Rede de educaçÃo cidadã do estado do rio grande do norte sistematizaçÃO 2007 a 2010



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REDE DE EDUCAÇÃO CIDADÃ DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

SISTEMATIZAÇÃO 2007 A 2010

Aferições: Melquisedek/ William

Destaques no texto:


  • Em amarelo: sugestão para modificação/ inclusão do texto

  • Em vermelho: sugestão para supressão do texto

  • Em verde: faltar completar a idéia ou questionamento em relação à construção da idéia;

  • Falta nas Referências: FR

  • Falta Identificar o Ano da Obra: AO

  • Parágrafo Grande/ Desmembrá-lo: PGD


Introdução
De tudo ficaram três coisas:

A certeza de que estamos sempre começando,

A certeza de que é preciso continuar,

E a certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar.

Portanto devemos:

Fazer da interrupção um caminho novo

Da queda um passo de dança

Do medo uma ponte

Da procura um encontro.

(FERNANDO SABINO, Ano)

(incluir nas referências)

Segundo o texto Sistematização que levantou os dos Dados da Realidade, que se encontra no caderno: A Busca do Tema Gerador (ano),. nos aponta que Sistematizar:


É realizar um processo coletivo de análise crítica das práticas desenvolvidas, a partir dos registros feitos ao longo da construção de tais práticas (...) e deve ser um exercício permanente do nosso trabalho...”
É bem verdade que não temos a sistematização como um exercício permanente em nosso trabalho, por isso, se constitui uma tarefa desafiante, se as coisas são inatingíveis, ora não é motivo para não querê-las, que triste os caminhos se não fora a magia das estrelas” (MÁRIO QUINTANA, ano) (incluir nas referências).

O esforço coletivo empreendido na produção desse trabalho possui uma intenção fundamental, apresentar de forma sistematizada a experiência da Recid no RN. Caso sua intenção não se concretize, assumimos a responsabilidade por seu descaminho, contudo, terá valido apena, como a intenção da semente, do galho, da flor e do fruto do Henfil (ano e incluir nas referências) lembra da graúna “tô vendo uma luz no fim do túnelSaudades.

Em nossas experiências, existe uma diversidade de fatos objetivos e subjetivos que de forma alguma podem ser sistematizados apenas com o auxilio de relatórios, atas, questionários, mas sim, com a troca das ideias e sentimenos dos/as educadores/as que fazem a Rede acontecer. Como dizem, os versos de Quintana (ano, incluir nas referências) inspiram o desafio de voar outros Ícaros, de ler as entrelinhas, de enxergar na ausência de luz, de ouvir o silêncio, de extrair do corriqueiro o inesperado.

Toda palavra aqui escrita, bem como todos os registros escritos e de memórias anteriores, toda observação vivida e anotada são insuficientes para expressar a complexidade da vida social, mas expressa, de maneira significativamente, as ações, o movimento da Rede no Estado.



Pensamos(não é um texto coletivo?) ser desnecessário a apresentação da Recid, pois relatórios anteriores já se encarregaram de contextualizar esse processo. O texto a seguir, fará referências ao acúmulo de reflexão sobre a constituição e a consolidação da Rede no Estado.

Neste sentido, o presente texto estrutura-se em cinco momentos. No primeiro momento caracterizamos o Estado apresentando seus aspectos econômicos e geográficos, com considerações focadas em fatos políticos e históricos que compõem a construção social do estado. No segundo, realizamos um levantamento das parcerias, estrutura e organização da Rede. No terceiro, abordamos a retomada dos trabalhos com a contratação dos novos educadores. No quinto momento, tratamos sobre as articulações com os movimentos sociais, nosso olhar para o futuro, e por fim nossa construção de Poder Popular. Por fim, ilustramos nossas considerações finais.

Caracterização Geográfica e Econômica do RN:

(...) Essa é uma terra de um deus mar, de um deus mar que vive para o sol, e esse sol está muito perto daqui, venha e veja tanto quanto pode se curti.

Linda terra para mãe gentil, belo cai o sol sobre esse rio, e esse rio também está perto daqui, venha e veja quanto é nosso potengi...

(LINDA BYBY – PEDRO MENDES, ano)

(incluir nas referências)

O Rio Grande do Norte possui clima, temperatura e posição geográfica privilegiada (qual o referencial para esta afirmação?), situado na esquina do continente sul-americano, numa posição central entre Europa, América do Norte, e África. Limita-se a Leste e ao Norte com o Oceano Atlântico, a Oeste com o Ceará e ao Sul com a Paraíba.

