Pode-se definir Mitologia como o estudo e a interpretação do mito e do conjunto dos mitos de uma determinada cultura



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Mitologia

Pode-se definir Mitologia como o estudo e a interpretação do mito e do conjunto dos mitos de uma determinada cultura.

O mito é um fenômeno cultural complexo que pode ser encarado de vários pontos de vista. Em geral é uma narração que descreve e retrata em linguagem simbólica a origem dos elementos e postulados básicos de uma cultura.

A narração mítica conta, por exemplo, como começou o mundo, como foram criados os seres humanos e os animais e a origem de certos costumes e formas das atividades humanas.

Quase todas as culturas possuem ou possuíram mitos algum dia e viveram de acordo com eles.

Os mitos diferenciam-se dos contos de fadas por referirem-se a um tempo diferente do tempo comum (contos tradicionais). A seqüência do mito é extraordinária, desenvolvida num tempo anterior ao nascimento do mundo convencional.

Como os mitos se referem a um tempo e um lugar extraordinário, bem como a deuses e processos sobrenaturais, têm sido considerados aspectos da religião.

Porém, como sua natureza é integradora, o mito pode iluminar muitos aspectos da vida individual e cultural.

Desde os primórdios da cultura ocidental, o mito apresenta um problema de significado e interpretação que tem gerado discussões sobre o valor e a importância da mitologia.

O que é Mito?

Mitos são histórias tradicionais, quase sempre sobre deuses, heróis ou criaturas do mundo animal, que explicam por que o mundo é do jeito que é.

Pessoas de todos os tempos e de todos os tipos de cultura constataram que a vida está repleta de mistérios. Por exemplo: qual é a origem do mundo, por que o sol se movimenta atravessando o firmamento, o que faz as coisas crescerem, por que as plantas morrem no inverno e renascem na primavera, de que modo ocorrem as marés, por que há terremotos, para onde vão as pessoas quando morrem, se é que vão para algum lugar?

Na tentativa de responder a perguntas como essas, o homem criou narrativas que transcendem a existência comum e cotidiana e que se enraizaram em diferentes culturas.

Dessa maneira, as respostas para as mais complicadas indagações da vida foram transmitidas de geração para geração, na forma de mitos. Em geral havia semelhanças entres as histórias contadas em sociedade marcadamente distintas, como nas Mitologias da Grécia Antiga e dos Nórdicos, nas quais aparecem temas universais como a vida após a morte e a origem do mundo.

Os mitos eram bem mais do que o simples contar história. Cada cultura possuía cerimônias e rituais próprios associados aos mitos. Essa associação implicava representar histórias exemplares ou oferecer sacrifícios aos deuses, na esperança de receber alguma benção em troca, como uma boa safra ou a vitória em uma batalha.

Explicações mitológicas do mundo diferem das explicações apresentadas pela filosofia, que se baseiam na experiência e na razão. Os filósofos gregos buscavam explicações naturais, não explicações sobrenaturais.

Esses filósofos diziam que os mitos não combinavam com um entendimento adequado da realidade. Criticavam as histórias de Homero porque nelas os deuses tem exatamente as mesmas imperfeições dos seres humanos.

O pensamento mítico teve início na Grécia, do séc. XXI ao VI a.C. e nasceu do desejo de dominação do mundo, para afugentar o medo e a insegurança. A verdade do Mito não obedece à lógica nem da verdade baseada na experiência, nem da verdade científica.

É verdade compreendida, que não necessita de provas para ser aceita. É portanto uma percepção compreensiva da realidade, é uma forma espontânea do homem situar-se no mundo. Normalmente, associa-se, erroneamente, o conceito de mito à mentira, ilusão,ídolo, lenda ou ficção.

O mito não é uma mentira, pois é verdadeiro para quem o vive. A narração de determinada história mítica é uma primeira atribuição de sentido ao mundo, sobre o qual a afetividade e a imaginação exercem grande papel.

Não podemos afirmar também que o mito é uma ilusão, pois sua história tem uma racionalidade, mesmo que não tenha uma lógica, por trabalhar com a fantasia.

Devemos diferenciar mito e ídolo, pois mesmo existindo uma relação entre eles, o mito é muito "maior" que o ídolo (objeto de paixão, veneração).

O mito é muito confundido com o conceito de lenda, porém esta não tem compromisso nenhum com a realidade, são meras histórias sobrenaturais.

O mito não é exclusividade de povos primitivos, nem de civilizações nascentes, mas existe em todos os tempos e culturas como componente inseparável da maneira humana de compreender a realidade. O mito é, na realidade, uma maneira de entender o passado.

Um historiador de religiões, certa vez afirmou: "Os mitos contam apenas aquilo que realmente aconteceu". Isto não quer dizer que os mitos explicam os fatos corretamente. Eles sugerem, entretanto, que por trás da explicação existe uma realidade que não pode ser conhecida e/ou examinada.



Tipos de mitos

Mitos cosmogônicos.

