Projeto memória e história cebes divulgaçÃo saúde em debate editorial, Apresentação e Gestão 1989-2008 Tabela IV



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PROJETO MEMÓRIA E HISTÓRIA

CEBES
DIVULGAÇÃO SAÚDE EM DEBATE

Editorial, Apresentação e Gestão

1989-2008

Tabela IV

Divulgação Saúde em Debate

TABELA II: conteúdo dos artigos (1989-2008)


Revista

Título

Autor

Resumo

Gestão

Palavras-chaves

N0 01/1989

Setembro


PG 02

Apresentação

Diretoria Nacional do CEBES

A serie “Divulgação em saúde: para debate” um novo projeto editorial do CEBES que se destina a difundir os documentos (artigos, comentários, relatórios) resultantes da realização de eventos (seminários, simpósios, encontros, congressos promovidos por instituições).

Este primeiro traz na integra os textos apresentados na reunião de trabalho sobre “A municipalização no SUDS-RJ: uma opção radical pela descentralização” organizada pela Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

A distribuição da Divulgação será feita gratuitamente a todos os sócios CEBES, assim como uma quantidade pré-definida poderá ser entregue a instituição proponente.

O CEBES pretende com esta iniciativa abrir mais um espaço de divulgação de material produzido na área de saúde coletiva por ocasião dos eventos que o Movimento Sanitário promove.

A diretoria afirma que a Revista Divulgação é uma frente de trabalho promissora inaugurada pelo CEBES.


Apresentação
Marcio Almeida

1987 -1991

(1)

Políticas Públicas

N0 01/1989

Setembro


Pg 03

A municipalização

No SUDS-RJ: uma opção

Radical pela descentralização


Jose Carvalho de Noronha

O artigo faz uma síntese do início do processo de municipalização do Estado do Rio de Janeiro e afirma a tradição municipalista na área da saúde, juntamente com Campinas (SP) e Londrina (PR).

O Município do Rio de Janeiro herdou a maioria das unidades do antigo Governo Federal e desenvolveu política própria de expansão dos serviços básicos para regiões carentes, ao longo da década de 80.

As Ações Integradas de Saúde no estado, entre 1984 -1987, atingiu rapidamente todo o conjunto de municípios com grande aumento da acessibilidade e da oferta de atividades, particularmente no interior do estado. Incluem-se formas inovadoras de participação da sociedade civil na gestão da saúde. O autor argumenta que a expansão da oferta de serviços e as iniciativas de coordenação das ações dos vários órgãos governamentais esbarraram em resistências setoriais ou periódicas de dirigentes de unidade publicas.

Informa sobre o treinamento e capacitação para gestão da rede assistencial de 300 técnicos e funcionários das SMS.

No ano de 1988 foram municipalizadas todas as unidades ambulatoriais da própria SES e aqueles originários do INAMPS, em 42 Municípios. Em 1989 foram mais 22 municípios. O texto expõe de forma resumida a dinâmica da descentralização política-administrativa no Estado do Rio de Janeiro requerido pela Constituição de 1988. Informa que o Estado do Rio de Janeiro sofre de grave insuficiência de recursos financeiros para atender as necessidades de reconstrução, reequipamento e expansão do sistema de saúde agravada pela contenção de destinação de recursos federais do SUDS.


Editorial
Marcio Almeida

1987 -1991


Descentralização

N0 02/1989

Março


Pg 02

Apresentação

Diretoria Nacional do CEBES

O segundo numero da série Revista Divulgação em Saúde para Debate foi organizado pela Professora Sônia Maria Fleury Teixeira com apoio da Secretaria de Ciência e Tecnologia da Saúde, da OPAS- Escritório Brasil e da Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo. Destina-se a difundir os documentos (artigos, comentários, relatórios) resultantes da realização de eventos ( seminários, simpósios, encontros, congressos) promovidos por instituições ou entidades da área.

