Plano de negócio resumo



Baixar 234.81 Kb.
Encontro04.08.2016
Tamanho234.81 Kb.



PLANO DE NEGÓCIO
RESUMO
O trabalho consiste na estruturação de um plano de negócio para montagem de uma construtora. Objetiva preparar um plano sob medida, baseado em informações confiáveis, descrevendo os objetivos do negócio e quais passos serão adotados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. Procura analisar o mercado e a competitividade, definindo o perfil dos clientes, fornecedores, o número de pessoal necessário para o empreendimento, quais planos de marketing serão adotados para a divulgação da construtora, efetuar cálculos dos gastos para definir se os investimentos serão com capital próprio ou de terceiros e projetar as receitas. Elaborar ainda um planejamento tributário para a definição do regime mais benéfico para fins de apuração de impostos, e verificar a viabilidade do projeto e o retorno do capital investido.

PALAVRAS-CHAVE
Projeto, princípios contábeis, levantamento de custos, planejamento tributário e viabilidade.

1 INTRODUÇÃO
Um plano de negócio é um documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. Ele permite identificar e restringir seus erros no papel, ao invés de cometê-los no mercado.

O objetivo do plano é orientar o empreendedor na busca de informações detalhadas sobre seu ramo, os produtos e serviços que irá oferecer seus clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos de seu negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade de sua idéia e na gestão da empresa. Ao final, o plano irá ajudar a responder a seguinte pergunta: Vale a pena abrir, manter ou ampliar o negócio?


2 DESENVOLVIMENTO


    1. Caracterização do empreendimento

O Projeto a seguir refere-se à abertura de uma Construtora.

O objeto social será a atividade de Construção de Edifícios (CNAE 41.20-4-00), sob a forma jurídica de Sociedade Empresária, sob a razão social CML Construções e Reformas S.A., a ser constituída em 26/10/200*,sendo administrada por um sócio.

Os recursos usados para a concretização do projeto serão obtidos com a integralização do capital do sócio no valor de R$300.000,00.

O valor total dos investimentos será de R$ 1.784.961,41 e, a expectativa de faturamento mensal é de R$ 200.000,00. A cada mês espera-se uma lucratividade de 40,19% ,uma rentabilidade de 4,50% ao mês do capital investido e um retorno do capital em aproximadamente 22 meses.


    1. GASTOS INICIAIS PARA A LEGALIZAÇÃO DA EMPRESA

Para que uma empresa possa dar início a sua atividade é necessário que ela esteja totalmente legalizada, com registro nos órgãos competentes.

Foram necessárias as seguintes consultas junto aos órgãos públicos para a abertura da empresa:

a)Consulta a Receita Federal sobre a regularização do CPF dos sócios;

b)Consulta a Prefeitura de Belo Horizonte – Pedido de licença de funcionamento;

c)Verificação prévia se a atividade é permitida no local escolhido;

d)Consulta a Junta Comercial de Minas Gerais do nome comercial escolhido.


    1. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS VERIFICADOS NA ELABORAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

A constituição da empresa será concretizada levando em consideração a observância dos Princípios Contábeis, dispostos na Resolução n° 750/93 do Conselho Federal de Contabilidade, que se faz obrigatória no exercício da profissão e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC. (www.cfc.org.br).

A integralização do capital social será realizada pelos sócios, devendo observar o Princípio da Entidade, o qual estabelece a autonomia patrimonial, ou seja, o patrimônio da entidade não deve nunca ser confundido com o do sócio ou proprietário. Para que as empresas não deixem de observar este principio, a Receita Federal faz a fiscalização através da entrega de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física e Pessoa Jurídica.

O Postulado da Entidade Contábil fala que a empresa possui uma dimensão jurídica, econômica e organizacional totalmente distinta dos sócios, encarada por um ou por um grupo de pessoas que exercerão o controle sobre as receitas e despesas, investimentos e distribuições.

As aquisições realizadas serão registradas pelo valor de custos e classificados no ativo imobilizado, conforme o Princípio do Registro pelo Valor Original. Qualquer variação patrimonial será reconhecida no momento de sua ocorrência e não no momento da entrada dos elementos patrimoniais.

As receitas e despesas serão contabilizadas pelo regime de competência, sendo incluídas na apuração do resultado do período no momento que ocorrerem, independentemente do recebimento e do pagamento.

