Pr. Rafael Monteiro



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O ALTAR DE ABEL


Pr. Rafael Monteiro




INTRODUÇÃO: TEXTO GÊN. 4:1-7; Heb. 11:4; 2 Reis 18:20-25,28,29

Ontem estudamos o altar de Caim. Hoje é mister que descubramos as lições do altar de Abel.


Sopro, vapor; filho, são alguns significados do nome Abel. Pode-se notar a preferência de Eva por Abel. “o filho” por excelência. Como nome composto também é interpretado como, lugar de relva, seara, campina ao lado etc.
O relato bíblico nos dá definições a cerca desses dois caráter. O caráter compassivo e bondoso de Abel contrastando com o abusivo e impulsivo de Caim.
Era a antitese do irmão.
Possivelmente Abel se tornou um tipo do Messias. Morrendo mártir em tenra idade.
I – ABEL DE DISPOSIÇÃO BRANDA PROVADO: UMA AFIRMAÇÃO.


  1. Imagine Abel um jovem de fino trato. Vê-lo em atitudes nobres que chamavam a atenção de seus pais e irmão. Diferia em muito o temperamento de Caim. Era sóbrio, equilibrado.

No entanto passou pelas mesmas provas que Caim. Tivera os mesmos motivos para murmurar e denegrir a justiça de Deus. No entanto para Abel as coisas apareciam sob ângulo diferente. Seus olhos olhavam o invisível por detrás das coisas visíveis.


O amor tem bons olhos. Abel era um jovem que expandia amor. Suas afeições eram permeadas desse sentimento nobre que subjugava a natureza inquieta de Caim. Era uma reprovação.


  1. Analisando o caráter de Abel observam os que ele não era:

a. Não era permissivo. Isto é tinha princípios

b. Não era alheio ao mundo. Sabia porque existia e para que.

c. Não era contencioso. Sua contestação era contra o pecado.

d. Não era um maricas ou um beato. Sua relação com Deus lhe desenvolvia sempre o caráter robusto de um jovem viril.


  1. Analisando o caráter de Abel observamos o que ele era:

a. Um corajoso pela verdade. Tinha princípios firmes e enérgicos.

b. Um campeão pelo direito – Era justo em seus caminhos.

c. Era religioso, mas sem afetação. Não parecia um beato atoa.

d. Era consciente de sua obrigação para com Deus. Era fiel.
E era essa sua fidelidade que açulou a ira de Satanás e de seu pregresso irmão. Aos olhos do mundo de então Abel era um jovem quadrado no sentido atual da palavra. Era superado pela geração Caim. Era um simples pastor de ovelhas.


  1. Abel tinha uma profissão. Acredito que sua profissão não era muito procurada nem requerida.

Os semitas sempre foram pastores e criadores de gados. Os canitas odiavam os criadores de gado.


Posso imaginar que essa antipatia pela profissão de Abel já era de muito tempo desde os seus dias. Era um jovem mau compreendido, por sua profissão, por seu comportamento, por sua fé e por sua fidelidade a Jeovah.
Já deixamos a geração capa e espada. E estamos na geração dos foguetes. Dos satélites. A geração tecnocrata. Geraão sem vocações religiosas. Os seminários estão se esvaziando. As igrejas se fechando. De dois grupos religiosos nos EUA foram fechados 11.346 igrejas. Faltam vocações religiosas.
Ara Abel uma vocação religiosa. Era o sacerdote da família. Sua intercessão constante pelos pais e pelo irmão dava-se a condição de intercessor.
Jovens sem vocação para Deus. Podemos exercer as mais diversas profissões e fazer de nossa profissão uma dádiva no altar de Deus.
II – O ALTAR DE ABEL ERA IGUALZINHO AO DE CAIM: SÒ DIFERIA DE UMA COISA.


  1. O altar de Abel fora feito do mesmo modo que o de Caim. Os altares primitivos eram feitos de argila ou de uma grande pedra. Acredito que o altar de Abel era semelhante ao de Caim. Quem até o de Caim por ser mais pretencioso e desejar uma religião de formas e cerimônias, tivesse erigido um altar bem mais ajaezado.

Mas algo diferia do altar de Caim: a oferta . E isto é muito importante. Deus não aceitou a oferta de Caim nem regeitou o altar de Abel.


A oferta de Abel era um cordeiro. Era o prescrito. Era a salvação nos méritos de um Salvador. Deveria haver derramamento de sangue; “Sem derramamento de sangue não há remissão”.
O sacrifício de Caim era incruento

O sacrifício de Abel era um sacrifício cruento.