São 52.796,791 km de extensão, dos quais 410 km são de costa, favorecendo inúmeras atividades econômicas. O RN tem a maior densidade costeira do país. O clima é predominantemente tropical com temperaturas anuais que variam entre uma mínima média de 18,3º C e uma máxima média de 31º C, e possui a melhor qualidade de ar das Américas (de onde foi acessada esta informação? Incluir nas referências).

De acordo com dados de 2009, do - Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) (incluir nas referências), o RN tem uma população de 3.137,541 milhões de habitantes, dos quais, 28% aproximadamente vivem em sua capital.

O Rio Grande do Norte é o maior produtor de petróleo em terra e de sal marinho do país, também se destacar no setor agropecuária como a carcinicultura, a fruticultura irrigada (abacaxi, banana, melão e coco da baia, dentre outros) e a tradicional pecuária (esta informação é de quem?).


Algumas considerações acerca dos fatos políticos e históricos que compõem a construção social do Rio Grande do Norte
Quando os europeus (franceses, portugueses e holandeses) chegaram ao litoral nordestino, encontraram grandes nações indígenas, no Rio Grande do Norte habitavam os Potiguares, vivendo no litoral, e os Tapuias, concentrados no sertão.

A resistência indígena foi responsável pelo fracasso de duas tentativas de colonização da capitania do Rio Grande. Às várias nações indígenas que habitavam o litoral do nordeste protagonizaram as primeiras resistências frente aos invasores.

(no parágrafo anterior falava do Estado, RN, e neste já começaram falando do Brasil, incoerência textual, ademais, a informações é interessante, mas falta uma conclusão na idéia, este parágrafo objetiva o quê?) O Estado brasileiro é resultado de uma enorme operação de conquista e ocupação, tendo como base uma forte aliança política e ideológica entre a coroa portuguesa e a igreja católica preocupada com a contra reforma religiosa.

Apesar de já existir, o Estado brasileiro vai se institucionalizar de fato com a instalação em Salvado/BA no ano de 1549 do Governo Geral., cuja a principal função foi desenvolver a indústria da cana de açúcar e garantir a posse da terra para os colonizares portugueses (para quem?).

A fundação de Natal, capital do RN, vai acontecer exatamente nesse contexto de ocupação do territorio brassileiro. Os (completar a idéia para se tornar coesa com a informação seguinte) dois grandes monumentos que marcam a fundação de Natal: O Forte dos Reis Magos, construído entre o rio e o mar, e a antiga Catedral (é a construção?), situada na Praça André de Albuquerque de frente para o Rio Potengi, são provas da estratpegia da defesa do territorio e da dominação ideologica capitaneada pela igreja católica que auxilia na colonização.(desenvolver um pouco mais esta última informação).

O RN experimentou poucos episódios com forte repercussão social, política, econômica e cultural, por não ter grande expressão na exploração do pau brasil e da cana de açucar, principais atividades da coroa portuguesa. (quais os motivos?). No que diz respeito ao último século, o levante comunista de 1935 e a entrada do Brasil na segunda guerra mundial, colocam o estado no cenário nacional e inernacional, pela capilaridade de organizações de esquerda e pela localização geografica em relação a europa, o que facilitava o envio de tropas para a guerra, respectivamente. (reorganizar a ideia deste parágrafo).

Em 23 de novembro de 1935 os comunistas do RN, em nome de Luiz Carlos Prestes dominam o 21 BC (por extenso) e a sede do governo, instalam o Comitê Popular Revolucionário, cuja primeira medida foi a publicação de um decreto destituindo o governador e a assembléia legislativa, ademais, houve a publicação m do jornal “A Liberdade” e por três dias a população teve (uso de verbo equivocado, reorganizar este final de parágrafo) alimentos e transportes gratuitos. O movimento foi (parágrafo não coeso com o anterior, há uma lacuna entre a informações referente a ascensão e queda do movimento) perseguido e duramente reprimido, o que que se seguiram depois da derrota do movimento foram tão violentas, que só vamos(este processo não é atual) ter qualquer tipo de mobilização popular durante a campanha de Djalma Maranhão (contextualizar) a prefeitura de Natal, no inicio dos anos 60.

Outro episódio com forte repercussão na vida política, social, econômica e cultural do Estado, foi a entrada do Brasil na Segunda Guerra (a ideia seguinte é complemento da primeira, por isso a necessidade extinguir o ponto e reorganizar o parágrafo). Já tínhamos em solo Potiguar um contingente de 10 mil soldados das forças amadas nacional, com a instalação Parnamirim Field - base militar americana temos mais 10 (dez) mil soldados.

(este parágrafo pode ser incorporado ao anterior, para concluir a informação sua inicial) A forte presença militar na cidade contribui para construção simbólica da cidade pacificada. Esse episódio constitui momento de profundas mudanças na história da cidade (ou do Estado?), chegando a influenciar decisivamente na sua construção social (apenas social?).

