PromoçÃo da saúde para o adolescente pela escola de arte e música popular afrobrasileira – a estratégia da escola de enfermagem aurora de afonso costa/uff 1



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PROMOÇÃO DA SAÚDE PARA O ADOLESCENTE PELA ESCOLA DE ARTE E MÚSICA POPULAR AFROBRASILEIRA – A ESTRATÉGIA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM AURORA DE AFONSO COSTA/UFF 1
Isabel Cruz2, Marilda Andrade3, Vera Lemos4, Vera Sobral5, Linda Nice Gama6,

Sílvia Barros7, Rosemary Barbosa8, Cristina Escudeiro9, Deise Ferreira10,

Sonia Simões11, Patrícia Dal-Col12,

Paulinho Ganaê13 e Carlos Xavier14



Resumo: A discriminação racial é o fator relacionado ao diagnóstico de enfermagem baixa auto-estima crônica em jovens afrobrasileiros. Neste estudo os autores relatam a experiência de tratar esta clientela por meio da vinculação cultural, por meio de atividades artísticas e musicais de resgate da história afro-brasileira desenvolvidas na ESCOLA DE ARTE E MÚSICA POPULAR AFROBRASILEIRA. Os dados apresentados foram extraídos da ficha de inscrição e do relatório de supervisão e os principais resultados evidenciaram sinais de elevação da auto-estima e capacitação profissional em música. Os autores concluíram que a terapêutica foi eficaz, mas reconheceram que os nexos da ideologia discriminatéoria são numerosos e demandam mais ações para serem neutralizados. Sugerem a continuidade do projeto e a realização de pesquisas que considerem a variável cor/etnia para ampliação dos conhecimentos sobre o processo saúde-doença na população afrobrasileira

Unitermos: Saúde do Adolescente - Etnia Negra (Afrobrasileira) - Saúde Cultural - Enfermagem

Considerações Iniciais

A Escola de Enfermagem Aurora Afonso Costa, da Universidade Federal Fluminense, tem realizado na área de Saúde do Adolescente, um trabalho que se não for inovador é, pelo menos, inusitado, ou seja, a partir de um referencial existencialista, colaborar com o desenvolvimento da autonomia e da independência do adolescente. Particularmente, o adolescente pertencente ao grupo étnico afro-brasileiro por apresentar um grau a mais de vulnerabilidade numa fase da vida classicamente considerada vulnerável.

O projeto originou-se no NESEN (Núcleo de Estudos sobre Saúde e Etnia Negra). O Núcleo foi criado em 1994 por entendermos que o bem-estar e a saúde são determinados também pela origem étnica e pela cultura. Assim, diante da expressiva contribuição da cultura afrobrasileira na formação deste país e das condições adversas nas quais esta contribuição aconteceu (sequestro e escravidão) e ainda acontece (exclusão), o NESEN se propõe a realizar pesquisas, recomendar e implementar atividades integradoras, tais como a . Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira.

Com base no exposto, enquanto profissionais comprometidos com a saúde e o bem-estar, conscientes de que o processo discriminatório resulta em baixa auto-estima crônica e em distúrbio da imagem corporal vividos e sofridos pelas pessoas afro-brasileiras prescrevemos como terapia a vinculação cultural. Esta terapia de enfermagem visa conectar, ligar, ou melhor, aproximar o sistema de saúde ao cliente e família de culturas diferentes ( McCLOSKEY, BULECHEK, 1992; LEA, 1994).

Prescrevemos a vinculação cultural porque, em nosso país, a pessoa afro-brasileira é uma “estrangeira”, ou seja, sua cultura, seu corpo, sua história de vida são desconhecidos e desvalorizados pela ciência e cultura hegemônicas (branca, masculina e eurocêntrica). Em razão do modelo colonial brasileiro, calcado na coisificação da pessoa negra, anulou-se toda uma civilização milenar para justificar a subjugação de diversos povos africanos. As consequências deste processo de aculturação para a saúde física e mental da população afro-brasileira não foi ainda devida e suficientemente pesquisado. Porém, uma observação assistemática permite-nos inferir que as respostas humanas mais prováveis e visíveis da exclusão étnica sejam a baixa auto-estima crônica e o distúrbio da imagem corporal.

