Primeiros socorros



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GRITAR COM PEQUENOS ESTÍMULOS




Chame alto e dê um suave golpe sobre o ombro da criança. Se não responde, ponha a criança em uma superfície.

ABRA SUAS VIA AÉREAS.


Abra as vias aéreas, inclinando a cabeça suavemente. Não incline a cabeça demasiadamente.


DÊ DUAS RESPIRAÇÕES DE BOCA A BOCA


Se o bebê não respira, cubra o nariz e a boca com a sua boca e dê duas pequenas insuflações de boca a boca; Cada uma deve durar 1.5 a 2 segundos.. Cheque que o peito do bebê e verifique se o tórax eleva com cada respiração.

DE 5 COMPRESSÕES


Ponha os dedos terceiro e quarto no meio do peito, Suavemente pressione 5 vezes sobre o peito, a um ritmo de 120 compressões por minuto. Pressione somente 1 1/2 centimetro. .

REPITA


Repita ciclos de uma 1 respiração e cinco 5 compressões por minuto. Depois de um minuto ligue para 193. Regresse a criança e repita os ciclos de das respirações de boca a boca seguidas das compressões no peito.

ASFIXIA

A cabeça da pessoa deve estar mais baixa que o peito. Em seguida, dê quatro pancadas fortes no meio das costas, rapidamente com a mão fechada. A sua outra mão deve apoiar o peito do paciente.

Se o paciente continuar asfixiado, fique de pé, atrás, com seus braços ao redor da cintura da pessoa. Coloque a sua mão fechada com o polegar para dentro, contra o abdômen da vítima, ligeiramente acima do umbigo e abaixo do limite das costelas. Agarre firmemente o pulso com a outra mão e exerça um rápido puxão para cima. Repita, se necessário, 4 vezes numa seqüência rápida.


Se a vítima for um bebê ou criança pequena, deite-a de bruços apoiando no seu braço.

Dê 4 pancadas fortes, mas sem machucá-lo.
Mantenha o bebê apoiado no seu braço, virado de costas, com a cabeça mais baixa que o resto do corpo, e apóie 2 ou 3 dedos no seu abdômen, ligeiramente acima do umbigo e abaixo da caixa torácica.Pressione as pontas dos dedos com um ligeiro alongamento ascendente.
Procure auxílio médico.

AFOGAMENTO

Afogamento é a asfixia gerada por aspiração de líquido de qualquer natureza que venha a inundar o aparelho respiratório. Haverá suspensão da troca ideal de oxigênio e gás carbônico pelo organismo.


SINAIS E SINTOMAS

Em um quadro geral pode haver hipotermia (baixa temperatura corporal), náuseas, vômito, distensão abdominal, tremores , cefaléia (dor de cabeça), mal estar, cansaço, dores musculares. Em casos especiais pode haver apnéia (parada respiratória), ou ainda, uma parada cárdio-respiratória



PREVENÇÃO

Para bebês- Estes nunca devem ser deixados sozinhos no banho ou próximo a qualquer superfície líquida.

Para crianças- Além dos cuidados anteriores deve-se estimulá-las a assumir responsabilidade por sua própria segurança. Elas devem aprender a nadar e a boiar e devem compreender que não devem entrar em águas perigosas. Saltos de trampolim são extremamente perigosos.

Para adultos- Estes devem ter noções sobre as suas limitações principalmente quando suas funções normais estiverem comprometidas devido ao manuseio de drogas, sejam elas medicamentos ou bebidas. Evitar nadar sozinho em áreas não supervisionadas ou em áreas onde as condições do meio líquido sejam desconhecidas.
Qualquer nadador deve estar apto a nadar diagonalmente a uma corrente que o pegou e não contra a mesma , se não conseguir escapar deve chamar por socorro.

"NUNCA SE DEVE FINGIR ESTAR PRECISANDO DE SOCORRO"

PRIMEIROS SOCORROS EM AFOGAMENTO

Objetivo

Promover menor número de complicações provendo-se o cérebro e o coração de oxigênio até que a vítima tenha condições para fazê-lo sem ajuda externa, ou até esta ser entregue a serviço médico especializado.

Deve promover o resgate imediato e apropriado, nunca gerando situação em que ambos (vítima e socorrista ) possam se afogar, sabendo que a prioridade no resgate não é retirar a pessoa da água, mas fornecer-lhe um meio de apoio que poderá ser qualquer material que flutue, ou ainda, o seu transporte até um local em que esta possa ficar em pé. O socorrista deve saber reconhecer uma apnéia, uma parada cárdio-respiratória (PCR) e saber prestar reanimação cárdio-pulmonar (RCP)

A nível de Primeiros Socorros deve-se sempre:

1. Acalmar a vítima, fazê-la repousar e aquecê-la através da substituição das roupas molhadas e fornecimento de roupas secas, casacos, cobertores e bebidas quentes

2. Manter a vítima deitada em decúbito dorsal procedendo com a lateralização da cabeça ou até da própria vítima afim de que não ocorra aspiração de líquidos.