Dentre as grandes interrogações que o homem permanece incapaz de responder, apesar de todo o conhecimento experimental e analítico está à origem da humanidade e do mundo que habita.

É como resposta a essa interrogação que surgem os mitos cosmogônicos. As explicações oferecidas por esses mitos podem ser reduzidas a alguns poucos modelos, elaborados por diferentes povos.

É comum encontrar nas várias mitologias a figura de um criador que, por ato próprio e autônomo, estabeleceu ou fundou o mundo em sua forma atual.

Os mitos desse tipo costumam mencionar uma matéria já existente a toda a criação: o oceano, o caos ou a terra.

A criação a partir do nada, unicamente pela palavra de Deus, aparece claramente no livro bíblico do Gênesis.

Mitos escatológicos

Ao lado da preocupação com o enigma da origem, figura para o homem, como grande mistério, a morte individual, associada ao temor da extinção de todo o povo e mesmo do desaparecimento do universo inteiro.

Para a mitologia, a morte não aparece como fato natural, mas como elemento estranho à criação original, algo que necessita de uma justificativa, de uma solução em outro plano de realidade.

Algumas explicações predominam nas diversas mitologias. Há mitos que falam de um primeiro período em que a morte não existia e contam como ela sobreveio por efeito de um erro, de um castigo ou para evitar a superpopulação.

Outros mitos, geralmente presentes em tradições culturais mais elaboradas, fazem referência à condição original do homem como ser imortal e habitante de um paraíso terreno, e apresentam a perda dessa condição e a expulsão do paraíso como tragédia especificamente humana.

Natureza do mito

Um dos livros mitológicos mais conhecidos é a "Ilíada", de Homero, que conta sobre a Guerra de Tróia. Nenhum leitor, hoje em dia, aceita a obra de Homero como um relato histórico. Porém, não existe quase nenhuma dúvida de que, em algum tempo, muitos séculos antes de Homero, realmente houve uma guerra entre cidades-estado gregas e habitantes do noroeste da Ásia Menor.

Outro dos grandes mitos dos povos antigos é o Dilúvio. A versão mais conhecida é o relato, encontrado no Gênesis o primeiro livro da Bíblia, de Noé e sua arca.

Nenhum cientista hoje admitiria que uma enchente pudesse ter coberto toda Terra, com a água atingindo as mais altas montanhas, mas a antiga Mesopotâmia sofreu muitas inundações.

É provável que uma excepcional enchente tenha se tornado um tema para a futura criação de um mito. Talvez, as ocorrências de muitas inundações foram agrupadas para, juntas, tornar-se uma única estória.

A função dos Mitos

Os mitos tentam responder muitas questões.

Como o mundo surgiu? Como são os deuses, e de onde vieram? Como surgiu a humanidade? Por quê existe o mal no mundo? O que acontece após a morte? Os mitos também tentam explicar costumes e rituais de uma determinada sociedade. Eles explicam as origens da agricultura e a fundação de várias cidades.

Além de fornecer tais explicações, os mitos são usados para justificar o modo de vida de uma sociedade. Várias famílias em muitas civilizações antigas, justificavam os seus poderes através de lendas que descreviam suas origens como sendo divinas.

A narração mitológica envolve basicamente acontecimentos supostos, relativos a épocas primordiais, ocorridos antes do surgimento dos homens (história dos deuses) ou com os "primeiros" homens (história ancestral).

O verdadeiro objeto do mito, contudo, não são os deuses nem os ancestrais, mas a apresentação de um conjunto de ocorrências fabulosas com que se procura dar sentido ao mundo.

O mito aparece e funciona como intervenção simbólica entre o sagrado e o seu oposto (o profano), condição necessária à ordem do mundo e às relações entre os seres.

As semelhanças com a religião mostram que o mito se refere - ao menos em seus níveis mais profundos - a temas e interesses que ultrapassam a experiência imediata, o senso comum e a razão: Deus, a origem, o bem e o mal, o comportamento ético e a escatologia (destino último do mundo e da humanidade).

Mito e religião

Alguns especialistas, atribuem importância especial ao argumento religioso do mito. Com efeito, são muito freqüentes os mitos que tratam sobre a origem dos deuses e do mundo, dos homens, de determinados ritos religiosos, de preceitos morais, tabus, pecados e redenção.

Em certas religiões, os mitos formam um corpo doutrinal e estão estreitamente relacionados com os rituais religiosos, o que levou alguns autores a considerar que a origem e a função dos mitos é explicar os rituais religiosos.

Mas tal hipótese não foi universalmente aceita, por não esclarecer a formação dos rituais e porque existem mitos que não correspondem a um ritual.

O mito, portanto, é uma linguagem apropriada para a religião. Isso não significa que a religião, tampouco o mito, conte uma história falsa, mas que ambos traduzem numa linguagem de descrições e narrações uma realidade que ultrapassa o senso comum e a racionalidade humana e que, portanto, não cabe em meros conceitos analíticos.

Religião e mito discordam, não quanto à verdade ou falsidade daquilo que narram, mas quanto ao tipo de mensagem que transmitem.