Das diversas etapas do ciclo da vida, destacamos a adolescência, nas regiões urbanas, como um período crítico de transição da infância para a fase adulta (ROSELLA; ALBRECHT, 1993). Em se tratando de adolescentes afro-brasileiros este período está repleto de crises existenciais, podendo resultar num desenvolvimento adverso. A convivência com estes jovens fez-nos verificar que a baixa auto-estima crônica evidencia-se por expressões verbais auto-depreciativas como eu sou burro (a), eu sou feio (a), entre outras.

Quanto ao comportamento não-verbal, evidenciamos a baixa auto-estima crônica na postura curvada, no olhar para o chão, no desvio do olhar, entre outras. Em síntese, podemos caracterizar um jovem com baixa auto-estima crônica como aquele que pede desculpas ao mundo (ou o culpa) pelo fato de existir.

Feito este diagnóstico inicial, pensamos pois na intervenção de enfermagem necessária para corrigí-lo. Partimos do pressuposto que a ideologia de discriminação racial (aculturação) é o fator relacionado à resposta de baixa auto-estima crônica nos jovens afro-brasileiros. Por conseguinte, decidimos por implementar a prescrição de enfermagem denominada vinculação cultural.

A vinculação cultural é uma terapia voltada para a promoção da saúde, com o objetivo de re-conectar a pessoa à sua cultura de origem, em particular, e à cultura hegemônica, em geral. Porém, a re-conexão com a cultura hegemônica se dá agora de pessoa para pessoa, de igual para igual, de ser humano para ser humano. Por meio desta terapia, pretendemos dar condições ao jovem afro-brasileiro para revisar o seu sistema de valores, segundo sua herança étnica. Deste modo o jovem pode descortinar os estereótipos e constatar que a falsidade deles serve apenas à dominação e exploração das pessoas. A partir desta tomada de consciência o jovem passará entender que as pessoas (ele inclusive) valem pelo que são e não pelo que possuem ou aparentam. Ser humano está estritamente associado à liberdade, à consciência do ato e da consequência. O não-ser está acorrentado à coisificação, à imanência, à dominação. Querer ser ou não-ser passa agora ao nível da escolha individual.

A vinculação cultural, na forma de terapia de promoção da saúde e do bem-estar, é um projeto do NESEN – Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Universidade Federal Fluminense. Para este projeto, o NESEN fez uma parceria com o Grupo Cultural Naja, instituição sem fins lucrativos de promoção da etnia negra, que desenvolve projetos com jovens na cidade de Niterói. A estratégia utilizada para o desenvolvimento do projeto é a Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira, para dar um toque no tambor e outro na consciência...

Diante do exposto, o presente artigo tem como objetivo geral, relatar a experiência obtida com o Projeto Vinculação Cultural - Expressão Artístico Musical AfroBrasileira, desenvolvido no 2º semestre de 1998.

Desenvolvimento


A Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira é voltada para jovens afro-brasileiros e não-negros de 14 a 21 anos, sendo as atividades desenvolvidas na Escola de Enfermagem/UFF, em Niterói-RJ, com o apoio do Programa Capacitação Solidária. Ao contrário do modelo educacional brasileiro que se orienta pela exclusão e pela discriminação étnica (CHAGAS, 1996), a filosofia do projeto baseia-se na auto-determinação do ser humano. Neste sentido, todas as atividades buscam a participação ativa do jovem no projeto e pretendem explicitar a ideologia racista presente no cotidiano e, principalmente, propiciar ao adolescente condições de desenvolver as habilidades necessárias para se defender do racismo, tanto no plano emocional quanto na dimensão social.

O curso foi destinado aos jovens das comunidades dos morros do Arroz e da Chácara, próximos à Escola de Enfermagem/UFF, e aos demais jovens da região metropolitana de Niterói. Cabe ressaltar que nenhuma vaga foi preenchida com jovens da comunidade próxima e, no nosso entendimento, isto merece uma atenção futura, tendo em vista a presença do poder do narcotráfico na comunidade. A seleção foi realizada com base nos critérios de interesse por música/arte, cor/etnia, faixa etária (14 a 21 anos) e situação sócio-econômica.

Foram selecionados 25 alunos para compor a turma/98 da Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira. Os dados discutidos neste artigo foram extraídos da ficha de inscrição e do relatório de supervisão do projeto.