  1. Caso o afogado inconsciente seja deixado sozinho, ele deve ser colocado na posição de recuperação que mantêm o corpo apoiado em posição segura e confortável, além de impedir que a língua bloqueie a garganta e facilitar a saída de líquidos.

CORPOS ESTRANHOS

NOS OLHOS:
Devemos ser cautelosos evitando danos adicionais.
PRIMEIROS SOCORROS


  • Não esfregue os olhos. Mantenha os olhos fichados fim de que as lágrimas lavem o olho lesado e retire o corpo estranho.

  • Se não der certo, puxe a pálpebra superior para fora e para baixo, fazendo ultrapassar a pálpebra inferior. Dobre a pálpebra superior para cima e tente localizar o corpo estranho. Use a ponta de um lenço limpo e úmido para retira-lo.

  • Encaminhe para assistência médica especializada.

  • NÃO RETIRE CORPO ESTRANHO ENCRAVADO NO GLOBO OCULAR. Vede-o e procure ajuda médica.






NO NARIZ:
Não devem ser retiradas com o auxilio de instrumento cortante, a fim de evitar-se lesões adicionais.
PRIMEIROS SOCORROS


  • Fechar a narina oposta e expelir o ar com alguma força.

  • Procure ajuda médica especializada.



NO OUVIDO:
Não use pinças , tesouras , palitos etc. è comum insetos alojarem-se nesta área.
PRIMEIROS SOCORROS


  • Use vaselina líquida esterilizada ( óleo ou azeite) pingue algumas gotas com a vítima com o ouvido afetado para coima. Deixe algum tempo , depois inverta a posição verificando a saída do inseto.

  • Procure ajuda médica especializada.



UNIDADE VIII

ENVENENAMENTO POR INGESTÃO










Em caso de envenenamento por ingestão, a primeira coisa que se deve fazer é tentar descobrir a substância ingerida, porque o tratamento varia caso a caso.

Providencie socorro médico o quanto antes. Enquanto aguarda a chegada da ambulância, peça orientação por telefone para o Centro de Controle de Intoxicação (CCI) de sua cidade

Ao contrário do que o senso comum manda, não se deve nunca induzir o vômito na pessoa intoxicada. O vômito pode causar um desgaste desnecessário no trato digestivo da vítima e não irá resolver o problema. Nos casos de envenenamento por produtos corrosivos (ácido e bases) e derivados de petróleo, vomitar vai piorar - e muito - a situação.

Se, no entanto, acontecerem vômitos involuntários, cuide para que a vítima use um balde, para que o material possa ser analisado pelos médicos.



PRIMEIROS SOCORROS

Se a vítima apresentar convulsões, não tente imobilizá-la nem segurar sua língua. Apenas garanta que ela não vai esbarrar em algo e se machucar ainda mais.

Caso haja uma parada respiratória, apresse a ida ao hospital. Infelizmente, nos casos de intoxicação, fazer respiração boca-a-boca não vai adiantar.

Deite a vítima de lado, com a cabeça apoiada sobre o braço, para evitar que ela se sufoque com vômitos involuntários. Se a pessoa estiver com frio, agasalhe-a.

Preste muita atenção em cada reação, pois suas descrições vão ser essenciais na hora do atendimento médico. Observe se a vítima está fria ou quente, se saliva, vomita, parece confusa ou sonolenta. Esteja atento aos detalhes.

Se você conseguir, leve junto com o paciente o produto que causou o envenenamento. Vale a embalagem, o resto do veneno ou, em caso de plantas, um ramo que possa ser facilmente reconhecido.

Se não houver sinal da substância ingerida mas a vítima tiver vomitado, pode-se levar o próprio vômito para ser analisado. Esse procedimento também o útil no caso de ingestão de comprimidos, mesmo que você já esteja levando a embalagem.

CUIDADOS COM SUBSTÂNCIAS TÓXICAS

A










lista de substâncias que pode provocar envenenamento é extensa, e muitos produtos tóxicos ficam logo ali, ao alcance da mão: na prateleira do banheiro, na geladeira, no jardim. Os acidentes são muito comuns mas, em sua maioria, poderiam ser facilmente evitados.