Apresentação
Marcio Almeida

1987 -1991

(2)


Políticas Públicas

N0 02/1989

Março
Pg 03



Medicina Social

VI Congresso Mundial



NUPES

O objetivo de divulgar amplamente o material – textos apresentados no IV Congresso Mundial de Medicina Social realizado nas Ilhas Canárias, Espanha em setembro de 1989. O Núcleo de Estudo Político-Sociais – NUPES da ENSP/FIOCRUZ encarregou-se de reunir o material e realizar em dezembro de 1989 um seminário intitulado “Teoria Práxis e Saúde Coletiva – Dilemas e Perspectiva Mundiais da Medicina Social”.

Editorial
Marcio Almeida

1987 -1991


Sistema Único de Saúde

N0 02/1989

Março


Pg 4

VI Congresso Mundial de Medicina Social

Jose Saraiva Felipe

O Ministério da Saúde, através de sua Secretaria de Ciência e Tecnologia decidiu apoiar a publicação deste número especial da nova linha por dois motivos. O primeiro diz respeito ao reconhecimento do CEBES como uma entidade civil, que desde 1976, vem exercendo importante papel na promoção do debate de idéias e propostas comprometidas com a democratização do sistema de saúde brasileiro, na linha da construída pelo movimento da reforma sanitária, que tem no Sistema Único de Saúde, conforme definição constitucional a sua expressão mais recente de perspectiva de avanços. O outro motivo esta relacionado com a necessidade de difusão da temática desenvolvida no VI Congresso Mundial de Medicina Social, realizado nas Ilhas Canárias, Espanha, entre 10 e 14 de setembro de 1989.

Editorial
Marcio Almeida

1987 -1991

Sistema Único de Saúde

N0 03/1991

Fevereiro

Pg 1


Apresentação

Diretoria Nacional do CEBES

Esta é uma edição que da continuidade ao projeto editorial “Divulgação em Saúde para Debates”, iniciado pelo CEBES em setembro de 1989. Graças ao empenho e dedicação do Professor Hesio Cordeiro esta sendo possível a veiculação deste precioso material. Praticamente finalizado desde inicio de 89, somente agora, graças do apoio do CEPESC/IMS/UERJ esta sendo possível sua publicação.

Pretende-se a edição, dentro linha do projeto “ Divulgação em Saúde para Debate”, uma serie de Cadernos de Ciência e Tecnologia. Este e o numero 01, enfoca centralmente a Avaliação Tecnologia em Saúde.



Apresentação
Marcio Almeida

1987 -1991

(3)

Ciência e Tecnologia



N0 03/1991

Fevereiro

Pg


Editorial

Hesio Cordeiro

O desenvolvimento científico-tecnológico na área de saúde é um componente estratégico fundamental da reforma sanitária.

Daí, a temática da C & T em saúde vem sendo construída como objeto dos estudos e analises sob ótica da Saúde Coletiva. Tanto os assuntos teóricos quanto metodológicos dos estudos sobre a produção do conhecimento ( como objeto da ciência da ciência) quanto as pesquisas sobre tecnologias em saúde ( avaliação tecnológica, por exemplo) são campos teóricos novos em nosso meio.

Esta publicação pretende ser a primeira de uma serie que dissemine e apóie outras iniciativas relativas a ciência e tecnologia em saúde. Em boa hora o Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (CEBES), aceitou o desafio. Coerente espírito pioneiro e desbravador, presente desde suas origens, o CEBES abre espaço novo que por suas características, envolve profissionais de saúde coletiva bem como pesquisadores de outras áreas de conhecimento.

O CEBES e as instituições participantes deste programa de apoio a C &T em saúde estão cientes de que se constrói um campo fértil para impulsionar pesquisa “de fronteiras” e para criar instrumentos de decisão política que envolvem a incorporação e utilização de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde com base na racionalidade cientifica. Por outro, lado, o Instituto da segmento a linhas de trabalho que foram definidas por esta instituição desde os anos 70. Ao fim destas duas décadas, o IMS assume a relevância do tema C & T em saúde como um novo desafio, atual e estratégico para esta decênio.

Esta primeira publicação e realizada em co-edição com a Escola Nacional de Saúde Publica da Fundação Oswaldo Cruz. A ENSP promoveu o Seminário sobre avaliação em serviços de saúde em conjunto com a Organização Pan-americana de Saúde, do qual resultou o material para publicação.


