Português: Profº Heraldo Meirelles Texto 1: o rico e a bolsa



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Português: Profº Heraldo Meirelles
Texto 1: O RICO E A BOLSA

                Certa vez um rico ganancioso perdeu uma bolsa com 400 moedas de ouro. Anunciou em todos os jornais que seria bem  gratificado quem

encontrasse e a devolvesse. Dias depois aparece na delegacia um pobre devolvendo a bolsa com as 400 moedas. O rico contou as moedas. Quatrocentas.

Mas como era avarento, procurou um jeito para não dar a gratificação, dizendo ao pobre:

                —- Faltam 100 moedas, seu malandro, não mereces gratificação nenhuma.

                O pobre honesto foi expor ao juiz. O juiz chamou o rico e pergunta:

                — Quantas moedas havia? Quinhentas moedas, — responde o rico.

                O juiz disse ao rico:

                — Então esta bolsa não é a tua. Devolve-a este homem e vai-te embora. Quando aparecer o verdadeiro dono ele a entregará.

 

O texto: O Rico e a Bolsa ensina que:



(a) para sabido, sabido e meio

(b) na vida, não adiante ser esperto

(c) nem sempre a justiça pode estar do lado do rico

(d) devemos cumprir nossas promessas, mesmo que para isso se perca lago.

(e) a justiça dos homens é sempre justa.

 

Texto 2: CONFIANÇA



            Certa casa estava em chamas. Um dos filhos menores em vez de sair, correu para o segundo. Andar. Desesperado vai à janela e

começa a gritar. Pai, pai, pai. A fumaça de o primeiro andar não permitia a visibilidade do menino, mas o pai o enxergava bem e disse:

 

 

— Meu filho, jogue-se que eu te seguro. Mas o filho gritava:



— Pai eu não te vejo. O pai respondeu:

— Meu filho, eu te vejo é quanto basta. Confiante o filho joga-se nos braços do pai, e foi salvo.

Moral: Deus está sempre pronto a nos ajudar, mesmo que às vezes nos distanciamos e não O vemos.

 

(a) Somos como a criança, não vemos o Pai, no entanto, acreditamos nele



(b) Para a criança, o pai era a salvação, por isso ele pulou

(c) O pai nesta estória representa Deus e a criança cada um de nós.

(d) Às vezes, somos obrigados a confiar no pai, mesmo que a fumaça da vida nos cegue.

 

Texto 3: A CADEIRA VAZIA



 

Certo Padre notou uma cadeira vazia perto da cama do doente e perguntou o que fazia ali a cadeira. O doente respondeu:

— Eu coloquei ali para Jesus sentar-se e eu poder conversar com Ele. Por anos eu achava extremamente difícil orar, até que um amigo explicou-me que orar era simplesmente falar com Jesus. Ele me disse que colocasse uma cadeira vazia por perto e imaginasse Jesus sentado na cadeira, falasse com Ele e escutasse o que Ele tinha para dizer. Desde então nunca mais tive dificuldades em orar.

Alguns dias mais tarde, segundo a história, a filha do doente veio à casa Paroquial para informar ao Padre que seu pai falecera. Ela disse:

— Eu o deixei sozinho por umas horas. Ele parecia estar em paz. Quando voltei ao quarto, encontrei-o morto. Notei, porém, uma coisa estranha, a cabeça dele descansava não sobre a cama, mas sobre a cadeira vazia.

 

Lendo o texto e seu desfecho poderemos concluir:



(a) O homem pereceu na cadeira porque confiava na oração.

(b) A cadeira no texto é apenas um detalhe, a fé é tudo.

(c) A fé se manifesta naquilo que acreditamos

(d) O homem estava em paz e Jesus o consolou no último instante

(e) A morte do homem estava predestinada, a cadeira era apenas um detalhe sem sentido.

 

Texto 4: DE  PASSAGEM



 

                Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.

                O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram: uma cama, uma mesa e um banco.