Mito e sociedade

Como forma de comunicação humana, o mito está obviamente relacionado com questões de linguagem e também da vida social do homem, uma vez que a narração dos mitos é própria de uma comunidade e de uma tradição comum.

Não se conseguiu definir, no entanto, a natureza precisa dessas relações. O estudo da sociedade e da linguagem pode começar apenas com os elementos fornecidos pela fala e pelas relações sociais humanas, mas em cada caso esse estudo se confronta com uma coerência de tradições que não está diretamente aberta à pesquisa. Essa é a área em que atua a mitologia.

Algumas concepções mitológicas podem exemplificar a complexidade e a variedade das relações entre mito e sociedade.

Mito e psicologia

Freud deu nova orientação à interpretação dos mitos e às explicações sobre sua origem e função. Mais que uma recordação antiga de situações históricas e culturais, ou uma elaboração fantasiosa sobre fatos reais, os mitos seriam, segundo a nova perspectiva proposta, uma expressão simbólica dos sentimentos e atitudes inconscientes de um povo, de forma perfeitamente comparável ao que são os sonhos na vida do indivíduo.

Não foi por outra razão que Freud recorreu ao mito grego para dar nome ao complexo de Édipo.

Para ele, o mito do rei que mata o pai e casa com a própria mãe simboliza e manifesta a atração de caráter sexual que o filho, na primeira infância, sente pela mãe e o desejo de superar o pai.

Mito e arte

Pelo caráter simbólico que reveste, o mito pode ser considerado como uma forte manifestação artística e geradora de arte.

Em cada povo e civilização, os mitos são fonte de inspiração para as mais diversas obras de arte como esculturas, pinturas, inscrições, monumentos, construções de templos e até mesmo a disposição dos túmulos em cemitérios.

Hoje em vários museus do mundo existem quadros e esculturas representando os antigos personagens que fizeram parte da mitologia.

Mito e razão

Alguns autores reduzem os mitos a narrativas referentes há tempos antiquados e elaborados em épocas pré-críticas, isto é, antes do uso de métodos racionais de estudo e análise.

Entendem que o mito tornou-se, com o tempo, mera literatura, embora encontrem dificuldades para estabelecer com precisão quando teria cessado a criatividade mítica.

Outros estudiosos, ao contrário, consideram o pensamento mítico um constante estudo sobre o estudo e a classificação dos caracteres físicos dos grupos humanos, complementares ao pensamento racional e não um estágio "menos evoluído" deste.

Apontam, para demonstrá-lo, sinais de que o pensamento mítico está em operação em muitas das manifestações culturais contemporâneas como a arte.

O pensamento racional e científico não seria, portanto, um decifrador de mitos e substituto do pensamento mítico, mas pode ser capaz de reconhecer sua atualidade.

Enquanto a astronomia, com suas descobertas, esvaziou os céus, antes povoados de deuses, a sociologia e a psicologia descobriram forças que se impõem ao pensamento e à vontade humana, e portanto, atuam e se manifestam de modo independente.
Mitos sobre o tempo e a eternidade

Os corpos celestes sempre atraíram a curiosidade e o interesse humano, em todas as culturas.

A regularidade e precisão inalteráveis do movimento dos astros foram com certeza uma imagem poderosa na formação de uma idéia de "tempo transcendente", concebido como eternidade, em contraste com o mundo de incessantes alterações e os acontecimentos inesperados vividos no tempo terreno.

O retorno periódico dos fenômenos siderais e de processos naturais terrestres projetou-se, em algumas culturas, na concepção repetitiva do tempo.
Mitos de transformação e de transição

Numerosos mitos narram mudanças cósmicas, produzida ao término de um tempo primordial anterior à existência humana e graças às quais teriam surgido condições favoráveis à formação de um mundo habitável.

Outras grandes transformações e inovações, como a descoberta do fogo e da agricultura, estão associadas aos mitos dos grandes fundadores culturais.

Nos mitos, são freqüentes as transformações temporárias ou definitivas dos personagens, seja em outras figuras humanas ou em animais, plantas, astros, rochas e outros elementos da natureza.

As mudanças e transformações que se dão nos momentos críticos da vida individual e social são objetos de particular interesse mitológicos e rituais: nascimento, ingresso na vida adulta, casamento, morte - acontecimentos marcantes para a pessoa e sua comunidade - são interpretados como atualizações de processos cósmicos ou de realidades míticas.
Deuses e heróis

Em muitas mitologias, descrevem-se hierarquias de deuses, cada uma com um ou mais deuses supremos. A supremacia pode ser partilhada pelos membros de um casal, ou ser atribuída simultaneamente a dois ou três deuses distintos.

Pode também variar com o tempo, segundo circunstâncias históricas, como por exemplo o domínio de um povo sobre outro ou o predomínio de determinados interesses e atividades (de tipo agrícola, guerreiro etc.).

São freqüentes os relatos de deuses supremos, por vezes identificados como criadores originais do mundo, que a seguir ficam inativos e deixam o governo a cargo de outro deus ou deuses.
O Mito hoje

Mas, e quanto aos nossos dias, os mitos são diferentes?

