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Arroz Irrigado no RS – Área, Rendimento e Produção – Séries Históricas



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Arroz Irrigado no RS – Área, Rendimento e Produção – Séries Históricas


Custos de Produção do Arroz Irrigado – Resumo


Relatório Final de Colheita do Arroz Irrigado no RS – Áreas e Produções Municipais – Safra 2010/2011







Exportações de arroz alcançam recorde histórico em setembro

De acordo com divulgação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Brasil exportou, aproximadamente, 235,4 mil toneladas de arroz (base casca) no mês de setembro. Com isso, o volume acumulado nos sete primeiros meses do ano comercial 2011/12 (que vai de março de 2011 a fevereiro de 2012) atingiu a marca de 1,1 milhão de toneladas, recorde histórico para as exportações do grão.

O resultado positivo pode ser imputado, em parte, ao bom andamento dos leilões de Prêmio para Escoamento de Arroz (PEP de arroz) realizados pelo Governo Federal. Desde março, já ocorreram 16 leilões de PEP para o Brasil, com oferta de 2,1 milhão de t e negociação de 1,4 milhão de t.

Ainda, a média mensal de arroz exportado desde março é de 158 mil toneladas (base casca). Para o chefe do Departamento de Política Setorial do Irga, Victor Hugo Kayser, é provável que a previsão da Conab para as exportações de arroz em 2011/12 (de 1,3 milhão de t) seja ultrapassada mesmo que ocorra uma desaceleração na média exportada nos próximos cinco meses.

Os principais destinos das exportações brasileiras de arroz no ano são: Nigéria (258,2 mil t), Senegal (118,7 mil t), África do Sul (92,5 mil t), Haiti (66,1 mil t), Gâmbia (65,9 mil t), Cuba (61,8 mil t), Espanha (46,3 mil t), Serra Leoa (40,4 mil t), Venezuela (33 mil t), Suíça (30,6 mil t), Benin (30 mil t), Holanda (23,6 mil t), Libéria (22,9 mil t) e Portugal (19,9 mil t). Adicionalmente, o arroz parboilizado predomina nas vendas externas do ano (39,4% do total), seguido de arroz quebrado (22,5% do total), do beneficiado não parboilizado ou branco (22,1% do total) e do esbramado (11,3% do total).

Já as importações de arroz (também base casca), atingiram a marca de 103,1 mil t em setembro. De março a setembro importou-se 492,9 mil t, montante 17% menor do que no mesmo período do ano anterior (quando o Brasil importou 591,6 mil t de arroz).

Do total de arroz importado pelo país no ano comercial, 58,7% foi de arroz beneficiado não parboilizado (branco), 29,6% de arroz esbramado, 7,8% de arroz em casca e 3,9% de arroz beneficiado parboilizado. A principal origem das compras externas em 2011/12 é a Argentina (44,5%), seguida de Paraguai (30,7%) e Uruguai (24,3%). Somados, os países do Mercosul são responsáveis por 99,5% do total das importações de arroz do Brasil.

No site do IRGA, é possível obter o relatório completo a que se refere a matéria de Robispierre Giuliani, acima transcrita.

Anexo a este relatório, apresentamos documento que demonstra as ações adotadas pelo Governo Estadual e Federal, no ano de 2011, reivindicadas e apoiadas pelas entidades representativas da Cadeia Produtiva do Arroz, elaborado pela SEAPA.


CONAB



Situação geral


A semeadura da lavoura de arroz irrigado da safra 2010/11 foi concluída dentro do período ideal, com concentração no período de 15 de outubro a 15 de novembro e, por consequência, a colheita está concentrada no período de 25 de fevereiro a 25 de março. O aumento de área constatado no Rio Grande do Sul, se deve a fatores como: quantidade suficiente de água para irrigação, nas barragens e corpos d’água em praticamente todas as regiões que produzem arroz irrigado; recuperação das áreas perdidas na safra anterior e uso de variedades “CL” que recuperaram áreas infestadas com arroz vermelho. Já o aumento da produção deu-se em função do uso de variedades com alto potencial produtivo e face a ocorrência de chuvas abaixo da média.

Este comportamento do clima favorece a cultura do arroz. Já o arroz de sequeiro, tem sua semeadura realizada mais tarde, principalmente nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A área cultivada vem diminuindo constantemente, tanto no Centro-Oeste quanto no Nordeste. Os motivos são a concorrência com a soja, milho e a diminuição de abertura de áreas novas de lavoura, onde o arroz tem preferência no primeiro ano de cultivo.



Cada vez mais os produtores estão aderindo às novas técnicas de cultivo e o uso de variedades compatíveis com o tipo de solo que dispõem, e adaptadas às condições climáticas características de cada região produtora.

Área cultivada


No Brasil, a área cultivada com arroz na safra 2010/11 é de 2.866,2 mil hectares, 3,7% maior que a área cultivada na safra anterior, que foi de 2.764,8 mil hectares. O maior aumento na área irrigada ocorreu no Rio Grande do Sul (7,3%). Na área de sequeiro, os maiores aumentos estão previstos na Paraíba (83,3%) e São Paulo (23,5%), mas, são Estados com pouca expressão na produção nacional. Os Estados que mais diminuíram a área cultivada com arroz de sequeiro foram: Pernambuco (20,8%); Minas Gerais (15,4%); Goiás (14,7%) e Mato Grosso (9,5%).

Clima


A variável climática está bastante favorável à cultura do arroz, principalmente para a lavoura irrigada. As boas chuvas ocorridas logo após a colheita passada, completaram a capacidade dos mananciais e dos corpos de água utilizados na irrigação. A incidência do fenômeno La Niña no Centro-Sul, favorece a cultura do arroz irrigado que requer boa luminosidade e irrigação adequada. A lavoura do Rio Grande do Sul está em plena colheita, sendo esta favorecida pela insolação intensa. A estiagem ocorrida no Rio Grande do Sul atingiu uma área correspondente a 3% da área cultivada com arroz no Estado, com perdas pontuais. Nas regiões produtoras do arroz de sequeiro, o clima até o momento, é bastante favorável para o estabelecimento da cultura e seu desenvolvimento vegetativo. Nas regiões Norte e Nordeste o plantio do arroz está na fase inicial, com desenvolvimento normal.



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