Princípios norteadores, objetivos e principais tipos e processos de avaliaçÃo das capacitaçÕES



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PRINCÍPIOS NORTEADORES, OBJETIVOS E PRINCIPAIS TIPOS E PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DAS CAPACITAÇÕES

A capacitação é base de todas as atividades do Programa. Todas as ações serão procedidas por atividades de capacitação ou formação voltadas aos públicos operacional (técnicos envolvidos na execução do Programa), estratégicos (lideranças nos territórios e municípios) e beneficiários.


1. Princípios norteadores do processo de capacitação

1.1. Compromisso ético com a formação cidadã - Não existe processo de aprendizagem neutro. Todo processo educativo insere-se em um programa social e político maior a ser definido de forma democrática e participativa. Supõe compromisso ético dos executores com os beneficiários, proporcionando aprendizagem e empoderamento, que os permitam caminhar com relativa autonomia.

1.2. Metodologia dialógica e construtivista:- A formação cidadã gera conhecimento através do diálogo contínuo sobre a realidade, potencializando o conhecimento local e agregando o cientifico, buscando construir uma sociedade sustentável. Envolve as pessoas diretamente nos processos usando a reflexão-ação, trabalhando os problemas e socializando as experiências, permitindo assim a construção de um novo conhecimento que poderá ser apropriado por todos.

1.3. Participação - Condição essencial para o exercício da cidadania, o processo participativo oportunizará a reflexão e decisão sobre as questões relacionadas ao desenvolvimento local. As alternativas de formação que abrem o mundo ao conhecimento implicam em liberdade de escolha e em processo crescente de responsabilidade. Para tanto se faz necessário valorizar os mecanismos democráticos de tomada de decisão.

1.4. Visão holística e sistêmica - A holística basicamente é uma atitude diante da realidade. Uma forma de ver e compreender o mundo, um espaço onde é permitido um intercâmbio dinâmico entre ciência, cultura e conhecimento popular sendo exatamente esse intercâmbio que se propõe como uma das mais criativas formas de enfrentamento aos desafios que impedem ou dificultam o desenvolvimento sustentável.

1.5. Interdisciplinariedade - O enfoque interdisciplinar consiste num esforço de busca da visão global da realidade, como superação das impressões estáticas, e do hábito de pensar fragmentador e simplificador da realidade Nesse sentido, o processo de formação e capacitação possibilitará ao homem do campo uma visão global de mundo e de si mesmo no mundo, contribuindo para o enfrentamento da realidade e a superação da fragmentação e da dúvida negativa em suas escolhas.

1.6. Cooperação e solidariedade - A construção de uma nova sociedade, onde cada um pode colaborar com o bem-viver de todos por meio de praticas sociais econômicas solidárias, representa a afirmação da liberdade humana. “A cooperação surge da consciência comunitária e grupal, quando indivíduos submetidos às mesmas dificuldades passam a agir coletivamente em função de objetivos comuns”.
2. Objetivos

Potencializar as competências do capital humano e social existente, contribuindo para a formação de pessoas e instituições preparadas para interferir na realidade, visando o desenvolvimento econômico sustentável. Isto se dará através de:



  • Desenvolver habilidades específicas que garantam o planejamento, a execução, a gestão e avaliação de iniciativas econômica sustentáveis;

  • Ampliar as habilidades de produção e gestão das atividades identificadas nas cadeias produtivas consideradas prioritárias para os municípios e territórios;

  • Oportunizar experiências que contribuam para o desenvolvimento de pessoas com capacidade critica para atuar na reflexão, no planejamento e na prática das ações do programa.

  • Desenvolver atitudes que possibilitem a organização e ação coletiva ampliando e fortalecendo o capital humano e social.

  • Oportunizar experiências vivenciais que possibilitem o auto-conhecimento e a ampliação da auto-estima para assumir um comportamento empreendedor frente aos desafios identificados.

  • Promover a capacitação dos executores e beneficiários no atendimento as salvaguardas ambientais e sociais do programa.


3. Plano de capacitação

Todo ano, o planejamento das atividades de capacitação será revisto e estimado no processo de elaboração dos Planos Operativos Anuais Municipais, Territoriais e Estadual. Nestas oportunidades deverão ser levadas em consideração as necessidades de conhecimento, habilidades e atitudes, o número de pessoas a serem capacitadas, as características sociais e de identidade as quais o público-alvo das capacitações corresponda e a disponibilidade de tempo e do aprendizado das pessoas na construção coletiva do conhecimento.



