Principios tácticos do futebol introduçÃO



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Encontro04.08.2016
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PRINCIPIOS TÁCTICOS DO FUTEBOL


  1. INTRODUÇÃO

Um jogo de futebol é, de certa forma, comparável a um campo de batalha, no qual não basta ter excelentes soldados e objectivos tácticos bem definidos para chegar à vitória, se não tivermos os soldados bem preparados para ultrapassar as dificuldades que se apresentam, nunca alcançaremos a vitória.


Suponhamos que para alcançar um certo objectivo se torna necessário atravessar um rio com um elevado caudal, será impossível ultrapassa-lo se os soldados não souberem nadar.
No futebol é igual, os jogadores devem de antemão saber, quer teórica, quer na prática, todos os problemas tácticos que se lhes possam apresentar ao longo de uma partida, para que fiquem melhor preparados para os superar.
Alguns treinadores preocupados com a necessidade de eliminar o improviso dos seus jogadores durante a competição, criaram e desenvolveram os princípios tácticos, dando-lhes a conhecer ideias de jogo simples e que os ajudaria a libertar toda a sua criatividade.



  1. HISTÓRIA

A sua origem remonta aos finais da década de 50 e princípios da década de 60, nos mundiais da Suécia (1958) e do Chile (1962), quando apareceram os chamados “princípios tácticos clássicos (de base)” com os princípios gerais, ofensivos e defensivos que ainda hoje perduram.


A partir da década de 70, os mundiais do México (1970) e Alemanha (1974), começou a falar-se no “futebol total” que teve com expoente máximo a Holanda, apelidada de “Laranja Mecânica”, liderada por esse extraordinário jogador, que foi Johan Cruyff e treinada por Rinus Michels, quem marcou uma ruptura importante na evolução táctica do futebol moderno, através da introdução do treino integrado, ou seja a introdução de exercícios que envolvem todas as componentes do treino (físico, técnico, táctico e psicológico), de acordo com a concepção de jogo escolhida.
Assim apareceram os princípios de jogo que fundamentam as tácticas actuais e a que chamamos “princípios tácticos modernos”(evolução).

  1. DEFINIÇÃO DOS PRINCIPIOS TÁCTICOS

Os princípios tácticos, ou de jogo, definem-se como ideias fundamentais e essenciais para o futebol, que formam um verdadeiro método de trabalho, com dois objectivos específicos:




    • Preparar o jogador com competências que lhe permitam resolver com êxito os numerosos problemas tácticos que o futebol apresenta a cada instante na competição.



    • Dotar o jogador de uma formação mental táctica ou de jogo, que lhe permita, de acordo com o decorrer do jogo, tomar iniciativas ou alterar as estratégias delineadas para o jogo, desenvolvendo a sua inteligência de jogo, através de três mecanismos, percepção, decisão e execução.



  1. PRINCIPIOS TÁCTICOS CLÁSSICOS (BASE)

Os princípios tácticos clássicos, dividem-se em gerais, ofensivos e defensivos, e são um conjunto de ideias de fácil percepção e análise rápida que, de acordo com a dinâmica de jogo, pretendem dar ao jogador uma ideia global do jogo




    1. Características

Estes princípios desenvolvem algumas qualidades morais e intelectuais que de forma sistemática se vão trabalhando nos treinos com a realização dos jogos tácticos reduzidos e jogos simplificados.


As suas características são:


