Quando meu deus se esconde



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QUANDO MEU DEUS SE ESCONDE


Marcelo Augusto de Carvalho
Gênesis 37. 1-5
Jacó trabalhou 7 anos por Raquel.

Aos 84 casou-se com ela. Mas recebeu mercadoria diferente.

- O casal entrava numa tenda e passavam a noite juntos. Só de manhã Jacó percebeu o engano.

- Naquela semana Jacó, sem desejar, casou-se com 4 mulheres, o que foi uma maldição para ele. Se é difícil viver debaixo do mesmo teto com 1 mulher, imagine com 4!



- Dos 84 aos 91 anos Jacó teve 11 filhos e uma filha.

- Rúbem, o mais velho era apenas 6 anos mais velho que José. E 12 anos mais velho que Benjamim, já que este nasceu quando voltaram à Canaã, 20 anos depois da fuga do pai, que agora tinha 97 anos.
- Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor.

Houve um, entretanto, de caráter grandemente diverso – o filho mais velho de Raquel, José, cuja rara beleza pessoal não parecia senão refletir uma beleza interior do espírito e do coração.


Por que Jacó gostava mais de José do que dos outros?

  1. Puro, ativo e alegre, o rapaz dava prova também de ardor e firmeza moral.

  2. Era o filho da mulher que mais amava.

  3. Era o mais belo dos filhos

  4. Escutava as instruções do pai, e gostava de obedecer a Deus. As qualidades que depois o distinguiram no Egito – gentileza, fidelidade e veracidade, já eram manifestas em sua vida diária. Morrendo-lhe a mãe, suas afeições prenderam-se mais intimamente ao pai, e o coração de Jacó estava ligado a este filho de sua velhice. Gên. 37:3.

Jacó imprudentemente manifestou sua preferência por José, e isto provocou a inveja dos outros filhos
Por que os irmãos de José o odiavam?

  1. Testemunhando José a má conduta dos irmãos, ficava grandemente incomodado; arriscou-se delicadamente a chamar-lhes a atenção, mas isto apenas suscitou ainda mais o seu ódio e indignação.

  2. Não podia suportar vê-los a pecar contra Deus, e apresentou esta questão a seu pai, esperando que sua autoridade os pudesse levar a corrigir-se.

  3. Jacó evitou cuidadosamente suscitar a ira deles pela aspereza e severidade. Com profunda emoção exprimiu sua solicitude pelos filhos, e implorou que lhe respeitassem os cabelos brancos, e não trouxessem o opróbrio a seu nome, e, acima de tudo, que não desonrassem a Deus com tal desrespeito a Seus preceitos.

  4. Envergonhados de que sua impiedade fosse conhecida, os moços pareceram estar arrependidos, mas tão-somente esconderam seus verdadeiros sentimentos, que se tornaram mais amargos ao serem patenteadas as suas faltas.

  5. O indiscreto presente do pai feito a José, de um manto, ou túnica, de grande preço, tal como a usavam comumente pessoas de distinção, pareceu-lhes outra prova de sua parcialidade, e provocou-lhes a suspeita de que ele tencionava preterir seus filhos mais velhos e conferir a primogenitura ao filho de Raquel. * O casaco de muitas cores era uma túnica longa de delicada tessitura, com mangas, e própria para jovens príncipes ou nobres, que não eram designados para o trabalho subalterno do campo ou da casa. CBD 31.

  6. Sua maldade ainda mais aumentou ao contar-lhes um dia o menino um sonho que tivera. Gên. 37:7. Logo teve outro sonho, de idêntica significação, que também relatou: Gên. 37:9. Este sonho foi interpretado tão facilmente como o primeiro. Apesar da severidade aparente de suas palavras, Jacó acreditava que o Senhor estava revelando o futuro a José. * Seja simples como as pombas, mas prudente como as serpentes. Há certas coisas que não precisam ser ditas!

Achando-se o rapaz perante os irmãos, brilhando seu belo rosto pelo Espírito de inspiração, não puderam deixar de admirá-lo; porém não optaram pela renúncia de seus maus caminhos, e odiaram a pureza que lhes reprovava os pecados. O mesmo espírito que atuava em Caim, abrasava-se em seus corações.
1- OS IRMÃOS DE JOSÉ NÃO SABIAM VALORIZAR SEUS IRMÃOS

Não é esquisito que...

Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando você não faz... está muito ocupado.
Quando o outro fala é intriga.
Quando você fala... é crítica construtiva.
Quando o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura".
Quando você o faz... está sendo firme.
Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar... é apenas distração.
Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.
Quando você fala... é porque precisa desabafar.
Quando o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção.
Quando você age assim... é gentil.
Quando o outro encara os dois lados do problema, está sendo fraco.
Quando você o faz... está sendo compreensivo.
Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.
Quando você faz... é iniciativa.
Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando você progride... é fruto de muito trabalho.
Quando o outro luta por seus direitos, é teimoso.
Quando você o faz... é prova de caráter.
Quando você manda um e-mail desse é porque gosta dos amigos.
Quando o outro manda... é um desocupado...
Pensem muito bem nisso.
Mudanças de comportamentos positivas são sempre bem vindas.

Como seria bom se eu não tivesse meus irmãos!

  • Como seria este mundo se não houvesse insetos? Não haveria picadas de mosquitos, de borrachudos ou de abelhas, nem moscas a serem enxotadas. Mas também não haveriam borboletas coloridas para observar, mel para comer, ou grilos para ouvir à noite. Haveria bem menos flores e pouquíssimas frutas. Sem os insetos, morreriam muitas plantas e animais. Por exemplo, sem os insetos noturnos não haveriam os morcegos e certas espécies de lagartos. Não haveriam andorinhas, papa-moscas e pica-paus- bichos que vivem basicamente da alimentação de insetos. Sem eles não haveria a polinização de muitas plantas, deixando centenas de animais sem comida. Até mesmo os insetos nocivos ao homem, às plantas e à outros animais ajudam a manter o equilíbrio geral, impedindo por exemplo o desenvolvimento de certas espécies para que outras possam sobreviver. IJ 92 170

* Um anjo apenas emprestado. Seleções
2- ANOS DEPOIS JOSÉ SOUBE PERDOAR SEUS IRMÃOS. VOCÊ FARIA ASSIM?

Anos depois quando Rúben tinha 23 anos, José 17, Jacó 108 anos e Isaque 168, José foi, sob a ordem do pai atrás dos irmãos.

  • A inveja e a vingança, durante muito tempo secretamente acalentadas, agora os dominavam. “Matemo-lo”.

  • Teriam executado seu intento, se não fora Rúben. Propôs que José fosse lançado vivo em uma cova, e ali deixado a perecer, sendo, entretanto, seu intuito secreto, livrá-lo, e devolvê-lo ao pai. Tendo persuadido todos a consentirem neste plano, Rúben deixou o grupo, receando que não pudesse dominar seus sentimentos, e fossem descobertas suas verdadeiras intenções.

  • José chegou, sem suspeitar do perigo, mas aterrorizou-se pela ira e olhares vingativos que encontrou. Agarraram-no e tiraram-lhe a capa. Zombarias e ameaças revelavam um propósito mortal. Seus rogos não foram atendidos.

  • Alguns deles, porém, não estavam à vontade, não sentiam a satisfação que tinham tido em perspectiva pela sua vingança.

  • Vendê-lo: Ao mesmo tempo em que ele seria eficazmente posto fora de seu caminho, permaneceriam limpos de seu sangue. Com esta proposta todos concordaram, e José foi rapidamente tirado da cova.

  • Ao ver ele os mercadores, a terrível verdade passou como relâmpago por seu espírito. Tornar-se escravo era uma sorte para se temer mais do que a morte. Na aflição do terror apelou para um e outro de seus irmãos, mas em vão. Alguns foram movidos de dó, mas o medo de caçoada conservou-os em silêncio; todos achavam que haviam então ido longe demais para desistirem. Se José fosse poupado, sem dúvida relataria o feito deles ao pai, que não deixaria de tomar em consideração a sua crueldade para com o filho predileto.

  • Rúben voltou ao fosso, mas José ali não estava. Alarmado Rúben foi induzido a unir-se aos demais, na tentativa de ocultar seu crime.

