Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Psicologia



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5-A arte terapia

Não há um consenso do que seja arte terapia, apesar dessa técnica estar se difundindo e sendo amplamente utilizada. Existem várias definições daquilo que se pode designar por arte terapia, da mesma forma que existem vários modelos teóricos que lhe dão suporte. Para exemplificar o quanto os autores não se entendem a respeito do tema, utilizarei a obra de Andrade (1993) na qual este cita as palavras de Elinor Ulman.

Elinor começou trabalhando como pintora e posteriormente trabalhou em uma clínica psiquiátrica como professora de artes. Depois fez cursos de treinamento em arte terapia. Ela tenta conciliar os trabalhos de Edith Krammer e de Margaret Naumburg, as duas grandes iniciadoras e fundadoras da arte terapia nos EUA. Com a primeira trabalhou e escreveu diversos artigos. Com a segunda estudou e fez supervisão.

Ulman conta que ao entrar em contato com Naumburg para saber sobre seu parecer à obra de Krammer, fica espantada, pois, obtém como resposta que ela não leria tal livro, uma vez que este não lhe acrescentaria nada, pois esta última não era arte terapeuta, mas somente uma professora de arte.

Edith Krammer por sua vez, na abertura de seu livro, mostra sua compreensão acerca da diferença entre a arte terapia e a psicoterapia que pode se utilizar à arte como instrumento.

Ulman reforça que apesar de Krammer não ter citado nomes, deixa claro que não considera Naumburg uma arte terapeuta, apenas uma psicoterapeuta.

É possível então, começar a entender as diferentes opiniões sobre a arte terapia e as diferenças em ênfase ou no processo psicoterapêutico ou no artístico.

Atualmente, entre as diversas correntes de aplicação dos recursos artísticos na psicoterapia, existe uma discussão quanto ao uso técnico e conceitual da transferência e da contra-transferência. Existe então, uma diferenciação quanto ao modo de trabalhar e sua auto-denominação. Há os terapeutas que centram a questão no processo artístico propriamente dito e denominam o seu trabalho como "art as therapy". Outros se apresentam utilizando a arte como um instrumento facilitador do processo de comunicação entre o paciente e o terapeuta pois, desenvolve e facilita o diálogo, priorizando o processo psicoterapêutico. Estes, nomeiam sua prática "art psychotherapy".

Andrade (1993) discute as diferenças entre ambas as denominações e busca, pensando nestas, termos em português que traduzam os do inglês, sem perder seu sentido original e que sejam de fácil utilização.

Inicia sua tradução pelo termo "art as therapy", traduzindo-o por "arte como terapia" mas, acredita que este possa originar uma confusão de significados em português, uma vez que poderia se pensar que a arte por si só seria psicoterapêutica.

Pensa em “arte em terapia”, ou “arte na terapia”, no entanto conclui que também não traduziriam os significados exatos dos termos, criando igualmente uma confusão de sentidos em português.

Conclui assim que utilizará: “processos terapêuticos com uso de arte” para “art as therapy” e “psicoterapia através da arte para” “art psychoterapy”. Este último designa

o fazer arte com o objetivo de ser psicoterapêutico, baseando-se em uma situação específica, com normas técnicas delimitadas e embasadas em determinada abordagem teórica, para o desenvolvimento dos diversos aspectos da personalidade.

Levanta ainda um terceiro termo: “art psicotherapy” que traduz por “arte psicoterapêutica” e, o descreve como a arte sendo utilizada como um recurso para determinados fins terapêuticos.

Andrade, mesmo após sua busca por um sentido correto para as expressões citadas, conclui que estas serão de difícil utilização para a denominação das práticas terapêuticas e, “portanto, que será aceito por tradição e facilidade a denominação arteterapia, sem a devida diferenciação técnica”.(Andrade, 1993, p. 82).