As propostas de capacitação deverão ser elaboradas de forma participativa com o público (operacional, estratégico e beneficiários), e estarão estreitamente vinculadas às demandas oriundas dos planos de desenvolvimento das microbacias, dos municípios, dos territórios e estadual.

4. Principais tipos e processos de capacitação previstos por publico e conteúdo
4.1. Capacitação do Público Operacional

TIPOS DE CAPACITAÇÃO

PRINCIPAIS CONTEÚDOS

OFICINAS DE SENSIBILIZAÇÃO E APROPRIAÇÃO DE CONCEITOS

PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROGRAMA; NORMAS OPERACIONAIS; ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL; ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO; METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS; CONCEITOS BÁSICOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA, COMO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, TERRITORIALIDADE, RURALIDADE, FORMAÇÃO DE CAPITAL SOCIAL, GESTÃO SOCIAL, FATORES DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR, ENTRE OUTROS.

METODOLOGIAS DE DIAGNOSTICO PARTICIPATIVO

TÉCNICAS, DINÂMICAS E INSTRUMENTOS DE REALIZAÇÃO DE DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO, DE IDENTIFICAÇÃO DE DESAFIOS E OPORTUNIDADES, DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES

OFICINAS DE ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PLANOS E PROGRAMAS

ESTUDO DE CAUSAS E EFEITOS DE PROBLEMAS, FORMAS DE ORGANIZAÇÃO, ELABORAÇÃO DE PLANOS E PROGRAMAS, INSTRUMENTOS E ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DE CONVÊNIOS E PLANOS PARTICIPATIVOS, AVALIAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL

CONTEÚDOS TECNOLÓGICOS E DE GESTÃO

SERÁ ELABORADO DE ACORDO COM AS DEMANDAS DOS PLANOS DAS INICIATIVAS ECONÔMICAS SUSTENTÁVEIS E DAS CADEIAS PRODUTIVAS PRIORITÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E TERRITÓRIOS.

FORMAÇÃO EXTENSIONISTA

ORGANIZAÇÃO RURAL, METODOLOGIAS DE ATUAÇÃO, CATEGORIAIS SOCIAIS, INSTRUMENTOS DE GESTÃO, DESENVOLVIMENTO RURAL, POLÍTICAS PÚBLICAS, ENTRE OUTROS.

APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

SERÃO IDENTIFICADOS NO MOMENTO DA ELABORAÇÃO DOS PLANOS OPERATIVOS ANUAIS – POAS MUNICIPAIS, TERRITORIAIS E ESTADUAL.

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL

DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE; CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO; ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NO MEIO RURAL; POLÍTICAS PÚBLICAS; ORGANIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO; GÊNERO, GERAÇÃO E ETNIA, E ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROGRAMAS.

4.2. Capacitação do Público Estratégico (Lideranças e Conselheiros Territoriais, Municipais)

TIPOS DE CAPACITAÇÃO

PRINCIPAIS CONTEÚDOS

CURSO DE FORMAÇÃO DE AGENTES DE DESENVOLVIMENTO

CONCEITO DE CONSELHOS MUNICIPAIS DE DESENVOLVIMENTO OU COLEGIADOS TERRITORIAIS. QUAL A ESTRUTURA ORGANIZATIVA (COMPOSIÇÃO; REPRESENTATIVIDADE, COORDENAÇÃO, REGIMENTO INTERNO). QUAIS AS SUAS FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES (CARÁTER DELIBERATIVO OU CONSULTIVO). COMO SÃO FORMALIZADOS (LEIS E DECRETOS). PAPEL DOS CONSELHEIROS OU MEMBROS DOS COLEGIADOS.

REALIDADE LOCAL E TERRITORIAL: ANÁLISE DE CONJUNTURA, ANÁLISE E DISCUSSÃO DA REALIDADE LOCAL E TERRITORIAL, SUBSÍDIOS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL. GESTÃO DE PLANOS DE DESENVOLVIMENTO, PROJETOS E PROGRAMAS.