.As atividades ou módulos visavam capacitar o adolescente em música afrobrasileira. O curso acontece ao longo de seis meses (julho/dezembro), compreendendo 620 horas. Dentre as atividades, destacamos o Esporte AfroBrasileiro – Capoeira e a Dança AfroBrasileira. Além de introduzir o jovem na teoria sobre a capoeira e as danças afrobrasileiras, estas atividades visam o combate ao sedentarismo e à obesidade, comuns na etnia negra. Destacamos ainda os módulos de Cidadania para os Afrobrasileiros; Contando na Vida e na Arte – Matemática Artístico-Musical e Comunicação e Expressão AfroBrasileira.

Vale destacar o trabalho desenvolvido pela prof. Cláudia Nascimento no módulo Comunicação e Expressão AfroBrasileira. Diante do fato de que a linguagem tem um percentual afetivo no qual perpassam pré-conceitos, estereótipos, valores, entre outras representações sociais, a prof. Cláudia implementou o que chamamos de oficinas de palavras onde as imagens e as palavras associadas positiva e negativamente aos afrobrasileiros eram analisadas, discutidas e reinterpretadas.

As oficinas da palavra se constituíram num processo difícil devido à dor emocional suscitada. Afinal, ainda que negativo, o estereótipo possui uma função social: preservar a ideologia dos grupos. Ao desmistificá-lo, colocamos a responsabilidade pelas ações nas mãos do próprio indivíduo. Quase nunca se está preparado para isto. Principalmente quando nascemos e crescemos aprendendo a introjetar uma ideologia dicriminadora.

No que se refere aos aspectos psicobiológicos da saúde, foi implementado o módulo de avaliação da saúde do jovem e prevenção da DST/AIDS, com a participação dos alunos de graduação sob a supervisão da Prof. Dra. Marilda Andrade.

No sentido de propiciar o desenvolvimento de habilidades para o enfrentamento do racismo, foi realizado um módulo com as técnicas de interpretação provenientes do Teatro do Oprimido ao longo do curso, sendo de grande valor para as reflexões sobre as situações vividas e sofridas.

Além das técnicas teatrais, introduzimos a música afrobrasileira, os sons dos tambores que falam com os deuses e os trazem para dançar na Terra, tornando-se a atividade aglutinadora desse processo de descoberta ou redescoberta da história e das raízes africanas no Brasil.

A importância destas atividades reside no fato de resgatar herança cultural afrobrasileira. Concordamos com CHAGAS (1996) quando afirma que sem os elementos de sua história ancestral torna-se difícil a construção de uma identidade social positiva.


Características dos jovens


A maioria (64%) era é do sexo feminino. Todos solteiros e sem filhos. Quanto à cor (auto-declaração), apenas 1% declarou ser branco. Dos demais, 56% declararam-se pretos e 40%, pardos.

No que se refere ao gênero, não pensamos em estratégias diferenciadas para as mulheres e os homens. Entretanto, temos ciência de que os esteriótipos discriminatórios voltados para a etnia negra também se encaixam em outros grupos discriminados. Assim, no caso da mulher negra, a discriminação além de étnica é também de gênero somada ainda à discriminação por classe social, a saber: pobre (CHAGAS, 1996).

No que se refere à estrutura familiar, verificamos que os jovens, em sua maioria, são filhos de pais separados (88 %). Entre os pais dos jovens, 44% das mães trabalham fora do lar. O índice de desemprego entre os pais é de 44%. A renda familiar varia entre 1 a 2 salários mínimos para 40% dos jovens. O saneamento básico e a eletricidade no domicílio são referidos por 84% dos jovens.

Dos 25 alunos, 12% exercem atividade remunerada, ganhando menos de 1 salário, para suprir os seus gastos pessoais. A opção pelo curso, em 60% deles, foi devido à necessidade de obter uma qualificação profissional. Quanto à escolaridade, 96% estão na faixa do 1º grau, sendo oriundos da escola pública.

Entendemos ser desnecessário relacionar os inúmeros pesquisadores que constataram os males que a pobreza causa ao indivíduo, comprometendo inclusive à sua percepção sobre a própria saúde. Contudo, no Brasil, são escassos, para não dizer inexistentes, as pesquisas que observem o que a pobreza e a discriminação têm provocado na população jovem ao longo destes 500 anos de Brasil (CRUZ, 1993; 1994; 1995). Igualmente, não se pesquisa como que a despeito da pobreza e da discriminação racial, o jovem consegue investir no desenvolvimento de sua competência e tornar-se um adulto saudável. Enquanto a sociedade brasileira não decide pelo enfrentamento do racismo e da pobreza, o jovem afrobrasileiro continua vulnerável física e mentalmente a estes males.

