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CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ


JOÃO PAULO FERREIRA PANTOJA

MARIA JOSÉ DA SILVA

RAIANE BORGES LADISLAU

SUANE REZENDE

THIANNE GEORGIA CARDOSO RODRIGUES

PREVENÇÃO E MEDICINA NO TRABALHO

Macapá - AP

10/04/2012

JOÃO PAULO FERREIRA PANTOJA

MARIA JOSÉ DA SILVA

RAIANE BORGES LADISLAU

SUANE REZENDE

THIANNE GEORGIA CARDOSO RODRIGUES

PREVENÇÃO E MEDICINA NO TRABALHO

Trabalho apresentado à disciplina de Gestão de Pessoas, do curso de Administração do Centro de Ensino Superior do Amapá turma 4° ADN, como requisito de avaliação para nota parcial, sobre orientação da professora Patrícia Assunção dos Santos Barreto.
Macapá - AP

10/04/2012



SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 4

2. HISTORICO DA PREVENÇÃO E MEDICINA NO TRABALHO 4

3. PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES DE TRABALHOS 5

3.1 Causas de acidentes 6

3.2 Consequências de um acidente 7

3.3. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) 7

3.4 Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) 8

4. COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES – CIPA 8

5. HIGIENE E MEDICINA NO TRABALHO 9

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 11

7. REFERENCIAS 12



1. INTRODUÇÃO

Durante muito tempo a segurança do trabalho foi vista como um tema que se relacionava apenas com o uso de equipamentos, com a evolução tecnológica surgiram novos ambientes de trabalho e de riscos profissionais a eles associados, a relação do homem com as máquinas já trouxe enormes benefícios para a humanidade, mas também trouxe um grande número de vítimas, sejam eles os portadores de doenças incapacitantes ou aqueles que tiveram sua integridade física atingida.

A preocupação com qualidade de vida no trabalho é notória o setor de segurança e saúde no trabalho é multidisciplinar e tem como objetivo principal a prevenção dos riscos profissionais, atualmente médicos e especialistas no assunto evidenciam a importância de se ter um ambiente de trabalho livre de quaisquer perigos contra a saúde dos trabalhadores, isso ocorre por que as pessoas estão mais valorizadas, hoje o capital intelectual é um dos bens mais preciosos da organização e consequentemente se as condições de trabalho forem boas a produção tende a aumentar.

Doenças relacionadas ao trabalho sempre existiram, mas atualmente as organizações buscam meios para diminuir essa incidência o que trará benefícios a todos, pois trabalhadores impossibilitados de trabalhar custam caro tanto à organização quanto a sociedade.



2. HISTORICO DA PREVENÇÃO E MEDICINA NO TRABALHO

Segundo PIZA (1997), a informação mais antiga sobre a preocupação com a segurança do trabalho está registrada num documento egípcio por volta de 2.000 anos antes de cristo, também onde houve uma revoltada nas minas de cobre, na qual o faraó percebeu a necessidade de melhorar as condições de vida dos escravos. Já o Império Romano elaborou leis para melhor garantia, os pioneiros do estabelecimento de medidas de prevenção de acidentes foram Plínio e Rotário, que pela primeira vez recomendaram o uso de máscaras para evitar que os trabalhadores respirassem poeiras metálicas.

As primeiras medidas de higiene do trabalho datam da Idade Média as doenças profissionais tiveram grande influência sobre a segurança do trabalho no Renascimento. Em 1779, a Academia de Medicina da França já fazia constar em seus anais um trabalho sobre as causas e prevenção de acidentes. A revolução industrial criou a necessidade de preservar o potencial humano como forma de garantir a produção.

Mas a real preocupação com a prevenção de acidentes no local de trabalho iniciou-se na revolução industrial a partir da introdução a maquina a vapor, a qual as pessoas tinham contato direto sem proteção elas emitiam muitos perigos, então começaram a exigir melhores condições, com isso, o Estado começou a cobrar das fabricas providencias para resolver esses problemas. Nessa época os trabalhadores em geral homens, mulheres e crianças sofriam mutilações constantes por causa da precariedade e das maquinas que eram rústicas, também havia a violência do empregador para com o empregado, já que não tinha legislação que amparasse essa nova classe à dos operários.

Desde então a legislação foi se modificando ate chegar a Teoria do Risco Social: o trabalho pode ter um risco inerente, mas a empresa deve amparar a vitima. A revolução industrial no Brasil iniciou por volta 1930 mesmo com a experiência de outros países na questão de prevenção de acidente começou atrasado, tanto que ficou conhecido como campeão mundial de acidente do trabalho. A sistematização dos procedimentos preventivos ocorreu primeiro nos Estados Unidos, no início do século XX. Na África, Ásia, Austrália e América Latina os comitês de segurança e higiene nasceram logo após a fundação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1919.

3. PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES DE TRABALHOS

Prevenção de acidentes e administração de riscos ocupacionais relacionam-se com segurança do trabalho, sua finalidade e antecipar os riscos de acidentes e com isso minimizá-los. A prevenção de acidentes é a eliminação das condições inseguras e isso se dá através do mapeamento de áreas de riscos, uma análise profunda dos acidentes e apoio irrestrito da alta administração. A informação, o treinamento e a capacitação de todos os envolvidos no processo são elementos-chave para empreendimentos seguros e saudáveis, com produtividade e qualidade. CHIAVENATO (2009).

Os programas de prevenção contra acidentes devem focar em duas coisas eliminar as condições inseguras e reduzir os atos inseguros. A eliminação das condições inseguras é responsabilidade dos funcionários de defesa que são engenheiros de segurança ou técnicos de segurança no trabalho, que tem que mapear áreas de risco, analisar os acidentes que já ocorridos, ter o apoio da alta administração para implantar o programa. E a redução dos atos inseguros são os baixos desempenhos dos trabalhadores são eles próprios que provocam acidentes por isso deve haver uma seleção rigorosa para e acompanhamento constante dos trabalhadores para avaliar suas condições psicológicas.

Segundo CHIAVENATO (2004) os acidentes são classificados como:

1) Acidentes sem afastamento: e o qual após sofrido o trabalhador pode retornar as atividade normais, como cortes tombos, mas mesmo assim precisar se investigado e feito um relatório.

2) Acidentes com afastamento: com maior gravidade incapacita o trabalhador de retornar ao trabalho podendo ser sub dividido em:



Incapacidade temporária: provoca sequelas e incapacidade por menos de um ano, e ao retornar sua função não há redução de capacidade.

Incapacidade parcial permanente: provoca sequelas permanentes e redução da capacidade de trabalho podendo ser perda parcial de membros, da visão, da audição, ou outras quaisquer disfunções físicas ou psíquicas.

Incapacidade parcial total: a perda é total e permanente da capacidade de trabalho

Morte: o acidente leva o funcionário a obto.

A segurança busca minimizar os acidentes de trabalho para prever a possibilidade de novos acidentes devem-se analisar as informações que se tem de outros acidentes, para que os mesmos não voltem a acontecer, a maneira de prevenir acidentes de trabalho é mantendo um ambiente propicio a boa elaboração do mesmo, dando todo aparato e ferramentas para o trabalhador efetuam.



3.1 Causas de acidentes

De acordo com TACHIZAMA (2006), para evitar acidentes de trabalho é necessário conhecer as principais causas para esses acontecerem, precisara identificar as características pessoais inadequadas que diz respeito a como cada trabalhador se comporta em relação a suas atividades, se a instituição da a ele condições de trabalho mesmo assim devera verificar se seu trabalhador esta seguindo-as e se suas condições psicológicas como motivação, personalidade, inteligência e aptidões motoras e sensoriais; comportamentos disfuncionais dos trabalhadores podem acarretar acidentes decorrentes da desatenção, esquecimento, negligencia imprudência; é o ambiente de trabalho é um fator extremamente importante para o funcionamento correto do serviço, podendo sua degradação os fatores potencialmente causadores de acidentes, como equipamentos mal projetado ou em precário estado de conservação, lay-out (arranjo físico) mal definido entre outros consequências.

MARRAS (2009), diz que os acidentes são provocadores geralmente por um ato inseguro ou uma condição insegura, sendo que um ato inseguro é alguma falha gerada pelo trabalhador, erros humanos que são as causas de 90% dos acidentes podendo ser excesso de confiança, cansaço entre outros fatores humanos; e uma condição insegura é gerada ambiente ao redor gerado e equipamentos danificados ou mal instalados.

3.2 Consequências de um acidente

De acordo com MARRAS (2009) os acidentes podem gerar danos para as partes envolvidas, pessoas e instituições, já que, quando o trabalhador sofre algum imprevisto em sua rotina pode afetar a familia que sofrer com isso e ficar impossibilitado de trabalhar; para a empresa gerar custos com hospital, perda de tempo ou material, entidades trabalhistas para pagar todos os direitos ao seu empregado; a sociedade e o pais pode perder um elemento economicamente ativo, aumento no custo de vida e com custo hospitalar.

As teorias de CHIAVENATO (2009) são similares, fala dos custos que são fatores negativos para a empresa, o empregado e a sociedade havendo os custos indiretos que envolve as despesas gerais, lucros, da fabrica que são afetados com o acidente, e os custos diretos que envolve o trabalhador que tem gastos com primeiros socorros, perda de tempo e de produção entre outros.

