Racionalismo Cristão 13ª edição Rio de Janeiro



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Atendimento personalizado ao público
As casas racionalistas cristãs têm um atendimento personalizado aos seus assistentes, para tirar dúvidas sobre a Doutrina ou prestar aconselhamentos de ordem espiritual, exclusivamente.

As pessoas que procuram uma casa racionalista cristã, nas horas do atendimento personalizado, estão, na maioria das vezes, em busca de solução para graves problemas existenciais. É no recesso dessas Casas, sob a assistência do Astral Superior e com a orientação de militantes dedicados e bom conhecimento dos princípios explanados pelo Racionalismo Cristão, que essas pessoas dão os primeiros passos no sentido de compreender a natureza das questões que as afligem e de resolvê-las. Mas não é só isso. Incentivadas por palavras encorajadoras, elas, freqüentemente, começam a vislumbrar os primeiros sinais de uma nova vida. Sinais que as levarão para a senda da espiritualidade. Daí, a grande importância desses atendimentos personalizados, que nunca devem ser negligenciados nas casas racionalistas cristãs.

Há, ainda, os que recorrem ao atendimento personalizado em busca de um sentido mais profundo para a vida. São estudiosos e pesquisadores insatisfeitos com as orientações que restringem tudo ao campo da matéria. A esses investigadores, o Racionalismo Cristão também oferece amplas perspectivas de estudo, para conhecimento da espiritualidade.

Recomenda-se que o assistente, antes de receber o atendimento personalizado, tenha comparecido a pelo menos três reuniões públicas de limpeza psíquica e esclarecimento espiritual.

O atendimento personalizado ao público, com a duração de uma hora, pode ser feito segundo duas modalidades:
1. mediante entrevista com dia e hora previamente marcados com o assistente interessado; ou
2. adotando-se o atendimento ao público em geral, em horários e dias da semana previamente fixados, inclusive aos sábados.
A adoção da forma de atendimento fica a critério do Conselho Local de cada Casa, que levará em consideração o número de freqüentadores e as conveniências da comunidade.

O atendimento personalizado só pode ser feito na Casa-Chefe, nas filiais e nos correspondentes do Racionalismo Cristão, sendo vedado realizá-lo em residências ou em outros locais.


2a Parte

Capítulo 5

Reuniões espiritualistas ─ classificação

As reuniões espiritualistas compreendem:




  • as reuniões públicas




  • as reuniões cívico-espiritualistas




  • as reuniões de desdobramento




  • as reuniões de doutrinações




  • as reuniões de estudos doutrinários e disciplinares




  • as reuniões de militantes




  • as reuniões de médiuns



Reuniões públicas
As reuniões públicas são realizadas na Casa-Chefe, nas filiais e nos correspondentes três vezes por semana: às segundas, quartas e sextas-feiras. Em razão das peculiaridades, das tradições e dos costumes próprios das cidades em que estão localizadas em diversos países, podem ser elas iniciadas em quatro horários: às 19 horas, às 19h30min., às 20 horas ou às 20h30min. As portas são abertas ao público com quarenta minutos de antecedência. O horário de funcionamento, obrigatoriamente comunicado por escrito à Casa-Chefe e ao representante regional, onde houver, será fixado pelo Conselho Local, após recomendável avaliação de pesquisa sobre o assunto junto aos assistentes mais assíduos.

Na Casa-Chefe e nas filiais, as reuniões públicas, com uma hora de duração no máximo, compreendem três fases distintas: a primeira, nos sete minutos iniciais, em que é realizada a limpeza psíquica de todos os participantes. A segunda compreende manifestações mediúnicas de reflexos de pensamentos captados de pessoas presentes na assistência e de espíritos inferiores arrebatados do ambiente. Essas manifestações são respondidas pelo presidente da reunião, com explicações objetivas e claras dentro dos princípios doutrinários por no máximo cinco minutos cada uma delas. Após o transcurso do período de cerca de trinta e três minutos de manifestações mediúnicas e explanações, acontece a terceira fase: o presidente astral da Casa ou um espírito da plêiade do Astral Superior, através de um dos médiuns, doutrina os assistentes com esclarecimentos espirituais orientadores e aconselhamentos de interesse geral. Em seguida, o presidente encerra a reunião pública.

Nos correspondentes, as reuniões públicas, com trinta minutos de duração no máximo, compreendem três fases distintas como nas demais categorias de Casas: os primeiros sete minutos são destinados à limpeza psíquica dos presentes, os dezoito minutos seguintes são reservados para leitura e comentários da literatura racionalista cristã, e, os cinco minutos finais, para leitura de uma doutrinação do Astral Superior em reunião pública da Casa-Chefe e encerramento da reunião.