Na década de 1960 temos (reorganizar a introdução deste parágrafo) no RN a ascensão de mais uma oligarquia (qual? Caracterizar), Aluízio Alves surge como liderança política entoando com um discurso contra as oligarquias, sendo eleito governador do estado em 1960.



Este contexto, para a esquerda e setores progressistas a eleição de Aluizio Alves, em função do rompimento com Dinarte Mariz (contextualizar), representava o fim das oligarquias (como assim?) e a possibilidades de avanços políticos, econômicos e sociais. Embora em âmbito nacional, Aluizio mantivesse alinhamento político com João Goulart, localmente nunca deixou de se articular com as oligarquias locais.

Quando (evitar inicia o parágrafo com advérbio, ) em abril de 1964 os Militares promovem mais um golpe militar (qual foi o primeiro, não está no texto), segundo Moaci Góes, Aluizio Alves tinha em mãos dois manifestos, um de apoio ao presidente, outro em apoio aos militares golpistas.

No final da década de 1970, Natal, assim como outras capitais do nordeste, foi sede de um conjunto de políticas articuladas pelo Governo Central com vista a evitar o desgaste político porque passava e assegurar o processo de transição sem perder a hegemonia política (a ideia do parágrafo não ficou clara).

A ideia era mudar os atores sociais, de modo que permanecendo o poder político permanecesse nas mãos dos militares, assim os últimos prefeitos das capitais nordestinas foram indicados pela ditadura, da seguinte forma: (Natal: Agripino Maia, Maceió: Collor de Mello, João Pessoa: Wilson Braga, Recife: Gustavo Craus, Fortaleza: Lucio Alcântara...), (tornar coesa esta última informação ao parágrafo) fugia do perfil dos antigos coronéis da política, eram jovens empreendedores com perfil técnico.

A mudança dos atores políticos veio acompanhada de um projeto de industrialização das capitais nordestinas, financiada com recursos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE,. articulada com uma política habitacional, se tornou compôs mais um elemento importante ao no processo de construção social (apenas social?) da cidade.

Essa política resultou na vitória eleitoral da maioria dos prefeitos (com que concepção política? Contextualizar) das capitais nordestinas. Nas eleições para governador em 1982, é o caso do RN, elegendo José Agripino Maia governador do estado em uma disputa acirrada com Aluízio Alves patriarca da família Alves (reorganizar este final de parágrafo).



A partir desse Este momento, de reabertura política com eleições livres em todos os níveis, embora (esta conjunção adversativa não está adequada para este momento) apareçam “lideranças” sem os sobrenomes Alves-Maia, instauras-se mais um ciclo de disputa política e revezamento nas esferas públicas de poder, polarizada agora entre Alves e Maias.

Neste contexto, No que diz respeito à a sociedade civil, vive-se um momento de rearticulação e organização dos movimentos sociais e populares., A década de 1980 será caracterizada pela retomada de organizações que estavam vindas na clandestinidade, que potencializou do surgimento de novas entidades, promovendo e de grandes mobilizações nacionais (Diretas já!; Constituinte de 1988).

É neste contexto Período em que surge o Partido dos Trabalhadores - PT na cena conjuntura política nacional e local, impulsionando uma com forte presença de sua militância nas lutas sociais e populares, com destaque para o movimento sindical rural vinculado a igreja católica, professores e estudantes universitários.

Com um pé fincado nas lutas sociais o PT vai se projeta ndo nas disputas políticas institucionais chegando em alguns momentos a figurar juntamente com o PC do B e outros setores da esquerda como a terceira forca política local.

(não coeso com o par[agrafo anterior) Com a eleição de Vilma Maia (contextualizar) para prefeita de Natal nas eleições de 1988, temos na capital do Estado um processo de hegemonia política capitaneado por a Vilma Maia, esse processo passa por toda década 90 consolidando-se com sua eleição para governadora em 2002 e reeleição em 2006 (reorganiza os argumentos do parágrafo).

(porque o Se? Reorganizar esta introdução) Se durante toda década de 90 a política na capital foi hegemonizada por Vilma, em âmbito Estadual foram os Alves o grupo hegemônico, através da eleição de Garilbaldi Alves para governador em 1994 e reeleição em 1998, seus dois mandatos foram marcados pela privatização da Companhia de Energia Elétrica do RN – COSERN, por além de várias denuncias de corrupção e pela instalação de seguidas CPI’s (citar algumas).

(saltou para a conjuntura internacional e dos Movimentos sociais, fazer um conexão com o parágrafo anterior) Sob os impactos da queda do muro de Berlim no final dos anos 80 e a ofensiva neoliberal em escala planetária, afirmando a tese do fim da historia, a década de 1990 vai se caracterizar por um momento de refluxo dos movimentos sociais em suas lutas e organizações; pelo surgimento de varias ONG’s. Perdemos (mudar o verbo, pois este momento de análise) em lutas gerais e grandes mobilizações, mas ganhamos em proposições, percebemos um movimento mais articulado e propositivo no que diz respeito ao controle social e a participação popular (como assim?).