  • Os moços, aterrorizados com o que tinham feito, e, contudo, temendo as reprovações do pai, ocultavam ainda em seu coração o conhecimento de seu crime, que mesmo para eles parecia muito grande.


José foi para o Egito.

Dos 17 aos 27 anos trabalhou para Potifar. Dos 27 Aos 30 ficou na prisão. E aí tornou-se governador do Egito.

Aos 37 anos, ele vê novamente seus irmãos em sua frente, prostrados ao chão. Rúbem, o mais velho estava com 43 anos, e seu irmão Benjamim 31 anos.

Ele então os provou!
Por que José provou seus irmãos?

  1. Seu olhar penetrante, examinando o grupo, descobriu que Benjamim não estava entre eles. Teria ele também caído como vítima da traiçoeira crueldade daqueles homens ferozes?

  2. Decidiu-se saber a verdade.

  3. Desejou saber se possuíam o mesmo espírito altivo que tinham quando com eles estava;

  4. E bem assim tirar deles alguma informação com relação à sua casa; bem sabia, contudo, quão enganadoras poderiam ser as suas declarações. Repetiu a acusação, e eles replicaram: Gên. 42:10 e 13.


AS PROVAS

  1. Os três dias na prisão egípcia foram de amargurada tristeza, ao refletirem os irmãos em seus pecados passados.

  2. Gên. 42:18-20. Esta proposta concordavam em aceitar, exprimindo embora pouca esperança de que seu pai deixasse Benjamim vir com eles. José se comunicara com eles mediante um intérprete, e, não fazendo idéia que o governador os compreendesse, conversavam livremente um com outro em sua presença. Acusavam-se com relação ao tratamento que deram a José.

  3. José, ouvindo, não pôde dominar suas emoções, e saiu e chorou. À sua volta, ordenou fosse Simeão amarrado perante eles, e de novo entregue à prisão. No tratamento cruel a seu irmão, Simeão fora o instigador e principal ator, e foi por esta razão que a escolha recaiu sobre ele.

  4. A porção de Benjamim foi cinco vezes mais a de qualquer deles. Por este sinal de favor para com Benjamim esperava averiguar se o irmão mais moço era olhado com a inveja e ódio que para com ele foram manifestados. Supondo ainda que José não compreendia a sua língua, os irmãos conversavam livremente uns com os outros; assim teve ele boa oportunidade de conhecer seus verdadeiros sentimentos. Desejava ainda prová-los mais, e antes de sua partida ordenou que seu próprio copo de prata fosse escondido no saco do mais moço.

  5. Supunha-se possuir aquela taça o poder de descobrir qualquer substância venenosa na mesma colocada. Naquele tempo, taças desta espécie tinham alto valor como salvaguarda contra o assassínio pelo envenenamento.

  6. Gên. 44:15. José tencionava extorquir-lhes o reconhecimento de seu pecado. Nunca pretendera o poder de adivinhação, mas queria fazê-los crer que podia ler os segredos de suas vidas.

  • Em sua profunda angústia Judá aproxima-se então do governador, e exclama: Gên. 44:18, 30-34.

  • Os irmãos de José quase enlouqueceram quando descobriram o copo de José na carga de Benjamim. Que culpa tinha ele daquele roubo? Que culpa tinha ele dos erros que os irmãos cometeram no passado?

  • Durante os anos em que José estivera separado dos irmãos, estes filhos de Jacó se haviam mudado em seu caráter. Invejosos, turbulentos, enganadores, cruéis e vingativos tinham eles sido; mas agora, quando provados pela adversidade, mostraram-se abnegados, leais uns para com os outros, dedicados ao pai, e, sendo eles homens de idade mediana, sujeitos à sua autoridade.

  • Sabe como descobrir se aquele ovo que está há um tempão na geladeira continua fresco ou não? Coloque o ovo numa vasilha com água e sal. Se ele estiver fresco, irá para o fundo da panela. Do contrário, flutuará parcialmente. Com o tempo, a câmara de ar, que existe dentro dos ovos aumenta e os que não são frescos acabam boiando. As provações não mudam nosso caráter, apenas revelam como ele está. Não há como escondê-lo dos outros. Guia dos curiosos, 151.