3.3. Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

São considerados equipamentos de proteção individual todos os dispositivos de uso pessoal destinados a proteger a integridade física e a saúde do trabalhador. Quando não for possível adotar medidas de segurança de ordem geral, para garantir a proteção contra os riscos de acidentes e doenças profissionais, deve-se utilizar os equipamentos de proteção individual, conhecidos pela sigla EPI. (PIZA, 1997).

Os equipamentos de proteção individual, ou "EPI", formam, em conjunto, um recurso amplamente empregado para a segurança do trabalhador no exercício de suas funções.
São empregados, rotineira ou excepcionalmente, nas seguintes circunstâncias: Os equipamentos de segurança individual (EPI) são itens indispensáveis para empresas que trabalham com atividades consideradas de risco, como por exemplo, indústrias químicas, metalúrgicas, mineradoras, construção civil, trabalhos de eletricista, entre outras. Os equipamentos de proteção individual podem incluem luvas, abafadores de ruídos, botas, botinas, capacetes, cintos de segurança, óculos de proteção, protetores auriculares, mascaras de proteção entre outros EPIs, indicados de acordo com as atividades e condições de trabalho.

3.4 Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC)

Equipamentos de Proteção Coletiva é todo dispositivo, sistema, ou meio, fixo ou móvel de abrangência coletiva, destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros. Como exemplo temos, corre mão de escadas, cones de sinalização, extintores de incêndio, kit de primeiros socorreos, entre outros. Esses equipamentos são obrigações da organização mante-los, pois beneficia a todos para evitar ou previnir acidentes que podem acontecer constantemente como escorregar no chão molhado, coisas que podem não parecer graves e que podem tomar outras proporções e dar prejuízo as ambas às partes.



4. COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA

Cabe à CIPA apontar os atos inseguros dos trabalhadores e as condições de insegurança, uma vez que o órgão de segurança aponta soluções. Alguns requisitos de um plano de segurança: a segurança em si é uma responsabilidade de linha e uma função de staff; de acordo com as especificações da empresa são os meios materiais preventivos; a segurança deve abranger todos os locais da empresa; o plano de segurança envolve pessoal e trabalho, além dos fatores sóciopsicológicos; a segurança do trabalho treina técnicos e operários, cumpre normas de segurança, simula acidentes, inspeciona equipamentos, roupagem adequada, etc.

As Normas Regulamentadoras – NR, a segurança e medicina do trabalho são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos poderes legislativo e judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do trabalho – CLT .No Brasil os trabalhadores são amparados pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que desde 1943 dispõem do artigo 163 que diz:

Art. 163. Será obrigatória a constituição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA– e conformidade com instruções expedidas pelo ministério do trabalho, nos estabelecimentos ou locais de obra nelas especificadas.



Parágrafo único: O Ministério do Trabalho regulamentará as atribuições, a composição e o funcionamento das CIPAs”.

Para efeito desta NR considera-se riscos ambientais aos agentes físicos, químicos e biologicos exixtentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, condições ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos á saúde do trabalhador. Esses riscos são:



a) Riscos físicos: As diversas formas de energia, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não-ionizantes, etc.

b) Riscos químicos: As substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeira, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

c) Riscos biológicos: As bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.

O limite de tolerância é a intensidade/concentração máxima relacionada com a natureza e o tempo de exposição aos riscos ambientais, que não causará dano à saúde da maioria dos trabalhadores expostos, durante a sua vida laboral. Este conceito leva em conta aspectos estatísticos e está intimamente ligado à susceptibilidade de cada indivíduo, portanto não é garantia de "proteção" a todos os trabalhadores.



5. HIGIENE E MEDICINA NO TRABALHO

As condições do ambiente devem ser favoráveis ao para um melhor desempenho do trabalhador, pois tem relação direta com as condições físicas do e as três mais importantes são a iluminação, sua intensidade será determinada pelo tipo de tarefa visual que será desempenhada a má iluminação causa fadiga a vista e isso pode provocar acidentes; os ruídos são som indesejáveis que incomodam e dependendo de sua freqüência e intensidade pode afetar a audição podendo levar a perda; e as condições atmosféricas, a temperatura e umidade do ambiente se forem muito elevadas ou baixas caracterizam consdições insalubres de trabalho.

A higiene no trabalho refere-se a um conjunto de normas e procedimentos que tem o intuito de prevenir acidentes protegendo a saúde física e mental do trabalhador mantendo o ambiente de trabalho livres de doenças ocupacionais, CHIAVENATO (2009). O programa de higiene no trabalho envolve:

1-Ambiente físico de trabalho: a iluminação, ventilação, temperatura e ruídos

2-Ambiente psicológico: os relacionamentos humanos agradáveis, tipos de atividade agradável e motivadora, estilo de gerência democrático e participativo e eliminação de possíveis fontes de estresse

3-Aplicação de princípios de ergonomia: maquinas e equipamentos adequados às características humanas, mesas e instalações ajustadas ao tamanho das pessoas e ferramentas que reduzam a necessidade de esforço físico humano

4-Saúde ocupacional: ausência de doenças por meio da assistência médica preventiva.