Tradicionalmente, a criação de mitos e lendas, olha para o passado para tentar fazer com que o presente tenha sentido. Ao invés disso, alguns mitos modernos olham para o futuro. Os contadores de estórias fazem uso de muitas invenções dos últimos séculos para tentar dar pistas de como a Terra será daqui há centenas de anos, ou para imaginar a vida daqui há bilhões de anos-luz no espaço ou no futuro distante.

A criação de mitos, assim como a superstição, não é apenas propriedade de pessoas que viveram há milhares de anos atrás. Isto persiste através da história.

O Oeste Americano do século 19 foi o assunto favorito para a criação de muitos mitos. O Oeste era uma realidade. Havia cowboys, índios, foras-da-lei e xerifes. Já as estórias de "Faroeste", apresentadas no cinema e na televisão, são versões bastante românticas de uma realidade nada feliz e de riquezas.

O homem moderno, tanto quanto o antigo, não é só razão, mas também afetividade e emoção. Hoje em dia, os meios de comunicação de massa trabalham em cima dos desejos e anseios que existem na nossa natureza inconsciente e primitiva.

O mito recuperado do cotidiano do homem contemporâneo, não se apresenta com o alcance que se fazia sentir no homem primitivo. Os mitos modernos não envolvem mais a totalidade do real como ocorria nos mitos gregos, romanos ou indígenas. Podemos escolher um mito da sensualidade, outro da maternidade,sem que tenham de ser coerentes entre si.

Os super-heróis dos desenhos animados e dos quadrinhos, bem como os personagens de filmes, passam a encarnar o Bem e a Justiça, assumindo a nossa proteção imaginária.

Por que mitos? Por que nos importarmos com eles? O que eles têm a ver com nossas vidas?

Um de nossos problemas, hoje em dia, é que não estamos familiarizados com a literatura do espírito. Estamos interessados nas notícias do dia e nos problemas práticos do momento.

As literaturas grega e latina e a Bíblia costumavam fazer parte da educação de toda gente. Tendo sido suprimidas, em prol de uma educação concorde com uma sociedade industrial, onde toda uma tradição de informação mitológica do ocidente se perdeu.

Muitas histórias se conservavam na mente das pessoas, dando uma certa perspectiva naquilo que aconteciam em suas vidas. Com a perda disso, por causa dos valores práticos de nossa sociedade industrial, perdemos efetivamente algo, porque não possuímos nada para por no lugar.

Essas informações, provenientes de tempos antigos, têm a ver com os temas que sempre deram sustentação à vida humana, construíram civilizações e formaram religiões através dos séculos, e têm a ver com os profundos problemas interiores, com os profundos mistérios, com os profundos limites de nossa travessia pela vida, e se você não souber o que dizem os sinais deixados por outros ao longo do caminho, terá de produzi-los por conta própria.

A mitologia grega


Antes de a primeira filosofia evoluir na Grécia antiga, o retrato predominante do mundo era mitológico. Esse retrato ganhou corpo ao longo de séculos. a mitologia grega se desenvolveu plenamente por volta de 700 a.C., quando Homero e Hesíodo registraram compilações de mitos. As mais célebres são os poemas Ilíada e Odisséia, de Homero.

Há pelo menos duas explicações possíveis para o surgimento da mitologia grega: os deuses representam fenômenos naturais, como o sol e a lua, ou eram heróis de um passado remoto, que foram glorificados ao longo do tempo.

Os Deuses gregos se assemelharam fisicamente aos humanos e revelava sentimentos humanos, com freqüência se comportando de uma maneira tão egoísta quanto qualquer mortal.

As histórias desses deuses falam de uma época heróica, de homens e mulheres com poderes extraordinários e a exemplo do que ocorreu em outras culturas, há também mitos que narram a criação do mundo e da humanidade.

Os mitos são crenças e observações dos antigos rituais gregos, o primeiro povo ocidental, surgindo por volta de 2000 a.C.. Consiste principalmente de um grupo de relatos e lendas diversos sobre uma variedade de deuses.

A mitologia grega tem várias características particulares. Os deuses gregos eram retratados como semelhantes aos humanos em forma e sentimentos. Ao contrário de antigas religiões, como o Hinduísmo ou o Judaísmo, a mitologia grega não envolvia revelações especiais ou ensinamentos espirituais.

Também variava largamente na sua prática e crença, com nenhuma estrutura formal, tal como um governo religioso, a exemplo da igreja de nossos dias, e nenhum código escrito, como um livro sagrado.

Séculos antes do nascimento de Cristo e do advento do cristianismo, os gregos adoravam um certo número de deuses e deusas que, segundo eles acreditavam, viviam no Monte Olimpo, no sul da Macedônia, na Grécia.

As antigas histórias desses deuses inspiraram poetas, pintores e escultores durante vários séculos. Algumas das pinturas e esculturas mais conhecidas e preciosas do mundo representam os deuses do Olimpo e suas aventuras.