O PERDÃO

  • O monge e o escorpião

Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

- Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:

- Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.

Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com que nos relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode. Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua natureza, e não conforme a do outro.
3- NA CASA DE POTIFAR, VOCÊ DIRIA NÃO?

- Não foi o acaso, mas a providência, que encaminhou esses midianitas ao poço naquela hora. Eles tinham planejado a sua viajem de acordo com os seu interesses naturais de comerciantes. Mas, sem que soubesse, estavam viajando segundo uma programação divina. Tudo na vida é dirigido e controlado pela presença divina.

Podemos estar num poço de negra infelicidade, mas Deus sabe que estamos ali e cronometra os momentos. CBD 31.

- Chorou amargamente à lembrança daquele pai amoroso, em sua solidão e aflição. Novamente a cena em Dotã veio diante de si. Viu seus irmãos irados, e sentiu os olhares furiosos que lhe dirigiam. As palavras pungentes, insultantes, que seus aflitos rogos encontraram, estavam a soar-lhe nos ouvidos. Com o coração a tremer olhou para o futuro. Que mudança na situação – de um filho ternamente acalentado para o escravo desprezado e desamparado! Só e sem amigos, qual seria sua sorte na terra estranha a que ele ia? Por algum tempo, José entregou-se a uma dor e pesar incontidos.
Por que Deus permitiu tal sorte para José?


  1. Aprendeu em poucas horas o que de outra maneira anos não lhe poderiam ter ensinado.

  2. Seu pai, forte e terno como havia sido seu amor, fizera-lhe mal com sua parcialidade e indulgência. Esta preferência imprudente havia encolerizado seus irmãos, e os incitara à ação cruel que o separara de seu lar.

  3. Os efeitos dessa preferência eram também manifestos em seu caráter. Defeitos haviam sido acariciados, que agora deveriam ser corrigidos. Ele se estava tornando cheio de si e exigente.

  4. Acostumado à ternura dos cuidados de seu pai, viu que não se achava preparado para competir com as dificuldades que diante dele estavam, na vida amarga e desconsiderada de estrangeiro e escravo.

  • A pressão pode ser boa. O efeito estufa impede que o calor se dissipe e a Terra esfrie. O aumento dos gases na atmosfera eleva a retenção de calor, transformando-a numa estufa. O efeito permite que a temperatura do planeta se mantenha em níveis adequados para a vida animal e vegetal. Do contrário, ela não passaria de – 23 º graus. Guia dos curiosos, 82.

- Então seus pensamentos volveram para o Deus de seu pai. Aprendera acerca do amor de Deus. Todas aquelas lições preciosas vinham agora vividamente diante dele. José acreditava que o Deus de seus pais seria o seu Deus. Ali mesmo se entregou então completamente ao Senhor, e orou para que o Guarda de Israel estivesse com ele na terra do exílio.

- Sua alma fremiu ante a elevada resolução de mostrar-se fiel a Deus – de agir, em todas as circunstâncias, como convinha a um súdito do Reino do Céu. Serviria ao Senhor com inteireza de coração; enfrentaria as provações de sua sorte, com coragem, e com fidelidade cumpriria todo o dever. A experiência de um dia foi o ponto decisivo na vida de José. Sua terrível calamidade transformara-o de uma criança amimada em um homem ponderado, corajoso e senhor de si.


Ao chegar no Egito, foi comprado por Potifar. Ele valia muito dinheiro já que era jovem (17 anos), boa saúde, bons dentes e muito belo.

Chegando ao Egito, José foi vendido a Potifar, capitão da guarda do rei, a cujo serviço ficou durante dez anos. EGW.

- Potifar devia ser muito famoso mas também um homem de meia idade, e casado com uma bela jovem. José era novo, da idade dela, e além de bonito diferente, já que era estrangeiro.

- Ela o convidou dia após dia, mas ele disse não. Até que preparou aquela cama egípcia com lençóis de seda e mosquiteiro. Ele continuou a dizer não!