As reuniões públicas das casas racionalistas cristãs têm entrada franca e todas as pessoas interessadas em conhecer a Doutrina são tratadas com respeito e consideração, num ambiente de ordem, disciplina e serenidade.

As portas das casas racionalistas cristãs permanecem abertas ao público durante todo o ano, salvo nos seguintes dias:


  • 24, 25 e 31 de dezembro







  • na 2ª e na 3ª feira de Carnaval, em países ou cidades que comemorem essa festividade. Onde não haja tal festa, fica a critério do Conselho Local a decisão de realizar, ou não, reuniões espiritualistas nesses dias, o que deve ser comunicado à Casa-Chefe e ao representante regional, onde houver

No Racionalismo Cristão não há, não houve nunca e jamais haverá qualquer ato que exprima intento de aliciar ou de conquistar adesões. O que existe, realmente, é a satisfação de receber no seio comunitário da nossa Doutrina esclarecedora todos os investigadores sinceros, a fim de se prepararem ─ livres de fanatismos e dogmas seculares ─ para contribuir, já com lucidez espiritual, para a evolução do planeta.

No Racionalismo Cristão não há lugar para artifícios ou expedientes subalternos. Não existe, pois, nenhuma idéia, nenhum pensamento voltado para interesses de natureza material.

O objetivo das reuniões públicas é esclarecer as pessoas sobre a vida fora da matéria e sobre os deveres que a vida impõe a cada uma. As reuniões têm por igual finalidade beneficiar, com a limpeza psíquica, os assistentes, para que possam fazer bom uso do livre-arbítrio e revigorar-se, desse modo, para melhor cumprir suas obrigações espirituais e materiais.

Nas reuniões públicas, os assistentes podem verificar o interesse dos responsáveis pelo Racionalismo Cristão e da sua militância voltado exclusivamente para o esclarecimento espiritual do semelhante. Estamos num mundo-escola ─ a Terra ─ onde precisamos saber interpretar as lições que ele nos apresenta.

Esse é um outro dos vários objetivos do Racionalismo Cristão. A generalidade não esclarecida dos seres humanos encontra-se confusa, rodeada de dúvidas e de incertezas, oriundas da falta de conhecimentos verdadeiros a respeito do que somos espiritualmente.

A limpeza psíquica realizada no início das reuniões públicas tem nos pensamentos bem irradiados o seu ponto mais alto. Sem dúvida, a corrente fluídica, formada com auxílio dos pensamentos esclarecidos dos militantes, beneficia a humanidade como um todo. Não têm conta as desobsessões feitas nas casas racionalistas cristãs, e a consciência desse trabalho, espontânea e desinteressadamente prestado, é motivo de entusiasmo para os militantes que nelas trabalham.

O ambiente nas casas racionalistas cristãs deve ser, sempre, o mais fraternal e acolhedor possível, para que sintam, assistentes e militantes, verdadeira satisfação em nelas estar e permanecer. O próprio Astral Superior necessita desse ambiente assim bem formado. Com ele, os assistentes, por outro lado, se predispõem melhor a receber intuições e a dar maior atenção aos ensinamentos que ouvem.

Os esclarecidos sobre a vida fora da matéria sabem que esse clima superior é formado e mantido com vibrações harmônicas de compreensão, de solidariedade, de apoio e da fraternal vontade de verem melhoradas as condições psíquicas dos que chegam às casas racionalistas cristãs em busca de alimento para a alma, que é a espiritualização.

Nas dissertações doutrinárias em reuniões públicas, os presidentes fazem observações oportunas quanto ao papel que o ser humano deve desempenhar na Terra no cultivo do caráter, da moralidade, da decência, da honestidade, da palavra firme, do gosto pelo trabalho, da perseverança, da educação, do respeito ao semelhante, da lealdade, da simplicidade, do comedimento, do recato nas maneiras, da discrição em assuntos reservados, da ação criteriosa, das decisões ponderadas, do método na distribuição de horários, da ordem na execução das tarefas, da disciplina na imposição de hábitos e de normas apaziguadoras.

Devem igualmente ressaltar em suas explanações a importância da amizade, do intercâmbio da cordialidade, da prestimosidade, da confraternização, da solidariedade, da afetividade, da renúncia altruística, da tolerância com os bem-intencionados, do bom humor, da pontualidade e da constante vigilância que deve ser exercida sobre o controle do temperamento e do governo das próprias ações e dos pensamentos, com o fim de evitar a intromissão de espíritos inferiores na conduta de cada um, e, conseqüentemente, contribuir para melhorar as condições psíquicas das pessoas no planeta.