Editorial
Marcio Almeida

1987 -1991

Ciência e Tecnologia em Saúde

N0 04/1991

Junho


Pg 01

Apresentação

Marcio Jose de Almeida

Presidente do CEBES



O CEBES associa-se a coordenação dos Projetos de Saúde no Brasil, do Ministério da Relações Exteriores da Itália, viabilizando a divulgação do conteúdo desta edição da Coleção “ Divulgação em Saude para Debate”. O mérito da iniciativa cabe e é salutar que se registre, a equipe coordenada por Francisco Ripa di Meana e Anna Pitta, que com persistência, empenho e dedicação não permitiram que a riqueza das intervenções ocorridas há dois anos, durante o I Encontro Ítalo-Brasileiro de Saúde, ficasse restrita aos que, como eu, tiveram a felicidade de estar em Salvador no mês de junho de 1989.

O CEBES, entidade que introduziu no Brasil o conhecimento e a reflexão acerca do revolucionário processo da reforma sanitária na Itália, através da publicação de artigos e livros de autores italianos, com destaque para as obras do Professor Giovanni Berlinguer, agradece ao Ministério das Relações Exteriores da Itália o apoio imprescindível. Que a divulgação deste material sirva para aprofundar a cooperação sanitária entre o Brasil e a Itália, objetivo desta iniciativa.



Apresentação
Marcio Almeida

1987 -1991

(4)

Democracia

Saúde


SUS

N0 05/1991

Agosto


Pg 02

Apresentação

Benedictus Phladelpho de Siqueira

João Carlos Thomson

Marcio Jose de Almeida


O ano de 1991 iniciou com uma intensa divulgação, pelos meios de comunicação de massa, de reportagem acerca do erro medico, da falência do modelo médico-hospitalar, da precária situação do ensino medico nacional.

1991 caminha e estamos em meados dele, com a população convivendo com os problemas apontados. Mas há iniciativas em curso que mereciam mais destaque nos mesmos meios de divulgação de massas: a ABEM convocou e esta organizando, com o apoio da UNICAMP o XXIX Congresso Brasileiro de Educação Medica, juntamente com o CIAEM (Comissão Interinstitucional de Avaliação do Ensino Medico, constituída por CFM, AMB,FNM,ANM,ANMR, ANDES, DENEM, CREMERJ E CREMESP), convocou e esta organizando o I Fórum Nacional de Avaliação do Ensino Medico, a realizar-se em outubro, Campinas, simultaneamente ao Congresso da ABEM; a CIAEM elaborou o Protocolo Nacional de Avaliação do Ensino Medico e distribui a todas as faculdades ou escolas de medicina do pais; o Ministério da Saude convocou e esta em curso o processo de realização da 9 conferencia Nacional de Saude ( Brasília, 18 a 22 de novembro de 1991), da qual a formação e utilização dos recursos humanos de saude, e um dos subtemas.

1991 deve terminar com a população convivendo com os mesmos problemas. Contudo, com perspectivas de solução e, mais importante com um movimento nacional de Reforma do Ensino Medico lutando por medidas e decisões que contribuam para a superação daqueles problemas.

A ABEM,UEL e o CeBes, entendendo dever unir esforços para contribuir neste processo decidiram editar esta publicação. Esperamos universitários, educadores médicos e dos estudantes de medicina; elevem o nível de consciência sanitária e educacional no seio das faculdades, escolas e cursos de medicina brasileiros; aprofundem os compromissos de luta pela saude para todos, por um novo modelo assistencial segundo os princípios constitucionais do SUS e por uma medicina de qualidade humanitária.



