Quem conta e canta, conta e canta uma história



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QUEM CONTA E CANTA, CONTA E CANTA UMA HISTÓRIA” – RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL

INTRODUÇÃO

O presente trabalho busca relatar a experiência do Estágio Supervisionado II, em uma Instituição de Educação Infantil, da rede municipal de ensino, no período de março a junho de 2011, a partir do desenvolvimento do projeto de intervenção intitulado “Quem conta e canta, conta e canta uma história” o qual foi desenvolvido no período de 28 de abril a 10 de junho em uma turma de 2° período, com crianças em idade de 5 a 6 anos, em um total de 14 sessões. Desse universo foram selecionadas duas sessões em que obtemos resultados significativos por meio do trabalho com literatura infantil, oralidade, letramento, música e brincadeira relatadas detalhadamente no decorrer do trabalho.



PROJETO DE INTERVENÇÃO “QUEM CONTA E CANTA, CONTA E CANTA UMA HISTÓRIA”

O projeto “Quem conta e canta, conta e canta uma história” teve por objetivo intervir de forma positiva no cotidiano da instituição de educação infantil, proporcionando aos profissionais da escola uma reflexão acerca do desenvolvimento das Linguagens infantis, em especial, a oralidade, a literatura infantil e o letramento, articuladas à brincadeira, que deve permear toda a prática na educação infantil, e às demais linguagens, como a música, o movimento, as artes visuais.

A partir da observação em sala, e de conversas com as professoras e coordenadoras, foi possível compreender que uma das maiores preocupações da Instituição é a articulação das brincadeiras, principal linguagem da criança pequena, com as demais linguagens que permeiam o âmbito escolar: matemática, natureza, literatura infantil, oralidade, artes visuais, corporeidade, música entre outras.
A compreensão do mundo pela criança pequena se dá por meio das interações que ela, estabelece com as pessoas, os objetos, as situações que vivencia, pelo uso das diferentes linguagens expressivas. Visto isso, nosso projeto de intervenção objetiva o trabalho com a Literatura Infantil, oportunizando às professoras e às crianças vivenciarem experiências lúdicas de aprendizagem, trabalhando os conteúdos necessários às crianças, a partir das histórias, contos de fadas, poesias, música, movimento, artes, natureza e principalmente a brincadeira, proporcionando uma viagem ao mundo da imaginação e da diversão.

METODOLOGIA

Tendo em vista os nossos objetivos referentes ao estágio, propomos o referido projeto de intervenção que foi desenvolvido no período de 23 de março de 2011 a 08 de junho de 2011, sendo executado duas vezes por semana, com duração de 2 horas por sessão. Seu público alvo foram crianças de 5 a 6 anos de idade que frequentam uma Instituição de Educação Infantil da rede pública.

De início utilizamos a observação do campo, por meio da qual pudemos conhecer a rotina das crianças, para iniciar o estudo do projeto de intervenção, uma vez que este projeto engloba um desafio de intervir numa prática pedagógica com intuito de contribuir no desenvolvimento das crianças e também como formação para quem está observando e aplicando o projeto.

Através de nossas observações concluímos que o desafio maior é mostrar o quão prazerosa pode ser a leitura por meio da brincadeira. Entendendo que o brincar é essencial na vida e desenvolvimento de uma criança, seja no aspecto cognitivo, afetivo e principalmente nas linguagens e formação do pensamento. Portanto precisamos possibilitar o desenvolvimento pleno das crianças sem esquecer o brincar e coisas que dêem prazer à criança.

Entendendo as dificuldades que este grupo de crianças enfrenta pela falta de brinquedos, jogos e recursos diversificados para o envolvimento, realização das atividades de leitura, propomos um projeto de intervenção centrado na dinamização e diversificação das leituras de histórias com finalidade de aumentar o universo linguístico das crianças.

O projeto foi estruturado em catorze sessões, das quais detalharemos duas, que envolveram situações de leitura de historias, contos e recontos, música, movimento, dramatização, arte e faz de conta. A avaliação foi contínua, baseada nos registros feitos durante as sessões. Os aspectos observados foram: o interesse do aluno por ouvir, recontar as histórias; a participação das atividades em grupo e individual; respeito pelo colega; criatividade nas produções individuais e coletivas, recepção e apreensão das histórias.



DESENVOLVIMENTO DO PROJETO – RELATO DAS SESSÕES

As sessões abaixo relatadas aconteceram no período de 28 de abril ao dia 10 de junho de 2011. Seguindo a ordem proposta nos projeto de Intervenção. É importante ressaltar que, os nomes utilizados são fictícios, para preservar a identidade das crianças participantes do projeto. Os relatos são baseados nos registros realizados por nós no decorrer das sessões, nos vídeos gravados durante as mesmas e trarão as nossas análises e observações ao longo do texto.