Assim sendo, os presidentes não se podem afastar da linha doutrinária do Racionalismo Cristão, não combatendo, sob qualquer pretexto, os regimes constituídos, as diversas etnias e raças, as religiões e as bandeiras políticas e partidárias.

A liberdade de pensamento é inteiramente respeitada, seguindo cada qual o caminho que lhe aprouver. Nunca se intentará promover aliciamentos, insistimos. Os que chegam às casas racionalistas cristãs o fazem por livre e espontânea vontade, com a consciência de que estão dando esse passo em benefício próprio, e não da Doutrina.

A presidência aborda os assuntos encarando-os em tese, de um plano elevado, de maneira que os assistentes que ainda desconhecem a Doutrina não se sintam ressentidos ou magoados pelo uso evitável de expressões contundentes. As dissertações doutrinárias devem ter a finalidade elevada de alertar o indivíduo e de iluminar o seu caminho. Essa ponderação é da maior importância, pois o que pretende o Racionalismo Cristão é despertar nos estudiosos o interesse pelo esclarecimento espiritual.

É bem certo que os ensinamentos racionalistas cristãos produzem, no primeiro contato, certo conflito inevitável entre aquilo que revelam e o que as pessoas sempre escutaram.

Mas, se os conceitos doutrinários forem explanados de forma elucidativa, de maneira que o raciocínio encontre base sólida para conclusões, a luz se fará, aos poucos, na mente daqueles que se mostrarem sensibilizados para as coisas do espírito. Não há nenhum empenho em que a pessoa se converta, tanto mais que a finalidade do Racionalismo Cristão não é de conversão e, sim, de esclarecimento espiritual. Uma vez que esse esclarecimento, em função das leis naturais e imutáveis que regem o Universo, há de vir, mais dia, menos dia, mais século, menos século, não convém contrariar conceitos, muitas vezes milenários, que muitos adotam em seu viver.

Há que dar tempo ao tempo, deixando que a vida, com as exigências de natureza evolutiva que constantemente impõe, se incumba de, em repetidas vindas ao plano físico, reduzir ao mínimo as falsas concepções que o desconhecimento sobre a vida fora da matéria alimenta, quando então novos horizontes se delinearão para esses espíritos.

Cumpre, assim, aos presidentes contornar com habilidade, durante as reuniões públicas, as posições delicadas em que se encontram muitos assistentes que, desiludidos com as incoerências e fantasias de toda ordem que não mais os satisfazem, procuram novos caminhos, na esperança de encontrar uma saída para suas profundas divergências interiores.

Esses chegam ao Racionalismo Cristão como náufragos e com pouca capacidade de reação contra os abalos morais que receberam, mas ainda ligeiramente alimentados pela idéia de poderem encontrar na Doutrina um bálsamo capaz de restituir-lhes as energias perdidas.

Nesse estado de depauperamento moral, somente diante da ação vivificadora dos espíritos superiores presentes nas reuniões públicas e da força irradiante que parte da presidência e dos militantes é que o revigoramento espiritual se realiza e a pessoa começa a sentir-se outra.

Daí a razão pela qual os militantes devem andar atentos nas reuniões públicas, cada um bem concentrado nas suas obrigações, para que, do conjunto harmônico dos seus pensamentos, nunca falte o indispensável apoio vibratório que precisa ser dado a quantos assistentes estiverem presentes para recebê-lo.

Outro relevante serviço prestado nas reuniões públicas é a desobsessão de indivíduos, mesmo quando se achem fortemente dominados pelo astral inferior. Colocados dois deles no extremo da mesa do estrado junto ao fecho, um de cada lado, assistidos exclusivamente por dois esteios, ficam em condições de receber do Astral Superior a ação desobsessora.

Os militantes, em qualquer posição que estiverem, devem conservar-se serenos diante de algum tumulto que os obsedados intentem produzir. Esse estado de serenidade contribui enormemente para que as Forças Superiores exerçam ação normalizadora e obtenham seguros resultados. Os militantes têm, pois, grande responsabilidade no exercício de suas atribuições.

As reuniões públicas da Casa-Chefe e das filiais devem contar com uma quantidade mínima de militantes à mesa do estrado para que haja manifestações mediúnicas asseguradas pela assistência do Astral Superior. Por motivo de força maior que impeça o comparecimento do quantitativo mínimo exigido, a reunião pública deve ser limitada à limpeza psíquica e ao esclarecimento espiritual dos que dela participarem, com leitura da literatura racionalista cristã e comentários pertinentes.