Apresentação

Marcio Almeida

1987 -1991

(5)

Recursos Humanos e Saúde

N0 06/1991

Outubro


Pg 02

Editorial

Comissão da Revista

O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde e a Comissão Organizadora do 8 Encontro Nacional de Administradores e Técnicos de Serviços Públicos Odontológicos tem a satisfação de colocar em circulação esta edição especial da Divulgação em Saúde Debate. Quando foi lançada a idéia organizar uma revista do ENATESPO que pudesse se construir com um veiculo que registrasse os momentos de elaboração teórica dos serviços, não podíamos ainda imaginar que houvesse uma tão formidável capacidade de reposta. Não apenas quantitativamente, mas qualitativamente, sobretudo, as contribuições superaram qualquer expectativa e permitiram tornar este numero da revista no espaço de reflexão pretendido e que extrapola os limites temporais do próprio Encontro.

Em 1986 circulou a edição de odontologia da Revista Saúde em Debate, n 18. A trajetória da saúde bucal coletiva no Brasil, de então ate agora, pode ser muito claramente traçada. Naquele momento – época de esperanças democráticas para muitos – programas que rompiam com as amarras do autoritarismo começaram a ser implementadas em escala crescente. Decorrido tempo, e hora de uma avaliação: para isto a revista oferece sua contribuição aos interessados.

Acreditamos que também através da analise de situações concretas e do processo de intercambio de conhecimentos e praticas em espaços coletivos com as conferencias e os encontros de saúde, e em publicações da área da Saúde Coletiva, e que poderemos agregar base política para a conquista da cidadania no campo de saúde e, em particular, da saúde bucal.

Finalmente, devemos agradecer a todos que colaboraram para o êxito desta iniciativa, esperando que contribua para a intercambio de experiências visando o desenvolvimento das programações de saúde bucal nos seis tema locais de saúde.



Editorial
Marcio Almeida

1987 -1991

Saúde Bucal

N0 06/1991

Outubro


Pg 03

Apresentação

Paulo Capel Narvai

Comissão Organizadora



Esta numero especial da Revista CEBES e dedicado ao ENATESPO, cuja oitava versão ocorre em São Paulo, depois de ter nascido em Goiânia e crescido em Curitiba, Belém, Uberaba, Recife e Porto Alegre, graças a dedicação de inúmeros companheiros (as).

O ENATESPO vem sendo realizado anualmente,sempre promovido por instituição publica. Sua característica principal tem sido constituir-se em amplo fórum técnico-cientifico sobre a teoria e pratica de ações odontológicas em saúde publica. Desenvolvido de modo democrático e pluralista e aberto a participação de todo e qualquer profissional com atuação nesta área, desde que vinculado ao servico publico, aqui incluído os de ensino e pesquisa.

Preparamos com muita carinho esta edição e esperamos que ela possa efetivamente contribuir para a transformação da pratica odontológica que ainda temos nos pais, infelizmente, mercantilizada e centrada na mutilação sistemática, no individuo doente e no individualismo dos responsáveis pelas ações. Julgamos oportuno, por isso mesmo, lembrar que tanto a revista quanto a ENATESPO, resultam do esforço coletivo de centenas de companheiros que, em São Paulo e no Brasil, vem lutando para que a saúde bucal não seja a grande esquecida no interior das praticas de saúde. São companheiros e companheiras que, articulando o “odontológico e o “social”, vem somando forcas na batalha para conquistar saúde e melhores condições de vida para todos os brasileiros. São trabalhadores da saúde “bucal” que vem, algumas décadas, dedicando-se diariamente a tarefa nada fácil de construir a saúde bucal coletiva no Brasil”.


Apresentação

Marcio Almeida

1987 -1991

(6)

Saúde Bucal

N0 07/1992

Maio


Pg 01

Apresentação

Henri E. Jouval Junior

Paulo M. Buss



O objetivo desta edição da Revista Divulgação em Saúde para Debate o será informar, amplamente o que e faz a vigilância sanitária. Este e o primeiro passo para se garantir a qualidade de produtos e serviços consumidos pelo cidadão, e, por conseguinte, garantir o direito fundamental a saúde.Convidou-se especialista na temática para escrever esta edição.

