Proposal of a cost management model for making decision in a logistics company



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PROPOSTA DE UM MODELO DE GESTÃO DE CUSTOS PARA TOMADA DE DECISÕES EM UMA EMPRESA LOGÍSTICA
PROPOSAL OF A COST MANAGEMENT MODEL FOR MAKING DECISION IN A LOGISTICS COMPANY
JAIR HENRIQUE TONELI - rtf@netnew.com.br

JOAO PAULO IRENO - joaopauloireno_7@hotmail.com

PROF. Me ANDRÉ RICARDO PONCE DOS SANTOS - anrsantos@uol.com.br

PROFa. Ma HELOÍSA HELENA ROVERI -


RESUMO
A proposta do modelo de gestão de custos para tomada de decisões, traz ótimas alternativas para o mercado logístico, apresenta a mensuração dos custos e as despesas variáveis e os custos fixos sobre a receita, obtendo resultados expressivos para os gestores implantarem em sua gestão. Neste contexto, este artigo procura abordar, através de pesquisa bibliográfica, o conteúdo relacionado às operações do Método de Custeio Variável, evidenciando fornecer informações a determinadas funções gerenciais para tomada de decisão.


Palavras-chave: Gestão de custos. Método de Custeio Variável. Tomada de decisão.

ABSTRACT
The proposal of a cost management model for making decision brings great alternatives for the logistics market, shows the measurement of costs and variable expenses and the fixed costs about the revenue, obtaining impressive results for managers to install in theirs management. In this context, this paper searches to address, through literature research, the content related to the operations of Variable Costs Method, providing evidences and informations to the certains management functions for making decisions.
Key-words: Costs management. Variable Costs Method. Making decision.


INTRODUÇÃO
O assunto abordado exige constantemente de gestores preparados e atualizados para o cenário empresarial, é neste sentido, que o mercado logístico busca modelos de gestão de custos que minimizem seus custos e consequentemente contribuam para a maximização de seus resultados econômicos.

Assim, empresários que atuam no ramo de logística buscam aplicar os melhores recursos na gestão de suas empresas, oferecendo produtos e serviços competitivos, e que obtenham resultados econômicos expressivos, contudo que tenham um modelo de gestão de custos adequado para o processo.

O Modelo de Gestão de Custos para Tomada de Decisões em uma Empresa Logística ressalta a importância de estruturar uma gestão de custos, elencando os custos variáveis, as despesas variáveis e semi-variáveis, e os custos fixos obtidos no decorrer do período observado.

Por meio da aplicação de um modelo de gestão de custos, é possível visualizar quais veículos contribuem para a geração de lucro, visando a eficácia operacional, influenciando os gestores na tomada de decisão.

Demonstrando que a proposta do modelo de gestão de custos possibilita uma análise sistêmica de seus custos e despesas, visando sua margem de contribuição, obtendo o lucro operacional.

Para atingir o objetivo do presente trabalho, foi elaborada uma pesquisa bibliográfica e um estudo de caso na empresa Rápido Transforte Ltda.




  1. MÉTODOS DE INFORMAÇÃO DO CUSTO PARA TOMADA DE DECISÕES

A Contabilidade de Custo é o ramo pelo qual se destina fornecer informações de auxílio a determinadas funções em níveis gerenciais de uma empresa, tais como desempenho, planejamento, controle das operações para tomada de decisões.

Em vista de fornecer informações a determinadas funções gerenciais, a contabilidade de custo coleta, classifica e registra os dados operacionais coletados de diversas atividades da empresa, tanto na atividade interna quanto na atividade externa da empresa.

O conjunto de informações se deve ao planejamento para a determinação da rentabilidade e do desempenho de diversas atividades da empresa, sendo assim, auxiliam a gerência a planejar, controlar e administrar o desenvolvimento das operações realizadas. Tendo em vista as informações coletadas para tomada de decisões.

O profissional responsável pela contabilidade de custo dentro da empresa deverá ser um contabilista registrado no Conselho Regional de Contabilidade, pois, é uma atividade contábil fundamental dentro da empresa, tanto que, ambas devem acompanhar o desenvolvimento dos procedimentos, técnicas e a política utilizada no processo de trabalho da empresa.