Reuniões cívico-espiritualistas
Quando a comemoração de determinado fato ou data é realizada após uma reunião pública, a solenidade recebe o nome de reunião cívico-espiritualista.

Consideram-se acontecimentos marcantes do Racionalismo Cristão:


1. o aniversário da fundação do Racionalismo Cristão, ocorrida em 26 de janeiro de 1910;
2. o aniversário da abertura de casa racionalista cristã;
3. o aniversário da inauguração do edifício de uma casa racionalista cristã; e
4. a ascensão ou aniversário de ascensão de um correspondente à categoria de filial.
Na Casa-Chefe e nas filiais, as solenidades cívico-espiritualistas são obrigatoriamente realizadas nos respectivos salões, após o encerramento antecipado de uma reunião pública. Todavia, as festividades não podem ultrapassar o período de trinta minutos, para que os assistentes retornem aos lares com tranqüilidade e segurança, dentro dos horários habituais.

Nos correspondentes, as reuniões cívico-espiritualistas são igualmente realizadas nos respectivos salões, após o encerramento normal de uma reunião pública, e, também, não podem ultrapassar o período de trinta minutos.

Por sua relevância, são igualmente comemorados nos salões das casas racionalistas cristãs os qüinqüênios dos registros constantes nos itens 2, 3 e 4. A comemoração pode ser realizada em dia de fim de semana e, nesse caso, a solenidade recebe o nome de reunião cívica, cujo cerimonial deve ser previamente aprovado pela Casa-Chefe.

Na Casa-Chefe, as reuniões cívico-espiritualistas e as cívicas obedecem à agenda previamente elaborada pelo presidente do Racionalismo Cristão e pelo Diretório Central, e, nas filiais e nos correspondentes, pelos respectivos conselhos locais e diretórios locais.

O presidente do Racionalismo Cristão preside as solenidades cívico-espiritualistas e as cívicas realizadas em todas as casas racionalistas cristãs, ou se faz presente na figura do representante regional, onde houver, ou do presidente da Casa promotora do evento, que, nesse caso, preside o acontecimento.

Podem discursar no transcurso da festividade, além do presidente do Racionalismo Cristão, o representante regional, onde houver, o presidente e militantes da Casa, e militantes de outras Casas previamente inscritos. São proibidos discursos de assistentes e a leitura de escritos de pessoas que não pertençam à militância racionalista cristã.

Na ocorrência de intempéries que causem transtorno na locomoção das pessoas, as reuniões cívico-espiritualistas e as reuniões cívicas programadas devem ser transferidas para data oportuna.

Reuniões de desdobramento
As reuniões de desdobramento são realizadas na Casa-Chefe e nas filiais duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras, e, como nas reuniões públicas e pelas mesmas razões, em quatro horários: às 19 horas, às 19h30min., às 20 horas ou às 20h30min. Sua duração é de trinta minutos.

O horário dessas reuniões deve ser igual ao fixado pelos conselhos locais para as reuniões públicas e comunicado à Casa-Chefe e ao representante regional, onde houver.

Assim como nas reuniões públicas, não há reunião de desdobramento nos seguintes dias do ano:


  • 24, 25 e 31 de dezembro




  • 1º de janeiro




  • na 2ª e na 3ª feira de Carnaval, em países ou cidades que comemorem essa festividade. Onde não haja tal festa, fica a critério do Conselho Local a decisão de realizar, ou não, reuniões espiritualistas nesses dias, o que deve ser comunicado à Casa-Chefe e ao representante regional, onde houver

As reuniões de desdobramento são as de maior resultado para a humanidade, pois, firmadas nas correntes fluídicas organizadas nas casas racionalistas cristãs, as Forças Superiores, auxiliadas pelos médiuns em desdobramento, vão a qualquer parte do planeta arrebatar de sua atmosfera fluídica espíritos perturbadores e falanges por eles formadas. O espírito do médium, ao desdobrar-se, segue com o Astral Superior, continuando ligado ao corpo físico por cordões fluídicos. É para tão alto fim que o Astral Superior estabelece sua corrente fluídica.

Os desdobramentos dependem da forte concentração e da grande boa vontade dos militantes. Isto é necessário porque os espíritos superiores não podem penetrar num meio deletério, materializado, repleto de correntes más, enquanto que o espírito do médium, com o seu corpo fluídico, pode estar em contato com os espíritos perturbados que constituem essas más correntes.

É por esse meio que o Astral Superior, que coordena os desdobramentos, procura amenizar a existência de governantes e governados, beneficia pessoas obsedadas, livrando-as, muitas vezes, do falecimento prematuro, e os seres em geral.