A fé e integridade de José deveriam, porém, ser experimentadas por terríveis provas. A esposa de seu senhor esforçou-se por seduzir o jovem a transgredir a lei de Deus. José bem sabia qual seria a conseqüência da resistência. De um lado estavam o encobrimento, os favores e as recompensas; do outro a desgraça, a prisão, a morte talvez. Toda sua vida futura dependia da decisão do momento. Triunfariam os princípios? Seria José ainda fiel a Deus? Com inexprimível ansiedade os anjos olhavam para aquela cena.

  • Uma formiga levanta qualquer coisa que tenha 50 vezes o seu peso. Uma abelha carrega um peso equivalente a 300 vezes o seu. Podemos vencer qualquer desafio, pois nEle somos mais do que vencedores. Ele já nos fez fortes. Guia dos curiosos, 71.


VOCÊ PODE! AINDA HOJE!

  • Um dia, um pastor de uma grande igreja recebeu uma jovem em seu escritório. Recém casada, ela começou a pedir-lhe conselhos sobre seu casamento que, segundo ela, não andava nada bem. Ele percebeu que a conversa estava meio sem rumo, e logo perguntou: O que você realmente deseja? Ela o mirou e disse: Eu quero você! Ele gelou por um instante. Ela continuou: Não vivo bem com meu marido, mas com você creio que seria muito feliz. Às vezes, fantasio sexualmente nós 2 juntos. Isto quando estou dormindo, ou quando estou no chuveiro, ou me secando. Sei também que o faria muito feliz. Você diria não? Ele acalmou-se e disse: Eu vivo muito bem com minha mulher. Não quero nada com você. Vamos fazer de conta que isto jamais aconteceu. Nunca mais me procure, conversemos, etc...


4-QUANDO O AMBIENTE NÃO FAZ A MENOR DIFERENÇA

José sofreu pela sua integridade; pois sua tentadora vingou-se acusando-o de um crime detestável Houvesse Potifar acreditado na acusação feita pela esposa, contra José, e teria o jovem hebreu perdido a vida; mas a modéstia e correção que haviam uniformemente caracterizado sua conduta, eram prova de sua inocência; e, contudo, para salvar a reputação da casa de seu senhor, foi entregue à vergonha e ao cativeiro.
Quando você aproveita o ambiente adverso para subir na vida.

Mesmo na prisão, o melhor.

- Mas o verdadeiro caráter de José resplandece, mesmo nas trevas da masmorra. Ele reteve com firmeza sua fé e paciência; seus anos de serviço fiel foram pagos da maneira mais cruel, todavia isto não o tornou obstinado ou desconfiado. Tinha a paz que vem de uma inocência consciente, e confiava seu caso a Deus. Não ficava a acalentar as ofensas que recebera, mas esquecia-se de suas tristezas procurando aliviar as de outrem. Achou uma obra a fazer mesmo na prisão. Deus o estava preparando, na escola da aflição, para maior utilidade, e ele não recusou a necessária disciplina. Testemunhando na prisão os resultados da opressão e tirania, e os efeitos do crime, aprendeu lições de justiça, simpatia e misericórdia, que o prepararam para exercer o poder com sabedoria e compaixão.

* O sorvete esquenta o organismo, sabia disto? Ele parece grio, mas por conter muitas calorias (unidades de energia) deixa o corpo mais quente. Assim são as provações. Guia dos curiosos, 135.
Os jardins de nossa vida. Seleções - Junho 1998.

  • A Sra Lawley, uma mulher simples e humilde, mas de espírito prático e muito aberto, é dessas pessoas que a gente jamais esquece. Ela ficou conhecida por sua família e por seus vizinhos como “A mulher que plantava jardins por onde ia”. Morou durante muitos anos em uma fazenda lá no fim do mundo, entre cavalos, vacas e terra muito árida. Mas lá ela sempre teve, ao lado de sua humilde casa, um belo jardim, onde netos e filhos gostavam de pousar para as fotos de época. Um dia ela se mudou para um bangalô recém construído, onde havia apenas um retângulo sem graça de terra amassada. Ela não desanimou: desenhou um pequeno jardim de pedras e plantou suas amadas roseiras. Em poucos anos, seus netos tomavam chá em um jardim bastante familiar. Dez anos depois ela precisou mudar para um apartamento. Todos pensaram: foram-se os dias de belas flores. Que nada. Algum tempo depois ela enviou 1 foto para todos os familiares tendo-a no centro do jardim segurando um lindo troféu por ter em seu apartamento as mais belas flores de Cheltenham, Inglaterra. Hoje, com quase 100 anos de vida, A sra Lawley ensina-nos uma preciosa lição: Onde quer que estejamos vivendo, podemos plantar um belo jardim, e sentir o precioso aroma que nossa vida ainda pode nos dar.