O Princípio de Continuidade é indispensável a correta aplicação da competência por influenciar diretamente o valor econômico dos ativos e, em muitos casos, o valor ou vencimento dos passivos. (www.cosif.com.br).

O Princípio da Prudência será observado quando surgirem dúvidas em relação à correção dos valores a serem registrados, devendo reconhecer o menor valor para o ativo e o maior para o passivo.




    1. ANÁLISE DO MERCADO E COMPETITIVIDADE




      1. Oportunidade do negócio

Para a elaboração do Projeto, foi levado em consideração que o setor está crescendo e deve continuar assim nos próximos anos. Nas proximidades existem construtoras que projetam e constroem. A empresa CML Construções e Reformas Ltda., não só projeta e constroem como também presta serviço de reformas em construções públicas e privadas.

Após uma pesquisa de mercado encontramos um imóvel na Avenida Francisco Sá, n°1.019 – Gutierrez, Belo Horizonte, 150m2, aluguel de R$500,00.


      1. Ameaças ao negócio e concorrência

Podemos considerar como ameaça ao negócio, o fato de já existirem no mercado muitas empresas que atuam no ramo e, portanto já possuem nome e credibilidade.


2.5 INVESTIMENTO
Investimento é todo gasto para aquisição de um ativo, com a finalidade de obter benefícios. Para montar o empreendimento será necessário um investimento composto pelas despesas com pessoal, de matéria-prima, impostos, imobilizado e abertura da empresa.

O investimento inicial necessário para montar o empreendimento será no valor de R$ 1.784.961,41 (hum milhão setecentos e oitenta e quatro mil, novecentos e sessenta e um reais e quarenta e um centavos).



Segue abaixo uma planilha com a discriminação das despesas incorridas na empresa:


Tipos de Investimentos

Origem dos Recursos

Descrição

Valor Unitário

Total dos Investimentos

Gastos Fixos













Próprio

Aluguel do Escritório

500,00

6.000,00

Próprio

Energia

150,00

1.800,00

Próprio

Telefone

200,00

2.400,00

Próprio

Água

100,00

1.200,00

Próprio

Material Escritório

100,00

1.200,00

Próprio

Despesas Gerais

150,00

1.800,00

Próprio

Aluguel de Maquinas

10.905,00

130.860,00

Próprio

Folha Pagamento

196.800,00

196.800,00

Próprio

Pró-Labore

48.000,00

48.00,00

Próprio

Encargos

168.460,94

168.460,94

Próprio

Parcela Financiamento (média)

4.500,00

4.500,00.







Subtotal 1.




563.020,94
















Gastos Variáveis

Próprio

PIS/COFINS

222.000,00

222.000,00

Próprio

IRPJ

332.322,87

332.322,87

Próprio

CSLL

128.276,23

128.276,23

Próprio

ISSQN

120.000,00

120.000,00

Próprio

INSS RETIDO

264.000,00

264.000,00






















Subtotal 2.




1.066.599,10
















Imobilizado

Próprio

Maleta

161,24

483,72

Próprio

Furadeira

179,90

359,80

Próprio

Serra Tico Tico

152,10

456,30

Próprio

Plaina Elétrica

152,80

458,40

Próprio

Martelete Furadeira

229,90

459,80

Próprio

Computador

750,00

2.250,00

Próprio

Impressora

500,00

500,00

Próprio

Aparelho de Fax

250,00

250,00

Próprio

Mesa para computador

150,00

450,00

Próprio

Cadeira giratória

100,00

300,00

Próprio

Armários

190,00

570,00






















Subtotal 3.




6.538,02



















Próprio

Diversos




931,77

Financiado

Financiamento




147.871,58






















Subtotal 4.




148.803,35






















Total Geral




1.784.961,41

As despesas operacionais são as não computadas nos custos, necessárias à atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora. As despesas operacionais admitidas são as usuais ou normais no tipo de transações, operações ou atividades da empresa, entendendo-se como necessárias as pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pela atividade da empresa.









A mão-de-obra direta é normalmente um custo variável, pois só se caracteriza como direta a que foi efetivamente utilizada na produção. Os tempos não trabalhados deixam normalmente de fazer parte da mão-de-obra direta, tornando-se custos indiretos para rateio aos produtos. Fazem parte da taxa de mão-de-obra direta todos os encargos sociais, como por exemplo, férias, 13º salário, vale transporte, FGTS, INSS patronal e vale alimentação.