Em âmbito nacional e local, o Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra - MST vai se destacar no enfrentamento ao governo FHC e seus aliados locais implementando políticas de privatização, desmonte do estado, entrega do patrimônio publico aos interesses internacionais e a criminalização dos movimentos sociais (pela redação parece que o MST está implementando).

Se por um lado constatamos (mudar o verbo, pois aqui ainda não se trata da experiência da Rede) um recuo nas lutas políticas e mobilizações sociais, por outro lado, embora (duas expressões adversativas) não representa uma disputa política ideológica no interior da sociedade (porquê?), constatamos o fortalecimento na luta institucional com a vitória de partidos do campo democrático e popular nas eleições para prefeito das capitais do nordeste, e iniciamos o século XXI com a eleição de governos na América Latina opositores do neoliberalismo e em particular com a vitória de Lula a presidência da república e a derrota eleitoral de significativas oligarquias no nordeste (Sarney no Maranhão e ACM na Bahia) (mistura de temas: Brasil e AL).

O século XXI começa com o fortalecimento de experiências (completar a ideia) iniciadas ainda na década de 1990. , Tais Experiências que dizem respeito ao trabalho articuladas em redes, destacam -se nessas práticas uma estrutura horizontal, evitando os modelos hierárquicos de organização, potencializando o aprofundamento da democracia no interior das entidades (não foram citadas antes) e ampliando o alcance de suas ações.



Outra experiência exitosa Neste período, como construção de espaços contra-hegemônicos à pauta econômica capitalista, começa a foi a realização dos Fóruns Sociais Mundiais. , depois do O primeiro deles Fórum Social Mundial, realizado em 2000, na cidade de Porto Alegre, proporcionou tivemos às outras edições, com de vários fóruns temáticos, continentais, nacionais, regionais e estaduais. , No RN realizamos (quando?) a IV edição do Fórum Social Potiguar, essa iniciativa que mobilizou diversos seguimentos da sociedade civil (qual os objetivos?).

É neste Estado cuja história não reflete a dramaticidade dos conflitos sociais, que a RECID vem contribuindo na formação de sujeitos autônomos, conscientes do seu papel na construção de projeto Popular para o Brasil (reorganizar estas ideias).




Das Nossas Parcerias:

(...) é tão bonito quando agente entende, que agente é tanta gente onde quer que a gente vá. É tão bonito quando agente sente que nunca está sozinho por mais que pareça está... (GONZAGUINHA, ano) (incluir nas referências)
Segundo o Dicionário Aurélio, parceria quer dizer: reunião de pessoas ou associações para fins de interesse comuns. Partindo dessa definição, a Rede/ RN se relaciona com parceiros/as, para nossa sua caminhada, é como um casamento, uma escolha, e não a fazemos aleatoriamente, sem critérios.

Por isso, entendemos que estabelecer uma parceria é como cativar alguém ou algo, diz respeito à confiança, comprometimento, com relações de igualdade, que implica criar laços. Sendo assim, requer: respeito, atenção e cuidados. É você poder olhar no olho, segurar firme a mão do seu/sua parceiro/a e seguir caminhando em direção as possibilidades de construção do interesse comum firmado em parceria.

Ao longo desse período (qual?) estivemos juntos a diversas instituições e sujeitos sociais e políticos do Estado, com alguns/mas estabelecemos parcerias pontuais, na perspectiva de consolidar espaços coletivos e garantia de direitos. (Associação Zuzu Angel, Pastoral da Criança, Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua - MNMMR, Rede Mandacaru, Fórum Potiguar de Economia Solidária, Central Única dos Trabalhadores – CUT, Grupo de Afirmação Homossexual Potiguar e Comunidades de Terreiro). Com outras firmamos parcerias estratégicas com vista a construção do nosso Projeto Político Pedagógico. (Centro de Educação e Assessoria Herbert de Souza – CEAHS, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, Assembléia Popular – AP.) (faltou com outros/as, ou pode suprimir com alguns/mas: 2ª linha do parágrafo).



É com estes/as parceiros/as que a Recid no Estado constitui seus passos, Nossa caminhada é uma construção coletiva e permanente, os caminhos em geral são de víeis, mas com momentos de grandes contradições, por vezes até paralisam nossas ações da Rede, abrindo espaço para em disputas internas, que promove, em alguns casos, que nos problemas de visão da equipe quantos de visualizar mos aos horizontes a nossa frente em curso, nos afastando, inclusive, dos princípios da unidade popular com os referidos parceiros. requisitos próprios de uma parceria.