Quanto aos resultados obtidos com a terapia de vinculação cultural, por meio da Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira, podemos inicialmente afirmar que eles perdem a magnitude ao serem descritos em um relatório de pesquisa. Como descrever o processo da escolha entre o ser e o não-ser vivenciado pelos 25 jovens afro-brasileiros? É uma experiência tanto complexa quanto dolorosa. As expectativas são de todos os envolvidos. Contudo, começamos a evidenciar no grupo expressões características de elevação da auto-estima, tais como: "Mudei o cabelo no Afro-Dai e adorei...", “Eu sou importante” e "Passei a me interessar mais pelo colégio, antes eu não gostava, melhorei muito com o reforço escolar e estou com boas notas. Vou fazer administração, mas quero aprimorar em dança, quero conhecer todos os tipos. Com a bolsa ajudo minha mãe a pagar as contas"

A expressão não-verbal também mudou. Os alunos têm uma postura ereta, olham de frente e nos olhos das pessoas. Riem mais e com alegria (índice de felicidade). Cabe ressaltar que uma aluna resolveu (praticamente sozinha) uma situação antiga de abuso sexual, buscando inclusive apoio psicoterapêutico. Outro aspecto que merece destaque é o retorno de alguns alunos à escola formal, reconhecendo a importância da escolaridade para o seu desenvolvimento social.

Em seu estudo sobre jovens afro-americanos, ROSELLA; ALBRECHT (1993) destacaram entre os indicadores sociais de saúde a taxa de evasão escolar. Estes pesquisadores verificaram que o índice de evasão no 1º grau variava de 40% a 60%, nas áreas urbanas. Além disso, era também elevado o índice de analfabetismo funcional. A consequência óbvia de tais taxas era o envolvimento dos jovens com o sistema judiciário, em vez de estarem envolvidos com a realização do vestibular e o ingresso na universidade.

Quanto à capacitação profissional em música, os jovens formaram a Banda AfroNaja, constituída pelos instrumentistas (ritmistas), dançarinos, compositores e cantores. A banda AfroNaja se apresentou na cidade de Niterói e no Rio de Janeiro com muito sucesso (sem modéstia!).

Suscintamente, estes são alguns dos resultados que indicam a correção do diagnóstico de enfermagem de baixa auto-estima crônica e a pertinência da terapia de vinculação cultural para tratamento do referido diagnóstico.


Considerações finais

Em que pese a falta de um protocolo de pesquisa que oriente este projeto de extensão, consideramos importante fazer esta comunicação sobre as atividades desenvolvidas e os resultados obtidos de forma a suscitar uma discussão sobre abordagens terapêuticas voltadas para a promoção da saúde e do bem-estar da etnia afro-brasileira.

A Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira está sendo desenvolvida novamente (2º semestre de 1999), com 40 adolescentes afrobrasileiros. Desta vez com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão Universitária, do Programa de Capacitação Solidária, do Grupo Cultural Naja e do Gabinete da Prefeitura de Niterói.

Preliminarmente, podemos informar que além de aumentar o número de jovens, diversificamos também as atividades. Foram introduzidas oficinas sobre estratégias de enfrentamento do estresse e do racismo, realizadas pelas professoras Vera Sobral, Vera Lemos e Linda Nice, e oficinas de estética afro-brasileira.

O projeto atingiu o objetivo de aproximar re-conectar o jovem afro-brasileiro de sua cultura de origem. Entretanto, não somos ingênuos a ponto de considerar esta aproximação como suficiente para o desenvolvimento de uma auto-estima positiva neste grupo étnico. Ao contrário, já conseguimos perceber que esta aproximação cria uma certa turbulência que precisa ser melhor investigada. Neste momento, podemos afirmar que é fácil sair do gueto, porém é difícil manter-se fora dele sem apoio das instituições sociais e sem fortalecimento do próprio ser.

Afinal, a ideologia da discriminação racial continua presente e todos os seus nexos se articulam para garantir a dominação e a coisificação dos afro-brasileiros. A vinculação cultural, por meio da Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira, é apenas uma ação no sentido de neutralizar a ideologia da discriminação racial ou, ao menos, minimizar seus efeitos nefastos. Muito, mas muito mais precisa ser feito em termos de terapias de enfermagem e políticas públicas.

