Prazo indeterminado



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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
COORDENADORIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Nome: ________________________________________________________________________

R.G.: ________________________________________________ Data: 22/03/2011


CONCURSO PÚBLICO – AGENTE DE VIGILÂNCIA


PRAZO INDETERMINADO

INSTRUÇÕES


  • Você recebeu este caderno contendo 20 questões objetivas.

  • Escreva seu nome e número do R.G. na capa deste caderno.

  • Leia com atenção as questões, escolha a alternativa que julgar correta e transcreva-a para a tira de respostas abaixo com caneta de tinta azul ou preta. Lembramos que só há uma alternativa correta.

  • Não serão computadas as questões objetivas não assinaladas ou que contenham mais de uma resposta, emenda ou rasura, ainda que legível.

  • Em caso de rasuras, não será fornecida outra folha de respostas. Assim, ATENÇÃO ao optar pelas alternativas e ao preencher a folha de respostas.

  • A prova terá duração de 2 horas. A saída do candidato do prédio só será permitida após transcorridos 30 minutos do início da prova;

  • Ao terminar a prova, entregue este Caderno de Questões ao fiscal.

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FOLHA DE RESPOSTAS

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(Esta parte será destacada pelo fiscal e entregue ao candidato para conferência)




CONCURSO PÚBLICO – AGENTE DE VIGILÂNCIA

FOLHA DE RESPOSTAS DO CANDIDATO PARA CONFERÊNCIA


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PORTUGUÊS



Texto 1 (questões de 1 a 4)

Discurso de Ricardo Semler


(Fonte: FUVEST, extraído de Anglo Vestibulares Português, Caderno de Exercícios, 2001).
“Vivemos mais uma grave crise, repetitiva dentro do ciclo de graves crises que ocupa a energia desta nação. A frustração cresce e a desesperança não cede. Empresários empurrados à condição de liderança oficial se reúnem, em eventos como este, para lamentar o estado das coisas. O que dizer sem resvalar para o pessimismo, a crítica pungente ou auto-absolvição?

É da história do mundo que as elites nunca introduziram mudanças que favorecessem a sociedade como um todo. Estaríamos nos enganando se achássemos que estas lideranças empresariais aqui reunidas teriam a motivação para fazer a distribuição de poderes e renda que uma nação equilibrada precisa ter. Aliás, é ingenuidade imaginar que a vontade de distribuir renda passe pelo empobrecimento da elite. É também cioso pensar que nós, de tal elite, temos riqueza suficiente para distribuir. Faço sempre, para meu desânimo, a soma do faturamento das nossas maiores e melhores empresas, e chego a um número menor do que o faturamento de apenas duas empresas japonesas. Digamos, a Mitsubishi e mais um pouquinho. Sejamos francos. Em termos mundiais somos irrelevantes como potência econômica, mas ao mesmo tempo extremamente representativos como população”.



Discurso de Semler, publicado na Folha de São Paulo de 11/09/91.

1) Segundo se depreende do texto, é possível afirmar que:




  1. Toda mudança social provém do esforço das elites do país.

  2. Nenhum povo é capaz de alterar suas estruturas sem o apoio das elites.

  3. As elites empresariais, produzindo riquezas, aceleram as mudanças sociais.

  4. Em qualquer tempo, as elites sempre se dispõem a participar do processo de distribuição.

  5. Não é próprio das elites lançar projetos que estimulem mudanças na sociedade como um todo.

2) Segundo o espírito do texto, pode-se dizer também que, no Brasil, só não há melhor distribuição de renda:




  1. Por falta de uma política econômica melhor dirigida.

  2. Porque não é do interesse das elites, nem têm elas possibilidades de favorecer essa distribuição.

  1. Porque as elites estão sempre com um pé atrás, desconfiadas do poder político.

  2. Porque os recursos acumulados, embora suficientes, são manipulados pelas elites.

e) Porque, se assim fosse feito, as elites reagiriam ao processo de seu empobrecimento.

3) O texto permite afirmar que:




  1. Potência mundial de peso, o Brasil está entre as maiores economias do mundo.

  2. Economicamente, o Brasil não tem relevo como potência de primeira ordem.

  3. As dificuldades do Brasil são conjunturais e se devem especialmente às pressões internacionais.

  4. As indústrias de ponta no Brasil estão entre as que têm mais alto faturamento universal.

  5. Só o idealismo do empresariado brasileiro pode reerguer nosso potencial econômico.

4) O ciclo de crises vivido pelo Brasil, segundo o texto, constitui:


  1. Um componente instigante para vencer nossas dificuldades.

  2. Fator conhecido e repetitivo, desimportante de nossa história.

  3. Algo que não passa de invenção de pessimistas desocupados.

  4. Recurso eficaz para chamar a atenção para a nossa realidade.

  5. Outra forma de desgaste e de consumo de nossas energias.


Texto 2 (questões de 5 a 7)

A velha contrabandista

Stanislaw Ponte Preta

(Fonte: Interpretação de Textos – Ensino Fundamental, Agnaldo Martino, São Paulo, Editora Central de Concursos, 2004).
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.

Um dia quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela:

- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?

A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:

- É areia!

Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.

Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia areia e no outro muamba, naquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.

Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.

- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:

- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

- O senhor promete que não “espáia”? – quis saber a velhinha.

- Juro – respondeu o fiscal.

- É lambreta.


5) A areia guardada no saco:


a) era contrabandeada.

b) servia de contrapeso para o equilíbrio da lambreta.

c) servia para esconder o contrabando, que ia misturado nela.

d) servia para enganar o fiscal da alfândega.

e) servia para encher o saco, que era o verdadeiro objeto de contrabando.