Em determinadas situações, essas referidas disputas se tornam tão freqüentes e acirradas ao ponto de até inviabilizarem torna impossível a parcerias. Neste caso, carece de se ter coragem para interromper a parceria e seguir redesenhando o caminhar, sem culpa da interrupção nem medo de se apaixonar novamente (reorganizar esta segunda parte do parágrafo).



Vale ressaltar que, a equipe, no Estado, já vivenciou mos aqui a tristeza de interromper parcerias, assim como, tivemos passou por situações o contentamento de reafirmar antigas e encontrar novas parcerias. Nesse momento estamos Como é o caso da celebração das ndo novas parcerias com a (Assembléia Popular – AP, a Escola de Formação Quilombo dos Palmares, e a Rede de Educadores do Nordeste – Núcleo RN).

Contudo, Com a responsabilidade inspirados/as nos versos de Milton Nascimento (ano), que declamam que “... há que se cuidar do broto para que a vida nos der flores e frutos...”, por isso, temos a tarefa e responsabilidade de cuidar com carinho do Fórum de Políticas Públicas de Taípu/RN, broto de importantes parcerias da Recid.

A Recid/ RN, suas ações organização e conflitos de 2007 a 2009.

(...) Com a barriga vazia não consigo dormir

E com o bucho mais cheio comecei a pensar

Que eu me organizando posso desorganizar

Que eu desorganizando posso me organizar

(JOÃO HIGINO FILHO) (incluir nas referências)

As ações da Recid têm como referencial teórico seu Projeto Político Pedagógico – PPP, elemento base unificadora dos diversos sujeitos que a compõe m e orienta dor de sua ação política pedagógica, alinhada à metodologia da educação popular freireana na perspectiva de construção de um Projeto Popular para o Brasil. utilizando a com referência.



Neste período De 2007 a 2009 a RECID, protagonizou sua teve atuação organizada junto aos seguintes grupos de base: juventude, artesãs, adolescentes, Associações comunitárias, comunidade de terreiro, grupos homo-sexuais, comunidades tradicionais.

Neste sentido, as atuações ações da Rede, de caráter organizativo e formativo, junto aos núcleos e as organizações parceiras realizadas pela RECID, promoveram (encontros locais, regionais, estadual, cursos, oficinas, seminários) acompanhadas, tiveram como seguintes temas prioritários: Economia solidária, Artesanato/cultura do mato, Organização e luta pelo direito a área seca do açude gargalheira em Acari, Juventude - Hip hop, Dança cigana, Direitos da criança e adolescentes, Danças tradicionais, Políticas publicas, Educação sexual e direitos reprodutivos, Matrizes cultura afro/ povos de terreiro, Comunicação popular, Gestão e elaboração de projetos, Pesquisa participante e sistematização; Agricultura Familiar.

Nossas As atuações da Rede ão permitiram articular se estenderam por três regiões geográficas do Estado, assim distribuídas conforme a seguir:


  1. Natal e Região Metropolitana com núcleo ou articulações políticas em Natal nos bairros de: Mãe Luiza, Praia da Redinha, Parque dos Coqueiros, Comunidade de Terreiros; nas cidades de: Nísia Floresta, São Gonçalo do Amarente, São José de Mipibu e na Comunidade Riacho do Sangue;




  1. Região do Serido com Núcleos nas cidades de: Acari, Flôrania, Cruzeta, Caicó, São Vicente, Cerro Corá e Tenente Laurentino.




  1. Região do Mato Grande com Núcleos nas cidade de: Taipu e Galinhos e nas seguintes comunidades: Logradouro, Matão, Itaibuna, Umbuzeiro, Assentamento Surubim e Tabua.



A Rede caminhou na perspectiva de assegurar a seguinte estrutura organizativa:


  1. Uma coordenação estadual composta de dois representantes por região, entidades parceiras e educadores.

  2. Uma coordenação por região com dois representantes de\ cada município com o papel de estudar, planejar e acompanhar a ação na região.

  3. Uma equipe de educadores no município que anima os núcleos.

Nesse período a coordenação estadual não seguiu esta conformação, uma das regiões passou a ter a representação de três pessoas de um mesmo segmento (quais?), . As demais regiões não garantia a presença dos representantes em todas as atividades da coordenação. Há A divisão de responsabilidade e de a coordenação assumiu e os seguintes grupos de trabalhos: comunicação, pedagógica, gestão e articulação política. No geral a coordenação das regiões não conseguiu imprimir uma dinâmica de reunião regular.