“A Contabilidade só poderá fornecer informações confiáveis e as mais exatas possíveis, dentro das circunstâncias, se todos os contadores, em sua execução, adotarem orientação conceitual uniforme.”(LEONE; LEONE, 2010, p. 13).

Para que este processo tenha sucesso, a contabilidade de custo tende a estar alinhada a Contabilidade, recebendo orientação de procedimentos, critérios e políticas da empresa.


  1. DWFINIÇÃO E OBJETIVO DO CUSTO


2.1 Gasto
Gasto é a compra de bens ou serviços. Exemplo: compra de equipamentos, de materiais, energia, pacotes de software, contratação de serviços de terceiros etc. Por ser uma aquisição onerosa de recursos econômicos, sempre provoca a obrigação de pagar.
É importante salientar que quando um gasto não é atribuído e alocado aos produtos como custo unitário, ele é considerado despesa operacional e lançado pelo seu valor total na demonstração de resultados como gasto período. (PADOVEZE, 2003, p 328).
Portanto, no momento de classificar o gasto na empresa, deverá observar a maneira que fora atribuído no processo.

    1. Custo

Custo é a expressão monetária de consumo, da utilização ou da transformação de bens ou serviços no processo de produção de outros bens ou serviços. Para geração do custo deve haver o consumo decorrente de sua utilização.

“O processo de logística, por sua vez, divide-se em logística de suprimento, de produção e de distribuição; nesse caso, os custos estão relacionados aos dois primeiros.” (MARTINS; ROCHA, 2010, p. 10).

Para que aja um custo, precisa da utilização de recursos, bens ou serviços e a utilização pode se dar por consumo, como energia, transformação em matéria prima ou uso, maquinas, via depreciação. E se não ocorrer consumo, uso ou transformação de recursos, não gera custo.

O custo é considerado quando a sua utilização, consumo ou transformação de recursos seja normal, previsível e estimável; se ocorrer de forma anormal - em decorrência de incêndio, a contabilidade denomina e o classifica como perda, pois não e necessário a produção.


    1. Despesa

Despesa é uma expressão monetária de consumo ou da utilização de bens ou serviços no processo de administração geral da organização e da transferência de produtos, mercadorias e serviços aos clientes, no processo de geração de receita.

“Despesas variáveis de vendas, tais como comissões de vendedores, representantes comerciais, etc., podem ser tratadas, para fins gerenciais, como redução de receita.” (MARTINS; ROCHA, 2010, p. 18).

O processo contábil da despesa está relacionado a geração de receita; o custo esta relacionado quando os recursos estão sendo utilizados, consumidos ou transformados; e a despesa designa os valores confrontados com a receita, no período ou no momento da realização desta. Tratam-se fundamentalmente nos mesmos eventos, porém com denominação diferente; custo, no momento da produção e despesa, na venda do produto.



3 DEFINIÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE CUSTOS APLICADOS NA EMPRESA
O método de custeio aplicado na empresa foi o Método de Custeio Variável, no qual demonstra a margem de contribuição deduzida dos custos e as despesas variáveis de acordo com o resultado do período em que foram incorridos.

Essa margem é pela qual mostra o valor do excesso da receita liquida em relação aos custos e as despesas variáveis, sendo assim, sua margem de contribuição é utilizada para cobertura dos custos e as despesas fixas da empresa.

Observa-se que na apuração dos custos, somente os custos e as despesas variáveis são computados da receita, mas, para efeito de apuração, demonstração e análise de resultado, os custos fixos identificáveis devem ser confrontados com sua receita total.

Diante deste procedimento consistente com o método de custeio variável, os custos diretos não foram incluídos na demonstração dos custos dos veículos e sim deduzidos da receita.

Os conteúdos demonstrados nas planilhas relacionados às bases de cálculos, são dados reais, levantados por empresas de ambos os segmentos utilizados no transporte logístico, realizados com base em fundamentos e estudos colocados na prática para chegar a estes resultados, sendo os mais precisos e proporcionando suas medidas de mensurações.
4 MODELO DE GESTÃO DE CUSTOS APLICADOS AO MÉTODO DE CUSTEIO VARIÁVEL
De acordo com base nos dados levantados sobre os veículos da empresa Rápido Transforte Ltda., foram pesquisados dois modelos de veículos de famílias diferentes utilizados pela empresa no mesmo segmento, transporte de cargas secas.