Sessão 8 – Fantoches que contam uma história

A oitava sessão do projeto aconteceu no dia 19 de maio. As crianças chegaram ao espaço da sala e se acomodaram nas cadeiras. Carla falou que podiam pegar historinha para ler e interagir com os amigos enquanto as outras crianças chegassem. As crianças que estavam presentes no momento, Ádson e Alice, se dirigiram a mini-estante de historia localizada no canto do espaço. Ádson sentou na mesa e começou a contar a história dos três porquinhos para o Fernando, Maxwell e Vinícius. De acordo com as imagens do livro, ele contava os fatos ocorridos seguindo a sequência lógica dos acontecimentos, os outros ouviam atentamente sem interferir.

As 13h e 30min, Carla e Mayara formaram a roda de conversa dizendo que tinha uma surpresa na maleta1 e todos iriam gostar. As crianças sentaram na roda sem resistência, Mayara iniciou fazendo o suspense com a Maleta de historia, todos sabiam que tinha história, porém esta história seria contada de maneira diferente. Quando Mayara retirou o fantoche do lobo mau todos ficaram encantados, querendo pegar o fantoche, gerando uma discussão entre eles de quem seria o primeiro para pegar e contar a historia. Carla conversou com as crianças, explicando que precisavam atender uns combinados, que todos contariam a historia com o fantoche, mas primeiro a tia Mayara contaria uma historia bem legal.

Antes de iniciar a contação, Carla perguntou quem recordava da sessão do dia anterior, todos responderam que sim relatando o que aconteceu. Carla perguntou o que mais gostaram, se gostaram da historia cantada e movimentada dos três porquinhos, a resposta foi unânime que sim, alguns disseram também que gostaram da bolinha de sabão. Carla explicou que iríamos realizar novamente, ficaram eufóricos, mas primeiro iriam ouvir a historia da tia Mayara.

Mayara iniciou contando a história do lobo mau2 que se questionava sobre a sua força,o lobo contava a história em primeira pessoa. Ele passeava pela floresta e a todos os personagens que encontrava perguntava quem era o animal mais forte da floresta, a bruxa que tinha uma casa de doces, o coelho, leão, elefante, todos os personagens respondiam que o lobo era o mais forte. Interessante como as crianças gostam do Lobo Mal, para eles o lobo era sempre o mais forte, pois a medida que Mayara contava um fato da historia fazia questionamentos para as crianças, sempre o lobo ganhava, tirando só o leão, dizendo que ele é mais forte que o lobo. Quando Mayara falou na bruxa da casa de doces as crianças não identificaram de qual conto de fada ela pertencia, mas falaram que o mais forte era o lobo. No final da história, o lobo encontrava um pequeno animalzinho que insistia em dizer que a sua mãe era mais forte, mesmo diante da ameaça do lobo, quando a mãe dele chegou, um grande dragão, colocou o lobo para correr e esse se convenceu que , afinal ele não era o mais forte.

Ao finalizar a historia, Mayara disse que tinha outras surpresas na maleta, mostrando os outros fantoches dos três porquinhos, todos ficaram bastante animados. Dividimos em grupo de quatro crianças, detalhe, todos queriam ser o lobo, mas só tinha um na historia, então tinham que decidir quem seria do grupo. Mayara iniciava a história dizendo:

—Era uma vez, três porquinhos...

E as crianças continuaram a história. O interessante era que todos se envolveram, demonstrando satisfação, ajudando o amigo mais tímido. Lembravam do nome dos personagens e a sequência da construção da casinha, Palhota, Madeirota e Tijolota. Envolveram-se tanto na historia que contaram, recontaram, recontaram de novo, e não cansaram, só decidiram parar quando Carla fez a proposta de ir para a área descoberta da escola e fazer a historia com movimento.

Ao chegarmos no espaço, Carol demonstrou resistência para sentar junto com o grupo, pois queria ser o lobo mau.

Carla insistiu segurando a mão da Carol dizendo:

—Calma Carol, você vai ser o lobo, é só você esperar.

Carol continuou sem atender o combinado. Carla continuou insistindo:

- Você lembra ontem? Quantos lobos tinham? Um monte não foi? Então, você vai ser o lobo.

Carol se contentou e sentou-se junto com as outras crianças.

Mayara escolheu alguns lobos e ficou no grupo deles. Carla ficou no grupo dos três porquinhos. A brincadeira funcionou da seguinte maneira. Os porquinhos construíam as suas casas e lobo as derrubava. Ao derrubar a casa do palhota, todos os porquinhos tinham que correr do lobo mau, para construir a casa do madeirota e assim sucessivamente. O interessante foi na construção da casa do tijolota, pois incorporaram o personagem, pegando os tijolos que estavam no espaço e construíram o muro da casa. Carol que era o lobo correu para a parte de tijolos que o Vinícius estava construindo e derrubou, ele nem se importou e construiu novamente o seu muro. Finalizamos a historia com as crianças (porquinhos) convidando os lobos para brincar. As crianças abriram uma parte do tijolo para os lobos entrarem e todos viveram felizes para sempre.