A Rede viveu um processo de disputa de visão de organicidade, de gestão e de seu papel político. Ou seja, a gestão se restringiu a disputa por recurso, mesmo tendo um planejamento, inviabilizando este não consegue ser sua execução, levando as tentativas de reflexões internas a conflitos, terminaram em brigas vazias e despolitizadas. Enfim, a rede entra em crise.

(Reorganizar a introdução do parágrafo e tornar coeso com o anterior) Termina o convênio e junto o contrato dos/as educadores/as liberados. Momento em que se acentuam os conflitos na disputa pela garantia de manutenção dos/as educadores/as com o novo convênio. Um grupo percebeu que deveria garantir um processo de seleção mais criterioso, transparente e que provocasse um repensar da rede, superando a cultura predominante, provocando um debate sobre o papel político da Recid.

Para No entanto, essa disputa passou longe do debate de concepção política, tomou outro caminho, gerando um desgaste político e pessoal no interior da Rede, o que por sua vez, cria uma ambiente favorável motivador da dispersão política e fragmentação das ações.

Mesmo com todos os conflitos, decidiu-se por garantir um processo amplo e mais criterioso na contratação dos/as novos/as educadores/as, apostando na superação da crise, pelo fim não do conflito, esse é bom que se apresentar sempre que for preciso. (este final ficou confuso)



Acreditamos que a práxis da Educação Popular deva Há que ser um processo prazeroso para o nosso fazer, a nossa militância tem que ser construída com amorosidade e afetividade, porque nossa vida, não tem que ser necessariamente essa cena mal dirigida (como assim?), com roteiros de intrigas, ela pode e deve também “... fazer todo sonho brilhar ser feliz...” (JOÃO BOSCO, ano) (incluir nas referências)

Retomando os trabalhos: a Recid/ RN (2010)
(...) Fé na vida, fé no homem, fé no que virá

Nós podemos muito, nos podemos mais vamos lá fazer o que será.

(GONZAGUINHA, ano)

(incluir nas referências)


No Estado do Rio Grande do Norte, a Rede de Educação Cidadã vive hoje atualmente um momento de retomada e de reconstrução dos caminhos, adequando-os aos desafios lançados pelo nosso Projeto Político Pedagógico para a construção de um Projeto Popular para o Brasil.

A nova equipe de educadores/as encontrou uma Rede bastante fragilizada e dispersa. Seu maior desafio foi reatar os fios que ligavam lutadoras e lutadores populares em diversas regiões, reconstruindo os núcleos de educadores/as da Recid no estado.

(desmembrado) Da mesma forma, tratava-se agora também de ampliar as articulações trazendo para dentro do coletivo da Recid uma dinâmica de luta com dos movimentos sociais, suas demandas e suas bandeiras.

(Cabem mais elementos conjunturais e formativos)
O Reencontro
(...) O trem que chega,

É o mesmo trem da partida...

(MILTON NASCIMENTO, ano)

(incluir nas referências)


Os/as educadores/as contratados/as iniciaram seus os trabalhos em um clima um tanto desfavorável (por quê? Ou fazer ligação com a parte do parágrafo a seguir). As divergências ocorridas no período anterior criavam (mudar o verbo) ainda tencionamentos, afastando importantes companheiros (ou parceiros?) da rede.

(Desmembrado. Reorganizar esta introdução) Após um período de estudo que culminou na primeira 1ª Ciranda da Recid, realizada em Canoas/RS (período), como resultado desse processo os/as educadores/as passaram a visitar as regiões para apresentar-se para as/os educadores e promover o reencontro dos núcleos, explicar a situação em que se encontrava a rede e envolver o conjunto do estado na superação das dificuldades (reorganizar este final).



Neste sentido, as reuniões também serviram como espaço para colher falas significativas, dos/as próprios/as educadores/as, que pudessem que revelasse à para a equipe caminhos para no trabalho a seguir em cada região. Dessa forma, conseguimos, assim, reconstruir laços, colocando a rede em movimento nas regiões do Seridó, Mato Grande e na Região Metropolitana de Natal.

Na região do Seridó, retomamos o contato com as cidades de Tenente Laurentino e com o trabalho com a juventude desenvolvido no município, bem como, em com Florânia e São Vicente. Mesmo assim, não conseguimos até outubro avançar com o trabalho de base em Florânia e São Vicente (quais os motivos?).

(reorganizar a introdução do parágrafo e torná-lo coeso com o anterior) É visível o desgaste que os núcleos sofreram com os intervalos entre um convenio e outro, como também com a crise política que passou a rede. Em dialogo com as/os educadores/as locais dessa região, fomos vendo que seria necessário fortalecer o núcleo de educadores/as, investindo na formação de educadores, ao mesmo tempo em que este núcleo investia na ação em Tenente Laurentino, por encontrar maior abertura para avançar na ação com juventude, com o apoio do Conselho Tutelar. (muitas informações: confuso)

Na região do Mato Grande, procuramos fortalecer a organicidade das associações de moradores e de grupos de juventude que já atuavam na região. Da mesma forma, em Galinhos, o trabalho consistiu em fortalecer a organização de jovens e iniciar contatos com outros grupos que pudessem vir a se articular com a Rede.