Alem dos riscos que o trabalhador pode ser exposto por consequência de sua atividade, que pode ser classificada como perigosa ou insalubre, há também as Doenças Ocupacionais que estão em evidencia atualmente, se tornaram preocupação para os médicos e empregadores, essas podem ser classificadas como acidente de trabalha, já que, foi por meio desse que se desencadearam. Podemos citar Lesões Por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), que se refere aos distúrbios ou doenças do sistema muscular esquelético, principalmente pescoços e membros superiores.

Esses doenças causadas pelo trabalho são diferentes das doenças profissionais na qual o trabalhador e exposta a algo que trará conseqüências a curto ou médio prazo. Provavelmente estas doenças LER e DORT já existiam, mas não eram relacionadas diretamente com o trabalho com a mudança no ritmo das atividades e a importância das pessoas para as organizações esta se destacando essas doenças ocupacionais estão sendo evidenciadas, sendo que ela tem influencia direta do ritmo de trabalho e inflexibilidade por causa dos movimentos repetitivos e em grande velocidade, a sobre carga de determinados grupos musculares alem de ser agravada pela ausência de controle de ritmo de trabalho de pausa e mobílias incorretas e desconfortáveis. MAENO (2001).

O estresse é a doença da moda do século XXI mesmo com as novas tecnologias para facilitar nossas atividades a correria do dia-a-dia é cansativa e exaustiva associar diversas tarefas a serem feitas em um so dia trabalho, estudos, família, lazer, sobrecarrega as pessoas e elas acabem desenvolvendo o estresse. Os trabalhadores que batem recordes em doenças ocupacionais são os que atuam na área de telemarketing.



6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Prevenir ainda é o melhor remédio, como diz os ditos populares, a conscientização de ambas as partes empregado e empregador é necessária para um desempenho das atividades associada às medidas preventivas dos profissionais especializados na área de segurança e medicina. As pessoas menos instruídas podem não dar tanta importância a higiene e medicina no trabalho, mas é a obrigação de todos manterem um ambiente de trabalho apropriado a desenvolvimento de suas tarefas, alem de ser uma imposição do ministério do trabalho e da saúde.

As pessoas preferem um local de trabalho que lhe proporcione melhores condições e seja agradável, e como os profissionais, o chamado capital intelectual e intangível da organização, se tornaram um diferencial as organizações precisam reter esse conhecimento para si e alem de dar incentivos financeiros precisa dar qualidade de vida no trabalho que um assunto com bastante ascensão atualmente, não adianta somente recompensas financeiras se a saúde física e psicológica estiver mal.

A preocupação das organizações com seus empregados é cada vez maior, já que, perceberam que não da para lidar com pessoas como simples recurso elas são seres humanos com sentimentos, e necessidade então as organizações estação aprendendo a ser flexíveis em alguns casos, e tornando o ambiente de trabalho mais agradável possível, alem de proporcionar algo a mais como ginástica elaboral, locais para os funcionários descansarem em intervalos, pois com a vida corrida a tendência ao estresse é maior, assim a produtividade aumenta e todos ganham.

Portanto prevenção, segurança e medicina no trabalho pode ter custos para a organização, mas em contra partida se implantados da maneira correta e aceito por todos pode ser um diferencial e estimular os trabalhadores a produzirem melhor.

7. REFERENCIAS

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

EXAME. Stress no trabalho é risco crescente para a saúde pública. Disponivel em: < http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/stress-no-trabalho-e-risco-crescente-para-a-saude-publica>. Acesso em: 09 abril 2012.


MAENO, Mario; ALMEIDA, Ildeberto Muniz de; MARTINS, Milton Carlos; ETAL. Lesão por esforso repetitivo (LER) e Distúrbios ostomusculares relacionados ao trabalho (DORT). Brasília: Ministério da Saúde, 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v60n5/v60n5a02.pdf>. Acesso em: 06 abril 2012.

MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 13 ed. São Paulo: Saraiva 2009.

PIZA, Fábio de Toledo, “Informações básicas sobre saúde e segurança no trabalho”. São Paulo: CIPA, 1997. Disponível em: . Acesso em: 06 abril 2012.

TACHIZAWA, Takeshy; FERREIRA, Victor Claudio Paradela; FORTUNA, Alfredo Mello Fortuna. Gestão com pessoas: uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. 5 ed. Rio de Janeiro. FGV: 2006





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