Segue quadro com o custo com pessoal.




2.6 ESTIMATIVA DOS CUSTOS FIXOS
Custos fixos são aqueles que não sofrem alteração de valor em caso de aumento ou diminuição da produção. Independem portanto, do nível de atividade, conhecidos também como custo de estrutura. Possíveis variações não irão afetar os gastos que já estão com seus valores fixados. Por isso chamamos de custos fixos. Segue abaixo os custos fixos da empresa.


2.7 DEPRECIAÇÃO
A Tabela em anexo IV especifica os bens, valores e percentuais das depreciações que deverão ser realizadas pela empresa.


    1. APURAÇÃO DO CUSTO DOS SERVIÇOS

A tabela abaixo estima os custos dos serviços prestados no primeiro ano de vida da empresa.






    1. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Planejamento Tributário é o processo de escolha de ação, não simulada, anterior à ocorrência do fato gerador, visando direta e indiretamente á economia de tributos. É o meio legal de redução de carga tributária. Nos tempos atuais, é a ferramenta necessária não só para empresa, como também ao contribuinte pessoa física.

Fazer Planejamento Tributário não é apenas um direito garantido na Constituição Federal, mas também um dever legal determinado pelo artigo 153 da Lei 6404/76:
“Art.153. O Administrador da companhia deve empregar, no exercício de suas funções, o cuidado e diligencia que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração dos seus próprios negócios”.
2.10 RTT – REGIME DE TRIBUTAÇÃO TRANSITÓRIO
A Medida Provisória 449/08 atendeu ao objetivo de assegurar a neutralidade tributária através da possibilidade dos contribuintes optarem nos calendários de 2008 e 2009 pelo RTT – Regime de Tributação Transitório.

A implantação da Lei 11.638/07 trouxe alterações nas legislações societárias e contábeis, mas não deveriam trazer alterações tributárias, todavia, existia grande ansiedade por parte dos contribuintes para entender como a neutralidade tributária seria operacionalizada.

Foi então, publicada a Medida Provisória 449/08, que procurou atender ao objetivo da neutralidade tributária, permitindo que os contribuintes optassem pelo RTT – Regime de Tributação Transitório.

Com a opção pelo RTT, as empresas poderão continuar apurando o IRPJ e a CSLL com base nos métodos e critérios contábeis vigentes em 31/12/2007 e, para garantir a neutralidade, poderão efetuar adições e exclusões das diferenças de critério contábil diretamente no LALUR – Livro de Apuração do Lucro Real.

Com o intuito de garantir a referida neutralidade tributária, o artigo 16 da Lei 11.941/09 estabelece que, para as empresas sujeitas ao RTT, as alterações introduzidas pela Lei 11.638/07, e pelos artigos 37 e 38 da própria Lei 11.941/09.

“Que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício (definido no artigo 191 da Lei das S.A) não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins fiscais, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007”.


A formalização da opção acontecerá com a entrega da DIPJ referente ao ano calendário de 2008. Quem não optar pelo RTT não terá a neutralidade garantida.


    1. AS ADEQUAÇÕES INTRODUZIDAS PELA LEI 11.638/07.

Para as adequações introduzidas pela lei 11.638/07 e o Regime de Tributação Transitória (RTT), será necessário algumas modificações na forma de contabilização das entidades enquadradas na lei, e as que optarem ou não pelo (RTT). As principais mudanças na contabilização das transações das entidades com as alterações da lei 11.638/07 serão:

  • Registro dos direitos a receber (contas a receber a curto e longo prazo). Deveram ser registradas liquido do custo financeiro, que devera ser apropriado a medida que as mesmas incorrerem;

  • Contas a pagar (Operações de contas a pagar) de maneira análoga a despesa financeira devera ser apropriada no período em que incorrer;

  • Os investimentos em moedas estrangeiras, as variações cambiais (Equivalência Patrimonial) dos ativos não destinados à venda (Permanente) deixam de ser ajustadas diretamente no resultado da empresa, passando ajustado na conta de ajuste de variações patrimoniais no Patrimônio Liquido;