Na região Metropolitana o desafio foi recuperar a organicidade com companheiras e companheiros que compõe a Rede. Para tanto, retomamos o trabalho com algumas comunidades em Natal: Redinha, Km6, assim como, nos municípios de Macaíba, na comunidade de Riacho do Sangue e no Assentamento do MST, em Macaíba e Ceara Mirim.

(desmembrado) Atualmente também alcançamos Pitangui, desenvolvendo um trabalho com pescadores artesanais e comunidades tradicionais no município de Extremoz (descrever o trabalho).


Articulação com os Movimentos Sociais
Um passo a frente

E você não está

Mais no mesmo lugar

(CHICO SCIENCE, ano)

(incluir nas referências)


Retomar a participação dos movimentos sociais no espaço da Recid é um desafio para a equipe, que nós significa ampliar também os horizontes da luta para os diversos grupos que dela já participam.

Nesse sentido, passamos a reaproximação da Rede com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tem potencializado a realização através de oficinas realizadas no Assentamento Eldorado dos Carajás, além da e também em realização de assessoria ao Curso Básico para a militância do movimento sem terra no Centro de Formação Patativa do Assaré, em Ceará Mirim.

A Recid/ RN vem cumprindo um papel importante também na construção da Assembléia Popular, coletivo que engloba diversos movimentos sociais do campo e da cidade. Esta A aproximação, entre a RECID e a Assembléia Popular, se deu pela própria semelhança de projeto entre os dois espaços, que visa a construção de um Projeto Popular para o Brasil, com foco que se inicia pela na unidade entre os lutadores e lutadoras e pelo trabalho de base no seio do povo.

Contudo, a aproximação da Rede com os movimentos sociais, a partir da Via Campesina/MST, e com a Assembléia Popular tornou possível a realização do Curso Realidade Brasileira. O planejamento para A idéia de a realização deste o curso fazia parte era de um projeto antigo da Rede, de muito tempo que só agora se tornou possível, pela contribuição da Recid neste processo de reaproximação.

O último período (qual?) foi marcado também pela contribuição da Recid no Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra e pelo Grito dos Excluídos (reorganizar melhor este parágrafo). A Recid/ RN Que cumpriu um importante papel neste processo, divulgando o conteúdo do plebiscito em diversos espaços e mantendo a unidade em torno da luta pela reforma agrária. Culminando no 16º Grito dos Excluídos em Natal, refletiu esse processo: em um grande ato no desfile cívico, denunciando a falsidade de uma independência em um país que perde progressivamente a soberania de sobre suas terras e, por conseguinte, sobre a auto-determinação de seu povo.

O Esse envolvimento da Recid neste processo, revelou nos trouxe também o um desafio central para a equipe estadual, de articular as lutas e a organização dos grupos que compõe a Rede com as bandeiras mais gerais e pontuais que caracterizam um Projeto Popular.

Desenhando Futuros
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...


(TOQUINHO, ano)

(incluir nas referências)


O central agora é fortalecer esses grupos (quais?) e sua organicidade, capacitar o conjunto das companheiras e dos companheiros para desempenhar o papel de educadoras e educadores, construtores de uma pedagogia libertária capaz de fazer avançar a luta mais geral a partir de suas comunidades, de sua realidade, com espaços legítimos para a construção e consolidação do Poder Popular.

Para dar conta dessa tarefa, iniciamos um processo de formação das educadoras e educadores que já vai para a terceira etapa (quais foram as anteriores? Os parágrafos seguintes são as etapas? Então organizar melhor este anúncio).



A primeira etapa se constituiu em (é isso?) O primeiro momento realizado dedicava-se a conhecer mais sobre a história das lutas sociais no Brasil e no Rio Grande do Norte, situando o momento onde em que nos encontramos e a bagagem o acúmulo que herdamos. A partir disso, começamos a desenhar os desafios de construção da Recid no Estado.

A segunda, O segundo momento foi dedicado ao estudo das formas de construção do Poder Popular e da uma real participação política da população. O objetivo era situar as próprias experiências da Rede (em que espaços?) nos questionando sobre os caminhos a seguir.

A terceira e última etapa, O terceiro momento dedicou-se ao estudo sobre as articulações entre Estado e Sociedade Civil, como forma de debater sobre o próprio futuro da Recid. Foi também o momento de voltar a ouvir as regiões situando os desafios específicos de cada região/movimento em um plano coletivo de superação.