Os gregos antigos acreditavam que a terra era de forma achatada e circular, seu ponto central o Monte Olimpo ou Delfos. A terra era dividida em duas partes iguais pelo Mar, como era chamado então o Mediterrâneo (medi = meio, terrâneo = terra). Ao redor da terra corria o Rio Oceano, cujo curso regular alimentava o Mar e os rios.

Naqueles tempos remotos, os gregos pouco sabiam sobre a existência de outros povos além deles mesmos, a não ser dos povos vizinhos as suas terras. Imaginavam que ao norte vivia uma raça de povo feliz, os Hiperbórios, que viviam numa eterna felicidade.

Seu território não podia ser alcançado nem por terra nem por mar. Eles nunca envelheciam nem adoeciam, não trabalhavam, nem guerreavam. Ao sul vivia um outro povo feliz que se chamava Aethiopios.

Eram amados pelos deuses que costumavam visitá-los e compartilhar seus banquetes. Ao oeste encontrava-se o lugar o mais feliz de todos, os Campos Elíseos, onde as pessoas que tinham o favor dos deuses eram levadas para viver para sempre sem nunca morrer.

A mitologia grega é uma das mais geniais concepções que a humanidade produziu. Os gregos, com sua fantasia, povoaram o céu e a terra, os mares e o mundo subterrâneo de Divindades Principais e Secundárias. Amantes da ordem, instauraram uma precisa categoria intermediária para os Semideuses e Heróis.

A mitologia grega apresenta-se como uma transposição da vida em zonas ideais. Superando o tempo, ela ainda se conserva com toda a sua serenidade, equilíbrio e alegria. A religião grega teve uma influência tão duradoura, ampla e incisiva, que vigorou da pré-história ao século IV e muitos dos seus elementos sobreviveram nos Cultos Cristãos e nas tradições locais.

A civilização grega era constituída de pequenas cidades-estados. Os gregos amavam a vida e a viviam com entusiasmo. Eles tinham pouco interesse na vida após a morte, a qual, mesmo para os grandes homens daquele tempo, era acreditada como sendo incômoda.

Na Odisséia, a morte de Aquiles retrata que ele preferia ser um escravo em vida à um rei morto. O melhor que um homem podia esperar seria procurar realizar grandes façanhas que seriam relembradas depois de sua morte.

Os gregos acreditavam no individualismo e apreciavam as diferentes personalidades e caráters. Eles eram fascinados pela contradição que muitas virtudes podem levar um homem exemplar à ruína ou à felicidade. Tinham uma forma de pensamento muito sutil.

Seus mitos e religião refletiam estas características. Seus deuses eram personalizados com poder e imperfeições individuais, deuses que cometiam erros e eram flagrados enganando seus cônjuges. Mas também eram deuses heróicos, hábeis, amáveis e desenvolviam artes e habilidades essenciais de diversas maneiras, como música, tecelagem, ferragem etc.

Os heróis mortais também tinham um papel importante na mitologia. Houve tempos em que os deuses precisavam de um herói mortal para vencer batalhas por eles. Mas muito raramente faziam com que um herói viesse a se tornar um deus.



Muitos dos mais famosos contos heróicos apresentam, vez ou outra, relatos de alguém sendo trazido de volta do mundo subterrâneo. Esta característica apresenta um forte contraste às religiões que consagram que a ida ao mundo além da vida é o caminho correto para objetivo principal da existência.

Deuses Gregos
Anteros

Símbolo do amor desgraçado, da resistência ao amor, da vingança ao amor não correspondido ou ao desamor.
Apolo

Na lenda de Homero ele era considerado, principalmente, como o deus da profecia. Apolo era músico e encantava os deuses com seu desempenho com a lira. Era também um arqueiro-mestre e excelente corredor, sendo creditada a ele a primeira vitória nos Jogos Olímpicos. Era também o deus da agricultura, do gado, da luz e da verdade. Ensinou aos humanos a arte da cura. Talvez por causa de sua beleza, Apolo era representado com mais freqüência na arte antiga que qualquer outra divindade
Ares

Deus da guerra, sanguinário e agressivo, personificava a natureza brutal da guerra. Embora Ares fosse guerreiro e feroz, não era invencível, mesmo contra os mortais.
Aristeu

Era adorado como o protetor dos caçadores, pastores e rebanhos, e como o inventor da apicultura e da arte de cultivar azeitonas. Era largamente venerado como um deus beneficente e freqüentemente era representado como um pastor juvenil carregando um cordeiro.
Asclépio

Deus greco-romano da medicina, com o poder de curar os enfermos. Era também patrono dos médicos e era representado como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.
Dionísio

Deus do vinho e da vegetação, que mostrou aos mortais como cultivar as videiras e fazer vinho.
Eros

Eros é descrito como o mais belo dos imortais, capaz de subjugar corações e triunfar sobre o bom senso. Deus do amor e do desejo.
Hades