Recomendações Futuras

A experiência vivida permite-nos sugerir a inclusão dos temas saúde do adolescente e processo saúde-doença em afro-brasileiros, tanto na formação em nível de graduação quanto na de pós-graduação da área da saúde. Faz-se necessário também trabalhar com diagnósticos de bem-estar e de grupo, assim como com intervenções de enfermagem que promovam a saúde cultural de grupos especiais, com recorte de idade, gênero e etnia.

Por fim, consideramos fundamental que os pesquisadores incluam em seus instrumentos de coleta de dados o item cor/etnia e o preencham conforme a auto-declaração de seus depoentes, conforme orientação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda que a categoria cor/etnia não seja a principal variável da pesquisa, só a existência e a disponibilização de dados sobre a população afro-brasileira serão de enorme valia para o delineamento do perfil de saúde deste grupo étnico.

Abstract Health Promotion for AfroBrazilian Adolescents Through Cultural Link – This paper points out the activities directed to develop in the AfroBrazilian adolescents an high self-steem and a sense of proud related do his ethnic heritage. The nursing process related to cultural health among afrobrazilian adolescents may serve to increase well-being and actualize health promotion.

Key-words – Adolescent Health - Cultural Health – AfroBrazilian Ethny – Nursing




Referências Bibliográficas

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CRUZ,I.C.F da O negro brasileiro e a saúde: ontem, hoje e amanhã. Rev. Esc.

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CRUZ,I.C.F da As religiões afrobrasileiras: subsídios para o estudo da angústia

espiritual. Rev. Esc. Enf. USP, v.28, n.2, p.125 - 136, ago. 1994

CRUZ, I.C.F da Sensualidade, sexualidade e emancipação: reflexões sobre a

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Journal of Advanced Nursing, v. 20, p. 307-13, 1994.

McCLOSKEY, J. C. BULECHEK, G.M Nursing Interventions Classification (NIC)..

St. Louis, Mosby, 1992. 581p.

ROSELLA, J. D. ; ALBRECHT, S. A . Toward na understanding of the health

status of black adolescents: na application of the stress-coping framework.

Journal of Comprehensive Pediatric Nursing, v. 16, p. 193-205, 1993



1 CRUZ, IC.F. da et al Promoção da Saúde para o adolescente pela Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira – a estratégia da Escola de Enfermagem Aurora Afonso Costa.In: RAMOS, F.; MONTICELLI, M. NITSCHKE, R. (org) Um encontro da enfermagem com o adolescente brasileiro - Projeto Acolher. Brasília, DF, ABEN/MS, 2000.

2Doutora em Enfermagem pela USP/SP. Professora titular da Universidade Federal Fluminense - Coordenadora do Núcleo de Estudo sobre Saúde e Etnia Negra – NESEN (www.uff.br/nepae/nesen.htm) isabelcruz@uol.com.br

3 Doutora em Enfermagem pela Anna Néry/UFRJ. Coordenadora do Curso de Especialização Enfermagem em Promoção da Saúde

4 Mestre em Enfermagem. Professora Adjunto.

5 Doutora em Enfermagem pela Anna Néry/UFRJ. Professora Adjunto.

6 Mestre em Enfermagem pela Anna Néry/UFRJ. Professora Assistente.

7 Mestra em Engenharia de Produção/COPPE-UFRJ. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgico. Presidente em Exercício da ABEN/Niterói. Coordenadora do Curso de Especialização de Enfermagem em Home Care (Cuidado Domiciliar)

8 Professora Adjunto. Coordenadora da Licenciatura em Enfermagem.

9 Mestre em Enfermagem e doutoranda da Anna Néry/UFRJ. Chefe do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica.

10 Mestre em Enfermagem pela UNIRIO. Diretora da Escola de Enfermagem Aurora Afonso Costa.

11 Doutora em Enfermagem pela Anna Néry/UFRJ. Vice-diretora da Escola de Enfermagem Aurora Afonso Costa.

12 Monitora de Extensão Universitária. Graduanda de Enfermagem.

13Músico e Coordenador artístico da Escola de Arte e Música Popular AfroBrasileira. Presidente do Grupo Cultural Naja

14Supervisor do Programa Capacitação Solidária



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