      1. São fundamentais nos escalões de iniciação ao futebol




      1. Permitem a aquisição de uma concepção táctica global e geral




      1. Facilitam a interpretação dos princípios tácticos de evolução.




      1. São de fácil compreensão e analise rápida



    1. Diagrama dos princípios tácticos de base




GERAIS

DEFENSIVOS

OFENSIVOS

    • Fazer o mais fácil

    • Acompanhar a jogada

    • Mobilidade constante

    • Jogar no comprimento e na largura do campo

    • Visão periférica

    • Dominar a ideia de bloco

    • Dominar a ideia de mudança de jogo

    • Passar a bola e procurar um espaço para receber

  • Segurança em todas as situações

  • Saber colocar-se

  • Saber recuar

  • Marcação como sinónimo de antecipação e intercepção

  • Cooperação com o colega ultrapassado

  • Sair a jogar

  • Jogar com o guarda redes

  • Jogar a toda a largura do campo

  • Ganhar a linha de fundo

  • Domínio do 2x1

  • Domínio do bloqueio

  • Ocupar os espaços vazios, jogando sem bola

  • Fome de golo

  • Rematar e continuar em jogo até ao final da jogada

  • Dominar os fundamentos técnicos individuais



  1. PRINCIPIOS TACTICOS MODERNOS (EVOLUIDOS)

Os princípios tácticos evoluídos estão divididos em princípios defensivos e princípios ofensivos, de acordo com a dinâmica geral do jogo e foram subdivididos, designados pelas fases do jogo, de acordo com uma ordem lógica e encadeada.


Os princípios defensivos, foram subdivididos no grupo da contenção, que após a perda da posse de bola é a acção a desenvolver, procurando encontrar um equilíbrio nas tarefas defensivas, grupo do equilíbrio, partindo dai para a procura da recuperação da posse da bola, grupo da recuperação.
Os princípios ofensivos estão subdivididos no grupo do controle ou manutenção da bola, logo após a recuperação da sua posse, no sentido de procurar um domínio no inicio da fase ofensiva, em seguida deve-se procurar a mobilidade, não só individual, mas também colectiva e aqui estamos no grupo da mobilidade, que nos levará a penetrar nas linhas defensivas do adversário, grupo da penetração, por ultimo, o grupo da improvisação, sendo o futebol um jogo com

alterações constantes, é o grupo que depende da preparação técnica individual que permite a um jogador mudar de acção no momento menos esperado.





    1. Características




  • São fundamentais em todas as etapas de aprendizagem do futebol e também no alto rendimento (a partir dos 12 anos de idade)




  • Acentuam e concedem um sentido mais prático na interpretação do jogo, ou seja facilita a sua leitura




  • Desenvolve uma concepção de jogo mais específica (inteligência de jogo)




  • A FIFA difunde-os em todos os programas de formação de técnicos



    1. Diagrama Esquemático dos princípios tácticos evoluídos e seus grupos






    1. Definição dos princípios tácticos defensivos




  • Grupo da contenção

A primeira subdivisão dos princípios de jogo defensivos é a contenção.


A principal tarefa de um jogador logo após a perda de posse da bola é prevenir o desenvolvimento de uma jogada de ataque da equipa adversária, tanto quanto possível, no mesmo local onde se perdeu a bola e o seu sucesso depende da intervenção defensiva dos jogadores colocados naquela zona do campo.
Os princípios tácticos deste grupo são:


  1. Recolocação / Recuperação no terreno

São os movimentos de retorno realizados pelos jogadores da equipa que perde a posse de bola para no menor tempo possível voltar a ocupar as suas posições defensivas.




  1. Temporização

Com a temporização, procura-se impedir a progressão ofensiva do adversário, pressionando o portador da bola, esta acção deve ser desenvolvida pelo defensor mais próximo dele.

O objectivo principal é evitar um ataque rápido por parte da equipa adversária, criando condições para que a sua equipa se recoloque e rapidamente assumam as suas tarefas defensivas.



  • Grupo do equilíbrio

Quando o adversário se aproxima da zona de baliza da equipa defensora, deve fazer-se uma marcação mais directa, cabendo aos defensores estabelecer um equilíbrio entre o número de atacantes e de defesas, tendo em conta que a equipa adversária na fase ofensiva procurará obter superioridade numérica que lhe dê vantagem no ataque, devendo os defesas, através de movimentações individuais e colectivas, procurar um equilíbrio defensivo.


Os princípios tácticos defensivos do grupo do equilíbrio são:



  1. Marcação

É a posição que o jogador adopta quando está a desempenhar uma tarefa defensiva quer seja a prever, antecipar e contrariar os movimentos do adversário.


O objectivo principal da marcação é a neutralização das acções ofensivas do adversário, quer sejam efectuadas com bola, procurando recuperar a sua posse, quer seja sem bola, procurando prevenir acções ofensivas que possam vir a desenvolver.
Existem cinco tipos de marcação.



    1. Marcação individual

São as acções de marcação que o defesa exerce sobre um jogador em particular e tem por objectivo neutralizar todas as acções ofensivas de um determinado atacante, através de uma marcação directa, e pressionante que procura reduzir a área de acção do adversário.


Este tipo de marcação, para ser eficaz, requer uma excelente condição física e uma enorme capacidade de luta e sacrifício.

    1. Marcação à zona

Como o seu nome indica consiste na distribuição racional do terreno de jogo em zonas e das funções defensivas. Cada jogador mantém a sua posição no campo e marca todos os jogadores que passem pela sua zona, se o jogador que estão a marcar mudar para outra zona, imediatamente as tarefas defensivas são transferidas para outro companheiro.


A comunicação e o entendimento entre os defensores deve ser perfeitamente clara, uma vez que a aplicação deste tipo de marcação resulta claramente do jogo de equipa, tendo por princípio a colaboração mútua e recíproca, uma vez que uma das fraquezas da marcação à zona é a introdução de dois atacantes na zona, criando assim superioridade numérica, que só pode ser combatida com um excelente entrosamento entre os defesas.


    1. Marcação combinada

É a combinação entre os dois tipos de marcação anteriores, ou seja, é uma marcação homem a homem numa determinada zona, isto quer dizer que cada defesa tem uma determinada zona de acção, dentro da qual deve marcar individualmente o adversário que nela penetre.




    1. Marcação Mista

É a interacção dos três anteriores tipos de marcação segundo as necessidades do treinador. Isto significa que por exemplo uma equipa que utiliza o sistema táctico 1-4-3-1-2, pode realizar uma defesa combinada com os 4 defesas, realizar uma defesa à zona com os três médios, uma marcação individual com o médio criativo e uma marcação à zona com os seus dois avançados.


Convém não esquecer que este tipo de marcação se aplica de acordo com os objectivos tácticos do treinador após a prévia análise do adversário e da própria equipa. A sua aplicação é colectiva.


  1. Cobertura

É estar em situação e poder ajudar um companheiro que pode ser ultrapassado por um adversário




  1. Compensação

É quando um jogador ultrapassado pelo adversário, procura o mais rápido possível ocupar o lugar do companheiro que saiu em sua ajuda ao encontro do adversário que o ultrapassou.




  1. Equilíbrio

São acções recíprocas, que ocorrem quando em fase ofensiva um jogador se integra no ataque, enquanto outro companheiro vem ocupar o seu lugar, para realizar as suas obrigações defensivas.


Quando a equipa perde a bola e se inicia o ataque adversário, o jogador que integrou o ataque, vai rapidamente, até ao final dessa jogada, ocupar o lugar do jogador que o substituiu nas tarefas defensivas.


  1. Vigilância

É um tipo de marcação à distância e aplica-se aos jogadores adversários que se encontram longe do local onde se disputa a bola, mesmo com a sua equipa em posse de bola.





  • Grupo da recuperação

Quando se consegue retardar o ataque da equipa adversária e a progressão do adversário e se logra obter um equilíbrio nas tarefas defensivas e passar à fase de recuperação da posse de bola através da aplicação dos seguintes princípios:




  1. Dobras

È a acção defensiva que se executa de forma inteligente na qual dois jogadores exercem uma pressão intensa sobre o portador da bola, de forma sincronizada, com o único objectivo de ganhar a posse de bola





  1. Antecipação

É o movimento realizado pelo defesa sobre a bola, antecipando a acção que o adversário que a vai receber irá realizar.




  1. Intercepção

É impedir que uma bola passada por um adversário chegue ao seu destino, cortando a sua trajectória e ganhando a posse da bola.




  1. Carga

É a acção realizada pelo defensor sobre o adversário, fazendo-o perder a posse de bola desiquilibrando-o legalmente com o ombro, quer

quando o adversário se encontra em posse de bola, quer quando a tenta recuperar.


  1. Entrada

É a intervenção que o defesa executa sobre o adversário em posse de bola, de forma sincronizada e decidida com a intenção de lhe roubar a bola, quer seja através de um ressalto orientado, ou ficando com a posse de bola, a entrada pode ser feita de duas formas:




    1. Entrada frontal

Quando o defesa e o atacante se encontram cara a cara




    1. Entrada lateral

Quando o defesa vem em perseguição do adversário (carrinho)





    1. Definição dos princípios tácticos ofensivos




  • Grupo do controle

Os princípios tácticos ofensivos que encontramos no grupo do Controle, estão sempre virados para promover e alcançar o domínio da iniciativa e das acções ofensivas executadas pela equipa.


Estes princípios não estão só orientados para os jogadores que participam de forma activa na fase ofensiva, mas também para os jogadores que não participam directamente no ataque, o que nos dá um maior equilíbrio na fase de transferência defesa ataque, proporcionando-nos igualmente um maior controlo da dinâmica das acções ofensivas.
Os princípios deste grupo são:


  1. Controle da partida

É todo aquilo que, independentemente da bola, um treinador faz, antes durante e depois do jogo, para que a sua equipa seja superior ao adversário




  1. Manutenção da posse de bola

A sua execução eficiente e eficaz, fundamenta-se na mobilidade permanente de todos, absolutamente todos os jogadores da equipa que detém a posse de bola.


Todos os jogadores devem estar prontos e dispostos a apoiar o colega que tem a bola.


  1. Mudanças de orientação

Caracterizam-se por todos os passes longos ou curtos que mudam a direcção do sentido de jogo, de uma forma inteligente. Ao poder realizar passes longos médios ou curtos ficamos com uma ideia da diversidade de acções que podemos realizar.


As mudanças de orientação podem dividir-se em:

Quando a direcção da bola está focada nas alas, de forma horizontal, à largura do campo.




    1. Em profundidade

A direcção da bola está orientada para baliza adversária, de forma vertical, ao longo do terreno, através de passes longos




  1. controle do jogo

É a acção que todos os jogadores da equipa realizam para não perder facilmente a posse de bola e sobretudo para manter, impor e mudar o ritmo do jogo, quer seja para retirar a iniciativa de jogo ao adversário ou manter o resultado, queimando tempo.




  1. vigilância

É um tipo de marcação à distância e exerce-se sobre adversários situados longe da bola, ou quando a bola está na posse de um companheiro da defesa.





  • Grupo da mobilidade

É a base para desorganizar a acção defensiva do adversário, até porque quanto mais próximo chegamos da linha defensiva adversária, mais apertada fica a marcação adversária, bem como a atenção dos defesas rivais.


A mobilidade, com ou sem bola, detém igual importância, embora a mobilidade sem bola seja mais importante e eficaz que a mobilidade com bola (dribling).
Isto, se tivermos em conta que um jogador que tente driblar na zona defensiva adversária, é mais fácil de neutralizar, isto não quer dizer que não se deva fazer, devendo o jogador que a realizar, utilizar muita inteligência na escolha dos espaços.
A mobilidade sem bola, dá-nos a possibilidade de criar espaços livres que poderão vir a ser aproveitados por companheiros de equipa. Os princípios deste grupo são:


  1. Desmarcação

É evitar ou fugir da marcação efectuada por um adversário, quando um jogador da nossa equipa se encontra em posse de bola.


É a acção efectuada por um jogador ao ocupar os espaços livres, criando linhas de passe. Os tipos de desmarcação, são os seguintes:



    1. Em apoio

Como o nome indica, é a acção que se realiza para apoiar um companheiro em posse de bola.


O jogador que se desmarca, desloca-se na direcção do portador da bola e coloca-se numa posição lateral, diagonal, posterior ou de frente para ele.



    1. De ruptura

Quando o jogador que se desmarca, procura a progressão do ataque, através da ocupação de espaços livres, com a intenção de perturbar ou ultrapassar a linha defensiva adversária.




