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Bloco: 1

Módulo: 2

Disciplina: História da Educação

QUESTIONÁRIO 1 – REVISÃO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

Atividade 35

Agora que você concluiu a leitura dos textos apresentados, procure responder aos testes:



  1. Os princípios educacionais da laicidade, obrigatoriedade/gratuidade e co-educação dos sexos estão presentes:

 a) Na Constituição Republicana de 1934.

 b) No Manifesto dos Pioneiros pela Educação Nova.

 c) Nas Leis Orgânicas do Ensino.

 d) Nos Pareceres de Rui Barbosa.

 e) Na Lei Áurea.


  1. Ao analisar a situação educacional do Brasil, no século XVIII, o historiador José Murilo de Carvalho, assim se expressou:

“No Brasil, a educação antes de Pombal estava quase que exclusivamente nas mãos dos jesuítas. Após sua expulsão, o Estado criou as aulas régias, cujos professores nomeava diretamente. As aulas limitavam-se às primeiras noções de latim, grego, filosofia, geografia, gramática, retórica, matemática e deveriam ser custeadas pelo imposto então criado, o subsídio literário. Mas o sistema não funcionou a contento, pois o subsídio ou não era cobrado adequadamente, ou era desviado para Portugal, os melhores professores não permaneciam no posto por causa dos baixos salários; e, de qualquer maneira, o número de aulas era ridiculamente pequeno frente às necessidades da colônia” (CARVALHO, 2003).

Do que foi dito, pode-se concluir que:

 a) a reforma educacional empreendida por Pombal conseguiu modernizar a educação na colônia.

 b) com a reforma educacional, Pombal pôs fim ao quase monopólio que os jesuítas exerciam no campo da educação.

 c) as aulas régias que substituíram os estudos regulares ministrados pelos jesuítas conseguiram melhorar a qualidade do ensino ministrado na colônia.

 d) o currículo escolar implantado com as reformas de Pombal era adequado às necessidades educacionais da colônia.

 e) a reforma educacional empreendida por Pombal tornou o currículo escolar mais científico, substituindo as humanidades pelas ciências naturais.


  1. No campo da educação, a administração de D. João VI no Brasil caracterizou-se:

 a) pela expansão do ensino primário, com a criação de escolas em quase todas as cidades.

 b) pela expansão do ensino primário e do ensino secundário.

 c) por uma acentuada queda nos índices de analfabetismo.

 d) pela criação dos primeiros cursos superiores não teológicos.

 e) pela fundação da primeira universidade na colônia.


  1. Das afirmações seguintes, qual não corresponde a uma medida adotada pela reforma Rivadávia Corrêa, promulgada, em 1911, pelo Presidente Hermes da Fonseca:

 a) o ensino passa a ser de frequência não obrigatória.

 b) os diplomas são abolidos.

 c) o princípio da gratuidade do ensino é adotado em todos os níveis educacionais.

 d) são criados exames de admissão às Faculdades.

 e) ocorre a desoficialização do ensino.


  1. Os positivistas valorizavam a educação feminina porque entendiam que:

 a) as mulheres tinham os mesmos direitos dos homens.

 b) as mulheres eram superiores do ponto de vista moral.

 c) as mulheres eram intelectualmente superiores aos homens.

 d) por meio da educação as mulheres se igualavam aos homens.

 e) as mulheres por serem superiores aos homens no plano orgânico deveriam ter a mesma educação dos homens.


  1. A quem pertence a seguinte afirmação:

“A educação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social; tem por objetivo suscitar e desenvolver, na criança, certo número de estados físicos, intelectuais e morais, reclamados pela sociedade política no seu conjunto e pelo meio especial que a criança, particularmente se destina.”

 a) Karl Marx.

 b) Emile Durkheim.

 c) B. F. Skinner.

 d) Paulo Freire.

 e) John Dewey.



  1. De acordo com a Constituição Federal de 1988, a União, os Estados e os Municípios devem obrigatoriamente destinar à educação, respectivamente, dos impostos arrecadados, nunca menos que:

 a) 22%, 25% e 20%.

 b) 13%, 20% e 25%.

 c) 18%, 20% e 20%.

 d) 18%, 25% e 25%.

 e) 18%, 20% e 25%.


  1. O combate ao analfabetismo é uma intenção recorrente na história da educação no Brasil. Jayme Abreu, em 1963, considerava que a Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo era uma falácia, pois supunha ser possível “[...] a supressão da miséria, das condições de atraso que inelutavelmente seguiam o aumento ou diminuição de analfabetos, por processo puramente didático-escolares e não técnico-econômicos, como se o analfabetismo não fosse o produto de determinada forma ou expressão de determinado período de organização de relações sociais, cuja permanência produz, inclusive, o analfabetismo de retorno, recorrente ou regressivo.” (ABREU, 1963).

Na época, essa posição de Abreu implicava:

 a) aceitar a educação como determinante do desenvolvimento econômico e social, ainda que permanecessem as condições do analfabetismo.

 b) considerar que o desenvolvimento econômico é necessário para o desenvolvimento social e, portanto, também para a extinção do analfabetismo.

 c) estabelecer um plano nacional de educação, considerando as condições sociais existentes e favoráveis ao desenvolvimento econômico.

 d) opor-se à afirmativa segundo a qual erradicar o analfabetismo era condição primeira e necessária para o desenvolvimento econômico e social.

 e) afirmar que os processos didático-escolares são eficazes no combate ao analfabetismo e à sua reincidência.




  1. Entre as afirmações sobre a Época Moderna, assinale a alternativa CORRETA:

 a) Na Época Moderna, com a retomada do comércio e criação dos Estados nacionais, houve maior valorização da educação escolar laica e racional.

 b) Na Época Moderna, a Igreja adquiriu papel central nas decisões políticas, superando a ação do Estado.

 c) Na Época Moderna, a escola passou a adotar o ideal da educação cavalheiresca que visava formar o perfeito guerreiro.

 d) Na Época Moderna, houve uma importante transformação ideológica, qual seja, a pregação de que Deus é o centro de tudo e de que a verdade vem de Deus.

 e) Na Época Moderna, a Igreja passou a valorizar e a estimular o desenvolvimento das ciências em geral, por entender que as mesmas não conflitavam com as ideias da Igreja.




  1. Comênio na obra Didática Magna utiliza-se da seguinte metáfora: os professores devem ser como os organistas, que tocam uma partitura sem que a tenham composto. A partitura, aqui, equivale ao livro didático, que condensa a matéria de ensino. Assim, de acordo com esse pensamento de Comênio,

 a) os professores precisam ser formados nos conhecimentos que ensinarão, pois os livros didáticos seriam apenas recursos auxiliares.

 b) os professores precisam saber produzir os conhecimentos a serem ensinados, por serem mais do que animadores do processo didático.

 c) os professores precisam aprender a ensinar independente dos livros didáticos, como os músicos aprendem a executar sem partitura.



 d) qualquer pessoa que soubesse ler e escrever seria capaz de ensinar, caso tivesse um bom livro didático, o que permitiria o ensino em massa.

 e) para ensinar seriam necessários talento e treinamento, porque o processo de ensino depende mais dos professores do que do material didático.


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