6) O fiscal era:


a) maldoso com a velhinha.

b) corrupto.

c) cumpridor do seu ofício.

d) vingativo.

e) relaxado.
7) “Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha ...” . A palavra em destaque significa:


  1. deteve.

  2. liberou.

  3. vigiou.

  4. derrubou.

  5. observou.


    1. “Aí quem sorriu foi o fiscal”. O sorriso indicava:




  1. bondade do fiscal.

  2. desconfiança em relação à intenção da velhinha.

  3. que o fiscal achava engraçado a velhinha montada na lambreta.

  4. compreensão que o fiscal tinha da velhinha.

  5. ironia do fiscal.


    1. Compare as palavras escritas na horizontal. Assinale a ÚNICA palavra ERRADA quanto ao emprego do SC, C, Ç, S e SS:

(Fonte: Língua Portuguesa – Sérgio Nogueira Duarte da Silva, Central de Concursos/Degrau Cultural)


  1. compreenção

  2. assessor

  3. acessório

  4. ânsia

  5. consenso



    1. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas correspondentes:

(Fonte: Anglo Vestibulares Português, Caderno de Exercícios, São Paulo, 2001)
Eu .........desconheço.

Roubaram- ............ o carro.

Os carros? Roubaram-........

Não .........era permitido ficar na sala.

Obrigaram-......a sair daqui.


  1. o, lhe, nos, lhe, nos

  2. lhe, o, o ,o, no

  3. o, os, lhe, lhe, lhe

  4. lhe, lhe, lhe, se, os

  5. o, o, os, lhe, no


MATEMÁTICA

(O verso da folha pode ser usado como rascunho)
11) A soma dos quadrados de dois números inteiros e consecutivos é 145. Ache tais números e assinale a resposta correta:

(Fonte: Matemática Básica para Concursos, Central de Concursos, Degrau Cultural)


a) 8 e -9

b) 8 e 9


c) -8 e 9

d) 7 e 6


e) 7 e -6
12) Três navios fazem viagem entre dois pontos. O primeiro a cada 06 dias; o segundo a cada 10 dias e o terceiro a cada 15 dias. Se esses navios partirem juntos, depois de quantos dias voltarão a sair juntos? (Fonte: Matemática Básica para Concursos, Central de Concursos, Degrau Cultural)
a) 20 dias

b) 25 dias

c) 15 dias

d) 35 dias

e) 30 dias


13) A soma dos ângulos internos de um triângulo equivale à ________ soma dos ângulos internos de um quadrado. Complete a frase com a opção correta.

(Autoria: Zósia Angélica Sant’Ana, Supervisor Técnico/COSEAS)


a) 3/4

b) 1/2


c) 1

d) 3/8


e) 1/3

14) O número cujo triplo é igual a ele mesmo aumentado de 50 unidades é:

(Fonte: Apostila Auxiliar de Papiloscopista, Polícia Civil, SP – Língua Portuguesa/Matemática/Conhecimentos Gerais, Editora Central de Concursos, 2005)
a) 25

b) 30


c) 33

d) 20


e) 15

15) Um pai tem hoje 54 anos e seus quatro filhos têm juntos 39 anos. A idade do pai será igual à soma das idades de seus filhos daqui a:

(Fonte: idem questão 14)
a) 5 anos

b) 8 anos

c) 10 anos

d) 12 anos

e) 15 anos

16) A soma de três números inteiros e consecutivos é 18. Então podemos afirmar que:

(Fonte: idem questão 14)
a) o menor é 6

b) o maior é par

c) 10 é o dobro do menor

d) 3 é o dobro do termo médio

e) nenhum dos termos é par

17) Jair deu a Paulo o mesmo que Paulo já possuía. Aí cada um dos dois ficou com R$ 464,00. Então, antes de dar uma parte a Paulo, Jair possuía um total de:

(Fonte: idem questão 14)


  1. R$ 676,00

  2. R$ 682,00

  3. R$ 686,00

  4. R$ 692,00

  5. R$ 696,00


CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

18) Caso ocorra um incêndio em um aparelho eletro-eletrônico (por exemplo, televisão ligada), qual método deve ser usado para apagar o incêndio?

(Autoria: Zósia Angélica de Sant’Ana, Supervisor Técnico/COSEAS)


  1. Abafar o fogo com um cobertor.

  2. Jogar água no aparelho, abundantemente.

  3. Utilizar um extintor de pó químico.

  4. Utilizar um extintor de CO2.

  5. Nenhuma das anteriores.

19) Em relação ao código de rádio (linguagem Q), temos as seguintes frases:

(Fonte: idem questão 18)


  1. QAP – significa na escuta

  2. QTC – significa mensagem, informação

  3. QRU – significa grato, obrigado

Podemos afirmar que:


  1. I é verdadeira.

  2. I e II são verdadeiras.

  3. I, II e III são verdadeiras.

  4. II e III são verdadeiras.

  5. Nenhuma frase é verdadeira.

20) São direitos básicos dos usuários dos serviços públicos:

(Fonte: Lei n.o 10.294 de 20/04/1999 – www.al.sp.gov.br/respositorio/legislacao/lei)


  1. A informação.

  2. A qualidade na prestação do serviço.

  3. O controle adequado do serviço público.

Podemos afirmar que:




  1. O item I é verdadeiro.

  2. Os itens I e II são verdadeiros.

  3. Os itens I, II e III são verdadeiros.

  4. Os itens II e III são verdadeiros

  5. Nenhum dos itens é verdadeiro.







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