O sacrifício de Caim era por obras

O sacrifício de Abel era por fé

O sacrifício de Caim era originário de um coração rebelde

O sacrifício de Abel era de uma vida consagrada a deus

O sacrifício de Caim era uma apostasia da Verdade

O sacrifício de Abel era a expressão da Verdade (Gen. 3:15)

O Sacrifício de Caim era de um ímpio

O Sacrifício de Abel era de um justo




  1. bel era pastor de ovelhas: profissão

Os jovens gostam de ter uma profissão. Assim era Abel. Mas há os que gostam de títulos, assim era Caim. Queria ter um nome famoso. E veremos da descendência de Caim esse espírito em ser famoso, ter renome, ser conhecido.


Porteiros: administradores de serviços

Abrem valas: engenheiros terresres

Lavar Pratos: encarregados de utensílios culinários

Jardineiros: artistas de paisagem

Lixeiros: supervisores sanitários

Zeladores: anfitriões do chão.


São títulos que tem um som impressionantes. Geração de Caim.


  1. O altar de Caim era igualzinho ao de Abel só diferia numa coisa: a oferta.

E isto foi o pomo de discórdia entre os dois irmãos. Não que Abel comprasse briga. Mas Caim irou-se porque Deus aceitou a oferta de Abel e resgatou a de Caim.


Não foi num momento de raiva. Mas premeditado. Um plano estudado. Sob o patrocínio de Satanás.
A terra encharcou-se com o sangue de Abel. E nos diz a Bíblia que o sangue de Abel clamava até o Céu. Pedia justiça. Mas a misericórdia interveio. Caim não foi morto foi poupado. As acusações de Satanás deveriam se mostrar improcedentes.
I S. João 3:12; S. João 3:20.
III – O PRÓPRIO CORDEIRO OFERECIDO POR ABEL SERVIU PARA POUPAR CAIM

1. Caim era um delinqüente . E por isso matou o irmão.


No conflito entre o bem e o mal o justo será sempre odiado pelo impio. “Inimizade”. As pessoas tem uma inimizade anormal contra aqueles que servem a deus com fidelidade.
“... E onde quer que haja alguém que esteja pela reinvindicação da justiça da lei de Deus, o mesmo espírito se manifestará contra ele”. PP, 72
2. O mesmo espírito pereguidor dos cézares, dos papas, dos reis, o mesmo espírito medieval, da inquisição, do sto. oficio, esse é o espírito de Caim contra o justo Abel.
No grande conflito a história se repetirá.E logo veremos os mesmos sentimentos que levaram os mártires a fogueira a fora a morte de cruz.
Este é o espírito de Caim.
Onde está Abel o teu irmão? Deus perguntou a Caim.

Sou porventura o guardador do meu irmão.


Notem o espírito de Caim. As vezes somos inclinados a manifestar tal disposição mental. A Bíblia nos diz que somos responsáveis pelo bem-estar espiritual e físico de nosso irmão. Isto é amor.
Foi amando que Abel teve a integridade de um mártir. Foi o primeiro mártir do Grande Conflito entre Cristo e Satanás. Foi mártir.
No altar de Abel: era tudo. A fé no Salvador prometido. Justificação pela fé somente. O homem é salvo de seus pecados, nos méritos de um salvador: Jesus Cristo. E não por méritos pessoais. Os que vivem dentro desse diapasão estão fora do plano original de Deus. A salvação é única e exclusiva de Deus. É um ato de Deus e não do homem.
Cremos nisto como creu Abel? Por isso teve forças para ser mártir.
CONCLUSÃO


  1. O mundo está dividido em dois partidos:

Os que servem a deus

Os que servem a si mesmos

Abel


Caim

Obra



Justiça

Pecado


Obediência e desobediência, rebelião.


  1. A primeira vista parecem idênticos. Tudo é a mesma coisa. E a mesma religião. Mas a diferença é vista na oferta.

A diferença é vista nos motivos.

A diferença é vista sob os olhos de Deus.

A diferença é vista depois da resposta de Deus.


Até quando coxeareis entre dois pensamento? Se o Senhor é Deus segui-o. Se é Baal segui-o
Eu e minha casa serviremos ao Senhor.
NOTA: A falsa religião é vista no seguinte:

- Os que querem se salvar por suas obras



- Os que querem se salvar em seus pecados
A verdadeira religião:
- Fé nos méritos de Jesus que leva a obediência por Cristo.



  1. No rolar dos séculos esses dois caminhos tem sido acentuados. O altar de Abel está aí para mostrar a estrita conta de Deus a sua verdade. O de Caim está aí para revelar os justos juízos que cairão nos desobedientes.




  1. Jovem sobre o altar: TUDO ou NADA.









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