  1. Apoios

É a acção que todos os membros da equipa devem realizar à volta do portador da bola, disponibilizando-se para o substituir na condução da bola ou dando-lhe a possibilidade de progredir com a bola até à conclusão do ataque. Os apoios podem ser:




  1. Laterais

  2. Diagonais

  3. Em profundidade

  4. A partir de trás

  5. A partir da frente




  1. Mudanças de ritmo

É uma acção de cariz individual que se caracteriza pela alteração de movimentos, quanto à velocidade (lentos ou rápidos)




  1. Mudanças de direcção

Dinâmica de características individuais, que assenta nos movimentos de alteração de sentido de jogo realizados pelos jogadores portadores da bola nas diferentes direcções (esquerda, direita, para trás, para a frente, diagonal, lateral)





  • Grupo da Penetração

Neste grupo, encontramos todas aquelas acções de jogo que promovam a dinâmica ofensiva vertical até à baliza adversária, tendo por objectivo a obtenção de superioridade numérica na zona defensiva adversária, com a qual procuraremos quebrar as acções defensivas do adversário, com altas possibilidades de finalização. Estas acções caracterizam-se pela sua alta velocidade e excelente mobilidade.




  1. Tabelas

São conhecidas como jogadas 1-2, caracterizam-se pela recepção e rápida devolução da bola entre dois ou mais jogadores da mesma equipa.


As tabelas são jogadas de acção rápida onde o jogador que recebe a bola tem como prioridade a sua devolução com apenas um toque.


  1. Espaços livres

São os locais do campo que ficam desertos, quer pelo prévio abandono dos companheiros do portador da bola, quer pelo defesa que o acompanha (criação), é a acção consequente de um jogador que se desloca para um espaço livre promovendo a sua ocupação.


Desta forma, torna-se evidente que foi criado e ocupado um espaço livre, mas para que este seja bem aproveitado é obrigatório que a bola chegue nas devidas condições ao jogador que o ocupou.
Assim, podemos afirmar que os espaços livres se optimizam nos seguintes passos:


  • Criação – o espaço cria-se arrastando a marcação para outras zonas do campo.




  • Ocupação – o espaço tem que ser ocupado por um jogador da nossa equipa em mobilidade sem bola




  • Aproveitamento – tem que haver um bom passe do portador da bola e uma boa recepção do ocupante do espaço.




  1. Desdobramentos

Como a palavra indica, são uma série de deslocamentos, que permitem antes de tudo, manter a ocupação racional do terreno de jogo, apoiando nas costas do companheiro ofensivo, quando se produz um ataque organizado ou um contra ataque. Podemos distinguir 2 tipos de desdobramentos:





    1. Individuais

Produzem-se quando um jogador se inclui num ataque iniciado pelos seus companheiros.




    1. colectivos

Os jogadores que não participam directamente no ataque, desdobram-se com o objectivo de reduzir os espaços entre a linha de ataque e a linha defensiva.




  1. Progressão

A progressão em jogo, são todas as acções individuais e colectivas, que permitem levar ou enviar a bola na direcção da baliza contrária.





  • Grupo da Improvisação

A palavra improvisação significa grosso modo “sem preparação”, no entanto no futebol tem um significado bastante diferente, o seu significado radica em saber adaptar-se a situações, negativas ou positivas, que se apresentam no decorrer de um jogo de futebol.


Esta adaptação tem por base a inteligência, a cultura táctica e a experiência de cada jogador e são aspectos importantes para a escolha da resposta mais acertada aos diferentes problemas que se apresentam ao longo do jogo. Um jogador experiente sabe sempre o que fazer em determinada situação, porque já a viveu anteriormente.


  1. Ataques

É tentar chegar a baliza adversária com a bola colocada em jogo, ou após a sua recuperação e requer a acção de toda a equipa, podem-se distinguir duas classes de ataques:




  1. Organizados

É uma acção organizada e complexa, caracterizada por acções combinadas, com o objectivo de enfraquecer a defesa adversária.




  1. Contra ataque

Opção estratégica de ataque que implica uma saída rápida desde o local onde se recupera a bola de forma que o adversário não tenha tempo para recuperar e organizar-se defensivamente, explorando todos os espaços livres que deixou aquando da sua acção ofensiva.


É uma acção que requer poucos elementos.

  1. Ritmo de jogo

É uma dinâmica colectiva que se manifesta na alternância da velocidade de jogo (lento – rápido), jogo curto ou longo, com o objectivo de alcançar superioridade sobre o adversário.





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