Deus dos mortos. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado o palácio de Hades. Era representado como um lugar fúnebre, escuro e repleto de portões, repleto de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios, uma paisagem assombrosa. Em lendas posteriores o mundo inferior é descrito como o lugar onde os bons são recompensados e os maus são punidos.
Hefesto

Deus do fogo, tornou-se o ferreiro divino e instalou suas forjas no centro dos vulcões. Patrono dos ferreiros e dos artesãos em geral, é responsável, segundo a lenda, pela difusão da arte de usar o fogo e da metalurgia
Hélio

Era a representação divina do Sol. Na Grécia clássica, Hélio foi cultuado em Corinto e sobretudo em Rodes, ilha que lhe pertencia e onde era considerado o deus principal, honrado anualmente com uma grande festa.
Hermes

Mensageiro dos deuses, tinha sandálias com asas, um chapéu alado e um caduceu dourado, ou vara mágica, entrelaçado por cobras e coroado com asas. Hermes era também o deus do comércio e o protetor dos comerciantes e dos rebanhos. Como a divindade dos atletas, ele protegia os ginásios e estádios e atribuía-se a ele a responsabilidade pela fortuna e a riqueza.
Himeneu

Deus do casamento. Personificação dos cantos nupciais.
Hipnos

Deus do sono.
Morfeu

Deus dos sonhos. Morfeu formava os sonhos que vinham para aqueles que adormeciam. Ele também representava seres humanos em sonhos.
Nereu

Deus do mar.
Orfeu

Poeta e músico. Recebeu a lira de Apolo e tornou-se um músico tão perfeito que não havia nenhum mortal capaz de ser melhor do que ele. Quando tocava e cantava, movia todos os seres animados e inanimados. Sua música encantava árvores e pedras, domesticava animais selvagens, e até mesmo os rios mudavam o seu curso na direção da música do jovem.
Pan

Pan ou Pã, cujo nome em grego significa "tudo", assumiu de certa forma o caráter de símbolo do mundo pagão e nele era adorada toda a natureza. Na mitologia grega, Pã era o deus dos caçadores, dos pastores e dos rebanhos. Representado por uma figura humana com orelhas, chifres, cauda e pernas de bode, trazia sempre uma flauta, a "flauta de Pã", que ele mesmo fizera.
Poseidon

Deus do mar. Na arte, Poseidon é representado como uma figura majestosa e barbada segurando um tridente, e freqüentemente acompanhado por um golfinho.
Príapo

Deus da fertilidade, protetor dos jardins e dos rebanhos.
Urano

Personificação do céu, é o deus do firmamento. clássica não havia culto a Urano.
Zeus

O deus supremo do mundo, o deus por excelência. Presidia aos fenômenos atmosféricos, recolhia e dispersava as nuvens, comandava as tempestades, criava os relâmpagos e o trovão e lançava a chuva com sua poderosa mão direita, à sua vontade, o raio destruidor; por outro lado mandava chuva benéfica para fecundar a terra e amadurecer os frutos. Chamado de o pai dos deuses, por que tinha autoridade sobre todos os deuses, dos quais era o chefe reconhecido por todos. Tinha o supremo governo do mundo e zelava pela ordem e da harmonia que reinava nas coisas.

Deusas Gregas

Afrodite

Deusa do amor e da beleza



Anfitrite

Deusa do mar.



Ártemis

Tida como virgem e defensora da pureza, era também protetora das parturientes e estava ligada a ritos de fecundidade; embora fosse em essência uma deusa caçadora, encarnava as forças da natureza e tutelava as ninfas, os animais selvagens e o mundo vegetal.



Atena

Era o símbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas.



Deméter

Deusa da colheita



Destinos

As três deusas que determinavam a vida humana e suas ligações, também conhecidas como "Moiras". As Moiras repartiam para cada pessoa, no momento de seu nascimento, uma parcela do bem e do mau, embora uma pessoa pudesse acrescer o mau em sua vida por si própria.

Retratadas na arte e na poesia tanto como mulheres velhas e severas quanto virgens sombrias, as deusas eram freqüentemente vistas como fiadeiras.

Cloto, a fiadeira principal, tecia o fio da vida;

Láquesis, a distribuidora de quinhões, decidia a quantidade e designava o destino de cada pessoa; e

Átropos, a implacável, carregava o poder de cortar o fio da vida no tempo designado. As decisões das Moiras não podiam ser alteradas, nem mesmo pelos deuses.



Eumênides

Antigos espíritos da terra ou deusas associados à fertilidade, mas também tendo certas funções sociais e morais. Protetoras dos suplicantes.



Erínias

Também conhecidas como Fúrias, eram as três divindades que administravam a vingança divina, sendo elas:

Tisífona (a vingança contra os assassinos);

Megera (o ciúme) e

Alecto (a raiva contínua).

Eram justas, mas sem piedade e jamais analisavam as circunstâncias que levaram a pessoa a cometer o erro.



Géia

O nome Géia, Gaia ou Gê, é utilizado como prefixo para designar as diversas ciências relacionadas com o estudo do planeta.

A deusa foi também a propiciadora dos sonhos e a protetora da fecundidade. Gaia é a personificação da Terra.