Neste período (contextualizar) tivemos a capacidade de ampliar nossas parcerias, nos reaproximamos do MST, através de CRB (por extenso, primeiro) trouxemos a FETRAF (por extenso, primeiro) para Rede, consolidando estendemos a ampliação de nossas ações em Natal e na Região Metropolitana.

Para o período que se segue, a Recid potiguar se desafia deve desenvolver a capacidade de articular as lutas mais gerais por um Projeto Popular, assim sendo, (a Luta pela Reforma Agrária, a Reforma Urbana, e Política, a Luta por uma Educação Pública, Gratuita e de Qualidade, por um Sistema Único de Saúde humanizado, dentre outras, etc.) buscando com consolidar a construção dos núcleos de educadores/as.

Neste sentido, as lutas dos movimentos sociais devem servir de inspiração para os/as educadores/as da Rede, (re) afirmando e a Educação Popular como ferramenta transformadora e elemento de unidade das lutas na construção do Projeto Popular.


A RECID e a Construção do Poder Popular no Rio Grande do Norte
"O proletariado tem como única arma,

na sua luta pelo poder, a organização.
(V. I. LÊNIN, ano, p. )


(incluir nas referências)
Entendemos que o por Poder Popular é um processo histórico de resistências e de lutas em permanente construção, cuja expressão se dá a partir da contradição fundamental capital x trabalho, que se encontra num conjunto de espaços horizontais e decisórios, através da auto-organização, onde o povo pode, de forma autônoma, formular um projeto de sociedade, praticá-lo em suas relações e desenvolver lutas para alterar o atual sistema de poder.

O Rio Grande do Norte possui uma construção política, econômica e social marcada por uma massiva e intensa presença militar em seu território, com forte repressão as lutas sociais, combinada com a formação de oligarquias familiares que imprimiram ao longo de décadas um modelo de gestão baseada na exclusão e no clientelismo.

Essa formação social reflete a dificuldade de construção das lutas para o conjunto dos movimentos sociais. Contudo, em que pese todo esse cenário, temos ao longo de nossa formação, uma historia de resistências e lutas populares: (Confederação dos Cariris, Resistência Negra, Sindicatos do Garrancho, Guerrilha do Vale do Açu, Levante Comunista de 35, “A Campanha de Pé no Chão Também se Aprende a Ler", liga camponesa, Resistência a Ditadura e Luta pela Democracia, dentre outras. etc.)

Durante toda a década de 1980 vivemos um intenso processo de reconstrução de espaços de poder popular, com grandes mobilizações e campanhas nacionais (citar algumas).

(desmembrado) A partir de meados dos anos de 1990, os espaços de participação se ampliaram, mas, ao mesmo tempo, foram ficando restritos a disputas pelas políticas públicas pautados pela lógica do terceiro setor e das políticas de governo. E os grupos e núcleos da própria Rede não fogem desta realidade, vivem também passam por esta experiência. essa mesma realidade.

Neste contexto, a construção do poder popular deve passar pela retomada do trabalho de base articulado com o fortalecimento dos movimentos sociais como frente avançada na luta pelo Projeto Popular por sua construção e consolidação.

Desse maneira, a Recid isso tem passado pela articulação de grupos de juventude, grupos de mulheres, Associações de Moradores, Trabalhadores Rurais, comunidades tradicionais, movimentos culturais, pela articulação com a economia solidária, etc. e outros, buscando construir, coletivamente, as condições objetivas e subjetivas para a construção do poder popular.

O trabalho dos/as educadores/as da Recid tem se concentrado em tentar ampliar a visão de mundo presente nos grupos para além do imediato, projetando a organização popular para objetivos mais amplos que consigam a partir das necessidades colocadas em cada realidade, transformá-la. Ou melhor, trata-se de implementarmos processos de formação, organização e lutas sociais, com objetivo de estimular o protagonismo popular, através da auto-organização do povo, acumulando forças numa perspectiva contra hegemônica para a construção de uma nova sociedade. (parágrafos agregados)

(Ausência de diálogo com autores/as que na práxis são referências de construção do poder popular)

Considerações finais



Referências bibliográficas: organizar em ordem alfabética
LOPES JUNIOR, Edmilson. A construção social da cidade do prazer Natal. Natal: EDUFRN, 2000. (não aparece no texto esta referência)
Lira A. Tavares (organizar nome do/a autor/a). História do Rio Grande do Norte. Natal/RN: Instituto Histórico e Geográfico do RN, 1998. (não aparece no texto esta referência)

ANDRADE, Ilza, Araújo Leão de. 1996. Políticas e poder: o discurso da participação. São Paulo: AD HOMINEM; Natal: Cooperativa Cultural da UFRN. (não aparece no texto esta referência)









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