                — Onde estão seus móveis? — perguntou o turista.

                E o sábio, imediatamente, perguntou também:

                — E onde estão os seus...?

                — Os meus?! - surpreendeu-se o turista — Mas eu estou aqui só de passagem!

                — Eu também... — concluiu o sábio.

                "A vida na terra é só uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de serem felizes".

 

O texto se manifesta através de um sentido espiritualista, cuja frase: “estou aqui só de passagem” encerra este fato. No entanto, há outra frase que caracteriza isso. É a...



(a) Eu também

(b) Á vida na terra é só uma passagem

(c) Alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente

(d) morava num quartinho pequeno

(e) as únicas peças de mobília eram: uma cama, uma mesa e um banco.

 

Texto 5: ESTRATÉGIAS



 

                Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:  "Por favor, ajude-me, sou Cego". Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu  outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. 

          Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia colocado. O publicitário respondeu:

           — "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera e não posso vê-la". 

           Mudemos a estratégia quando não nos acontece alguma coisa.

 

O texto encerra com uma mensagem, cujo aprendizado é...



(a) Para alguma coisa dar certa, é necessário que coloquemos as palavras precisas.

(b) Na vida, tudo pode dar certo, desde que você saiba empregar as formas corretas.

(c) Os resultados sobre as coisa vão depender apenas da forma como você pode concebê-las.

(d) A visão maior não depende só da vista, mas do ponto de vista inteligente que garantam resultados.

(e) Todos estão certas

 

Texto 6: MENSAGEM DE CHICO XAVIER



 

Nasceste no lar que precisavas,

Vestiste o corpo físico que merecias,

Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.

Teus parentes, amigos são as almas que atraíste, com tua própria afinidade.

Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes...

São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.

Não reclames nem te faças de vítima.

Antes de tudo, analisa e observa.

A mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor.

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim...

 

Entendendo o Texto:



O texto de Chico Xavier encerra deixando uma mensagem bem maior, a qual se resumiria em...

(a) somos todos iguais

(b) cada passo de nossa existência está selado pelo desejo de Deus

(c) podemos mudar tudo em nossa volta e transformar nossa vida, para isso basta querer e agir

(d) as pessoas, os amigos, as famílias são dadas por Deus.

(e) a vida e a felicidade são conseqüências de nossos atos somados às predestinações impostas por Deus.

 

Texto 7: O HOMEM E A CRUZ



 

                Certo homem fez uma aposta. Ofereceu a todos os concorrentes uma soma avultada em dinheiro e outros prêmios. A aposta consistia em levar uma cruz até a um lugar marcado. Dentre muitos que se ofereceram, um tomou a dianteira e levava com muita facilidade e leveza a sua cruz. Havia se distanciado muito dos companheiros e eis que já cansado, pára e corta um pedaço de sua cruz, trapaceando.

                Chegando perto ao local, a multidão em festa aplaudia o vencedor. Eis a decepção. Um abismo se apresenta entre a multidão que aplaude o atleta vencedor. Uma ordem é dada pelo organizador:

                — Coloque sua cruz sobre o abismo. Foi feita sob medida...

                — Eu cortei..." Decepção...”

 

Entendendo o Texto:



1) O homem que ofereceu a aposta, na verdade, pode ser interpretado como:

(   ) o trabalho                      ( ) a vida                              (   ) o prazer                        (   ) o problema 

(   ) o Amor

 

2) O texto encera com uma moral. Qual seria?



(a) As cruzes de nossa vida são feitas sob medida.

(b) Se você quer vencer, encontre um jeitinho.

(c) Não adianta muita luta. Você pode conseguir o que quer se for arteiro.

(d) Na vida, tudo tem uma saída, basta ser esperto.

(e) Tentar outra saída, é melhor que arriscar tudo.

 

3) A soma avultada em dinheiro e outros prêmios no texto se referem a...