Graças

Graças (ou Cárites), as três deusas da alegria, charme e beleza. Chamavam-se:

Aglaia (o Esplendor);

Eufrosina (a Alegria) e

Tália (a Floração).

As Graças presidiam sobre os banquetes, danças e todos os outros eventos sociais agradáveis, trazendo alegria e boa vontade tanto para os deuses quanto para os mortais.



Hebe

Deusa da juventude. Durante muito tempo Hebe foi a copeira dos deuses.



Hécate

Deusa da escuridão, representava seus terrores. Em noites sem luar, acreditava-se que ela vagava pela terra com uma matilha de uivantes lobos fantasmas.

Era a deusa da feitiçaria e era especialmente adorada por mágicos e feiticeiras, que sacrificavam cães e cordeiros negros a ela.

Como deusa da encruzilhada, acreditava-se que Hécate e seu bando de cães assombravam lugares fúnebres que pareciam sinistros aos viajantes.



Hera

Rainha dos deuses, protegia o casamento e era a protetora de mulheres casadas.



Íris

Como mensageira de Zeus e de sua esposa Hera, Íris deixava o Olimpo apenas para transmitir os ordenamentos divinos à raça humana, por quem ela era considerada como uma conselheira e guia.

Viajava com a velocidade do vento, podia ir de um canto do mundo ao outro, ao fundo do mar ou às profundezas do mundo subterrâneo.

Era representada como uma linda virgem com asas e mantos de cores brilhantes e um aro de luz em sua cabeça, deixando no céu o arco-íris como seu rastro. Para os gregos, a ligação entre os homens e os deuses é simbolizada pelo arco-íris.



Musas

Nove deusas e filhas de Zeus e de Mnemósina, a deusa da memória. As Musas presidiam as artes e as ciências e acreditava-se que inspiravam todos os artistas, especialmente poetas, filósofos e músicos.

Calíope era a musa da poesia épica, Clio da história, Euterpe da poesia lírica, Melpômene da tragédia, Terpsícore das canções de coral e da dança, Erato da poesia romântica, Polímnia da poesia sagrada, Urânia da astronomia e Tália da comédia.

Nêmesis

Entre os antigos gregos, Nêmesis foi a deusa da equanimidade e, mais tarde, a personificação da desaprovação dos deuses à arrogância. Seu nome se inspira no grego némein, "repartir segundo o costume ou a conveniência".

A missão de Nêmesis era punir os faltosos e impor a execução de normas que restabelecessem o equilíbrio entre os homens.

Nikê

Deusa da vitória. É representada carregando uma grinalda ou palma da vitória.



Perséfone

Deusa da terra e da agricultura. Era uma personificação do renascimento da natureza na primavera.



Selene

Deusa da Lua. Era uma linda deusa, de braços brancos, com longas asas, que percorria o céu sobre um carro para levar aos homens a sua plácida luz.



Titãs

Quem eram os Titãs?

Freqüentemente, chamados de deuses mais velhos, eles foram por muitas eras os regentes supremos do universo, tendo um tamanho enorme e sendo incrivelmente fortes.

Atlas

Filho do Titã Japeto e da ninfa Climene, e irmão de Prometeu. Atlas lutou com os Titãs na guerra contra as divindades do Monte Olimpo. Como castigo, ele foi condenado a suportar eternamente a terra e os céus em suas costas e o grande pilar que os separa sobre os ombros. Justamente porque a figura de Atlas sustenta a terra, freqüentemente ela é utilizada nas páginas de coleções de mapas (atlas), cujo nome denota um conjunto de mapas.



Ceos

O Titã da Inteligência.



Crio

Representava o tremendo poder do mar.



Cronos

Cronos era um deus ao qual se atribuíam funções relacionadas com a agricultura. Segundo a tradição clássica, depois Cronos tornou-se o regente do universo e simbolizava o tempo.



Japeto

Considerado como antepassado da raça grega e também de todos os homens.



Métis

Presidia a sabedoria e o conhecimento.



Mnemósina

Deusa da memória.



Oceano

Governou o Oceano, um grande rio que, segundo a Mitologia Grega, cercava a Terra e que se acredita ser um círculo plano.


Prometeu

Conhecido como amigo e benfeitor da humanidade. Prometeu e seu irmão foi concebido para criar a humanidade e prover o homem e todos os animais da terra com aquilo que necessitassem para sobreviver.
Réia

Mãe dos deuses e que por muitas eras dominou o Universo junto com Cronos.

Têmis

Deusa da justiça divina e das leis. Na arte antiga ela é representada segurando para cima um par de balanças em que ela pesa as reivindicações das partes contrárias.