Os veículos relacionados na planilha, foram acompanhados em média no período de 30 dias, obtendo a receita bruta que cada um realizou dentro deste período, percorrendo rotas diferentes, proporcionando custos e despesas variáveis diferentes.

O critério para a utilização dos métodos de custeio utilizados são os mesmos para ambos os veículos, sendo que a diferenciação se dará entre si mesmos, de acordo com sua receita e a dedução dos seus custos e suas despesas.

Logo que diagnosticado o levantamento da receita bruta de todos os veículos, foram deduzidos para cada veículo sobre sua receita, 5,5% sobre os impostos, referente aos encargos estipulados, sendo assim, obtendo a receita líquida.




Fonte: Rápido Transforte Ltda, 2011.

Quadro 1: Dedução dos impostos sobre a receita bruta
A medida que foi obtida a receita liquida, serão deduzidos todos os custos e as despesas variáveis geradas por cada veículo, sendo assim, atingindo a margem de contribuição que cada um proporcionou dentro deste período de estudo para empresa.
4.1 Modelo de mensuração dos custos e as despesas variáveis
Na apuração da receita líquida no método de custeio variável, foram deduzidos sobre ela os custos variáveis e as despesas variáveis incorridos no período por cada veículo, obtendo-se a margem de contribuição, na qual, se torna a referência base de comparação de lucratividade para a empresa, neste caso não, só está sendo utilizada para efeito de demonstração.

Para atingir a margem de contribuição, foram deduzidos da receita líquida todos os custos variáveis como combustível, pedágios, descargas, diária dos motoristas entre outros custos variáveis, ambos variáveis de acordo com a kilometragem percorrida pelos veículos e as rotas a serem seguidas.

Os custos variáveis com combustível variam de acordo com o rendimento do veículo, isto é, de acordo com o kilometro em que cada um percorrer durante o período. O Quadro 2, apresenta os custos variáveis.


Fonte: Rápido Transforte Ltda, 2011.

Quadro 2: Mensuração dos custos variáveis
Quanto mais o veículo rodar, maior será o consumo de combustível, contando também que, poderá variar de acordo com a força do motor de um para outro, o peso transportado e um fator principal, a forma de que o condutor opera o veículo, esta é uma dificuldade que as empresas de transporte buscam constantemente corrigir.

Os custos com pedágios variam de acordo com as rotas a serem seguidas, se o veículo percorrer a maior parte do seu trajeto dentro do estado de São Paulo, certamente seu custo será maior, pois é o estado que mais arrecada com praças de pedágios.

Dentre todos estes custos, o custo sobre os pneus foram deduzidos de acordo com o kilometro percorrido pelos veículos dentro do período e mais suas despesas com consertos. A média de cálculo utilizada foi estipulada por diversas empresas do segmento de pneus, foram calculados pelo valor de cada pneu, a quantidade de pneus utilizados no veículo, mais duas recauchutagens que o pneu permite em média, calculados sobre o kilometro da sua vida útil desde novos, após este ciclo o pneu vira sucata.

Para demonstrar o cálculo que o modelo contempla, foi considerado um valor de R$ 1.080,00 para cada pneu. No caso dos veículos tipo “bitrem” são computados 26 pneus em todo o conjunto. Já nas composições comuns, são considerados 22 pneus que, segundo o fabricante, suporta duas recauchutagens que custam em média R$ 390,00 cada e, obtém-se com isso, uma autonomia de 250.000 kilometros rodados, conforme é apresentado no quadro 3 a seguir.




Fonte: Rápido Transforte Ltda, 2011.

Quadro 3: Método de cálculo do custo por composição

As despesas com cargas e descargas, variam de acordo com o tipo da carga, a cargas de produtos granel como açúcar e milho, não geram custos com descargas, dependendo do tipo da carga são cobrados pela descarga.

Na ajuda de custo aos motoristas, a diária varia de acordo com os dias que ficam fora de suas residências, sendo que, a empresa estipula os horários de saída e chegada para efetuar o reembolso da diária.