Elinor Ulman baseada em sua experiência clínica, considera seu trabalho ocorrendo entre “art as therapy” e “art psychoterapy”. Diz que é necessário escolher entre diferentes posturas para que seja possível atender a determinados objetivos e necessidades do cliente e do atendimento psicoterápico. Relata que em “art psychoterapy” a arte tem o papel de uma ponte imediata para a fala, assim utiliza-a mais com os adultos. E, “art as therapy” por ser uma abordagem mais focada na própria arte, acredita facilitar o processo psicoterapêutico com as crianças.

Existe também um outro ponto que move uma discussão a respeito do termo arte terapia, que é a estética. Para alguns autores é esta que diferencia a arte terapia das técnicas expressivas; ou seja, para que determinado trabalho seja considerado arte terapêutico deve conter “elaboração estética”. Em outras palavras, um terapeuta somente estará fazendo arte terapia com seu paciente uma vez que, sua obra tenha equilíbrio estético.

Tal visão, na minha opinião, é discutível. Como o paciente poderá expressar seus conflitos sob a forma de arte, equilibrada, se este se encontra em desequilíbrio emocional? Nesse caso a arte terapia somente poderia ser utilizada com indivíduos saudáveis e dominantes de seus conflitos. Seria assim uma auxiliar no processo de cura? Ou uma mantenedora dos processos “normais” do paciente?

Creio que a utilização do termo “arte terapia” gera mais confusão do que esclarecimentos, seja por sua significação, seja pelos profissionais que utilizam-se dela, seja por seu método.

Baseando-me nessa conclusão, não mais utilizarei o termo acima citado neste trabalho. Usarei o termo “recursos artísticos” e descreverei o seu uso quando necessário no contexto.



6-A utilização do lúdico: arte e brincadeira na infância e adolescência

“Antes de a criança conseguir utilizar a escrita formal, ela representa a realidade através do desenho que é parte constitutiva do processo de desenvolvimento e que, portanto, acaba possuindo uma narrativa que para o adulto muitas vezes pode não ser compreensível. Com a escrita se iniciando, a criança passa a ter a tarefa de fazer a transposição de significados de uma forma de representação para outra”.(Machado, 2001, p.4)


A criança até aprender a linguagem escrita e oral, comunica-se somente através de suas brincadeiras, na qual a arte está inclusa. Após a aquisição da linguagem oral e escrita, ela vai perdendo aos poucos a capacidade de simbolizar, como fazia antes –através da arte e da brincadeira - pois não mais as exerce, ao ponto de muitos adolescentes e adultos não praticarem mais essas formas de expressão. Isso demonstra um estreitamento no canal de comunicação, prevalecendo a linguagem gráfica e falada, a qual muitas vezes sofre bloqueios do crivo racional. Quando isso ocorre há uma grande perda, pois, é através do lúdico que a criança se manifesta, como demonstra Machado:
“Essa simbolização individual que contribui para o desenvolvimento e o processo de individuação, na criança, pode ser expresso a partir de representações com a brincadeira, pois ela acaba simbolizando e expressando aquilo que sente, questionando o mundo externo e consegue lidar melhor com o conflito, e até resolvê-lo”.(Machado, 2001, p. 19).
Para Andrade (1993), o ato de criar e o produto da criação tornam-se o porta-voz da tentativa de resolução do choque entre o que se apresenta ao indivíduo advindo da realidade objetiva e a maneira deste compreendê-la.

Segundo Case e Dalley (1994) a maioria das pessoas acredita que a metáfora sirva apenas para a linguagem falada; no entanto, os desenhos podem também operar em um nível metafórico. Quando isso ocorre, dizemos que há uma relação entre dois modos de expressão: o icônico e o lingüístico. Crianças por vezes são perguntadas sobre o significado de seus desenhos e como resposta se obtém um “eu não sei”; isto pode querer dizer que a criança ainda não tem muita habilidade com a pintura ou desenho, como também que aquele desenho, não tem um significante lingüístico, em outras palavras, que a linguagem que utilizamos não pode explicá-lo totalmente. No entanto com o desenvolvimento da criança e sua culturização ela passa apenas a desenhar coisas que tenham correspondência na linguagem escrita e oral, ou seja, um significado.

