceiro setor. São Paulo: Editora Gente, 2002.



KOTLER, Philip (A). Administração de marketing. 4ª ed. São Paulo : Atlas, 1995. 670p. ISBN 85-224-1163-8. 

MATTAR, Fauze Najib e SANTOS, Dilson Gabriel dos: Gerência de Produtos – como tornar seu produto um sucesso. Editora Atlas, São Paulo, 2003, 346 p.

MCKENNA, Regis: Marketing de Relacionamento. Editora Campus, 239p.

MENEGHETTI, Sylvia Bojunga. Comunicação e marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade civil. São Paulo : Global, 2001. 126p. ISBN 85260-0674-6. 

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Internet:

http://www.andi.org.br

http://www.ibge.gov.br

http://www.sentidos.com.br

http://www.folha.uol.com.br

http://www.rits.org.br

http://www.ethos.org.br

http://www.bovespa.com.br

http://www.institutoempregar.org.br

http://www.bndes.gov.br

http://www.saopaulo.sp.gov.br

http://www.prefeitura.sp.gov.br

http://www.saci.org.br

A N E X O S

LIGAÇÕES

 

LIGAÇÕES LOCAIS

  Os valores expressos em Real (R$)

CTBC

TELESP

CETERP

Pulso (excedente à franquia de 90 ou 100 pulsos)

0,14348

0,14728

0,15454

 

TARIFAÇÃO DAS LIGAÇÕES LOCAIS

Dias Úteis (das 6:00 às 24:00 horas); Sábados (das 6:00 às 14:00 horas)

1 pulso: quando a chamada for completada


1 pulso: entre 0 e 4 minutos (aleatório)
1 pulso: a cada 4 minutos excedentes

Segunda a Sábado: (das 00:00 às 6:00 horas); Sábado: (das 14:00 às 24 horas); Domingos e Feriados Nacionais: (o dia todo)

1 pulso por chamada, independente do tempo de conversação



Obs.: - Chamada Local a Cobrar equivale ao degrau tarifário de uma chamada de longa distância, no Degrau 1 (D1) variando em função do dia e do horário da ligação e é cobrada na conta do telefone chamado
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