Quando relacionado outros custos, são todos os custos decorrentes dentro do período gerados pelos veículos que não são discriminados nos roteiros.

As despesas variáveis também são deduzidas da receita líquida. Na sua forma de apuração foram calculados sobre o óleo lubrificante, filtros e o óleo de diferencial, o valor do litro sobre a quantidade necessária para cada veículo mais a reposição necessária de acordo com kilometro rodado. Esta base de cálculo foi estipulada por empresas de lubrificantes, que chegaram a estes resultados mediante a estudos, pesquisas colocados na prática.

O Quadro 4, apresenta as Despesas Variáveis e Semi-Variáveis

Fonte: Rápido Transforte Ltda, 2011.

Quadro 4: Despesas variáveis e semi-variáveis
No caso da lavagem e lubrificação, os valores são os mesmos, visto que esses valores correspondem as despesas semi-variáveis, ou seja, sua ocorrência não está proporcionalmente relacionada à quantidade de kilômetros rodados.

Na apuração de 1% sobre manutenção de peças, foi considerada uma despesa com manutenção em oficinas mecânicas de terceiros, como nas despesas fixas oficina e pessoal consta com valor zerado, por não ter um funcionário fixo que possa efetuar o serviço, por este motivo existe este repasse sobre a manutenção sobre peças.

Sendo assim, observando que para se atingir o valor da margem de contribuição, é necessário a apuração dos impostos sobre as receitas e a dedução dos custos e despesas variáveis sobre a receita líquida.

Obtendo-se a margem de contribuição deduzida de suas despesas, pode-se observar que o valor dos custos fixos identificáveis devem se confrontar com a receita.


4.2 Modelo de mensuração da margem de contribuição sobre os custos fixos
Diante da demonstração de resultado, conforme citado anteriormente, a margem de contribuição busca cobrir os custos fixos da empresa, evidenciando as margens propostas pelos veículos.

Neste modelo de demonstração, pode-se entender que a forma de rateio dos custos fixos não foram alocados para cada veículo, e sim, a custos fixos diretos sobre sua margem de contribuição.

Diante desta demonstração, foram considerados para cada veículo uma remuneração de capital de 12% ao ano que são calculados mensalmente de acordo com o valor de capital (aquisição) de cada um. O Quadro 5 apresenta este cálculo.


Fonte: Rápido Transforte Ltda, 2011.

Quadro 5: Custos Fixos por veículo

No quadro 5 como exemplo, considerou-se que o Veículo Scania modelo R380 está avaliado em R$ 220.000,00, aplicado a um custo de oportunidade de capital a 1% ao mês.

A forma de rateio do licenciamento, DPVAT, IPVA e honorários de despachantes, variam de acordo com o valor do veículo e ano, os valores demonstrados na planilha foram todos deduzidos a custos mensais dos veículos.
4.3 Modelo de mensuração dos custos fixos sobre a receita
Observa-se que o método de custeio variável para os custos fixos identificáveis, foram diminuídos da margem de contribuição, pois não se trata de rateio por famílias de veículos, e sim pela margem de contribuição total.

Para efeito de demonstração foi alocado na planilha o custo fixo de oficina pessoal, vai depender se a empresa tem o colaborador específico para a área, neste caso já foi recolhido a margem de 1% sobre peças.

Dentro dos custos fixos identificáveis, o salário pessoal de motorista é de R$ 1.300,00, mais os encargos estipulados pela Consolidação das Leis Trabalhistas, este salário se torna para empresa R$ 2.145,00, em média 65%, é um custo fixo mensal para empresa.

Os seguros com equipamentos também foram alocados aos custos fixos, sua base de cálculo é de 6,5% ao ano sobre o capital, para efeito de demonstração foi alocado o valor mensal.

E os demais custos fixos como despesas diversas, ISS, IPTU, luz e água, telefone, material de escritório, salário de pessoal e aluguel, foram todos deduzidos sobre a margem de contribuição, que designa a função de cobrir os custos fixos neste modelo de demonstração.

Entre as deduções realizadas dentro do período, a empresa obtém no final do período outras receitas obtidas por repasse, que seria a comissão de fretes pela qual a empresa utiliza esse repasse direto a margem operacional liquida.