Heróis

Aquiles

Hércules

Jasão

Perseu

Teseu


Ulisses

Animais e Monstros Mitológicos

Centauro

Ciclopes


Harpias

Medusa

Minotauro

Pégaso

Quimera

Lendas Mitológicas

Agamenon

Ariadne

Medéia

Narciso

Sísifo

Histórias Mitológicas

Hesíodo
Homéro

Ilíada

Odisséia

Tróia
Relação entre a Mitologia Grega e a Romana

NOME GREGO

NOME ROMANO

PAPEL NA MITOLOGIA

Afrodite

Vênus

Deusa da beleza e do desejo sexual (na mitologia romana, deusa dos campos e jardins)

Apolo

Febo

Deus da profecia, da medicina e da arte do arco e flecha (mitologia greco romana posterior: deus do Sol)

Ares

Marte

Deus da guerra

Ártemis

Diana

Deusa da caça (mitologia greco romana posterior: deusa da Lua)

Asclépio

Esculápio

Deus da medicina

Atena

Minerva

Deusa das artes e ofícios, e da guerra; auxiliadora dos heróis (mitologia greco romana posterior: deusa da razão e da sabedoria)

Crono

Saturno

Deus do céu; soberano dos Titãs (mitologia romana: deus da agricultura)

Démeter

Ceres

Deusa dos cereais

Dionísio

Baco

Deus do vinho e da vegetação

Eros

Cupido

Deus do amor

Géia

Terra

Mãe Terra

Hefesto

Vulcano

Deus do fogo; ferreiro dos deuses

Hera

Juno


Deusa do matrimônio e da fertilidade; protetora das mulheres casadas; rainha dos deuses




NOME GREGO

NOME ROMANO

PAPEL NA MITOLOGIA

Hermes

Mercúrio

Mensageiro dos deuses; protetor dos viajantes, ladrões e mercadores

Héstia

Vesta

Guardiã do lar

Hipnos

Sonho

Deus do sonho

Hades

Plutão

Deus dos mundos subterrâneos; senhor dos mortos

Posêidon

Netuno

Deus dos mares e dos terremotos

Réia

Cibele

Esposa de Crono/Saturno; Deusa mãe

Urano

Urano

Deus dos céus; pai dos Titãs

Zeus

Júpiter

Soberano dos deuses olímpicos

Conclusão:

Depois de termos pesquisado sobre o assunto referente à mitologia, concluímos que ela é muito diferente do que pensamos, devido a quantidade de deuses, heróis, monstros e de como era o mundo na opinião dos gregos.

Descobrimos também que devemos diferenciar mito de mentira, ilusão, ídolo, lenda ou ficção, porque o mito é verdadeiro para quem o vive.

Ficamos surpresos ao saber que muitos deuses gregos têm na civilização romana nomes diferentes e usados até hoje para originar nomes de conceitos usados em Psicologia, dar nomes a planetas ou até relacionar problemas e situações atuais com o que aconteceu na antiguidade.

Descobrimos que até hoje construímos nossos mitos mudando apenas a maneira de representar o Bem, o Mal e a Justiça, com a crença em heróis de estórias em quadrinhos, filmes, desenhos animados de seres de outros planetas ou mesmo daqui que viajam através do espaço para levar a outras civilizações os ensinamentos e características de sua origem.

E por último concluímos que se no passado a mitologia era essencial para a vida humana, porque era através dela que se explicava a origem de certas coisas é importante que aprendamos a usar esses ensinamentos, sinais e mensagens deixadas pelas gerações passadas para que nos ajudem a ter uma compreensão melhor da nossa vida atual e o que queremos e desejamos para o nosso futuro.

Bibliografia
Meios digitais (CD-ROM’s):

Almanaque Abril 1998

Enciclopédia Barsa 1999

Enciclopédia Digital em Multimídia

Enciclopédia Digital Koogan – Houaiss

Enciclopédia Encarta 2000

História do Mundo – Aventura visual
Material escrito:

Conhecer 2000

Dicionário Brasileiro Globo

Enciclopédia Larousse Cultural


Internet:
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http://alunostech.com/amibal/olimpiadasanibal/mitologia.htm

http://asgard.hpg.com.br/mitologi/grega/fotos.htm

http://casadamorgana.com.br/Mitologia.htm

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http://members.tripod.com/mitologia/

http://mitosemagia.vila.bol.com.br/MitologiaGrega.htm

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http://www.cedi.g12.br/feira/mitologia/capa.htm

http://www.consultebrasil.com.br/Pag.%20Mitologia.html

http://www.convex.com.br/personal/41doum/mitogreg.html



Internet (continuação):
http://www.graudez.com.br/detudoumpouco/mitolog/index.htm

http://www.jeanoliver.hpg.com.br/seres.htm

http://www.luaestrela.hpg.com.br/mitologia.htm

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http://www.poseidonband.hpg.com.br/mitos.htm

http://www.procede.com.br/leandro/artigos/mitologia.htm

http://www.pvbs.hpg.com.br/mitologia.html

http://www.rheanet.com.br/mitologia3.html

http://www.soraya.hpg.com.br/mitologia.htm

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http://www.uala.hpg.com.br/mitologiagrega.htm

http://www.umbandaracional.com.br/mito.html

http://www.ursopannda.hpg.com.br/framemitologia.htm



http://www.warj.med.br/mitologia.html


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