Princípios históricos e filosóficos da escola nova no pensamento de jonathas serrano



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PRINCÍPIOS HISTÓRICOS E FILOSÓFICOS DA ESCOLA NOVA NO PENSAMENTO DE JONATHAS SERRANO

Regina Maria Zanatta

UEM

O século XIX e os primórdios do século XX, assistem grandes transformações na ordem capitalista. Nessas profundas modificações insere-se o Brasil com o objetivo de buscar estratégias que dêem amparo à consecução de um mercado expansionista; estratégias que vão adquirir consistência a partir dos anos 30, tanto no Brasil como em toda a América Latina.



Temos que as crises econômicas implicam sempre em discussões (genéricas ou não), realizadas em todas as instâncias sociais, e esses debates não estão desvinculados do processo de desenvolvimento de uma sociedade que luta por outro patamar de competitividade. O Brasil é exemplo desse movimento, na década de trinta, quando o sentido de consciência nacional, ao fazer um esforço de coesão, discute a educação como a instância que precisa “ser posta, antes de tudo, na direção de objetivos nacionais de ordem, de segurança, de disciplina.” A Nação, procurando empenhar-se no seu fortalecimento, compreende que essa força é dependente da sua capacidade de produção, e na mesma direção associa e “afirma a educação na clara tendência de tornar-se, com os ideais nacionais, a preparação para o trabalho em novas bases.” (Lourenço Filho, 1940, p. 49)

Esse momento se apresentando favorável para pronunciamentos a respeito do necessário desenvolvimento da pátria favorece e confirma a idéia de que cabe à ação educativa uma função de transformação. O Estado toma a si essa preocupação porque ela parece ser condição de superação da velha economia colonial. A associação do Estado à Educação, a partir desse momento, promovendo-se como intervencionista, é o caminho político necessário para que a nação “desperte” e impulsione seus mecanismos para a modernização. Percebe-se que é na década de 30, que abrem-se definitivamente os caminhos para a modernidade brasileira, perdurando por até meados dos anos 60.

É com esse olhar voltado para as transformações que na Primeira República se exige um novo perfil para o cidadão e impõe-se à educação, também, novas funções. A instituição educacional, no bojo da discussão, destaca-se como a que possui condições de efetuar mudanças, gerando, principalmente, um novo comportamento para o homem, que deve, então, acompanhar as necessidades do seu tempo.

Nesse sentido, o desenvolvimento da modernidade, nos anos 30, concretizava-se a algum grau de intervenção do Estado, não só ao setor educacional mas a todas as instituições ou instâncias sociais. Temos substancialmente, neste momento, “um amplo movimento social que alterou em profundidade as linhas de estruturação da sociedade brasileira a partir da década de 30, no sentido de uma organização mais definida das relações de produção nos moldes do sistema capitalista”. (Mota,1977, p.47)

Assim, novas condições, decorrentes do desenvolvimento das forças produtivas durante o século XIX e XX, trazem consigo modificações no mercado internacional e provocam a reorganização de mecanismos econômicos internos acentuando, no Brasil, a necessidade de se pensar a educação. Na configuração dessa nova fase do capitalismo, quando se encaminha para o desenvolvimento da industrialização é que a função e o papel das instituições adquire relevância. O Estado intervencionista e a educação transformadora considerados legítimos para o desenvolvimento nacional - são discutidas ao mesmo tempo que se efetuam múltiplas alterações nos rumos e nos comportamentos dos homens brasileiros.

É no interior dessa mesma dinâmica que se pode perceber a manifestação de concepções teóricas que apresentam fundamentos distintos e, muitas vezes, antagônicos, que ora lutam para que as tradições permaneçam, ora lutam para implantar novas formas de pensamento. E, é no alvorecer de novas posturas teóricas, que forças favoráveis ou contrárias se produzem e impulsionam as instituições políticas, jurídicas, religiosas, educacionais, quer para reformas quer para a preservação de modelos já defasados pelo desenvolvimento do capital. Assim, em torno do marco dos anos 30, uma nova forma educativa se pronuncia, como exigência encaminhada pelo processo de desenvolvimento da sociedade capitalista. Compreende-se, então, que reconstituir processos educativos que se deflagram em determinado momento histórico e que se constituem na própria trama do movimento daquelas relações, passa a ser verdadeiro desafio. É, em torno desse desafio que procuramos buscar a formação educativa do homem delineada em torno dos anos 30, traçada a partir de interesses produzidos por um mercado que necessita ser competitivo e que assume os princípios teóricos gerados no interior de países desenvolvidos.