(a) vida eterna           (b) salvação 

(c) liberdade      (d) confiança                       (e) paz

 

4) A cruz citada no texto pode ser interpretada como as



(a) dificuldades      (b) amizades 

(c) penitências     (d) espertezas                 (e) apostas

 

5) Numa outra relação interpretativa, o outro lado do abismo pode representar o paraíso. O que representaria o abismo, lugar certo para aqueles que trapaceiam?



 R: O Inferno

 

Texto 8: A RATOEIRA



                Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo que tipo de comida poderia haver ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:

                — Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

                A galinha, que estava cacarejando e beliscando, levantou a cabeça e disse:

                — Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

                O rato foi até o cordeiro e disse:

                — Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

                — Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

                O rato dirigiu-se então à vaca.

                — O quê Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

                Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

                Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia apanhado.

                No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

                Todo mundo sabe que, para alimentar alguém com febre, nada melhor do que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal: a galinha.

                Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos foram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o cordeiro.

                A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente foi para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

                O ratinho que assistiu a tudo disse:

                — Eu disse que tinha uma ratoeira na casa. Eles não me ouviram.

                Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

 

ENTENDENDO O TEXTO



1. A ratoeira acabou pegando

(a) um rato      (b) uma catita      (c) uma cobra

(d) uma lagartixa (e) N.R.A.

 

2. O texto tem quantos parágrafos?



(a) 17     (b) 18                     (c) 14

(d) 19       (e) N.R.A.

 

3. Qual desses animais não participa da estória?



(a) rato                (b) galinha              (c) porco               (d) vaca               (e) cordeiro

 

Texto 9: REFLEXÃO



 

                Certa vez, perguntei para o Ramesh, um de meus mestres na Índia: Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos, morrem afogadas num copo de água?

                Ele simplesmente sorriu e me contou uma história...

                — Era um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todo mundo lhe falou para ir ao céu, um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o Paraíso. Ir para o céu não era tão importante para aquele homem, mas mesmo assim ele foi até lá. Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total. A recepção não funcionava muito bem. A moça que o recebeu deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, lhe orientou para ir ao Inferno. E no Inferno, você sabe como é. Ninguém exige crachá nem convite, qualquer um que chega é convidado a entrar. O sujeito entrou lá e foi ficando.

                Alguns dias depois, Lúcifer chegou furioso às portas do Paraíso para tomar satisfações com São Pedro:

                — Você é um canalha. Nunca imaginei que fosse capaz de uma baixaria como essa. Isso que você está fazendo é puro terrorismo!

                Sem saber o motivo de tanta raiva, São Pedro perguntou surpreso, do que se tratava. Lúcifer, transtornado, desabafou:

                — Você mandou aquele sujeito para o Inferno e ele está fazendo a maior bagunça lá.  Ele chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas. Agora, está todo mundo dialogando, se abraçando, se beijando. O inferno está insuportável, parece o Paraíso!

                E fez um apelo:

                — Pedro, por favor, pegue aquele sujeito e traga-o para cá!

                Quando Ramesh  terminou de contar esta história  olhou-me carinhosamente  e disse:

                — Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no Inferno o próprio demônio lhe trará de volta ao Paraíso.

                — Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o transformem numa pessoa amargurada. As crises vão estar sempre se sucedendo e às vezes você não terá escolha.

                — Sua vida está sensacional e de repente você pode descobrir que sua mãe está doente; que a política econômica do governo mudou; e que infinitas possibilidades de encrencas aparecem. As crises você não pode escolher, mas pode escolher a maneira como enfrentá-las.

                E, no final, quando os problemas forem resolvidos, mais do que sentir orgulho por ter encontrado as soluções, você terá orgulho de si mesmo. Portanto, haja o que houver, seja bom. Não se desespere e nem se descontrole

  (autor desconhecido)

Entendendo o Texto:

 

1.       O texto contém exatamente...



(a) 13 parágrafos                     (b) 12 parágrafos               (c) 14 parágrafos                    (d) 10 parágrafos 

(e) 15 parágrafos

 

2.       O homem foi mandado para o inferno por quê?



(a) O céu estava lotado                                           

(b) Ninguém o queria por lá   

        (c) A recepcionista não encontrou o nome na lista

        (d) Ele não era digno de estar no céu

        (e) n.r.a.