Apresentação
Eleutério Rodrigues Neto

1992-1994

(1)


Vigilância Sanitária

N0 07/1992

Maio


Pg 03

Editorial

Diretoria Nacional CEBES

Em meados de 1987, o CEBES editava a revista Saúde em Debates n0 18 inteiramente dedicada o tema “Vigilância Sanitária e Defesa do Consumidor” . Pretendia “apresentar aos sócios, leitores e outros interessados uma visão ampla das questões do consumidor na área da saúde, os ricos que ocorre, seus direitos, a legislação e os instrumentos de atuação da Vigilância Sanitária. Naquele momento o clima era de efervescência política, com muita expectativa gerada pelo fim do regime militar e pelo alargamento do campo democrático. A 8a Conferencia Nacional da Saúde, realizada em marco de 1986 representava a intensificação do debate e da mobilização pela Reforma Sanitária. Passados cinco anos o pais esta dotado de um conjunto de dispositivos legais de proteção sanitária na área do consumo e de ambiente de trabalho com a regulamentação de praticas e reafirmação da responsabilidade do Poder Publico sobre elas. Tais dispositivos estão nas leis 8080( Lei Orgânica da Saúde) e 8078 ( Código de Defesa do Consumidor); importantes avanços, mas estão longe de uma efetiva realização.(...) O campo da Vigilância e da Qualidade em Saúde tem uma”. importantíssima contribuição a dar para a construção de uma política democrática do desenvolvimento cientifico e tecnológico, assim como para o atual debate acerca da qualidade e competitividade industrial. Por outro lado, pensar em ações efetivas de vigilância e controle e pensar na reforma e modernização do Estado, não para privatizá-lo, mas para torná-lo de fato publico.A modernização significar maior presença do Estado, com mais vontade política, mais recursos, mais eficiência, centralização normativa, descentralização executiva e,sobretudo, transparência e controle social. (...) Uma discussão menos medicalizada e mais holística do processo saúde-doenca. Ao editar a presente coletânea, o CEBES tenciona, não apenas atualizar o debate a partir das contribuições abalizadas dos colaboradores, mas, sobretudo reafirmar seu compromisso político e pratico com as ações da sociedade –individuais e coletivas, diretas e reivindicatórias, de denuncia e de mobilização – voltadas a defesa da saúde e da vida. Que o Estado Moderno, notadamente o Executivo, assuma suas responsabilidade, hoje em grande parte definidas em lei, de prover os meios e modos de dar efetividade as ações publicas no campo da Vigilância Sanitária e do Controle de Qualidade em Saúde. Em tempos de retórica ecológica – RIO 92 – a omissão estatal torna-se hipocrisia dolosa.

Editorial
Eleutério Rodrigues Neto

1992-1994

Vigilância Sanitária

N0 08/1992

Maio


Pg 01

Editorial

Eleutério Rodrigues Neto

Diretoria do CEBES



Desde de sua criação o CEBES tem tido um comprometimento original com o processo de democratização da saúde que, entre outros aspectos, inclui dois essenciais: a descentralização do sistema de saúde e controle social sobre a política de saúde.(...) No entanto hoje, o processo assume uma nova dimensão, não apenas pelo aspecto quantitativo, uma vez que a municipalização e uma diretriz inexorável, mas principalmente pela buscam que só o município pode realizar de fato, uma real transformação do modelo assistencial. E com esse intuito que a linha editorial “ Saúde em Debate” do CEBES, particularmente a serie “ Divulgação em Saúde para Debate” do CEBES tem compromisso com a divulgação de experiências relevantes que possam contribuir para o debate conseqüente do processo de implementação do SUS.

O CEBES com sua conformação plural e comprometida com a democracia, mantêm-se aberto como canal para divulgação e debate de outras experiências que, igualmente, possa contribuir para o debate conseqüente do processo de implementação do SUS.

Esperamos que esta publicação venha dar importante contribuição aos debates de IX Conferencia Nacional da Saúde, cujo tema central e a Municipalização do Sistema de Saúde. E que os dirigentes municipais possam se sentir estimulados a aprofundarem suas experiências a luz dos princípios essenciais da universalização, da equidade e da participação.


Editorial
Eleutério Rodrigues Neto

1992-1994

(2)

Descentralização

Democracia

SUS


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