Em vista disto, este estudo preocupa-se em reconhecer os pressupostos teóricos que fundamentavam a Escola Nova e que no Brasil foram assumidos, sustentados e implantados pela reforma educacional de 1928 com o objetivo claro de colocar o Brasil no patamar das grandes nações capitalistas. Entre tantos autores do período, a análise da obra de Jonathas Serrano, A escola nova (1932), é o veículo que utiliza-se para reconhecer os princípios filosóficos e educacionais que foram defendidos nos primórdios da década de 30, período de consolidação da reforma.

Através dessa obra, Jonathas Serrano, estuda, analisa, assume e critica teoricamente a proposta pedagógica da Escola Nova. Por ser um participante ativo no campo da pedagogia, da história e da filosofia consegue, de modo pragmático, denunciar as prováveis conseqüências da nova proposta educacional. A sua inserção de forma ativa nos debates do período da Primeira República e, ao mesmo tempo, sua ação administrativa e pedagógica através dos encargos assumidos nas instituições educativas, como os de: Catedrático do Colégio Pedro II, Sub Diretor da Instrução Pública e Diretor da Escola Normal do Distrito Federal, lhe conferem status para analisar politicamente as pretensões reformistas da época.

Entre as obras publicadas, por esse autor, que contribuíram para o debate educacional, destacam-se: Epítome de História Universal; Metodologia da História (1917); Filosofia do Direito; Júlio Maria; História do Brasil (1931); Homens e idéias; Cinema e educação; A montanha do Cristo; Ludovico; A escola nova (1932).

Contudo, o referido autor não tem merecido destaque entre os pesquisadores da História e da Filosofia da Educação, que se preocupam com a educação da Primeira República, sendo que sua obra não tem sido privilegiada de forma efetiva, impondo-lhe uma categoria de menor importância no cenário da época.

Muitas pesquisas vem se realizando sobre esse período, nos últimos tempos. Abordam nas suas análises perspectivas/concepções teóricas diferenciadas e destacam conteúdos particularizados que apenas descrevem as idéias principais dos autores, sem associar o pensamento às questões mais amplas da sociedade. Autores, contemporâneos de Serrano, são amplamente abordados em teses, pesquisas, artigos, tendo ampla diversidade de escritos sobre Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, entre outros. No entanto, não se conseguiu, ainda, localizar nada sobre Serrano. Isto é surpreendente quando, em leituras, ainda que apressadas, constata-se o quanto o autor tece críticas a alguns aspectos da nova pedagogia e da nova psicologia, no momento em que o debate da Escola Nova era caloroso.

Considerando a quantidade da produção científica que privilegia autores renomados desse período histórico e a escassez de análises sobre figuras que, embora participantes ativas do debate educacional, não se manifestaram tão expressivamente como as demais, percebe-se que há, ainda, um campo vasto a pesquisar sobre o período.

A inexistência de pesquisas sobre o pensador Serrano, instigou o encaminhamento desse estudo e, também, a constatação de que a maioria dos autores contemporâneos não privilegia preocupações como as por ele focalizadas, principalmente, ao colocar dúvidas sobre as bases educacionais e suas possibilidades futuras quanto a formação dos homens fora da esfera do imediato econômico. Serrano extrapola o seu tempo imediato para pensar sobre o futuro, na força da educação do tempo presente para o indivíduo no futuro.

Talvez essas preocupações com o futuro do homem e da sociedade apresentam-se em Serrano por ele ser um historiador com preocupações filosóficas. Como historiador e, também, como filósofo, a preocupação se encaminha para além do presente, pensa no amanhã, no futuro, como o indivíduo poderá ser historicamente e, filosoficamente, como deveria ser.

A preocupação educacional de Serrano, neste sentido se diferencia dos outros educadores, que vêem apenas importância na prática educacional, mais imediata. Mais competitiva, mais dirigida ao mercado.

Procurando fundamentar-se nas suas abordagens, quando discute as questões político-educacionais que se desenrolavam naquele período, percebe-se elementos filosóficos educacionais relevantes que subsidiavam os fundamentos educativos da Escola Nova e que, marcados por seus comentários, servem de parâmetros para o entendimento não só da educação mas, também, sobre a evolução de comportamentos subsidiados por valores básicos para a expansão do mercado.

Considerando as reflexões feitas por Serrano, no momento subseqüente à implantação da nova proposta de reforma, as quais fogem dos discursos dominantes prenhes de um otimismo pedagógico irrestrito, é que postulamos com o próprio autor que a cautela ou a serenidade para analisar os fundamentos da Escola Nova é imprescindível, principalmente, quando se está no próprio embate. Esse aconselhamento legítimo serve aos dias atuais, quando se está diante de “propostas e práticas inovadoras” no campo educacional.

Sem se afastar inteiramente da atualidade, expressa-se a necessidade de buscar maior compreensão sobre a proposta pedagógica e os fundamentos da Escola Nova, como possibilidade de entendimento das sugestões atuais que o neo-liberalismo lança à escola do final do século, que não parecem, a primeira vista, contrapor-se, didaticamente, àquelas sugeridas na Primeira República. Ainda, considerando as demandas lançadas pela globalização econômica, é instigante rever os documentos básicos que deram sustentação à obra educacional consagrada por autores de renome como Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo, entre outros, posto que os mesmos salientam o indivíduo como ponto de partida para autênticas aprendizagens.