 

 



 

3. Segundo o texto, o que o homem não fazia no inferno:

(a) Abraçava as pessoas

(b) Escutava as pessoas

(c) Olhava as pessoas nos olhos

(d) Conversava com as Pessoas

(e) beijava as pessoas

 

Texto 10:  ENTREVISTA COM DEUS



 

Sonhei que tinha marcado uma entrevista com DEUS.

— Entre. Falou DEUS:

— Então, você gostaria de ME entrevistar?

— Se VOCÊ tiver um tempinho, disse eu.

DEUS sorriu e falou:

— Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente?

— O que mais O surpreende nos homens? Perguntei.

DEUS respondeu:

— Que eles se aborrecem de ser crianças e querem logo ser adultos e quando adultos, desejam ser crianças outra vez. Eles desperdicem metade da vida trabalhando e perdendo a saúde para fazer dinheiro e depois, passam a outra metade da vida gastando o dinheiro para recuperar a saúde e aí, não têm mais vida e nem saúde. Pensam ansiosamente sobre o futuro e esquecem o presente e, dessa forma, não vivem nem o presente e nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e  morrem como se nunca tivessem vivido.

Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e por um instante ficamos silenciosos, então eu perguntei:

— PAI, quais são as lições de vida que VOCÊ quer que seus filhos aprendam?

Com um sorriso DEUS respondeu:

— Que aprendam que não podem fazer com que ninguém os ame.

— Que podem fazer é que se deixem amar.

— Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mas quem se tem na vida.

— Que aprendam que não é bom se compararem uns com os outros. Todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos, não como um grupo na base da comparação!

— Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos.

— Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las.

— Que aprendam a perdoar, praticando o perdão.

— Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que simplesmente não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos.

— Que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto felicidade.

— Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las totalmente diferente.

— Que aprendam que um amigo verdadeiro é alguém que sabe tudo sobre você e gosta de você mesmo assim.

— Que aprendam que não é suficiente que eles sejam perdoados, mas que se perdoem a si mesmos.

Por um tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a ELE pelo SEU tempo e por todas as coisas que ELE tem feito por mim e pela minha família. ELE respondeu:              

— Não tem de quê. Estou sempre aqui, 24 horas por dia. Tudo o que você tem a fazer é chamar por MIM e EU virei. Você pode esquecer o que EU disse. Você pode esquecer o que EU fiz, mas jamais você esquecerá como EU te fiz sentir com essas palavras.

— Então, por favor, arranje um tempo para passar isto que escrevi para aqueles de quem você gosta.

"Eu arranjei".

 

Entendendo o Texto



1.  O texto é composto de:

(a) 26  (b)27              (c)28               (d)29       (e) 30

2.Os homem se aborrecem e querem

(a) ser famosos                    (b) ser adultos         (c) ser jovens            (d) ser intelectuais       (e) ser mais homens

3. Na concepção de Deus. O que é mais valioso

(a) não ser amado, mas amar.

(b) não é o que se tem, mas quem se tem.

(c) não é o grupo, mas cada um de nós.

(d) não o perdão, mas saber perdoar

(e) ser a pessoa ideal, segundo seus princípios

 

Texto 11: AMOR E LOUCURA



 

                No Olimpo, segundo a mitologia grega, nasceram as filhas gêmeas dos deuses e estes lhes puseram o nome de: Amor e Loucura.

                Amor era muito dada, gostava de ajudar; apiedava-se dos outros, tratava-os com carinho, respeito, sinceridade. Era amiga, demasiadamente ternurosa.