5- EXPECTATIVAS PESSOAIS X PLANO DE DEUS

Como você reage quando Deus conduz sua vida ao contrário do você espera que Ele o faça?

Quando menino, José aprendeu que um dia dominaria sua família e seria muito importante. Nada disso acontecera. E pior: estava longe de casa, preso e desacreditado. Mas ele decidiu confiar e crer que o cronograma de Deus seria cumprido em sua vida.

ELE NÃO PRECISAVA SE PREOCUPAR COM SEU FUTURO, MAS APENAS CRER

* Pastores: plano de vida e de carreira. Quando não dá certo, se frustram, largam família, igreja e Deus.

- José conseguiu enxergar que aqueles 13 anos de sofrimentos e mais 7 anos para ver finalmente se cumprirem seus sonhos foram dirigidos por Deus para transformar seu caráter, prepara-lo para sua tarefa, e para salvar da fome sua família. Ele amadureceu para isto.
Prova de fé. Seleções – Outubro de 1998.

  • Wes Anderson, 34 anos, entrou em seu sedã prateado às 20h30 do dia 7 março de 1994, dirigindo-se à sua casa na cidade de Sacramento, Califórnia, EUA. Ele, como ministro da Igreja Cristã de Carmichael, havia acabado de dirigir uma cerimônia religiosa em seu templo. Wes sentira o chamado de Deus ao ministério pastoral quando estudava direito. Era pastor há 2 anos de uma calorosa comunidade de 110 fiéis. Enquanto dirigia para casa, viu uma de suas fiéis de 78 anos envolvida em um acidente de carro. Parou para ajudar percebendo que não era nada grave, apenas que sua ovelha estava um pouco abalada. De repente viram faróis que se aproximavam em alta velocidade. Ele gritou: Doroty, ele vai bater em nós! Wes a empurrou para longe no momento em que uma caminhonete lhe atingia o lado direito, esmagando-o contra o carro de Doroty. Sua perna explodiu em dor, e ele ficou contorcendo-se no asfalto, com a perna quase arrancada. 2 h depois, já no hospital, Wes sentiu uma cãibra agonizante na panturrilha. Esticou o braço para massageá-la, mas recuou. Não havia mais nada lá. Perdera a perna direita. Tudo por causa de James Napier, que dirigia embriagado e que ficaria apenas 8 meses na cadeia por tal desastre.

  • Nos dias seguintes, Wes passou por inúmeras crises de depressão. Também sofreu inúmeras cirurgias, que lhe deixaram a outra perna coberta de cicatrizes e seu abdome com vergões vermelhos, indicando os locais de onde fora retirado o tecido para o enxerto.

  • - Não é justo! Gritava ele. Queria ter mulher e filhos um dia. Que mulher me amará com tantos ferimentos e cicatrizes?

  • Quando conseguia se acalmar, Wes lembrava-se de quantas vezes aconselhara seus fiéis em momentos de dificuldade a confiarem nas promessas e na direção de Deus. Mas agora era a sua vez. O que faria então?

  • Um repórter do jornal local telefonou-lhe querendo uma entrevista. Não queria atender ou falar de algo que lhe doía tanto. Mas por fim decidiu falar pensando que seria bom para alguém conhecer sua história.

  • VIRGÍNIA BRUEGGER, 38 anos, divorciada, mãe de Steven de 16 anos, pegou seu jornal para ler naquela noite de 16 de março de 1994. O dia fora terrível para ela, que em meio a tantos desafios tentava tirar seu diploma de Psicologia. Contas a pagar, filho a criar, pouco dinheiro para se virar, tudo era um transtorno. Queria vencer, mas desistir parecia ser a decisão certa.