Tome cuidado: não deixe os produtos tóxicos à vista de crianças. Eles devem estar em locais altos e trancados à chave. Também é aconselhável não tomar remédio na frente de crianças nem incentivá-las a aceitar o medicamento argumentando que seu sabor é bom.

Não guarde nenhum produto químico fora da embalagem original, para evitar confusão. Imagine o estrago que pode causar uma pessoa com sede ao lado de uma garrafa de refrigerante cheia de alvejante.

Além disso, caso haja um acidente, a embalagem original onde vem escrita sua fórmula pode ser de grande ajuda. Pelo mesmo motivo, evite usar produtos clandestinos. Veja, a seguir, lista de algumas substâncias tóxicas que podem causar muito mal quando ingeridas.



Ácidos e bases:
Ácido muriático
Água sanitária
Alvejante
Amoníaco
Cal virgem
Clareador de pêlos
Detergente em grânulos (usado em lava-louças)
Descolorante
Desinfetante
Limpador de fogão
Limpador de metal
Removedor de calos e verrugas
Removedor de ferrugem
Soda cáustica
Tablete de Clinitest (usado por diabéticos para medir glicose na urina)
Tintura e alisante de cabelo

Derivados de petróleo:

Aguarrás


Álcool combustível

Inseticida solúvel em solvente orgânico

Diluente de tinta

Fluido de isqueiro

Gasolina

Naftalina líquida

Polidor e cera de assoalho ou mobília

Polidor de metal solúvel em solvente orgânico

Querosene

Removedor de cera (usado em limpeza de casa)

Removedor de esmalte

Removedor de tinta

Solvente "Thinner"

Tinta solúvel em solvente orgânico



Plantas:

Arruda


Avelós

Cambará


Chapéu de Napoleão

Coroa de Cristo

Comigo Ninguém Pode

Costela de Adão

Espirradeira

Giesta


Inhame Bravo

Jibóia


Mandioca Brava

Pinhão Paraguaio

Saia branca

Outras substâncias comuns:

Água oxigenada

Álcool (usado em limpeza de casa)

Anticongelante (polietileno glicol)

Bebidas alcóolicas (principalmente junto com outras substâncias)

Caixa de palito de fósforo

Detergente comum

Desodorante

Drogas se uso abusivo (maconha, cocaína, crack...)

Esmalte


Inseticidas em geral

Medicamento

Naftalina em bolinhas

Perfume


Pilhas e baterias

Purpurina

Raticida (em especial os clandestinos)

Repelente de inseto



ANIMAIS PECONHENTOS
Como prevenir acidentes com ofídios

  • Nunca andar descalço. O uso dos sapatos, botinas sem elásticos, botas ou perneiras .deve ser obrigatório. Dependendo da altura do calçado, os Acidentes podem ser evitados na ordem de 50 até 72%.

  • Olhar sempre com atenção o local de trabalho e os caminhos a percorrer.

  • Usar luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem. Nunca colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras.

  • Não colocar as mãos em tocas para pegar pelo rabo o tatu que é visto ao entrar; esta é a melhor maneira de ser picado por cascavéis que se abrigam nesses locais.

  • 5. Não utilizar diretamente as mãos ao tocar em sapé, capim, mato baixo, montes de folhas secas; usar sempre antes um pedaço de pau, enxada ou foice, se for o caso. Esse tipo de cuidado pode evitar até 20% dos acidentes que acontecem nas mãos e no antebraço.

  • Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos.

  • Ao entrar nas matas de ramagens baixas, ou em pomar com muitas árvores, parar no limite de transição de luminosidade e esperar sempre a vista se adaptar aos lugares menos iluminados. A adaptação da visão ao local menos claro ou à penumbra em dia de luminosidade intensa é mais lenta e a falta de cuidado nesse instante pode provocar acidentes ofídicos nos braços, nos ombros, na cabeça e rosto, da ordem de 5 a 6%.

  • Evitar trepadeiras muito encostadas a casa, folhagens entrando pelo telhado ou mesmo pelo forro.
Como prevenir acidentes com aranhas e escorpiões

  • Usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem.

  • Examinar e sacudir calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las.

  • Afastar camas das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários.

  • Não acumular lixo orgânico, entulhos e materiais de construção.

  • Limpar regularmente atrás de móveis, cortinas, quadros, cantos de parede.

  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meia-canas e rodapés. Utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos. Colocar sacos de areia nas portas para evitar a entrada de animais peçonhentos

  • Combater a proliferação de insetos, principalmente baratas e cupins, pois são alimentos para aranhas e escorpiões.

  • Limpar terrenos baldios pelo menos na faixa de um a dois metros junto ao muro ou cercas.

  • Não colocar mãos ou pés em buracos, cupinzeiros, monte de pedra ou lenha, troncos podres, etc.