                Já Loucura vivia pregando peças ruins nas pessoas, perturbava seu semelhante, perseguia todo mundo, inventando, mentindo, traindo. Fazia tudo para destruir seu semelhante. Era contrária à deusa Amor, de quem tinha ciúmes e inveja. Até que um dia, chegando por trás atacou violentamente a irmã, furando-lhe os olhos.

                Os deuses do Olimpo não gostaram do que a Loucura fizera a sua irmã e como castigo, obrigaram-na a guiá-la, fazendo da Loucura os olhos do amor para todo o sempre e assim ficou até hoje.

                É por isso que costumamos dizer que todo amor e cego e louco, visto que o Amor é cego, guiado pela Loucura.

 

 

Interpretação do texto:



 

Leia o texto atentamente e procure responder as questões abaixo:



1. O texto está escrito em:

( x)  prosa             (   ) verso

 

2. O texto, quanto aos parágrafos, está estruturado em:



(   ) seis                 ( x ) cinco               (   ) quatro             (   ) sete

 

3. Entre as irmãs, a mais velha era:



(   ) Amor               (   ) Loucura          ( x ) N.R.A. (Nenhuma das Respostas Anteriores).

 

4.  Era uma qualidade da Loucura:



(   ) amorosa        (   ) carinhosa       ( x  ) traiçoeira        (   ) piedosa

 

Texto 12: AS CONSEQÜÊNCIAS DAS PEQUENAS COISAS 



                Eu tinha, na parede da sala, um grande quadro. Era uma paisagem com flores silvestres e um beija-flor sugando o néctar de uma delas.

                O quadro estava pendurado por um cordão de seda e, certo dia, sem que ninguém o tocasse, caiu, ficando em pedaços.

                Fui verificar a causa do desastre e notei que uma pequena traça roera o cordão e..., era uma vez um lindo quadro....

                Às vezes, em muitas vidas, acontecem coisas desastrosas por simples mal-entendido, ou uma palavra dita sem reflexão, ou um ato praticado impensadamente.

                E destrói-se uma boa amizade; a felicidade de um lar e, quantas vezes, vidas são danificadas porque alguém deixou de corrigir uma criança que trouxe para casa um brinquedo roubado, um troca a mais que o padeiro ou vendedor deu por engano, ou ainda, porque alguém se tornou ébrio, tendo começado com um pequeno trago.

                Por isso, tome cuidado com as pequenas coisas, com as pequenas traças, capazes de destruir grandes e belos quadros. Leve em consideração a advertência das Sagradas Escrituras: “Uma pequena fagulha põe em chamas uma grande floresta.” Tg 3:5.

 

Interpretação do texto:



 

Tendo lido o texto, procure responder as perguntas abaixo, de acordo com seu entendimento.

 

1. O texto está dividido em quantos parágrafos?



(   ) quatro             (   ) cinco               ( x )seis       (   ) sete

 

2. O quadro trazia uma paisagem:



(   ) de um riacho com flores e animais,

(   ) de uma fazenda com pasto verde e gados,

( x ) de flores silvestres com um beija-flor se alimentando.

(   ) de um campo florido com pássaros e muita vida.

 

3. A perda do quadro foi provocada...



(   ) pela falta de cuidado.

(   ) por um cordão que arrebentou sem mais nem menos.

(x ) pela ação de uma traça que roeu a seda que o segurava.

(   ) todas as respostas a cima.

(   ) N.R.A. (nenhuma das respostas anteriores)

 

4. Uma palavra dita sem reflexão pode:



( x ) destruir uma amizade e acabar com uma felicidade

(   ) fortalecer um relacionamento

(   ) unir um casal

 

Texto 13: AS TRÊS PENEIRAS



 

Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:

— Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...

Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, aparteou:

                — Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

— Peneiras? Que peneiras, Chefe?

               — A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

— Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:

— Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem A SEU  respeito?

— Claro que não! Deus me livre, Chefe! - diz Olavo, assustado.