Sendo assim, após feitas as deduções dos custos e as despesas variáveis sobre a receita líquida, obtendo-se sua margem de contribuição onde foram deduzidos os custos fixos, assim, chegando ao seu resultado final contribuído pelas receitas obtidas por repasse, o que demonstrou o lucro obtido no período.
5 PROPOSTA DE UM MODELO DE GESTÃO DE CUSTOS PARA TOMADA DE DECISÕES
Diante das informações fornecidas pela empresa Rápido Transforte Ltda., afim de que pudesse elaborar um modelo de gestão de custo para tomada de decisões no processo logístico, chegou-se a seguinte proposta de um modelo de gestão de custos, tendo em vista que sua planilha está sendo utilizada somente para efeito de demonstração.

Onde após, feita toda a mensuração de todas as despesas e todos os custos, no final, demonstra a rentabilidade obtida pela empresa, o que proporciona uma visão sistêmica sobre o modelo de gestão para implantação no processo logístico.

O conteúdo utilizado para a elaboração do modelo de gestão de custos, foram pesquisados com uma grande minuciosidade, para que, pudesse chegar ao mais detalhado modelo de gestão de custos.

Seu objetivo, demonstrar a forma de mensuração dos custos sobre seus veículos diante do trabalho proposto, assim que, atingisse o objetivo do trabalho, demonstrando as diferenças dos custos entre os veículos e seus rendimentos entre si.

Tendo em vista que, todos os veículos buscam uma melhor rentabilidade entre si, para que possam cobrir seus custos operacionais sem que necessitem de ajuda de outros, pois, cada veículo deve se manter e cobrir seus custos tendo sua margem de rentabilidade.

Os dados demonstrados neste modelo de gestão de custos, são dados reais fornecidos pela empresa, para que pudesse chegar a esta Proposta de um Modelo de Gestão de Custos para Tomada de Decisões em uma Empresa Logística.

Segue o quadro 6 que demonstra com mais detalhes o planejamento e o estudo de caso pelo qual foi elaborado o projeto para efeito de demonstração de um modelo de gestão.


Fonte: Rápido Transforte Ltda, 2011.

Quadro 6: Modelo de Gestão de Custos Proposto
Com base no modelo proposto acima, percebe-se que a estrutura leva em consideração as famílias de veículos e seus respectivos modelos. Isto permite que o gestor visualize a contribuição de cada veículo perante a Receita total.

É importante destacar que na medida em que os veículos forem substituídos, deverão ser alocados os custos conforme a especificação e o consumo de recursos para a realização de suas atividades.



CONCLUSÃO
O objetivo desse trabalho foi elaborar uma Proposta de um Modelo de Gestão de Custos para Tomada de Decisões em uma Empresa Logística, onde, com o material fornecido pela empresa Rápido Transforte Ltda., proporcionou uma demonstração de apuração das despesas e dos custos sobre sua receita, que, atingiu sua margem de contribuição e proporcionou uma visão sistêmica sobre seus resultados.

Com base nas demonstrações e nos resultados obtidos, torna-se bastante claro e objetivo, o modelo de gestão de custos sobre os veículos, a forma que seus custos e suas despesas foram alocados dentro de suas limitações, de acordo com suas receitas, seus custos e despesas geradas por cada um dentro do período estudado.



Sendo assim, diante da Proposta de um Modelo de Gestão de Custos, torna-se aplicável para empresa analisada, de acordo com suas demonstrações, as receitas obtidas por seus veículos deduzidas de seus custos e despesas, a empresa obteve a rentabilidade esperada no final do período, tornando-se interessante o modelo gestão aplicado na empresa Rápido Transforte Ltda.
REFERÊNCIAS
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______. Gestão do lucro. São Paulo: Atlas, 2006.
HORNGREN, C. T.; DATAR, S. M.; FOSTER, G. Contabilidade de custos. 11. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
LEONE, G. S. G.; LEONE, R. J. G. Curso de contabilidade de custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTINS, E.; ROCHA, W. Métodos de custeio comparados. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE; C. L. Controladoria estratégica e operacional: conceitos, estrutura, aplicação. São Paulo: Pioneira, 2003.




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