  • A depreciação dos ativos deverá ser reconhecida de acordo com a vida útil do bem;

  • O Leasing financeiro passará a ser tratado como financiamento e o bem serão reconhecidos integralmente no ativo imobilizado, sendo os encargos financeiros tratados como despesa financeira;                      

  •   Percebe-se que com as alterações acima citadas, a entidade deverá ter um software que apresente as configurações para essas modificações. Como a característica básica do (RTT) é a anulação dos efeitos da lei 11.638/07, na contabilização das transações na entidade, torna-se necessário um software que atende estas exigências. Tendo em vista que como uma Empresa de construção e reformas, e que atende as diversas modalidades de atividades existentes em uma entidade é indispensável o software com estas características.

2.11 ANALISE DA VIABILIDADE FINANCEIRA
Para definir se vale a pena investir neste negócio deve-se avaliar a lucratividade, a rentabilidade e o prazo de retorno do investimento, demonstrativos econômicos financeiros que exprimem de forma clara a viabilidade do empreendimento.

Lucratividade: é a relação do valor do lucro com o montante de vendas, ou seja, é um indicador que mede o lucro líquido em relação às vendas. É um dos principais indicadores econômicos, pois está relacionado à competitividade. Se a empresa possui uma boa lucratividade, ela apresentará maior capacidade de competir, isso porque poderá investir mais em divulgação, na diversificação dos serviços, na aquisição de novos equipamentos, etc.




Lucratividade = (lucro líquido/receita total)*100




Lucratividade = (R$964.692,38/2.400.000,00)*100




Lucratividade = 40,19%

A demonstração acima quer dizer que sob os R$ 2.400.000,00 de receita total “sobram” R$ 964.692,38 na forma de lucro, depois de pagas todas as despesas e impostos, o que significa uma lucratividade de 40,19% ao mês.

Rentabilidade: É uma medida do retorno de um investimento. É um indicador que mede o retorno do capital investido pelos sócios. É obtido sob a forma de percentual por unidade de tempo (mês ou ano). É calculada por meio da divisão do lucro líquido pelo investimento total. A rentabilidade deve ser comparada com índices praticados no mercado financeiro.


Rentabilidade = (lucro líquido/investimento total)*100




Rentabilidade = (R$ 80.391,03/R$ 1.784.961,41)*100




Rentabilidade = 4,50 % ao mês

Isso significa que, a cada mês, o empresário recupera 16,03% do valor investido através dos lucros obtidos no negócio. Melhor que se estivesse investido uma caderneta de poupança que dá um rendimento em torno de 0,56% ao mês.

Prazo de retorno do investimento: indica o tempo necessário para que o empreendedor recupere o que investiu.


Prazo de retorno do investimento = investimento total/lucro líquido




Prazo de retorno do investimento = R$ 1.784.961,41 / R$ 80.391,03




Prazo de retorno do investimento = 22 meses

Isso significa que em 6 meses após o início das atividades da empresa, o empreendedor terá recuperado,sob a forma de lucro,tudo que gastou com o investimento.(www.sebrae.com.br).


2.12 PRINCÍPIOS DE CONTROLES INTERNOS APLICADOS NO EMPREENDIMENTO.
O sistema contábil e de controles internos compõe o plano de negócio da organização através de métodos e procedimentos adotados pela construtora no intuito de proteger o seu patrimônio, garantindo a confiabilidade e tempestividade dos seus registros em suas demonstrações e eficácia das operações. O sistema controle tem como objetivo fornecer à contabilidade dados corretos para sua escrituração evitando erros, caso estes existam, deverão ser identificados e corrigidos para sua aplicação na contabilidade e no financeiro dentro do sistema político da organização como:


  • Relação de custo benefício não excedendo o proporcionado;

  • Qualificação adequada, treinamento funcional sistematizada;

  • Delegação de poderes;

  • Segregação das funções onde deverão ser separadas as funções operacionais (execuções e contabilização) e a funções de autorização; e

  • Aderência as Normas Legais.

Esses são princípios básicos que regem os controles internos adotando-se à política e sistemas organizacionais.


3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Projeto teve por objetivo a elaboração de um plano de negócio para uma sociedade empresária S.Acom uma atividade de construção que contribui para o bem estar da sociedade. Para elaboração do projeto, cuidou-se de analisar todos os parâmetros contábeis, econômicos e financeiros concernentes à atividade proposta.