  • De repente ela olha a manchete do jornal: “Pastor perde a perna ao salvar uma mulher em acidente de carro”. Aquilo lhe prendeu a atenção. Percebeu que poderia encontrar naquele fato forças para continuar a viver. Havia sido cristã, mas depois do casamento afastara-se de Deus. Percebia ser agora o momento de encontrá-lo novamente. Leu todo o artigo, emocionou, e decidiu: Preciso conversar com este homem. Que exemplo de vida!

  • Wes acordou no dia seguinte após a 7 ª cirurgia em 10 dias e não sabia o que fazer com aquela mulher à porta, carregando um vaso de planta. Sem muitas palavras, olharam-se até que ela lhe disse: Só queria agradecer-lhe. Pausa. Li a reportagem no jornal e precisava lhe dizer o que sua história fez por mim. Mudou meu ponto de vista sobre o que estou vivendo. Tenho passado por uma fase difícil. Sua história ajudou-me a perceber que preciso retomar meu relacionamento com Deus.

  • Duas semanas depois Virgínia o visitou novamente, e ali conversaram por horas, dialogando sobre a vida de ambos. Após o encontro, ela pensou: “É tão fácil conversar com ele”. E ele: “Por que ela está vindo aqui?”.

  • Dois meses após o acidente, Virgínia telefonou para saber como estava. Wes disse: Vou receber alta hoje.

  • Ela sentiu-se tomada por um sentimento inexplicável. Pegou o carro e correu para o hospital. – Que está fazendo aqui? Não tenho certeza, apenas achei que precisava estar aqui - respondeu ela.

  • Quando se aproximaram de sua igreja, Wes começou a chorar, vendo as centenas de crianças que o recepcionavam do outro lado da cerca com acenos e faixas carinhosas.

  • Em junho daquele ano, finalmente Virgínia colou grau.

  • Meses mais tarde, Wes começou a questionar sobre o relacionamento entre eles. Conversavam abertamente sobre o divórcio dela, sobre o filho de 16 anos, sobre a vida dele. Mas ele se perguntava: “Será que ela me ama de verdade ou apenas sente compaixão por mim. Eu nunca fui belo, mas olhe só para mim agora! Ela pode encontrar pessoas bem melhores por aí, em qualquer esquina”.

  • Ele marcou o encontro para definirem a situação. Tinha a certeza que terminariam para sempre. Sob o Céu estrelado, Wes abriu seu coração e disse: V. valorizo muito sua amizade, você é por demais especial para mim. Mas saiba que quero algo sério. Porém sei de minha situação, e não quero colocá-la em risco. Quero que você seja feliz... Ela o interrompeu: Wes, antes que continue quero que saiba que me preocupo com você como uma pessoa completa, e não me interessa se tem uma perna ou duas. Para mim, você é um homem perfeito, uma pessoa maravilhosa. Amo você - disse ele emocionado. Também amo você - respondeu ela. Pela primeira vez se beijaram.

  • Ele teve muitas recaídas consigo mesmo, principalmente quando caía ao chão ao tentar andar com sua perna mecânica. Mas um dia aprendeu não era de uma perna normal que precisava, mas de uma cura interior. Sentiu que cairia muitas vezes ainda, mas apenas para levantar-se um pouco mais forte a cada vez.

  • Assim, no dia 27 de maio de 1995, Wes entrou pela porta de sua bela igreja subindo ao altar. A igreja estava cheia, lotada. De repente a porta do fundo se abre e por ela entra Virgínia, toda de branco, bela, uma madura princesa angelical. Seu melhor amigo celebrou a cerimônia nupcial. Após a cerimônia, Wes foi levado até o jardim para tirar fotos. Ali sozinho esperando a esposa, ele olhou para o Céu e se pôs a pensar. Passara-se pouco mais de um ano desde que ele saíra daquele local para um trágico acidente. Perguntara-se quantas vezes sobre os planos de Deus para a sua vida. Agora ele sabia a resposta.

  • Perdera uma perna para ganhar o esteio de sua vida.


Apelo: Você está disposto a aceitar o plano de Deus em sua vida, seja qual for?
ESTOU EM TUAS MÃOS

HF- VASO DE HONRA / HASD 502
Pr. MARCELO AUGUSTO DE CARVALHO Campo Limpo SP 2001



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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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