POLÍTICAS PÚBLICAS: FUNCIONAMENTO DOS PODERES, INSTRUMENTOS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR, LEGISLAÇÃO ORÇAMENTÁRIA (PPA, LDO, LOA), POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIAIS

OFICINA DE METODOLOGIAS DE DIAGNOSTICO PARTICIPATIVO:

TÉCNICAS, DINÂMICAS E INSTRUMENTOS DE REALIZAÇÃO DE DIAGNOSTICO PARTICIPATIVO, DE IDENTIFICAÇÃO DE DESAFIOS E OPORTUNIDADES, DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES.

OFICINAS DE ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PLANOS E PROGRAMAS

ESTUDO DE CAUSAS E EFEITOS DE PROBLEMAS, ELABORAÇÃO DE PLANOS E PROGRAMAS, AVALIAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL, INSTRUMENTOS E ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DE PLANOS PARTICIPATIVOS.

OFICINAS DE SENSIBILIZAÇÃO E APROPRIAÇÃO DE CONCEITOS

PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROGRAMA; NORMAS OPERACIONAIS; ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL; ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO; METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS; CONCEITOS BÁSICOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA, COMO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, FORMAÇÃO DE CAPITAL SOCIAL, GESTÃO SOCIAL, FATORES DE FORTALECIMENTO DA COMPETITIVIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR.

POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO PARTICIPATIVA

PAPEL DO GESTOR PÚBLICO NA SOCIEDADE DEMOCRÁTICA; MECANISMOS PARA OPORTUNIZAR A PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO NA DEFINIÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS; ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL.

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL

DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE; CRESCIMENTO ECONÔMICO X DESENVOLVIMENTO; ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NO MEIO RURAL; POLÍTICAS PÚBLICAS; ORGANIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO; GÊNERO, GERAÇÃO E ETNIA, E ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROGRAMAS.

4.3. Capacitação de Beneficiários

TIPOS DE CAPACITAÇÃO

PRINCIPAIS CONTEÚDOS

DESENVOLVIMENTO HUMANO

IDENTIDADE, AUTO-CONHECIMENTO, AUTO-CONFIANÇA, AUTOESTIMA, INTEGRAÇÃO – PERFIL SÓCIO CULTURAL DO GRUPO, IDENTIDADE SOCIAL, CONFIANÇA MÚTUA, SOLIDARIEDADE, ÉTICA SOCIAL.

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

EXERCÍCIO DA CIDADANIA: PARTICIPAÇÃO, REPRESENTAÇÃO, DIREITOS E DEVERES, AUTONOMIA, EMANCIPAÇÃO, EMPODERAMENTO, ORGANIZAÇÃO SOCIAL; ANÁLISE DA REALIDADE SOCIAL: PERCEPÇÃO CRÍTICA DA REALIDADE EM CONFRONTO COM O SEU POTENCIAL PARA MUDANÇAS, ÍNDICES DO DESENVOLVIMENTO HUMANO, DADOS DA REALIDADE SOCIAL, ECONÔMICA, FUNDIÁRIA, E OUTROS.

DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

FORMAS DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL (GRUPOS INFORMAIS, MOVIMENTOS SOCIAIS POPULARES, SINDICALISMO, ASSOCIATIVISMO, COOPERATIVISMO, ETC); PARTICIPAÇÃO COLETIVA; MODELOS DE GESTÃO.

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E DE GESTÃO

CONCEITOS DE INOVAÇÃO (TECNOLÓGICA E DE PROCESSO); EMPREENDEDORISMO; IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS, TECNOLOGIAS SOCIAIS DE PRODUÇÃO, GESTÃO PARTICIPATIVA E TRABALHO EM REDE; GESTÃO DE EMPREENDIMENTOS (GERÊNCIA, FINANÇAS, CONTROLE DE QUALIDADE, ESTOQUES, DISTRIBUIÇÃO, CUSTOS, NEGOCIAÇÃO E ETC), ENTRE OUTROS TEMAS.

EVENTOS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL, AGROECOLOGIA E ECONOMIA SOLIDÁRIA

CONCEITOS DE SUSTENTABILIDADE; METODOLOGIAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL; LEGISLAÇÃO AMBIENTAL; SANEAMENTO AMBIENTAL (PROTEÇÃO DE FONTES, LIXO); PRINCÍPIOS DA AGROECOLOGIA; CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS AGROECOLÓGICOS DE PRODUÇÃO; SISTEMAS AGROFLORESTAIS; AUTO-CONSUMO, ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO, ECONOMIA SOLIDÁRIA E MERCADO; TÉCNICAS DE MANEJO AGROECOLÓGICO, SEGURANÇA ALIMENTAR; CERTIFICAÇÃO; CONSUMO CONSCIENTE.