De posse das pesquisas realizadas efetuou-se a projeção de receitas, custos e despesas a fim de se obter uma estimativa do resultado líquido da empresa, que demonstrasse a melhor forma de tributação. Através de pesquisas realizadas aprendemos avaliar a viabilidade do projeto chegando a seguinte conclusão:

A análise apontou uma lucratividade 40,19% ao mês, uma rentabilidade de 4,50 % ao mês e o prazo de retorno do capital investido em mais ou menos 22 meses. Nosso projeto dentro das condições apresentadas é perfeitamente viável.

REFERÊNCIAS

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE - CFC. Resolução n.º 750/93. Disponível em: . Acesso em: 2 out 2009.


CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE - CFC. Resolução n.º50/93. Disponível em: . Acesso em: 15 out 2009.
SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL - SRF. Disponível em: . Acesso em: 03 out 2009.
http://www.sebraemg.com.br/Geral/Default.aspx. Acesso em: 05 de out 2009.
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm. Acesso em: 10 de out 2009.
Projetos: planejamento, elaboração, análise / Sansão Woiler, Washington Franco Mathias. - - São Paulo: Atlas, 1996. pág 27 a 40.
http://www.receita.fazenda.gov.br.Acesso em 24 de out 2009.

ANEXO I – BALANÇO PATRIMONIAL




ANEXO II – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

DRE ANUAL

Lucro Real RTT

Não opção RTT

Lucro Presumido

Receita de Serviços

R$ 2.400.000,00

R$ 2.400.000,00

2.400.000,00

(-) ISSQN ( 5% )

(120.000,00)

(120.000,00)

(120.000,00)

(-) Pis/Cofins (9,25%)

(222.000,00)

(222.000,00)

(87.600,00)

(=) Receita Líquida de Vendas

2.058.000,00

R$ 2.058.000,00

2.192.400,00

Custos Diretos

 

 

 

(-)Mão-de-obra direta

R$ 442.512,07

R$ 442.512,07

R$ 442.512,07

(-) Aluguel de Maquinas

R$ 130.860,00

R$ 130.860,00

R$ 130.860,00

(-) Custo dos Materiais Adquiridos

R$ 276.594,00

276.594,00

276.594,00

Total dos Custos Diretos

R$ 849.966,07

R$ 849.966,07

R$ 849.966,07

Custos Indiretos

 

 

 

(-) Depreciação

879,22

879,22

879,22

Total dos Custos Indiretos

879,22

R$ 879,22

879,22

Despesas Operacionais

 

 

 

(-) Despesas Administrativas

R$ 123.676,87

123.676,87

123.676,87

(-) Amortização do Diferido

186,35

186,35

186,35

Total Despesas Operacionais

123.863,22

123.863,22

123.863,22

(=) Resultado do Período

1.425.291,49

1.425.291,49

1.425.291,49

Ajustes - Nova Lei das S.A.

 

 

 

Aj. A Vr. Presente Duplic a Rec.

 

(11.279,00)

 

Aj. A Vr. Presente Fornecedores

 

895,00

 

(=) Lucro Antes da Provisão IR/CS

1.425.291,49

1.414.907,49

1.218.570,71

(-) IRPJ 15%

(213.793,72)

(212.236,12)

(115.200,00)

(-) IRPJ Adicional 10%

(118.529,15)

(117.490,75)

(52.800,00)

(-) CSLL 9%

(128.276,23)

(127.341,67)

(69.120,00)

(=) Lucro Liquido

964.692,38

957.838,94

981.450,71













Opção Pelo RTT

 

Não Opção Pelo RTT

 

Lucro Antes do IRPJ / CSLL

1.414.907,49

Lucro Antes do IRPJ / CSLL

1.414.907,49

(-) Ajustes positivos

(895,00)

(-) Ajustes positivos

 

(+) Ajustes Negativos

11.279,00

(+) Ajustes Negativos

 

Lucro Após Ajustes

1.425.291,49

Lucro Após Ajustes

1.414.907,49

(-) IRPJ 15%

(213.793,72)

(-) IRPJ 15%

(212.236,12)

(-) IRPJ Adicional 10%

(118.529,15)