Ao deixar de lado essa forma de linguagem representacional, há um cerceamento da expressão humana e de sua ligação com o si mesmo. Existem aspectos que somente podem ser trabalhados e desenvolvidos através do lúdico, sejam eles no jogo, na brincadeira ou na arte, como explica Pinna:
“A arte terapia ajuda a criança a expandir os seus potenciais e recursos para que o seu desenvolvimento transcorra de maneira saudável e integrada, desenvolvendo sua criatividade, aumentando a sua autoconfiança e auto-estima, facilitando a sua aprendizagem. A arte terapia ajuda os adolescentes a trabalhar questões inerentes ao seu momento de transição, promovendo e facilitando a auto-expressão, a construção de sua identidade e de uma auto-imagem positiva e condizente com suas potencialidades, aumentando sua auto-estima e ajudando-os a organizar o caos interno atual, levando à estruturação de uma nova ordem em suas vidas.” (http://patriciapinna.psc.br/arte_crianca.htm)
A arte e o lúdico permitem que a criança e o adolescente se expressem, espontaneamente, experimentando-se perante a realidade. Segundo Andrade (1993) o “fazer arte da criança” é utilizado muitas vezes como uma expressão para quando esta desobedece, pois é neste momento, quando a criança utiliza as coisas de formas inusuais como forma de experiência. Ao descobrir e conhecer coisas novas pode desrespeitar as regras.

É preciso entender a importância deste fato para o seu desenvolvimento psíquico, mental e físico. Ao entrar em contato com objetos ou ambientes novos, ela precisa adaptar-se e, utiliza ambos seu repertório já conhecido e sua criatividade para tanto. E dessa forma que a criança começa a resolver os seus pequenos problemas. É através do desenvolvimento dessa capacidade de adaptara-se ao desconhecido que o adulto torna-se mais ou menos apto a enfrentar a realidade, em aspectos como: ser suscetível ao estresse e às mudanças, ser flexível, ter relacionamentos interpessoais etc. Isso fica expresso na citação de Andrade:


“A arte, como quer que seja entendida, tem uma função extremamente importante e essencial para o desenvolvimento humano podendo fazer a integração de elementos conflitantes: impulso-controle, amor-acolhimento, versus ódio-agressividade, sentimento-pensamento, fantasia-realidade, consciente-inconsciente, verbal, pré-verbal e não verbal. A função das artes tem sido explicada dentro de diversas teorias e todas elas reconhecem nela uma qualidade integrativa inerente, um poder de unir forças oponentes dentro da personalidade. Favorece a reconciliação das necessidades do indivíduo com as demandas do mundo exterior pode ser compreendido como a função psicológica da arte”.(Andrade, 1993, p.27 e 28).

7-A arte como facilitadora

“E enquanto admitirmos apenas o símbolo discursivo como portador de idéias, o ‘pensamento’, nesta acepção restrita, tem de ser considerado como nossa única atividade intelectual”.(Langer, S. –Filosofia em nova chave, 1971, p.93).