Compreende-se, então, quão importante é analisar a obra de Serrano, uma vez que os problemas apontados por ele, hoje parecem categorias apropriadas para avaliar alguns pressupostos teóricos que se encontram na proposta educacional e/ou nos parâmetros curriculares difundidos pelo Ministério da Educação do país e/ou pelo Conselho Nacional de Educação.

Esse estudo busca encontrar na obra de Jonathas Serrano o significado ou o fundamento filosófico-educacional pelo qual o autor se pauta quando analisa a Escola Nova. Ou melhor, pretende tornar clara a perspectiva social do autor posto que ele afirma que “da concepção que temos da própria vida humana, decorre naturalmente o conceito de educação, e que é impossivel isolar a pedagogia do conjunto dos nossos conhecimentos e da visão, verdadeira ou falsa, que temos do mundo.”(p.7) Da mesma maneira, ao explicitar que o fim da educação é preparar o homem para a vida e que a avaliação de um sistema educativo implica em saber em que medida ele preenche este fim(p.9) entende-se que aí se anuncia a diretriz filosófica que permeia seu trabalho. Sem desconhecer que Serrano não pode ser compreendido fora das relações que o produziu, a investigação presente se propõe a penetrar na dinâmica de seu tempo com todas as suas contradições.

A investigação, também, oportuniza reconhecer a coragem do educador ao assumir e declarar as divergências que possui em relação a proposta pedagógica de Fernando de Azevedo, quando o período apresenta certa euforia pedagógica. Mas, que por outro lado, não deixa de valorizar a proposta ao referi-la como a que provocou ou deu movimento à educação: “A reforma de Fernando de Azevedo, por mais que lhe deva a critica serena exprobrar certas audácias ou censurar alguns desacertos, não há como recusar-lhe o ter provocado um movimento pedagogico...” (Serrano,1932, p.2)

Jonathas Serrano, analisa com sensatez as questões educacionais da sua época, não se limitando a tecer críticas ou somente fazer apologia sobre a reforma pedagógica, como muitos autores do período o fizeram. Serrano, aponta características positivas e negativas da Escola Nova, sem tirar seus pés do chão. Não consagra a escola tradicional como ótima, mesmo tendo formado, através da velha pedagogia, excelentes mestres e homens de realce histórico; tão pouco confere à pedagogia nova a pretensão de ser perfeita. ( p.25)

O autor aponta os exageros e os erros da Escola Nova, considerando que as posições extremas devem ser evitadas. Alertando para a época conturbada em que vive, trepidante, dynamica, apressada, e [...] avessa ás analyses calmas, ás restricções ponderadas, critica a nova modalidade de ensino que, de um lado, limita a atuação do professor: “Ora uma das exaggerações de certos apologistas da escola nova é exactamente o dizerem que a criança, só por si, com o minimo de intervenção dos educadores (minimo que deve tender para zero) pode realizar a obra difficil de sua formação.” E, de outro lado, dá total autonomia para a criança, permitindo-lhe excessiva liberdade. Cita o prof. Lourenço Filho porque, também, não admite o exagero de certos systemas extremistas, cuja “noção de liberdade chegava ás raias da licença.” (p.104)

Comenta que a causa profunda de todos os erros é não considerar que uma pedagogia completa suppõe uma philosophia completa, uma visão de mundo...

Acerca da intervenção do Estado na Educação, quando se desloca a responsabilidade educativa da instância particular para a Estadual, como defensor das tradições católicas, está atento quando observa que: Por certo que a autoridade do Estado prepondera na concepção da educação de hoje, criticando que atitudes extremas do Estado na educação, ou seja, que o exagero na função assistencialista traz o socialismo, e a sua ausência ou sua negação traz o individualismo. (p. 106-115)

Outra questão, comentada por Serrano é a falta de compreensão sobre o significado exato das palavras no interior da proposta da Escola Nova. A incompreensão pode levar a equívocos como em relação ao chamado ensino ativo. Para melhor explicar o sentido dessa metodologia se ampara nas palavras de Claparede, defendendo o conceito funcional de educação: “(...) a simples actividade dos alumnos não basta para tornar activa uma escola qualquer (...) um individuo que pensa, sem se mexer em sua poltrona, pode bem ser muito mais activo do que um collegial que faz uma traducção latina”. (p.34-35)

Assim, Serrano enfrenta com tranqüilidade as questões do seu tempo, sem omitir no desenrolar da sua obra os problemas vistos como relevantes na implantação da nova educação, como registra na introdução: “Faremos, nestas paginas, todas as restricções que uma critica imparcial nos força a apresentar. Collaborador na Lei e no Regulamento do Ensino, jamais occultamos as nossas divergencias, em pontos fundamentaes, de ordem propriamente philosophica, ou em assumptos de menor alcance, as vezes meras questiunculas de forma.” Isso o coloca em situação diferenciada de outros autores da época, pois na sua maioria explicitam a concepção adotada com certa autonomia, sem levar em consideração as demais conflitantes, eliminando ou desconsiderando, nesse sentido, as contradições da teoria e/ou da prática.