(-) IRPJ Adicional 10%

(117.490,75)

(-) CSLL 9%

(128.276,23)

(-) CSLL 9%

(127.341,67)

(=) Resultado do Exercício

964.692,38

(=) Resultado do Exercício

957.838,94
ANEXO III – ESTIMATIVA DO FATURAMENTO MENSAL



Estimativa do Faturamento Mensal

Clientes

Valor Mensal

ISSQN ( 5%)

PIS/COFINSMensal (9,25% )

INSS Retido

( 11% )

Valor
Líquido Mensal


Clientes 1

R$ 50.000,00

R$ 2.500,00

R$ 4.625,00

R$ 5.500,00

R$ 42.875,00

Clientes 2

R$ 50.000,00

R$ 2.500,00

R$ 4.625,00

R$ 5.500,00

R$ 42.875,00

Clientes 3

R$ 50.000,00

R$ 2.500,00

R$ 4.625,00

R$ 5.500,00

R$ 42.875,00

Clientes 4

R$ 50.000,00

R$ 2.500,00

R$ 4.625,00

R$ 5.500,00

R$ 42.875,00

 

 

 

 

 

 

Total

R$ 200.000,00

R$ 10.000,00

R$ 18.500,00

R$ 22.000,00

R$ 171.500,00





































Estimativa do Faturamento Anual

Clientes

Valor
Anual


ISSQN Anual

( 5%)

PIS/COFINS
Anual ( 9,25% )


INSS Retido

( 11% )

Valor Líquido
Anual


Clientes 1

R$ 600.000,00

R$ 30.000,00

R$ 55.500,00

R$ 66.000,00

R$ 448.500,00

Clientes 2

R$ 600.000,00

R$ 30.000,00

R$ 55.500,00

R$ 66.000,00

R$ 448.500,00

Clientes 3

R$ 600.000,00

R$ 30.000,00

R$ 55.500,00

R$ 66.000,00

R$ 448.500,00

Clientes 4

R$ 600.000,00

R$ 30.000,00

R$ 55.500,00

R$ 66.000,00

R$ 448.500,00

 

 

 

 

 

 

Total

R$ 2.400.000,00

R$ 120.000,00

R$ 222.000,00

R$ 264.000,00

R$ 1.794.000,00

A
NEXO IV – IMOBILIZADO/DEPRECIAÇÃO

ANEXO V – MATÉRIA-PRIMA


Matérias-primas

Produtos

Custo Unitário

Quantidade
Mensal


Custo Mensal

Quantidade
Anual


Custo Anual

Cimento

50 kg


R$ 9,50

50

R$ 475,00

600

R$ 5.700,00

Tijolo (1.000)

R$ 236,67

10

R$ 2.366,70

120

R$ 28.400,40

Tinta (litro)

R$ 6,03

40

R$ 241,20

480

R$ 2.894,40

Removedor de tinta

R$ 10,00

10

R$ 100,00

120

R$ 1.200,00

Prego (kg)

R$ 5,59

50

R$ 279,50

600

R$ 3.354,00

Mangueira

R$ 39,99

10

R$ 399,90

120

R$ 4.798,80

Lixa

R$ 25,00

20

R$ 500,00

240

R$ 6.000,00

Areia (m3)

R$ 74,50

100

R$ 7.450,00

1200

R$ 89.400,00

Tábua (m2)

R$ 1,77

30

R$ 53,10

360

R$ 637,20

Brita (nº 2/m3)

R$ 104,00

20

R$ 2.080,00

240

R$ 24.960,00

Argamassa 20kg

R$ 8,80

50

R$ 440,00

600

R$ 5.280,00

Blocos

R$ 1,34

1000

R$ 1.340,00

12000

R$ 16.080,00

Basculante

R$ 113,48

10

R$ 1.134,80

120

R$ 13.617,60

Azulejos (m3)

R$ 10,99

70

R$ 769,30

840

R$ 9.231,60

Telhas

R$ 886,00

5

R$ 4.430,00

60

R$ 53.160,00

Arame (kg)

R$ 6,00

10

R$ 60,00

120

R$ 720,00

Fios elétricos (10m2)

R$ 93,00

10

R$ 930,00

120

R$ 11.160,00

Total

 

 

R$ 23.049,50

 

R$ 276.594,00



©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal