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Desafios para a construção da biografia do pioneiro gaúcho

Por Hamilton Almeida

A minha experiência na construção da biografia do padre Roberto Landell de Moura começou pela curiosidade, sem pretensão. E por causa de um feliz achado. Hoje, considero que as pesquisas foram muito mais longe do que eu pude imaginar.


Tudo começou quando eu era estudante na Faculdade de Comunicações da Fundação Armando Álvares Penteado, a FAAP, de São Paulo. Assisti a uma aula que teve forte impacto na minha vida. Alunos do 3º ano do curso de Jornalismo, tínhamos como professor de Radiojornalismo o chileno Júlio Zapata.

Logo no início do ano letivo, ele nos contou uma história do rádio que desconhecíamos completamente. Com o seu sotaque carregado e a voz vibrante, emocionada, Zapata nos revelou que o verdadeiro inventor do rádio não era Marconi – como pensávamos e havíamos aprendido na escola básica -, e sim um brasileiro, o gaúcho Roberto Landell de Moura.

Baseado no livro do também gaúcho Ernani Fornari – O incrível Pe. Landell de Moura -, Zapata narrou com detalhes as façanhas e as dificuldades enfrentadas pelo Padre Landell. Aquela história despertou indignação: como pôde um brasileiro ter feito tantas coisas importantes e acabar praticamente desconhecido, injustiçado?

O que mais me marcou, no entanto, foi a insistência do professor Zapata em repetir várias vezes, durante aquela aula, estas palavras: “O que se sabe sobre o Padre Landell é pouco. Certamente, devem existir mais coisas por aí. A biografia dele não está completa...”

A dramática e fascinante história do Padre Landell atraiu a minha atenção de uma maneira especial, difícil de descrever. Uma das coisas que Zapata ensinou foi que Padre Landell havia estado na cidade de Mogi das Cruzes. Então, como eu conhecia um padre canadense, Raymond, que viajava sempre para Mogi das Cruzes, pedi a ele o favor de verificar por lá se havia alguma coisa na Igreja referente ao padre inventor do rádio.

Quando ele retornou, me comunicou, para minha surpresa, que um sacerdote daquela cidade conhecia um velho senhor que havia sido contemporâneo do Padre Landell de Moura! E mais: o pároco de Mogi disse que aquele senhor falava sempre do tal Padre Landell, durante anos a fio. O velho senhor havia sido coroinha do Padre Landell!

E, assim, fiz minha primeira viagem para esta pesquisa. Em Mogi das Cruzes, encontrei e conversei longamente com Benedicto Olegário Berti, que havia sido coroinha do Padre Landell nos anos de 1906 e 1907 e me contou histórias até então inéditas. Contou, por exemplo, que o Padre Landell levava sempre uma caixinha preta no bolso e a colocava sobre a mesa, no altar, ao lado do cálice, enquanto celebrava as suas missas. E às vezes, ele parava a missa para conversar com aquele estranho objeto... Não é necessário dizer que, também em Mogi das Cruzes, Padre Landell foi considerado louco!

Foi essa primeira descoberta que me empurrou a investigar mais. Afinal, a tese do professor Zapata estava se confirmando na realidade. E, se um coroinha foi localizado, mais coisas poderiam ser encontradas. Resolvi procurar o livro do Fornari, mas não havia nenhum exemplar nas livrarias. Só encontrei o livro na Biblioteca Municipal Mário de Andrade, que foi lido e estudado cuidadosamente.

Em outras viagens a Mogi das Cruzes, também foi possível encontrar por lá outro contemporâneo do Padre Landell. Tudo isso aconteceu em 1976, há quase 30 anos. Naquele ano, também escrevi minha primeira reportagem sobre o Padre Landell, num jornal que um colega da Faculdade, Jefferson Zanchi, fundou no interior do Estado de São Paulo. Relatei o que o coroinha me havia revelado.

Desde então, ainda sem saber que fim poderia ter minha pesquisa, decidi investigar mais e mais. Como a curiosidade era grande, ainda em 1976 juntei minhas economias e disse ao professor Zapata que eu deveria ir a Porto Alegre para ver o que há por lá. Viajei de avião pela primeira vez na vida, aos 22 anos, e valeu a pena: entrevistei sobrinhos do Padre Landell – Guilherme Landell de Moura e Ignácio Landell de Moura, já falecidos – e conheci vários contemporâneos. Novos fatos foram acrescentados ao material de pesquisa.

O mais importante, porém, aconteceu por uma feliz casualidade. Quando estava em Porto Alegre, no antigo hotel Glória, Guilherme me telefonou para contar que haviam acabado de encontrar uma porção de papéis do Padre Landell numa casa de parentes.

Os tais papéis haviam sido guardados, sigilosamente, por uma irmã do Padre Landell durante toda a sua vida. E lá ficaram durante anos, mesmo depois da morte dessa irmã, até que, justamente naqueles dias em que me encontrava pesquisando na capital gaúcha, houve a descoberta. Imediatamente, pedi ao Guilherme para ver, copiar e fotografar todo o material. Aí encontrei um tesouro a ser estudado e uma lição de vida: quando a gente pesquisa algo, parece que atrai o que busca!

Fornari já havia destacado em seu livro as três patentes obtidas pelo Padre Landell nos Estados Unidos e escrevera que a idéia do padre-cientista de criação de um campo ondulatório através do espaço alicerçava a possibilidade de transmitir a imagem a grandes distâncias, ou seja, a televisão.

Pois bem, nesses documentos, descobertos em 1976, encontrei vários papéis referentes ao processo de patenteamento e uma série de novos desenhos. Um deles chamou a atenção imediatamente: “The Telephotorama ou a Visão à distância”. Data: 1904.

Surgiu, então, o primeiro grande desafio para construir a biografia do pioneiro gaúcho. Esses desenhos e textos careciam de uma análise técnica especial, pois seria necessário não só ter conhecimentos de física moderna, como entender e dimensionar o que aqueles documentos representaram na época em que foram traçados.

Alguns anos foram consumidos na busca de gente qualificada e interessada em se debruçar sobre os desenhos e, sobretudo, com boa vontade, já que a análise teria que ser feita sem remuneração.

O dia, entretanto, em que entrei em contato com um engenheiro da Telebrás – Eduardo Diniz Schlaepfer -, aconteceu o melhor: por iniciativa dele, foi formado um grupo de trabalho de alto nível, no CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás, em Campinas. Naquela época, início dos anos 80, o CPqD era estatal e levava o nome do Padre Landell de Moura. Meses depois, os especialistas deram o veredicto sobre os novos desenhos: além do rádio, Padre Landell já podia ser considerado também precursor da Televisão, do Teletipo e do Controle remoto pelo rádio.

Esse grupo de trabalho também analisou as patentes obtidas pelo Padre Landell nos Estados Unidos. E concluiu o seguinte: Padre Landell foi quem transmitiu, pela primeira vez, em ondas contínuas, utilizando um tipo de válvula cujas características se aproximavam da válvula de três eletrodos, que a partir da invenção de Lee De Forest (1907) passou a dominar totalmente os meios de transmissão. O primeiro sistema usado oficialmente em radiocomunicações por outros cientistas foi a emissão por ondas amortecidas.

Quando Padre Landell patenteou seus inventos nos Estados Unidos, recomendou o emprego das ondas curtas para aumentar a distância das transmissões. Marconi, por sua vez, insistia em declará-las completamente inúteis na prática. Só em 1916 o cientista italiano reconheceria as vantagens que esse sistema oferecia.

Padre Landell também transmitia sinais de variações de intensidade de luz. Este tipo de comunicação renasceu sob a forma de transmissão de variações luminosas via a fibra óptica. Antes, na época do Padre Landell, era um arco voltaico que tinha sua intensidade luminosa variada; hoje, é um laser semicondutor que tem sua emissão de raios infra-vermelhos modulada pela informação. O princípio, porém, é o mesmo. Ou seja, ele foi precursor das fibras ópticas.

Na primeira vez que visitei o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, aconteceu algo insólito. Em 1976, lá encontrei um sacerdote, idoso, que havia conhecido o Padre Landell e era responsável pela instituição. Ele me disse: “Tudo o que existe sobre o Padre Landell já foi publicado no livro do Fornari. Não há nada mais.”

Confesso que sai do Instituto um pouco frustrado. Mas também desconfiado, já que eu sabia que o Fornari havia doado seu material de pesquisa para o Instituto. Anos depois, quando voltei a Porto Alegre para dar continuidade à pesquisa, decidi visitar novamente o Instituto Histórico e Geográfico.

Para minha surpresa, aquele senhor já não estava mais lá. Ele havia falecido. Os funcionários do Instituto me mostraram, então, as cartas patentes e uma série de manuscritos, cadernos e páginas avulsas. E chegaram a comentar que aquele senhor idoso, que me havia negado a possibilidade de pesquisar, passava as tardes lendo... as anotações do Padre Landell!

E assim se abriu uma nova frente de trabalho, com os quase 40 cadernos manuscritos que, de repente, ficaram na minha frente. Entre as centenas, talvez milhares de textos, há dissertações religiosas, filosóficas e científicas. Os manuscritos do Padre Landell não são de fácil leitura. Além da linguagem vigente no início do século XX, alguns textos parecem que foram escritos rapidamente, tentando acompanhar a velocidade do pensamento. E como ele escrevia direto, os manuscritos contêm vícios de linguagem, repetições, excesso de explicações, etc. O lado positivo é que, com o tempo, a gente se acostuma com a grafia e aprende a “decifrar” o texto mais rapidamente.

Nesses manuscritos que estão no Instituto Histórico e Geográfico há a prova de que Padre Landell descobriu também o chamado efeito Kirlian, 32 anos antes dos soviéticos. O efeito Kirlian, agora chamado de bioeletrografia, é uma imagem fotográfica que se obtém da energia não visível aos olhos que circunda todos os seres vivos.

Padre Landell foi pároco da Igreja do Rosário, na rua Vigário José Inácio, no centro de Porto Alegre, nos últimos 13 anos da sua vida. Nunca ele ficou tanto tempo em um só lugar. Quando fui lá pesquisar, também aconteceu algo curioso. Fui muito bem recebido pelo padre, que me trouxe o livro tombo da paróquia. Fiquei pesquisando numa sala, no fundo da igreja, próxima ao altar, e comecei, naturalmente, a copiar tudo o que estava redigido sobre o paroquiato do Padre Landell.

Um tempo depois, o padre abriu a porta, observou o que estava acontecendo e perguntou: “Você está copiando tudo?” Respondi que sim. Passou um tempo e ele voltou à sala onde eu estava. Desta vez, declarou: “O Padre Landell foi um padre que teve algumas sombras em sua vida”. Eu o escutei e continuei escrevendo. Passou mais um tempo, e o padre entrou novamente na sala, já com a fisionomia mais preocupada. E dessa vez disse, taxativamente: “Vou fechar a igreja em cinco minutos, ao meio-dia.” Sem outra alternativa, concordei. Mas esperei o padre sair da sala e fotografei todas as páginas restantes do livro tombo que eu ainda não havia copiado. E assim, este pequeno desafio foi contornado.

Pesquisar em arquivos como o da Cúria Metropolitana de São Paulo também gerou fatos curiosos. Nos anos 70, pensei haver consultado toda a documentação existente. Como nas coisas do Padre Landell, revisitar arquivos pode ser uma nova oportunidade de pesquisa, também decidi voltar ao arquivo da Cúria. Nas três vezes em que lá estive, sempre encontrei alguma coisa diferente, algumas novidades a mais.

Pesquisar sobre as invenções do Padre Landell exigiu também um estudo paralelo da história das telecomunicações no mundo, a única maneira de poder aquilatar, de maneira imparcial, a importância real das suas descobertas. Em toda a pesquisa, o esforço maior que se faz é para se aproximar da verdade. O que fez o Padre Landell? O que isso representou naquele determinado momento? Isso me levou a pesquisar sobre Marconi e outros pioneiros.

Os estudos revelaram que há indícios de que o Padre Landell realizou suas primeiras experiências entre 1893 e 1894. Antes, portanto, da primeira experiência de Marconi, que aconteceu em 1895. No ano seguinte, em 1896, Marconi patenteou o seu invento na Inglaterra – o telégrafo sem fio.

Há provas concretas de experiências do Padre Landell em 1899 e em 1900. Essas experiências foram realizadas em São Paulo, do alto de Santana até a Avenida Paulista, numa distância aproximada de 8 quilômetros. Como o aparelho do Padre Landell estava apto para transmitir tanto sinais em código Morse, como a voz humana à distância, a conclusão é a seguinte:

Marconi pode ter sido o pioneiro na radiotelegrafia – transmissão de sinais em Código Morse à distância, sem o auxílio de fios. Mas Padre Landell foi realmente o primeiro no mundo a transmitir a voz humana à distância através de uma onda eletromagnética. Ele descobriu a radiotelefonia, ou seja, o rádio tal como o conhecemos.

Outra experiência pioneira bem sucedida em radiotelefonia é atribuída ao físico canadense Reginald Aubrey Fessendeu, que transmitiu a voz humana em dezembro de 1900, seis meses depois da última experiência do Padre Landell em São Paulo.

O trabalho de pesquisa sempre teve um grande desafio à frente. Ernani Fornari fez um brilhante trabalho de resgate da memória do Padre Landell. A questão que se impunha era descobrir coisas novas. Posso dizer que, nesse trabalho, tive sorte, mas também foi imprescindível ser persistente e muito paciente.