— Então, — continua o chefe — sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

— Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar — fala Olavo, surpreendido.

— Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todas usassem essas peneiras? — diz o chefe sorrindo e continua — Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade — Bondade — Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

 

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS.



PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS.

PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

 

Interpretação do texto:

 

Procure ler o texto cuidadosamente para responder os seguintes questionamentos:

 

1. O texto se apresenta formulado em quantos parágrafos?

 

(   ) dez                  (   ) quinze            ( x ) treze               (   ) quatro

 

2. “Fazer média com o chefe”. A frase traz implicitamente um valor semântico sobre Olavo em relação ao seu novo chefe. Que frase seguinte  traz um valor contrário

(   ) tentar cativar o chefe

(   ) tentar se importuno

(   ) tentar impressionar o chefe

( x ) tentar bajular o chefe

 

3. Quais das três peneiras referido pelo texto traz como segundo crivo:



( x ) a bondade

(   ) a necessidade

(   ) a verdade

 

4. Lendo o texto, dá a entender que Olavo é um empregado:



( x ) fofoqueiro e bajulador

(   ) esperto e sensato

(   ) conversador e prestativo

(   ) boa gente e amigo

 

 



Texto 14: A ASSEMBLÉIA

 

Certa vez houve, numa marcenaria, uma estranha assembléia, era uma reunião entre as ferramentas para discutirem sobre suas diferenças.



O Martelo presidia a assembléia, mas foi pedido que renunciasse motivo: era por demais bruto fazia muita zoada. O Martele decidiu então, que aceitava renunciar, desde que expulsassem também a Chave-de-Fenda, porque ela dava muitas voltas e não chegava a lugar nenhum.

A Chave-de-Fenda disse que sairia desde que expulsassem a Lixa, porque ela somente se esfregava e causava muito atrito.

A Lixa, ouvindo aquilo, reclamou:

               — Eu saio, desde que cassem também o Metro, ele é todo meticuloso, medindo tudo e só que ser o certinho.

Nesse exato momento entra o marceneiro na oficina e reúne todas as ferramentas e começa seu trabalho. Apanha uma madeira bruta e transforma no mais fino móvel e, algumas horas depois, o silêncio volta a reinar, então é reiniciada a assembléia, mas desta vez quem toma a palavra é o Serrote e discursa:

                — Senhores, é sabido que todos nós temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, veja que reunidos fomos capazes de produzir tão bela peça, portanto, concentremo-nos em nossos pontos fortes, esqueçamos o nosso lado fraco.

                Foi então que se entendeu que o Martelo era barulhento, mas firme e importante; que a Chave-de-Fenda unia e dava firmeza; que Lixa limava e retirava as asperezas e que o Metro era certo e exato. Dali por diante trabalharam juntos e se sentiram mais felizes, produzindo as mais belas peças e móveis.

                Assim acontece com os seres humanos, quando procuramos somente ver os defeitos dos outros, a situação e o relacionamento se tornam tensos e delicados, mas quando procuramos ver as qualidades e trabalhamos nisso, produzimos mais.

                Isso porque os defeitos dos outros são fáceis de se ver, e qualquer um faz isso, não requer tanta habilidade; mas ver as qualidades é um pouco difícil, porque isso somente os inteligentes conseguem ver.

 

Interpretação do texto:

 

Leia o texto e procure responder as seguintes perguntas:

 

1. O texto se apresenta estruturado em_________parágrafos.

 

(   ) nove                ( x ) dez                  (   ) onze               (   ) doze

 

2. As personagens desse texto na ordem respectiva são:



(   ) Metro; Chave-de-Fenda; Martelo; Lixa

(x ) Martelo; Chave-de-Fenda; Lixa; Metro

(   ) Chave-de-Fenda; Martelo; Metro; Lixa

 

3. As habilidades da Chave-de-Fenda contestadas pelo Martelo são:



(   ) Esfregava e causava muito atrito.