Primeiros Socorros

1. Lave o local da picada de preferência com água e sabão.

2.Mantenha a vítima deitada. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção do veneno.

3. Se a picada for na perna ou no braço, mantenha-os em posição mais elevada.

4.Não faça torniquete. Impedindo a circulação do sangue, você pode causar gangrena ou necrose.

5.Não fure, não corte, não queime, não esprema, não faça sucção no local da ferida e nem aplique folhas, pó de café ou terra sobre ela para não provocar infecção.

6.Não dê a vítima pinga, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país.

7.Leve a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que possa receber o soro em tempo.

8.Leve, se possível, o animal agressor, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico.

9.Lembre-se: nenhum remédio caseiro substitui o soro antipeçonhento.

ATENÇÃO

Em qualquer caso de acidente com animal peçonhento, o paciente deve ser medicado nas primeiras horas após o acidente.
O soro antiveneno é o único tratamento eficaz.



P.E., 41 anos, biólogo, “serpentólogo” - caçador profissional de serpentes, vítima de acidente com surucucu (gênero Lachesis), que corresponde a 1% dos acidentes ofídicos no Brasil .


    O efeito proteolítico local do veneno provocou necrose de partes moles do segundo dedo da mão direita na região palmar das falanges proximal (F1), intermediária (F2) e distal (F3), com exposição osteo-tendínea. Foi realizado desbridamento amplo com ressecção dos tendões flexores (Foto 1).




Pós-operatório imediato da reconstrução cirúrgica por meio de retalho dermocutâneo do dorso do 2º dedo.






ÁGUA-VIVA

Uma picada de água-viva é venenosa e causa intensa dor queimante no local da picada. Sintomas, que podem ser sérios, incluem dificuldades respiratórias e inconsciência.



CUIDADOS IMEDIATOS: Aplique compressa gelada (tal como gelo envolto em uma toalha) no local. Peça ajuda a alguém ou telefone para o número de emergências local se a pessoa não necessitar de assistência imediata. Não tente remover ferrões que estão grudados na pele.

Verifique se a pessoa tem sinais de reações alérgicas. Quebrar os ferrões pode causar maiores prejuízos. Ao invés disso, use vinagre para lavar os ferrões grudados (água fresca pode ativar os tentáculos para a picada). Coloque a pessoa em uma posição confortável e mantenha-a quente até que a assistência médica chegue.




UNIDADE IX



BOM SUPRIMENTO PARA UM KIT DE PRIMEIROS SOCORROS

Uma caixa de equipamentos de pesca ou uma caixa plástica retangular fechada pode ser um kit ideal de primeiros socorros. É bom manter um sempre em um à mão em sua casa, carro, barco ou no camping. Abasteça seu kit de primeiros socorros com os seguintes itens básicos:



- Um rolo de algodão absorvente;
- Solução antisséptica ;
- Fita adesiva larga;
- Bandagens de vários tamanhos;
- Sabonete;
- Bandagens de "borboleta" e finas tiras de adesivo para segurar a pele nas extremidades;
- Proteção para boca para realizar respiração boca a boca;
- Cotonetes de algodão;
- Bandagens elásticas ou envolventes;
- Lanterna;
- Pedaços de gaze;
- Luvas cirúrgicas descartáveis;
- Fósforos;
- Tesoura;
- Alfinetes de segurança;
- Agulha de costura para ajudar a remover lascas;
- Termômetro;
- Dois pedaços de pano em forma de triângulo para ser usado como aparador de braço ou para cortar como bandagens ou correias;
- Pinças.

BIBLIOGRAFIA:

  • BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE - Manual para instrutores de Socorristas. Centro de Documentação do Ministério da Saúde, Brasília/1984, 195p.

  • BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE – Protocolo da Unidade de Emergência. Uma experiência do Hospital São Rafael – Monte Tabor – 10º edição. Série A Normas e manuais Técnicos, Brasília/2002, 204p.

  • ERAZO , Manual de Urgências em Pronto Socorro , Editora MEDSI ,4º edição, 1997,762 p.

  • FIGUEIREDO, JOSÉ ROBERTO , emergência conduta médica e Transporte. Editora REVINTER,1996, 284p.

  • GRUPO DE TRAUMA DO RIO DE JANEIRO , Sistematização do Atendimento ao politraumatizado,1995, 96p

  • ARQUIVOS BRASILEIROS DE CARDIOLOGIA, Consenso Nacional de ressucitação Cárdio Respiratória, vol 66, nº6 junho, 1996.

  • Saúde Ocupacional e Primeiros Socorros - CSS/CECOM - UNICAMP






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