A postura assumida por Serrano, que se expressa no desenvolvimento da obra, permite declarar que é inegável a importância dessa fonte primária, ainda mais quando se considera a possibilidade de conhecer o pensamento do autor diretamente do cenário onde ocorre o embate educacional, permitindo entrever forças, muitas vezes, antagônicas. Assim, sem interferências de intérpretes ou de terceiros, essa investigação possibilita analisar as idéias do autor, sua postura filosófica e pedagógica no momento em que ela ocorre e é explicitada. Esse enfoque se associa à historiografia brasileira que tem procurado reconstituir os processos educativos não mais se ancorando nos intérpretes, mas que tem buscado nas fontes primárias os fundamentos que os impulsionavam.

A preocupação maior desse estudo é, portanto, de conhecer as bases filosóficas educacionais que, necessariamente, vão se impondo aos homens durante as primeiras décadas do século XX. Período fecundo para pesquisa, quando se discute a reforma de ensino (1928) que, sobre tudo, implica em assumir uma nova metodologia, caracterizada como Escola Nova e que responde ao desenvolvimento do pensamento liberal. Assim, a partir dos anos 30, os educadores preocupados com os rumos que a educação vai assumindo tecem os primeiros comentários manifestando posições teóricas que não se revelam apenas como decorrentes da prática pedagógica, mas que submergem de um debate maior estabelecido na própria trama das relações sociais, ou seja, no próprio desenvolvimento da sociedade capitalista.

Nesse sentido, as reformas educativas se apresentam vinculadas às expectativas de uma demanda que ultrapassa os seus domínios internos, e são pensadas levando em consideração as necessidades que os homens estão apresentando, em determinado momento histórico, sejam elas ideais ou reais. Manifestam-se essas demandas (oriundas de uma prática econômica efetiva, de uma materialidade viva) através de argumentos que lhes dão sustentação e se explicitam nas concepções ou correntes teóricas anunciadas pela filosofia, pela psicologia, pela pedagogia, implicando, consequentemente, na fusão (sem aqui discutir se são opostas ou não) ou abandono de correntes ou teorias antes adotadas.

É, na manifestação teórica que podemos compreender o início da sistematização de uma nova forma de pensamento, ou mesmo da sua remodelação, que tem sua expressão original na base das relações sociais. Em vista disso, podemos observar que um novo quadro vai se compondo, em que diferentes posições arrebatam e tomam conta do cenário, pronunciando-se através de consecutivos debates, deixando transparecer sentimentos, muitas vezes, radicais, nem sempre revolucionários, mas que ora tentam manter tradicionais posturas, ora tentam implantar novas formas.

São inúmeros os questionamentos e discursos, acerca da educação, pronunciados por intelectuais da época, que representam, muitas vezes, interesses diferenciados. No interior dessa calorosa discussão, destaca-se Serrano manifestando, também, as inquietações educativas do momento e expondo suas idéias sobre a filosofia e a educação. Não se omitindo de enfrentamentos, o autor nos dá condições mais concretas para examinar não só o processo de implantação das novas concepções educacionais como também nos oferece subsídios para examinar os limites da reforma pretendida.

Ao escrever A escola nova ( 1932), põe em evidência elementos que nos ajudam a refletir sobre a nova política educacional, pois deixa emergir idéias que se confrontam através de posições teóricas diferenciadas. Assim, Jonathas Serrano é um autor que expressa o movimento da sociedade, principalmente, porque destaca as contradições do seu tempo. Ao marcar na sua obra “os erros e os exageros” de uma proposta reformista, também, assumida por ele, permite que se veja as contradições pedagógicas de uma proposta, no momento de sua implantação. Deriva daí o caráter relevante do estudo pois, compreender os fundamentos da Escola Nova no debate interno e caloroso da sua instituição e difusão pode possibilitar a reconstituição de um dos momentos históricos mais importantes da educação brasileira.

BIBLIOGRAFIA

LOURENÇO FILHO. Tendências da educação Brasileira. São Paulo : Comp. Melhoramentos de São Paulo, 1940.

MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia da Cultura Brasileira ( 1933-1974). 3ª ed. São Paulo : editora Ática, 1977.

SERRANO, Jonathas. A escola nova. Rio de Janeiro : Schmidt. 1932.





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