Quando a brincadeira acabou, retomamos para o espaço da sala. Carla e pediu para que eles desenhassem a historia. A maioria das crianças apresentaram seus desenhos com formatos definidos, com cabeça, braço, corpo e pernas. Apenas o desenho do Willian que não que está em processo de desenvolvimento, pois mistura os membros do corpo com a cabeça, muitas vezes desenha sem olhar para o papel. Ao finalizarem os desenhos, não tivemos a oportunidade de socializá-los, pois chegou a hora do lanche e precisavam lanchar para ir ao recreio. Finalizamos a sessão às 14h e 50min



Sessão 10 – Caixa de Histórias e Texto Lacunado

No dia 26 de maio, iniciamos a décima sessão ás 13h e 15min, pois todas as crianças que frequentam diariamente a instituição já estavam presentes. Mayara iniciou realizando o suspense da maleta, explicando que a maleta estava cheia de objetos, a maleta passaria de mão em mão, e cada criança escolheria um objeto e contaria a história e cada um iria completando com o seu objeto. Mayara iniciou utilizando um coelhinho de pelúcia, dizendo:

— Como se inicia uma história?

As crianças responderam que deveria ser com Era uma vez... Todos concordamos e iniciamos com “Era uma vez um coelhinho chamado lulu que estava brincando na floresta.” Em seguida, passamos a mala para Adriana que pegou um brinquedo composto por duas tartarugas, ela disse que não sabia o que dizer, após ser estimulada. Ela disse que elas estavam brincando na floresta junto com o coelhinho depois, A Carolinie pegou uma boneca nua e disse que o bebê também estava brincando com os outros animais. Depois foi a vez de Sofia pegar um objeto, ela pegou a zebra e elaborou o primeiro diálogo da história, imitando a voz da zebra pedindo para brincar também. A Raissa pegou uma boneca loira e disse que era a cachinhos dourados que estava passeando pela floresta e queria brincar também. Willian pegou um brinquedo e disse somente que era um macaco. Rayane pegou uma girafa e disse que a girafa queria brincar também, ela imitou a voz da girafa e pediu aos outros personagens para brincar. As outras crianças responderam que sim e ela colocou o brinquedo junto aos outros. É interessante destacar que as crianças colocaram os brinquedos todos próximos uns aos outros para representar a história.

Vinícius pegou um carro e nomeou de Relâmpago Mcqueen, em referência ao personagem do filme Carros, ele disse que o carro estava correndo na floresta. Carla pegou uma fralda e disse que a bebê tinha feito xixi e precisava trocar a fralda, Carolinie colocou a fralda na boneca e continuamos a história. Era perceptível a empolgação das crianças em pegar os objetos, pois era uma surpresa guardada na mala. Ádson pegou um telefone e ligou para a Zebra. Sofia conversou com ele, fazendo uma mímica de telefone. Ele perguntou o que ela estava fazendo ela disse que estava brincando e convidou ele. Ele disse que estava indo, se despediram e terminaram a conversa. Em seguida Rodolfo pegou um carrinho e disse que ele estava brincando com o Relâmpago Macqueen. O próximo a pegar foi Micael, mas ele procurou, provavelmente um brinquedo de “menino” e não achou, então ele disse que não queria pegar e passou a maleta para o Fernando que pegou um Dinossauro, que correu para pegar todo mundo. As crianças representaram a correria com os brinquedos e todos se divertiram. Por último Alice, que estava muito ansiosa, achando que não tinha mais nenhum brinquedo. Ela pegou uma boneca, disse que era a mamãe e que ela estava chamando todo mundo para lanchar. Assim acabou a historia com todos lanchando juntos o bolo que a mamãe fez.

Depois, nós pedimos para que eles guardassem todos os brinquedos na maleta. Depois, pedimos que eles contassem a história criada. Todos lembraram dos personagens e dos principais acontecimentos da história.

Em seguida explicamos que iríamos para o pátio externo brincar de uma brincadeira nova: “Corre Cutia” explicamos as regras, ensinamos a parlenda e os levamos para o pátio.

Fizemos a roda e iniciamos a brincadeira, todo mundo cantou junto a parlenda da brincadeira e todos aprenderam de cor. Após todos terem participado. Pedimos para que sentassem. Apresentamos o cartaz e explicamos que a “música” que a gente tinha cantado era uma parlenda, que usamos para brincar. Mostramos o cartaz e eles logo perceberam que a música estava escrita, mostramos os espaços, que eram as lacunas, nas quais eles deveriam escrever as palavras que estavam faltando.