(x) Dava muitas voltas e não chegava a lugar nenhum.

(   ) Meticuloso, só que ser o certinho

 

4. “Senhores, é sabido que todos nós temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades”. Esta fala é dita...



(   ) pelo martelo

( x) pelo serrote

(   ) pelo marceneiro

 

Texto 15: O Furo no Barco



       

        Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pinceis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.

        Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.

        Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.

       Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

        — O senhor já me pagou pela pintura do barco - disse ele.

        — Mas isto não e pelo trabalho de pintura. E por ter consertado o vazamento do barco.

        — Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

       — Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Imagine meu alivio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...

        Não importa para quem, quando, de que maneira. Sempre que for possível, sempre que depender de você, e principalmente, dentro de suas possibilidades, vá além... Este poderá ser o seu diferencial!

 

Entendendo o Texto:



1.   Quantos parágrafos constituem o texto?

nove


2.   O homem percebeu o furo no barco porque...

(a)     era um buraco grande.

(b)     se via a luz através dele.

(c)     a tinta escorria e se desperdiçava.

(d)     era grande o suficiente para ser notado.

(e)     era sua função

 

3.   O furo no barco, embora pequeno, foi consertado, porque...



(a)     o homem fora pago para isso.

(b)     causava preocupação e perigo.

(c)     o homem procurou realizar uma ação a mais.

(d)     era muito feio num barco com nova pintura.

(e)     o homem é muito perfeccionista.

 

4.   O dono do barco presenteou o pintor com um belo cheque porque...



(a)     ele havia consertado o furo

(b)     tinha pintado de maneira estonteante o seu barco.

(c)     ele realizou uma ação maravilhosa

(d)     sua singela ação lhe custou as vidas de seus filhos.

(e)     ele era um pintor sensacional

 

5.   Retire do texto fragmentos que confirmam a seguinte frase:



As pequenas ações, embora sem importâncias, podem salvar vidas e dizer muito de quem tu és”.

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Texto 15: Cavalo e Porco

 

        Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava um determinado espécime. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:



        — Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.

        Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:

        — Força, amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!

        Mas o cavalo não se animou. No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:

        — Vamos lá, amigão, levanta, senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três...

        O cavalo começou a se levantar, mas vencido pelo cansaço, capotou de novo. No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:

        — Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:

        — Cara é agora ou nunca. Levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Não desista! Não desista! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! É isso aí!!! Você venceu, campeão!!!

        Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

        — Milagre. O cavalo melhorou. Isso merece uma festa!!! Vamos matar o porco!!!

 

Entendendo o Texto:



1. O porco se pôs a ajudar o cavalo porque

(a) ele estava muito mal

(b) ele corria o risco de ser sacrificado

(c) era amigo dele

(d) se preocupava com a situação e tinha pena.

(e) sabia que o cavalo se recuperaria da doença.

 

2. O texto passa uma mensagem, que seria...



(a) Cada um na sua e a amizade continua

(b) Alguns defeitos são virtudes e erros atitudes

(c) Às vezes, morremos porque somos iguais aos porcos

(d) Quando nos metemos aonde não somos chamados podemos sofrer conseqüências drásticas.

(e) Escutar conversa é uma coisa, se meter nelas é outra.

 

3. O que foi de fato que matou o porco?



(a) o homem.

(b) sua amizade.

(c) sua mania de escutar conversas.

(d) a recuperação do cavalo.

(e) sua vontade de ajudar os outros.

 4. Na vida, tomamos atitudes iguais a do porco, porque somos humanos. Já o homem, nesta fábula, tem a função de animal irracional, porque sacrifica o porco para festejar uma graça Que relação assume o cavalo? Explique.

Homem = Animal (Porque age pela intuição

Cavalo = Povo (que quer se salvo e não sabe agradecer os gabhos)



Porco = Deus/Criador (que se preocupa com os outros e dá sua vida por isso)


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