Muitas vezes, a dificuldade em expressar um sentimento em palavras pode ser facilitada através da expressão artística. Quando o indivíduo desenha, pinta, modela uma escultura ou constrói uma história ou poesia ele pode estar utilizando instrumentos que facilitem essa transposição. Tanto o fazer da arte (a influência das cores utilizadas, dos materiais, etc.) quanto o processo de elaboração e reflexão do que é produzido são vistos como transformadores para os indivíduos que criam. “Segundo psiquiatras, terapeutas, neurologistas e artesãos, o poder da criação e realização das mãos tem papel fundamental na recuperação da auto estima e do bem estar e traz resultados positivos para o aumento da capacidade de concentração e de planejamento de quem os usa”. (Folha de São Paulo, 19/08/2004, p. 9), como reforça a psiquiatra Anna Veronica Mautner, que em entrevista para a Folha de São Paulo, diz que “o fato de realizar algo eleva a auto-estima”. Além disso, estimula-se a imaginação e a criatividade tornando possível ao paciente “viver momentaneamente uma outra realidade”, ou seja, o indivíduo pode “transportar-se” para um outro ambiente e usufruir deste, quando está absorto em seu trabalho. Como explica a neuropsicóloga Anita Taub também em entrevista para a Folha de São Paulo, “se pedirmos para um paciente com dor apertar uma bolinha, ele deslocará a atenção para a mão, assim, a dor saí da área cognitiva e passa para a motora e ela para de pensar que está com dor”. Outra função da utilização de um recurso artístico é de permitir ao sujeito experimentar-se e, a outras formas de ser, sem precisar sair de onde está e sem infringir as regras sociais. Segundo Andrade:
“Ao dar livre curso as expressões das imagens internas, o indivíduo, ao mesmo tempo, em que as modela, transforma a si mesmo. Ao conhecer aspectos próprios se recria, se educa e sobretudo pode experimentar inserir-se na realidade de uma maneira nova. A pintura, o desenho e toda expressão gráfica ou plástica, bem como a música, a dança, a expressão corporal e dramática formam um instrumental valioso para o indivíduo reorganizar sua ordem interna, ao mesmo tempo reconstruir a realidade.” (Andrade, 1993, p.123).
A professora de inglês Marília Tardin, que concedeu uma entrevista para a Folha de São Paulo (19 ago. 2004, p.7), fala de sua experiência com um dos recursos artísticos: “o barro me ensinou a ter paciência. Ele tem um tempo próprio. É preciso esperar para secar, tem a primeira queima e, às vezes, a peça quebra porque fica ar dentro. Aprendi a baixar meu nível de cobrança, não existe o certo e o errado quando você está criando”.

Assim, o sujeito pode obter diferentes formas para expressar suas emoções, abrindo canais de comunicação com o mundo e também com o psicoterapeuta; ou seja, o processo arte terapêutico vai facilitando a abertura de novas direções e formas diversas de comunicação nas relações interpessoais e também profissionais. Segundo Viola (1994) “a expressão artística e seu potencial criativo podem contribuir muito para a ampliação da consciência através da expressão da imagem e do contato com ela”, permitindo a identificação de sentimentos e bloqueios na expressão emocional e afetiva e ajudando na sua elaboração.


7.1-Diferentes técnicas
Existe uma imensidade de opções de técnicas a serem utilizadas no trabalho lúdico/artístico do psicólogo. Citarei algumas das mais utilizadas e conhecidas, já lembrando que todas podem ser adaptadas à realidade do paciente e modificadas frente à criatividade do psicoterapeuta.

Nomeio todas essas técnicas de mediadores de expressão. Um mediador de expressão, no sentido lato, é tudo aquilo que permita a expressão de conteúdos do inconsciente relacionando-os com o meio exterior.

Os mediadores podem ser divididos em categorias relativas aos materiais que utilizam para alcançar o seu objetivo. Estas são: as artes plásticas (pintura, desenho, escultura, barro, colagem), a expressão corporal (mímica, dança/movimento, representação/dramatização e algumas técnicas do psicodrama), a expressão vocal (voz/canto), a música (processo ativo, utilizando instrumentos musicais ou processo receptivo na audição musical), os fantoches/marionetes, alguns jogos, as caixas de areia, a imaginação ativa (as fantasias guiadas e a expressão de conteúdos da imaginação), os contos de fadas, a escrita livre e criativa, imagens/fotografias, projeção de diapositivos na utilização de técnicas projetivas, a arte culinária; além de outras tantas.

Os recursos artísticos facilitam a relação entre o paciente/cliente e o terapeuta, pois ao reclinar-se sobre algum trabalho artístico a pessoa expõe seus conteúdos com menor resistência e, assim, estes, permitem que a pessoa na psicoterapia expresse-se utilizando além da linguagem verbal, também a forma não verbal, facilitando o processo psicoterapêutico.