Uma das frentes de pesquisa que estabeleci foi pesquisar jornais da época. Li, por exemplo, coleções de vários anos do Correio Paulistano. Esse veículo foi escolhido com prioridade porque era o jornal paulista mais importante no final do século XIX. Depois de mais de um mês de pesquisa, a constatação: não encontrei uma linha sequer referente ao Padre Landell. A saída foi buscar outras fontes. Desistir não estava nos planos.

A leitura desses jornais antigos é um teste à persistência de qualquer pesquisador. Muitos textos não têm título, e é necessário ler colunas inteiras. Muitas coleções estão microfilmadas e às vezes é preciso recorrer a uma lupa, já que o papel, amarelado pelo tempo, nem sempre está bem visível numa reprodução fotográfica. E também pode acontecer dos jornais de determinado período que se quer investigar estarem inacessíveis, momentaneamente recolhidos para restauro e sem prazo de retorno à consulta pública.

Nas longas horas de leituras de jornais da época, uma nova lição: muitas vezes o que um jornal publicava – um relato de experiência do padre-cientista, por exemplo – não era notícia em outro. Hoje em dia, há fatos científicos que são notícia em todos os jornais, o que facilita a busca. A diferença fica por conta de quem elaborou um material melhor, mais completo. Na época do Padre Landell, não era assim, o que exigiu trabalho de leitura diversificado, em bibliotecas diferentes, já que há arquivos com coleções incompletas.

Nesse contexto, faço questão de registrar o trabalho persistente que teve um jovem pesquisador carioca, Rodrigo Moura Visoni. Ele conseguiu descobrir, através da paciente leitura de jornais antigos, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, algumas notícias sobre o Padre Landell que ninguém conhecia.

Como Padre Landell circulou em várias cidades brasileiras, a pesquisa foi estendida, geograficamente. Sete municípios foram visitados: Mogi das Cruzes, São Paulo, Campinas, Santos e Botucatu, no Estado de São Paulo, além do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Várias viagens tiveram que ser feitas a essas cidades, demandando tempo e dinheiro.

Houve um momento em que, morando em São Paulo, projetava fazer uma nova viagem a Porto Alegre, mas não dispunha de recursos. Graças, então, ao apoio recebido pela Telebrás, cuja diretoria acompanhava com interesse o desenvolvimento da pesquisa, pude fazer a viagem, localizar novas informações e concluir meu primeiro livro.

A credibilidade das fontes de informação é outro desafio que acompanha qualquer pesquisa. Na medida do possível, tratei de empregar um método jornalístico: além de analisar criteriosamente cada informação, checá-la com pelo menos duas fontes! E entrevistar a mesma pessoa várias vezes, sempre confrontando as suas declarações, para ter maior certeza do que escrever.

Considero também como outro desafio do pesquisador, deixar suas convicções pessoais de lado ou idéias preconcebidas e procurar a verdade, seja ela qual for. Padre Landell foi perseguido? Destruíram os seus aparelhos? Quando ele fez a sua primeira experiência de comunicação sem fio? Investigar é preciso.

Por isso, não afirmo com absoluta certeza que o Padre Landell foi pioneiro na telegrafia sem fio, antes de Marconi. Pode ser que tenha sido. Há indícios que apontam que ele se antecipou a Marconi. Estou convencido, entretanto, de que ele foi pioneiro na invenção do rádio.

Uma biografia de Roberto Landell de Moura nunca parece completa. Há períodos da sua vida em que a documentação é razoável. Em outros, a maioria, é escassa. O que Padre Landell fez em 1892? Ou em 1897? Às vezes, só se sabe onde ele estava. Nada mais. Essas lacunas não impedem que se vislumbre a sua genialidade, impar. Uma prova definitiva das suas primeiras experiências ainda é, no entanto, algo pendente. Teria sido em 1893? Ou 1894?

O desenvolvimento da pesquisa chegou a um ponto em que há uma relativa escassez de novas fontes de informação. Por isso, acho que acrescentar uma nova linha ao que se conhece já vale a pena!

O maior desafio, talvez, para construir a biografia do Padre Landell seja o de se aproximar ao máximo da verdade. É preciso ter sorte, sim, para levar um projeto a bom termo. Mas é fundamental ter persistência e estudo. Certamente ainda há o que descobrir para aprimorar a biografia conhecida do Padre Landell.

O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul guarda em seus arquivos documentos originais que testemunham a obra do Padre Landell, e estão abertos aos pesquisadores.

O Brasil deve ao Padre Landell um reconhecimento oficial dos seus méritos na área de telecomunicações. E tomara que, algum dia, seja erguido um Museu Landell de Moura, preservando, assim, a memória de um dos maiores cientistas que este país já produziu.


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