É o Astral Superior que, auxiliado pelos médiuns em desdobramento, arrebata espíritos obsessores e os conduz às redes fluídicas formadas na Casa-Chefe e nas filiais do Racionalismo Cristão, e, daí, para os respectivos mundos espirituais.

Os que durante o dia não se tenham conduzido disciplinadamente na vida material, não subordinando todos os seus atos aos princípios racionalistas cristãos, não estão em condições de participar dessa reunião, pois a vida material, para ser bem vivida, tem de caminhar a par da espiritual.

O presidente deve afastar o médium ou o esteio que, continuadamente, desconcentrar-se pelo sono durante os trabalhos, pois está propiciando, sistematicamente, a quebra da corrente fluídica formada. Contudo, pode voltar a participar desses trabalhos tão logo demonstre ao presidente que se corrigiu e se colocou em condições de fazê-lo.
Reuniões de doutrinações
As reuniões de doutrinações são coordenadas pelo Presidente Astral do Racionalismo Cristão e realizadas exclusivamente na Casa-Chefe às quintas-feiras, após o encerramento da reunião de desdobramento. Espíritos da plêiade do Astral Superior manifestam-se doutrinariamente através de médiuns escalados para essa finalidade, com esclarecimentos, comentários e orientações de ordem disciplinar dirigidos aos condutores da Doutrina em plano físico e aos demais militantes.

Escolhidas pelo presidente do Racionalismo Cristão, algumas dessas doutrinações são encaminhadas às demais casas racionalistas cristãs para serem lidas e comentadas nas reuniões de militantes realizadas mensalmente.

Por serem privativas da Casa-Chefe, qualquer tentativa de realizar reuniões semelhantes nas filiais ou nos correspondentes constitui indisciplina, e esta abre brechas para interferência do astral inferior.

Assim como nas reuniões públicas, não há reunião de doutrinações nos seguintes dias do ano:




  • 24, 25 e 31 de dezembro




  • 1º de janeiro



Reuniões de estudos

doutrinários e disciplinares
As reuniões de estudos doutrinários e disciplinares são realizadas nos correspondentes duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras. Devem iniciar uma hora antes do horário escolhido para a realização das reuniões públicas, ou seja, às 18 horas, às 18h30min., às 19 horas ou às 19h30min., com a duração de uma hora, seguida da limpeza psíquica de sete minutos.

O horário das reuniões deve ser fixado pelo Conselho Local e obrigatoriamente comunicado por escrito à Casa-Chefe e ao representante regional, onde houver.

Assim como acontece nas reuniões públicas, de igual forma não há reunião de estudos doutrinários e disciplinares nos seguintes dias do ano:


  • 24, 25 e 31 de dezembro




  • 1º de janeiro




  • na 2ª e na 3ª feira de Carnaval, em países ou cidades que comemorem essa festividade. Onde não haja tal festa, fica a critério do Conselho Local a decisão de realizar, ou não, reuniões espiritualistas nesses dias, o que deve ser comunicado à Casa-Chefe e ao representante regional, onde houver

As reuniões de estudos doutrinários e disciplinares têm por fim promover o aprofundamento nos conhecimentos espiritualistas divulgados pela Doutrina, a fim de motivar e preparar a militância local para assumir os encargos de uma filial do Racionalismo Cristão.

Para tanto, os conselhos locais devem elaborar um planejamento de estudos, para que os presidentes possam debater a cada semana os diversos capítulos do livro Racionalismo Cristão, complementando esses estudos com o livro A vida fora da matéria, também essencial para o aprendizado.

De igual forma, é imprescindível que o presidente ─ ou diretor por ele designado com bom conhecimento dos princípios doutrinários e da sua disciplina ─ esclareça pormenorizadamente a disciplina racionalista cristã, destacando sua importância na realização dos trabalhos realizados na Casa em que prestam sua colaboração, bem como nos trabalhos desenvolvidos na Casa-Chefe e nas filiais, eliminando qualquer dúvida de natureza disciplinar.

É facultado ao presidente da Casa convidar assistentes assíduos e que estejam interessados no estudo do Racionalismo Cristão, para esclarecê-los quanto às incertezas de natureza doutrinária e de ordem disciplinar que porventura tenham, de modo que esses assistentes possam até decidir sobre seu ingresso na militância local.

Os presidentes de correspondentes devem proceder de igual forma com assistentes que tenham faculdade mediúnica mais acentuada além da intuitiva, explicando-lhes como é feito o desenvolvimento mediúnico dentro das correntes fluídicas do Racionalismo Cristão, ainda que nos correspondentes não sejam realizados trabalhos de natureza mediúnica.


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