EVENTOS DE TEMAS DIVERSOS (OFICINAS, SEMINÁRIOS, ENCONTROS, ETC.)

SERÃO IDENTIFICADOS NO MOMENTO DA ELABORAÇÃO DOS PLANOS OPERATIVOS ANUAIS – POAS MUNICIPAIS, TERRITORIAIS E ESTADUAL.

4.4. Apoio ao desenvolvimento de atividades estratégicas

4.4.1. Encontros de Jovens de Casas Familiares Rurais

OBJETIVO: Promover a disseminação e atualização de conhecimentos sobre assuntos específicos para alunos, alunos egressos, suas famílias e monitores, ligados às Casas Familiares Rurais.

CONTEÚDO: Abordagens teórico-práticas sobre temas gerado pelos alunos, alunos egressos, suas famílias e monitores; troca de experiências entre os alunos, alunos egressos, suas famílias e monitores; visitas de estudos a diversas realidades; e análise de possibilidades de diversificação dos serviços e atividades produtivas (atividades agrícolas e não agrícolas).

OPERACIONALIZAÇÃO: As Casas Familiares Rurais localizadas na área de atuação do programa deverão montar proposta de trabalho onde definirão os temas a serem trabalhados nos encontros. A UTP repassará os recursos mediante convênio/parceria com a Associação Regional das Casas Familiares Rurais do Sul do Brasil – ARCAFAR-SUL, que por sua vez os administrará em conjunto com as Casas Familiares Rurais.


4.4.2. Apoio à Formação de Jovens

OBJETIVO: Fornecer condições para que os jovens filhos de agricultores possam implementar os trabalhos práticos de conclusão de curso e ainda contribuírem com as ações da Rede de ATER, prestando serviços para das famílias da sua comunidade.

OPERACIONALIZAÇÃO: A UTP irá firmar convênio com a Secretaria de Estado da Educação – SEED para possibilitar o repasse de bolsas de estudos para os educandos do último ano do ensino médio, preferencialmente de cursos com formação técnica (agrícola, agropecuária, agroecologia, agroindústria, etc).
4.4.3. Elaboração de Vídeos Educativos

OBJETIVOS: Confeccionar materiais educativos que servirão de apoio às atividades desenvolvidas nos processos executados na área de atuação do programa.



CONTEÚDOS: A serem definidos em função da demanda do programa nas diversas instâncias deliberativas no momento da elaboração dos POAs.
4.4.4. Vídeos Conferências

OBJETIVO: facilitar a comunicação entre a UTP e os técnicos envolvidos com o programa e divulgar e debater temas de interesse do público do programa.

CONTEÚDO: Tecnologias, mercado e/ou noticias de interesse para as ações do programa.
4.4.5. Excursões Técnicas

OBJETIVO: Ampliar o conhecimento do público participante em determinados conteúdos; possibilitar conhecer e encontrar soluções para problemas; possibilitar a troca de experiências em realidades aproximadas; divulgar a utilização de determinadas práticas, técnicas ou processos.
5. Avaliação

A avaliação é um dos elementos mais importantes de todo o trabalho de formação e capacitação. Será de caráter permanente para reorientação das atividades, considerando os resultados práticos de cada etapa, considerando-se os resultados finais e impactos já alcançados. Serão utilizadas técnicas participativas, possibilitando a disseminação e recriação de experiências positivas.



Serão adotadas a seguintes formas de avaliação:

  • Diagnóstica: as avaliações serão feitas ao inicio do processo objetivando identificar o conhecimento acumulado, o perfil dos beneficiários e as particularidades de cada realidade.

  • Autoavaliação: a ser realizada pelos beneficiários, onde os mesmos farão a correlação do seu aprendizado com os objetivos propostos, analisando o que aprendeu em relação ao proposto;

  • Participativa: onde os beneficiários serão avaliados pela participação ativa no processo e na sua comunidade, contribuindo com ideias e sugestões;

  • Prática: observação da aplicação do novo conhecimento na propriedade e nas ações comunitárias.

  • Projetos: pelo desenvolvimento de projetos individuais e ou comunitários, envolvendo a comunidade com intuito de compartilhar



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