Quem é jesus cristo?



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Comunidade do Santuário do Divino Espírito Santo

Catequese com adultos .


QUEM É JESUS CRISTO?

(Lc 4,16-22)


Situando o personagem Jesus de Nazaré.

Com Jesus começou uma nova história da humanidade. Ele é a grande luz que brilha nas trevas. É a esperança dos povos, a Salvação do mundo. O seu nascimento marca o centro de toda a história. É o maior acontecimento da história humana. Agora a vida humana toma outro rumo, um retorno à casa do Pai. Começa a era cristã. Por isso dizemos: antes de Cristo e depois de Cristo. Cristo em verdade é o Rei dos séculos. É o ponto convergente de toda a história.



Segundo o Evangelho QUEM É?

“EU SOU O Filho de Deus” (Jo 10, 22-38). “Tu és o Cristo (o ungido), o Filho de Deus vivo” (Mt 16, 15-17). “...Tu és o Filho de Deus? Sim, eu Sou” (Mt 26, 63-64). “Eu sou o pão vivo descido dos céus” (Jo 6). “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6).



Como pessoa histórica, QUEM É?

Ao tornar-se verdadeiro homem, pela encarnação, continua sendo Deus e fez-se nosso salvador, nosso libertador. (1 Tm 3,16). Homem simples. Operário. Pobre. Viveu a vida do povo de sua época. Sentiu os problemas que preocupavam a vida do povo. Homem bom. Sabia valorizar as pessoas. Compreensivo. Colocava a pessoa acima da lei: “não é o homem para o sábado, mas o sábado para o homem” (Mc 2,27). Tudo o que falava era de acordo com a vida que levava. Compadeceu-se das multidões e fez o bem a todos (At 10,38). Pregou a libertação: “Convertei-vos, crede na Boa Nova” (Mc 1,15): Vossa libertação está próxima. Vivendo nossa condição humana – verdadeiro Deus e verdadeiro homem – revelou-se Filho de Deus e Senhor da história. É realmente o Messias esperado. “Jesus de Nazaré, compartilhando a vida, as esperanças e as angústias de seu povo, é o Cristo acreditado pela fé da Igreja (Puebla 98). É o Messias porque assume o humano, restabelece a comunhão entre o Pai e os homens e mulheres.



Como homem de fé, QUEM É?

É exemplo de vida!

Modelo de autenticidade: “que o vosso sim, seja sim...” (Mt 5,37)

Modelo de simplicidade: “sede simples como as pombas...” (Mt 10,16)

Modelo de fraternidade: “amai os vossos inimigos...” (Mt 5,44)

“amai-vos uns aos outros...” (Jo 15,12)

Único que salva: “eu sou o caminho...” (Jo 14,6)

Compromete-nos na libertação: “eu vos envio...” (Mt 10,16; Jo 10,3)

Exige que sejamos perfeitos: “sede perfeitos como vosso Pai é perfeito” (Mt 5,48)

Jesus de Nazaré, Cristo vivo, Deus e homem, é modelo de autenticidade, de simplicidade, de fraternidade: único que salva, liberta-nos do pecado, compromete-nos com sua obra (P.956).



Escolhe os apóstolos:

Agrupa em torno de si alguns homens de diversas categorias especiais e políticas. Embora confusos e às vezes infiéis, eles sofrem o impacto do amor e do poder que ele irradia. São constituídos alicerces de sua Igreja.



Dá sua vida por nós e ressurge vitorioso:

Conforme encontramos em Mt 28, 2-6; Mc 16,6; Lc 24,2-6 e 1Cor 15,3-7.



Permanece entre nós:

Jesus Cristo glorificado não se afastou de nós. Ele vive na sua Igreja – na Eucaristia: “Eu estarei convosco todos os dias” (Jo 6; Mt 28,20). Está presente entre os que se reúnem em seu nome.



Envia-nos o Espírito Santo:

Pentecostes é o grande começo. É o nascer comprometedor da Igreja. A Igreja será guiada pelo Espírito da Verdade. Agora a vida nova jorrará sem cessar para os que se aproximam da Verdade (Jo 16,13; Puebla 111-116).



Nosso caminho para o Pai:

Cristo mesmo se identificou como único caminho: “Eu sou o caminho...ninguém vai ao Pai senão por mim” (Jo 14,6).




RESUMO:


Jesus Cristo, homem-Deus,

é a força de Deus capaz de transformar a nossa realidade pessoal e social e

encaminhá-la para a liberdade e a fraternidade.
JESUS PONTO CENTRAL DA NOSSA FÉ
Ele é a Palavra do Pai:

Revela-nos Deus como Pai. Cristo é a imagem de Deus invisível (Cl 1,15) Como tal, é o sacramento primordial e radical do Pai: “Aquele que me viu, viu o Pai” (Jo 14,9).

Por Cristo, com Ele e Nele, passamos a participar da comunhão com Deus. Não há outro caminho que leve até o Pai. “Eu sou a porta” (Jo 10,7 e 9).

“Eu sou a luz do mundo, aquele que me segue não anda nas trevas” (Jo 8,12).



Vivendo pobremente, ensina-nos a descobrir o que é essencial na vida: “olhai os lírios, olhai as aves... procurai primeiro o Reino de Deus” (Mt 6,25-34). “Marta, Marta, você se preocupa com muitas coisas. Uma só é necessária: ouvir a Palavra de Cristo, vivendo na sua verdade” (Lc 10,38-42).

O que Ele falou:

1) Falou sobre a vida: “Eu sou a ressurreição e a vida...” (Jo 11,25).

2) Falou sobre o dia-a-dia das pessoas e do povo. Pregou os valores que farão dos homens e mulheres irmãos e irmãs entre si e filhos e filhas de Deus que é Pai. Pregou o Reino de Deus. Não só o pregou, mas instaurou o Reino de Deus, onde Deus reina, onde o egoísmo é vencido pelo amor.

3) Revolucionou a mente das pessoas. Mexeu com a vida de cada um. Exemplo: “Amai os vossos inimigos”; “fazei o bem aos que vos odeiam”; “É meu irmão, minha irmã quem faz a vontade do meu Pai.”; “Quem ama sua vida, perde-a”; “O maná não é o pão da vida: Eu sou o pão da vida...”

4) Insistiu que só a verdade é capaz de libertar a pessoa: “a verdade vos libertará.”; E diz mais: “mentira e falsidade não trazem felicidade para o homem e para a mulher: ai de vós sepulcros caiados...cegos, guiadores de cegos... Tendes ouvidos, mas não ouvis... Ladrões, minha casa é casa de oração... Não é a lei que salva, mas o amor... Vocês são a luz e o sal. Vocês são o fermento. Vocês são minhas testemunhas”.


JESUS, MODELO DOS MESTRES

Ele era claro, preciso, objetivo; seu quadro negro era o chão, o giz – seu próprio dedo, usava como ilustração o que mais perto estava e à vista de todos: como uma árvore,

a natureza uma criança.

Tinha apenas duas turmas de alunos: os doze e a multidão. Sua sala de aula tinha por teto o céu e por banco a própria relva.

Dava, às vezes, aulas particulares, como à Samaritana, aulas áudio-visuais, enquanto caminhava, aulas diurnas, noturnas, como a Nicodemos.

Ensinava no mar e na terra firme, no monte

ou em casa, no Templo ou caminhando.

O esboço de suas aulas estava em Sua própria mente; preparava-o, preparando-se em Oração ao Pai.

Incansável Mestre, seu tempo de ensinar era sempre.

Oração Final: Ler Sermão da Montanha (Mt 5-7)



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10º encontro revisado em 2008/1




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