Carolinie quis começar, pois a palavra que estava faltando na primeira linha era CUTIA, que estava escrita no título, então ela copiou. No entanto, a segunda palavra era TIA, que também tinha escrita em cima, dentro da palavra CUTIA, necessitou ser construída por Rodolfo, que a escreveu no cartaz. A terceira palavra a ser escrita era CIPÓ, que também foi construída sílaba a sílaba por Ádson. A quarta palavras era VÓ, que foi escrita por Vinícius. Ele associou o fonema da letra V, da palavra ao seu nome. Mayara lembrou que era a mesma letra do seu nome e ele escreveu no cartaz, faltando apenas o acento.

Em seguida, Adriana escreveu a palavra MÃO, ressaltando inclusive que a palavra tinha algo em cima, referindo-se ao acento tio. Mayara ensinou como era e onde colocar. Por último Alice escreveu a palavra Chão, foi a palavra que ficou mais distante da escrita convencional, pois ela escreveu CIAO, mas é importante ressaltar que ela construiu sozinha sua hipótese, pois inclusive disse que queria fazer sozinha e que ninguém a ajudasse.

Terminado o texto lacunado, pedimos para que eles escrevessem seus nomes no cartaz, pois nem todos tiveram a oportunidade de escrever. A primeira foi Adriana, que começou a escrever invertido, nós não intervimos, pois achamos que ela escrevia assim. Em seguida Carolinie também escreveu espelhado, nós não intervimos mas achamos estranho, quando a terceira criança começou a escrever também espelhado, nós intervimos, pois percebemos que eles não sabiam escrever no cartaz, então Mayara mostrou que se começava a escrever da esquerda para a direita, e todos foram escrevendo seus nomes corretamente.

Todas as crianças estavam muito interessadas na atividade e ajudaram o tempo todo os colegas, construindo suas hipóteses juntos. A professora esteve presente durante toda a atividade. No início, quando ela viu que nós íamos fazer a proposta do texto lacunado, ela ficou insegura, com medo de que eles não conseguissem, pois as crianças tiveram pouco tempo de aula antes e depois da greve. Ela acompanhou toda a atividade e se mostrou surpresa com o desempenho das crianças no final.

Ás 14h e 50min nós os levamos para a sala para que eles lavassem as mãos e fossem lanchar, finalizando a nossa sessão.

RESULTADOS

No decorrer do projeto foi possível perceber como as crianças aprendem melhor quando a ludicidade está presente, como exemplo temos a sessão 10, quando após as crianças terem aprendido a parlenda “Corre Cotia” por meio da própria brincadeira, ficou muito mais fácil e prazeroso preencher as lacunas da atividade.

Foi muito gratificante observar o desenvolvimento das crianças ao longo do projeto, a empolgação delas durante as atividades e a expectativa que eles tinham na nossa presença, pois era o momento da brincadeira, sem obrigações.

Compreendemos também que o letramento, a literatura infantil e a oralidade são linguagens fundamentais para a aquisição da escrita e da leitura pelas crianças, mas sem perder de vista que a brincadeira deve ser o norte desse processo.

A evolução foi notória nos momentos de socialização em todos os momentos, principalmente na roda de conversa. Outro momento valioso foi a nossa formação para os que compõem a instituição, havendo uma troca de experiências entre todos. Concluímos o estagio com a certeza que o nosso estágio foi frutífero, deixando grandes marcas em nossas memórias e formação, assim como, na vida das crianças.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília, 2009. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Parecer CEB 01/1999, aprovado em 11 de novembro de 2009.

______. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.v. 1
BARBOSA, M.C.S, consultora. Práticas cotidianas na educação infantil - bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Ministério da Educação, BRASIL. Brasília.2009.

BRITTO, Luiz Percival Leme IN FARIA, Ana Goulart de, MELLO, Suely Amaral (orgs.). O mundo da escrita no universo da pequena infância – Campinas, SP: Autores Associados, 2005.

FERREIRO, Emília. TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

HALL, Nígel. O brincar, o letramento e o papel do professor. In : MOYLES, Janet R. A excelência do brincar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

LEAL, T.F.; ALBUQUERQUE, E.B.C.; MORAIS, A.G. Letramento e alfabetização: pensando a prática pedagógica. In BRASIL. Ministério da Educação. Ensino Fundamental de nove anos. Brasília, 2009.

LIMA, Elvira Souza. Conhecendo a Criança Pequena. SP: Sobradinho, 2002.



1 A Maleta de História foi um recurso utilizado pelas estagiárias para chamar a atenção das crianças, na qual os objetos para as sessões eram guardados, proporcionando momentos de suspense e curiosidade por parte das crianças.

2 Adaptação livre da história “Eu sou o mais forte” de Mário Ramos.


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