“Para a Psicologia Analítica, essa forma de linguagem não verbal (...) pode ser útil principalmente se pensarmos em desenho. Nesta abordagem, utiliza-se de vários meios para chegar a resolução do conflito e, o desenho pode dar ao terapeuta uma visão da dinâmica inconsciente do paciente”.(Machado, 2001, p. 8).
A utilização do recurso da metáfora e do simbólico, através da expressão mediada, permite dizer os "não ditos" de forma menos ameaçadora e dar-lhes sentido, através da verbalização, facilitando assim a reparação.
“Os símbolos, de acordo com Jung, são a forma primária pela qual o inconsciente consegue se expressar, por isso acaba sendo um ‘meio de comunicação’ entre as duas polaridades”.(Machado, 2001, p. 13). “O símbolo configurado em materialidade, leva à compreensão, transformação, estruturação e expansão de toda a personalidade do indivíduo que cria.” (Arte Terapia. http://www.arteterapia.org.br/)
Assim, segundo Salles “a comunicação verbal é insuficiente e mesmo inadequada em alguns casos, pois estão subordinadas à razão” (Carlos Alberto Salles, apud Viola, 1994, p. 16) não permitindo esta, muitas vezes, que conteúdos importantes venham a tona.


8-O paciente renal
“No caso da doença renal, Dethlefsen e Dahlke (1983) afirmam que os rins são órgãos da parceria, da relação que envolve a pessoa e o outro, o indivíduo e a família, os amigos e o trabalho. Na realidade é o órgão que trabalha, e do seu trabalho depende todo o organismo, é vital o seu funcionamento; ele também filtra as impurezas, o ‘mal que vem de fora’”.(Maciel, 2002, p. 78).

8.1-Os rins

O sistema urinário normal é formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga e uma uretra. Os rins, que normalmente são dois, estão localizados na porção posterior do abdome e suas extremidades superiores ficam localizadas na altura dos arcos costais mais inferiores. Cada rim tem a forma de um grande grão de feijão. O rim à direita quase sempre é menor e está situado um pouco abaixo do rim esquerdo. Os rins se movimentam, para baixo e para cima, de acordo com a respiração da pessoa.

O sangue chega aos rins através das artérias renais. Estas têm origem na artéria aorta abdominal. Após circular pelos rins, o sangue retorna à veia cava abdominal através das veias renais. Os rins recebem cerca de 1,2 litros de sangue por minuto, ou seja, cerca de um quarto do sangue bombeado pelo coração. Isso eqüivale a dizer que os rins filtram todo o sangue de uma pessoa cerca de 12 vezes por hora. Com base nisso, é possível entender o porquê do balanço sadio da química interna de nossos corpos dever-se em grande parte ao trabalho dos rins. Embora sejam pequenos, cada rim tem o tamanho aproximado de 10 centímetros, nossa sobrevivência depende do funcionamento normal destes órgãos vitais.

Os rins são responsáveis por quatro funções no organismo, sendo estas: filtrar o sangue eliminando impurezas (1); estimulação da produção de sangue e dos glóbulos vermelhos e, formação e manutenção de ossos normais (2); regulação da pressão arterial (3) e, controle do balanço químico e de líquidos de nosso corpo (4).

(1) Eliminação de toxinas: de maneira muito parecida ao trabalho dos filtros, os rins trabalham para conservar o corpo livre de toxinas. O sangue entra nos rins através da artéria renal, assim que o sangue chega aos rins, as toxinas são filtradas para a urina. O sangue limpo volta ao coração por uma veia renal;

(2) Produção de glóbulos vermelhos e formação de ossos: a formação de ossos sadios e a produção dos glóbulos vermelhos no sangue necessitam da função normal de nossos rins, pois eles regularizam as concentrações de cálcio e de fósforo no sangue e produzem uma forma ativa da Vitamina D. Além disso, os rins liberam o hormônio chamado de eritropoetina que ajuda na maturação dos glóbulos vermelhos do sangue e da medula óssea. A falta deste hormônio pode causar anemia;


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